Friday, April 10, 2026
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Moçambique consolida posição no comércio africano com 3.º Lugar no ATB

Moçambique consolida posição no comércio africano com 3.º Lugar no ATB

Moçambique subiu para a 3.ª posição no mais recente Africa Trade Barometer (ATB) do Standard Bank, consolidando-se como um dos países africanos mais atractivos para o comércio. O relatório, divulgado esta semana, analisa o ambiente de comércio em dez países africanos, avaliando uma série de factores que influenciam a competitividade comercial no continente.

O Africa Trade Barometer baseia-se em sete grandes categorias, incluindo abertura comercial, acesso ao financiamento, estabilidade macroeconómica, infra-estruturas, comércio externo, governança e comportamento financeiro dos comerciantes. A ascensão de Moçambique, que anteriormente ocupava a 4.ª posição, reflete o progresso do país em áreas críticas, como investimento em infra-estruturas e melhorias no acesso ao crédito, permitindo às empresas moçambicanas uma maior participação no comércio transfronteiriço.

De acordo com o relatório, Moçambique tem beneficiado de esforços para melhorar a resiliência das suas infra-estruturas e promover a diversificação económica, o que tem impulsionado sua capacidade de atrair negócios e investimento estrangeiro. Esses avanços são especialmente importantes no contexto das mudanças climáticas, onde o país enfrenta desafios como secas e inundações, mas continua a implementar medidas que reforçam sua competitividade comercial.

Além de Moçambique, o barómetro destaca os desempenhos da África do Sul e da Namíbia, que mantiveram as 1.ª e 2.ª posições, respectivamente. No entanto, a subida de Moçambique é uma das mais significativas entre os países analisados, demonstrando um esforço consistente em fortalecer sua posição no mercado regional.

O relatório também sublinha que, apesar dos progressos, ainda existem desafios a serem enfrentados no país, especialmente em relação à inflação elevada e à dependência de alguns sectores económicos. Contudo, a tendência geral é positiva, com projeções de crescimento do PIB e um ambiente comercial que continua a melhorar.

O Africa Trade Barometer é considerado uma ferramenta essencial para avaliar o desempenho dos países africanos no contexto do comércio continental, oferecendo uma visão detalhada sobre as oportunidades e os desafios enfrentados pelas nações signatárias do Acordo de Livre Comércio Continental Africano (AfCFTA).

Mozambique consolidates position in African trade with 3rd place in ATB

Moçambique consolida posição no comércio africano com 3.º Lugar no ATB

Mozambique has risen to 3rd place in Standard Bank’s latest Africa Trade Barometer (ATB), consolidating its position as one of the most attractive African countries for trade. The report, released this week, analyzes the trade environment in ten African countries, assessing a series of factors that influence trade competitiveness on the continent.

The Africa Trade Barometer is based on seven broad categories, including trade openness, access to finance, macroeconomic stability, infrastructure, foreign trade, governance and the financial behavior of traders. The rise of Mozambique, which previously ranked 4th, reflects the country’s progress in critical areas, such as investment in infrastructure and improvements in access to credit, allowing Mozambican companies to participate more in cross-border trade.

According to the report, Mozambique has benefited from efforts to improve the resilience of its infrastructure and promote economic diversification, which has boosted its ability to attract business and foreign investment. These advances are especially important in the context of climate change, where the country faces challenges such as droughts and floods, but continues to implement measures that strengthen its commercial competitiveness.

In addition to Mozambique, the barometer highlights the performances of South Africa and Namibia, which retained their 1st and 2nd positions respectively. However, Mozambique’s rise is one of the most significant among the countries analyzed, demonstrating a consistent effort to strengthen its position in the regional market.
The report also underlines that, despite the progress, there are still challenges to be faced in the country, especially in relation to high inflation and the dependence of some economic sectors. However, the overall trend is positive, with projections of GDP growth and a business environment that continues to improve.
The Africa Trade Barometer is considered an essential tool for assessing the performance of African countries in the context of continental trade, offering a detailed overview of the opportunities and challenges faced by the signatory nations of the African Continental Free Trade Agreement (AfCFTA).

 

Escassez de divisas ameaça produção na MEREC

No âmbito da monitoria do desempenho das empresas, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) visitou a MEREC, uma das principais fábricas de farinha e produtos de trigo do país. A visita visou avaliar os desafios enfrentados pela empresa, especialmente no contexto da escassez de divisas no mercado financeiro nacional, que tem impactado o processo de importação de matérias-primas essenciais.

