Saturday, February 28, 2026
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Banco Mundial satisfeito com a retoma em Cabo Delgado

“Estou contente com o que vi: é encorajador ver a actividade económica vibrante nos mercados, é agradável ver a formação da juventude, a construção e agricultura”, referiu a dirigente, citada pela Lusa.

Kwakwa passou ontem pela região, no norte de Moçambique, que sofre uma insurgência armada desde 2017, cujos ataques levaram à suspensão de projectos de gás em 2021.

Uma coligação de tropas do Ruanda e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) ajudou as forças moçambicanas a libertar a zona dos investimentos, que deverão ser reiniciados este ano.

A petrolífera francesa TotalEnergies disse que está a avaliar a segurança e respeito pelos direitos humanos para decidir, mas empresas locais e o subempreiteiro Saipem já referiram que a retoma vai acontecer a meio do ano.

“O que se passa no norte é bastante importante e quis ver os esforços de estabilização” que abrem portas a “grandes actividades económicas, como os projectos de gás natural”, referiu Victoria Kwakwa.

“O Banco Mundial está a ajudar os residentes a terem acesso a condições de vida e serviços básicos essenciais” e tentar que até possam ser “melhor do que eram antes”, concluiu.

Nesta primeira visita a Moçambique, a dirigente pretende debruçar-se sobre o plano de reformas do governo, as causas das fragilidades do país e o aumento da resiliência de Moçambique.

A agenda inclui encontros com o Presidente de Moçambique, primeiro-ministro, ministro da Economia e Finanças e governador do Banco Central, entre outros, dias depois de a organização ter aprovado um novo quadro de parceria com o país até 2027.

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