Tuesday, April 14, 2026
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AT vai contribuir para formalização do comércio

OS AGENTES Económicos da Província de Gaza pediram ao presidente da Autoridade Tributária de Moçambique (AT), Aníbal Mbalango, o contributo da entidade fiscal na formalização do comércio informal, medida que contribuiria, sobremaneira, para intensificar o alargamento da base tributária. Os agentes económicos expressaram o pedido no encontro que tiveram, na última sexta-feira, na AT.

Perante esta solicitação, Aníbal Mbalango assegurou que a preocupação foi anotada e merecerá o devido seguimento, visto que no âmbito das reformas que a instituição tem levado a cabo, a satisfação e a melhoria da comodidade do contribuinte, na sua relação com o fisco, constituem parte das prioridades.

“Estamos a fazer uma série de reformas, portanto, na revisão do quadro legal em curso, este pedido merecerá especial atenção”, garantiu. Paralelamente, avançou que mais do que criar a comodidade, com as reformas em manga, é pretensão da instituição aproximar o contribuinte e torná-lo mais colaborativo na vida institucional, visto que se trata de um parceiro fundamental para o bem servir.

Sobre o bem servir, o presidente da AT, nas visitas que efetuou às diferentes unidades orgânicas, reiterou que o alcance das metas, na arrecadação de receita é um imperativo, até porque é de lei, contudo o processo só pode ser facilitado com ações associadas ao tratamento digno e equitativo ao contribuinte.

Apelou ainda aos funcionários para que pautem por ações de entreajuda, enquanto funcionários da instituição, pois só assim pode-se alcançar a coesão institucional, ação imprescindível para o alcance das metas e consequente financiamento da despesa pública.

Refira-se que durante a sua estadia na província, o presidente da AT e sua comitiva, para além de ter sido recebido pelo secretário de Estado, Jaime Neto, escalou os postos fiscais e de Cobrança de Bilene, da Macia, direção da Área Fiscal de Xai-Xai, Chókwè, Chibuto, Posto Fiscal de Cobrança de Manjacaze. De seguida rumou ao posto fronteiriço de Chicualacuala, onde continuou com as atividades.

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