Durante o encontro, Gilberto Cossa, CEO da MEREC, destacou que a indisponibilidade de divisas está a dificultar a aquisição de matérias-primas no mercado internacional, colocando em risco a capacidade de produção da empresa. “Se esta situação persistir, corremos o risco de não conseguir abastecer o mercado durante a quadra festiva, o que afectaria diretamente a cesta básica da população”, advertiu Cossa.

Além da escassez de divisas, a MEREC enfrenta outras dificuldades, como a entrada massiva de farinha de milho não fortificada no mercado nacional e a importação de massas alimentícias a preços abaixo do custo praticado no mercado internacional. A logística também é um problema, agravado pelo congestionamento de camiões em frente às fábricas, especialmente na Beira, e pela dificuldade de exportar para alguns países da SADC devido a barreiras comerciais. Outra preocupação levantada foi a ausência de isenção do IVA para produtos como massas e bolachas, considerados bens de primeira necessidade.

A MEREC possui fábricas localizadas em Matola (província de Maputo), Beira (Sofala) e Nacala (Nampula), com uma capacidade total de produção de 2600 toneladas diárias. A maior unidade está na Beira, beneficiando da proximidade com mercados regionais, como o Zimbábue, Malawi, Zâmbia e África do Sul. A empresa também tem planos de parcerias locais, como a negociação com a Associação dos Produtores de Moamba para o fornecimento de milho na região sul, como forma de reduzir a dependência de importações.

Com um total de 669 trabalhadores, a MEREC aposta no investimento em tecnologia para modernizar as suas operações e manter a competitividade.

Durante a visita, a CTA reiterou a urgência de se adotarem medidas que aliviem a escassez de divisas. Entre as recomendações apresentadas à Autoridade Monetária, estão a reavaliação da taxa de Reservas Obrigatórias, atualmente fixada em 39,5% para moeda estrangeira, e a injeção de parte das Reservas Internacionais Líquidas no mercado financeiro. Estas medidas visam reforçar a confiança dos bancos comerciais e aumentar a sua capacidade de apoiar as empresas moçambicanas, como a MEREC, na obtenção de divisas para assegurar o normal funcionamento das suas operações.

Shortage of foreign currency threatens production at MEREC

As part of its monitoring of company performance, the Confederation of Economic Associations of Mozambique (CTA) today visited MEREC, one of the country’s main flour and wheat product factories. The visit was aimed at assessing the challenges faced by the company, especially in the context of the shortage of foreign currency in the national financial market, which has impacted the process of importing essential raw materials.

During the meeting, Gilberto Cossa, MEREC’s CEO, pointed out that the unavailability of foreign currency is making it difficult to purchase raw materials on the international market, putting the company’s production capacity at risk. “If this situation persists, we run the risk of not being able to supply the market during the festive season, which would directly affect the population’s basic food basket,” warned Cossa.

In addition to the shortage of foreign currency, MEREC faces other difficulties, such as the massive influx of unfortified corn flour onto the domestic market and the import of pasta at prices below the cost practiced on the international market. Logistics is also a problem, aggravated by the congestion of trucks in front of the factories, especially in Beira, and the difficulty of exporting to some SADC countries due to trade barriers. Another concern raised was the lack of VAT exemption for products such as pasta and cookies, which are considered basic necessities.

MEREC has plants located in Matola (Maputo province), Beira (Sofala) and Nacala (Nampula), with a total production capacity of 2,600 tons per day. The largest plant is in Beira, benefiting from its proximity to regional markets such as Zimbabwe, Malawi, Zambia and South Africa. The company also has plans for local partnerships, such as negotiating with the Moamba Producers Association to supply corn in the southern region, as a way of reducing dependence on imports.

With a total workforce of 669, MEREC is investing in technology to modernize its operations and remain competitive.

During the visit, the CTA reiterated the urgency of adopting measures to alleviate the shortage of foreign currency. Among the recommendations presented to the Monetary Authority are the reassessment of the Compulsory Reserves rate, currently set at 39.5% for foreign currency, and the injection of part of the Net International Reserves into the financial market. These measures aim to strengthen the confidence of commercial banks and increase their capacity to support Mozambican companies, such as MEREC, in obtaining foreign currency to ensure the normal running of their operations.

MACHEL FIDUS e Fundação Vodacom Moçambique firmam acordo para promoção de digitalização nas escolas

A MACHEL FIDUS, representada por Malenga Machel, e a Fundação Vodacom Moçambique, representada por Hermenegildo Gamito, firmaram uma parceria estratégica para a digitalização nas escolas secundárias abrangidas pelo projecto de DIGITALIZAÇÃO.

Este acordo marca o início da primeira fase do projecto, que teve seu piloto lançado em 2023. A iniciativa tem como objectivo ampliar o acesso a ferramentas digitais nas instituições de ensino, capacitando os estudantes para enfrentar os desafios e explorar as oportunidades da era digital.

