Tuesday, February 10, 2026
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Ecobank mudou de nome para FDH Bank

Ecobank está presente em Moçambique desde 2000

O ECOBANK Moçambique passa, a partir do dia 20 de fevereiro, a chamar-se oficialmente FDH Bank Moçambique, depois de concluídas todas as autorizações pelo Banco Central.

A informação foi anunciada ontem pelo banco malawiano FDH, depois de ter concluído, em setembro, a aquisição do Ecobank Moçambique, que passa a liderar com uma quota de 98,87%.

“Esta alteração reflete o nosso crescimento e o foco renovado em prestar serviços de excelência aos nossos clientes e a todas as partes interessadas. A presente mudança afeta exclusivamente o nome do banco”, refere o grupo FDH Bank, em comunicado citado pela Lusa.

O grupo garantiu ainda que todos os contratos e acordos em vigor permanecem válidos, sendo apenas atualizado o nome da instituição na documentação oficial.

“A partir de 20 de fevereiro de 2026, os clientes começarão a ver o novo nome do banco em todos os documentos bancários oficiais, incluindo livros de cheques e outros formulários transacionais, plataformas digitais, sinalização das agências, e-mails, assinaturas de e-mail e demais comunicações”, lê-se ainda.

O FDH Bank, do Malawi, confirmou no final de setembro ter concluído a aquisição do Ecobank Moçambique, que passa a liderar, com uma quota de 98,87%, conforme informação enviada à bolsa de valores daquele país.

De acordo com a informação, o banco FDH concluiu a compra da totalidade da participação do grupo pan-africano Ecobank na instituição, enquanto a posição minoritária restante de 1,13% continuará a ser detida pelo Fundo para o Fomento de Habitação (FFH).

O processo de transição incluirá uma mudança de nome e reformulação da marca, para garantir continuidade e estabilidade para clientes, funcionários e outras partes interessadas”, referia ainda.

“Esta aquisição representa um marco significativo na estratégia de crescimento regional do FDH Bank Plc e reafirma o forte compromisso do banco em investir na África Austral. Espera-se que ofereça benefícios estratégicos, incluindo expansão de mercado, diversificação de receita, sinergias operacionais e criação de valor a longo prazo”, lê-se ainda na informação anteriormente enviada à bolsa.

A intenção de vender a participação foi oficialmente anunciada em 5 de agosto pelo Ecobank, considerado principal grupo privado de serviços financeiros no continente, presente em 35 países da África Subsaariana.

“Esta transação representa uma alteração estratégica na estrutura acionista e na gestão operacional, não se prevendo qualquer perturbação nas operações bancárias, ativos ou colaboradores”, referia então a instituição financeira pan-africana.

O Ecobank operava até agora com agências nas principais cidades, desde 2000, tendo sido inicialmente constituído como Novo Banco, adotando a designação atual em 2014, na sequência da aquisição então feita pelo grupo pan-africano.

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