Este é apenas o início de uma revolução digital que promete transformar profundamente o futuro da educação em Moçambique.

MACHEL FIDUS and Vodacom Mozambique Foundation sign agreement to promote digitization in schools

MACHEL FIDUS, represented by Malenga Machel, and the Vodacom Mozambique Foundation, represented by Hermenegildo Gamito, have signed a strategic partnership to promote digitization in the secondary schools covered by the DIGITALIZATION project.

This agreement marks the start of the first phase of the project, which had its pilot launched in 2023. The initiative aims to expand access to digital tools in educational institutions, empowering students to face the challenges and exploit the opportunities of the digital age.

This is just the start of a digital revolution that promises to profoundly transform the future of education in Mozambique.

Access Bank lança Glossário de Finanças nas línguas mais faladas em Moçambique

Com o objectivo de fortalecer a inclusão financeira e promover a literacia financeira, o Access Bank Mozambique acaba de lançar um Glossário de Finanças, denominado, Mundo das Finanças, com os termos bancários mais usados no dia-a-dia, disponível em formato digital, no website do Banco.

Este projecto inovador, agrega valor ao facilitar o acesso a termos financeiros nasseis línguas maternas mais faladas em Moçambique, nomeadamente: Changana (Maputo); Emakhuwa (Nampula); Cindau (Sofala); Cinyungwa (Tete); Cithhswa (Inhambane); e Ciwutee (Manica).

O Glossário é um dicionário técnico destinado, neste caso, a esclarecer os termos bancários mais utilizados no dia-a-dia, apresentados de forma clara, simples e concisa. O documento foi cuidadosamente elaborado para ser acessível a todos, independentemente dos níveis de conhecimento que cada pessoa tenha sobre finanças e banca.

“Este glossário é uma ferramenta educativa que visa capacitar os nossos clientes com conhecimento financeiro sólido e acessível, permitindo-lhes tomar decisões informadas e conscientes”, considera Marco Abalroado, Administrador Delegado do Access Bank Mozambique. “Não se trata apenas de um recurso, é também uma ponte para a inclusão financeira. Ao estar traduzido para as principais línguas locais, garantimos que o conhecimento financeiro esteja ao alcance de todos, independentemente da sua origem ou nível de educação prévio”, sustentou o mesmo responsável.

Empresas activas em Moçambique cresceram 2,2% para quase 92 mil em 2023 – INE

O número de empresas em atividade em Moçambique em 2023 cresceu 2,2%, face ao ano anterior, para 91.752, mas 29,7% estavam localizadas em Maputo, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com um relatório do INE com dados da actividade empresarial, só a cidade de Maputo concentrava no final do ano passado 27.263 empresas e estabelecimentos activos, um crescimento de 3,9% face a 2022.

Contudo, a província que mais cresceu foi a de Niassa, no norte do país, que fechou 2023 com 2.984 empresas e estabelecimentos em actividade, um aumento de 6,5% no espaço de um ano. Ainda assim, trata-se da província com menor actividade empresarial no país.

Em 2023, o número de pessoas ao serviço nas empresas e respectivos estabelecimentos chegou a 902.154, em todo o país, um aumento igualmente de 2,2% no espaço de um ano, sendo que, desses, 346.632 correspondiam à cidade de Maputo, equivalente a 38,4% do total e um aumento homólogo de 1,9%, segundo o INE.

Por outro lado, Niassa era a província com menos trabalhadores ao serviço destas empresas, 22.513, apesar do crescimento de 1,9% face a 2022. Do total das empresas contabilizadas pelo estudo do INE, 211 (0,2%) eram públicas ou estatais, 1.217 (1,3%) sociedades anónimas e 29.115 (31,7%) sociedades por quotas.

O relatório do INE contou ainda 8.486 (9,2%) sociedades unipessoais, 52.580 (57,3%) empresários em nome individual e 52 (0,1%) cooperativas.

DStv anuncia direitos de transmissão das competições interclubes da CAF

A DStv adquiriu os direitos de transmissão de quatro (4) competições de futebol 2024/25 da Confederação Africana de Futebol (CAF). Trata-se da Liga dos Campeões CAF 2024/25 TotalEnergies, Taça da Confederação CAF 2024/25 TotalEnergies, Liga dos Campeões 2024 em feminino e Super Taça CAF 2025. Os telespectadores vão desfrutar de mais variedades futebolísticas nos canais SuperSport – o mundo dos campeões.

Os adeptos moçambicanos terão a oportunidade de ver os jogos em directo e exclusivo a Black Bulls, único clube representante de Moçambique na Taça CAF, através dos canais SuperSport na DStv. Além dos jogos da Black Bulls, os telespectadores terão ainda a oportunidade de assistir toda a acção dos gigantes sul-africanos: Mamelodi Sundowns e Orlando Pirates (Liga dos Campeões CAF TotalEnergies) e Mamelodi Sundowns em feminino (Liga dos Campeões Feminina).

Os jogos contam também com a presença do Al Ahly (Egipto), detentor do título da Liga dos Campeões, o Espérance Sportive de Tunis (Tunísia), o CR Belouizdad (Argélia), o Raja Casablanca (Marrocos) e o TP Mazembe (República Democrática do Congo), todos já qualificados para a fase de grupos da Liga dos Campeões CAF TotalEnergies.

“Temos o prazer de anunciar que chegámos ao acordo para transmitir as competições interclubes da CAF. A DStv orgulha-se de ser a maior empresa de radiodifusão desportiva do continente e o maior financiador do desporto em África. Esta é mais uma prova disso. Estamos empenhados em dar aos nossos apaixonados adeptos de futebol toda a acção futebolística desta época. Estamos expectantes em oferecer mais uma excelente temporada de acção futebolística nos canais SuperSport”, disse Agnelo Laice, Director Geral da MultiChoice Moçambique.

9ª Cimeira e Exposição Anual de Gás e Energia: Inovar o sistema energético através da capacitação técnica

De acordo com um relatório recente da McKinsey, prevê-se que a procura global de energia deverá aumentar substancialmente, podendo aumentar até 18% até 2050, em grande parte devido às economias emergentes, incluindo África, lê-se no comunicado enviado à Profile.

Apesar deste crescimento, o consumo de energia per capita nestas regiões deverá manter-se abaixo do dos mercados desenvolvidos, devido às actuais iniciativas de eficiência energética em curso. Ademais, os avanços tecnológicos, incluindo a IA e a expansão dos centros de dados, deverão desempenhar um papel importante na alimentação do aumento global da procura de energia.

Moçambique tem o maior potencial de produção de energia de todos os países da África Austral, com capacidade para gerar 187 GW de energia a partir de carvão, hidroelétrica, gás, solar, eólica e outras fontes renováveis, de acordo com o relatório Africa Energy Outlook Report 2024 da Deloitte.

Com aproximadamente 62% da população moçambicana a viver em zonas rurais, o programa nacional do Governo programa nacional do Governo “Energia para Todos” tem como objectivo alcançar o acesso universal e expandir os sistemas de produção de eletricidade até 2030.

Com numerosos megaprojectos de energia em várias fases de desenvolvimento, existe uma oportunidade e a responsabilidade de os sectores público e privado cooperarem para garantir que as inovações e tecnologias que estão a ser implantadas sejam um facilitador para a criação de empregos locais, desenvolvimento de capacidades técnicas e de conhecimentos, crescimento socio-económico e contribuam positivamente para a descarbonização e a transição sustentável.

Em linha com esta visão, a DMG Events e os seus parceiros ENH têm o prazer de anunciar que a nona Cimeira e Exposição Anual de Gás e Energia de Moçambique, que terá lugar de 19 a 21 de novembro de 2024, no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo, irá acolher um Seminário Técnico totalmente acreditado pelo CPD. Realizado sob o tema Capacidade Técnica: Inovar o Sistema Energético de Moçambique, o Seminário servirá como uma plataforma crucial para os participantes para os participantes se envolverem numa aprendizagem e desenvolvimento dedicados.

Através de sessões de ponta sobre as últimas inovações, resultados de pesquisas e melhores práticas da indústria que definem a transição energética, os participantes práticas da indústria que definem a transição energética, os participantes podem melhorar as suas capacidades práticas e capital intelectual, elevando o seu desempenho profissional quotidiano e fazendo progredir as suas carreiras.

Como um dos membros do Comité Directivo do Seminário Técnico e um perito técnico com mais de 15 anos de experiência, Celestino Maússe, Snr Manager – Gas Infrastructure at Sasol, afirma que o Seminário Técnico irá “alargar as perspectivas sobre o mix de energia disponível em Moçambique e na África Austral. Isto é crucial, especialmente tendo em conta a crescente procura de energia impulsionada pela digitalização da economia e o avanço da IA. Estes

Estes desenvolvimentos estão a aumentar significativamente a necessidade de energia, particularmente de energia limpa, que irá competir com as necessidades tradicionais da região. Será fascinante ver como o sector da energia responde a estas mudanças”.

O Seminário Técnico funcionará como um fluxo dedicado de aprendizagem e desenvolvimento, proporcionando aqueles que apresentarem um trabalho técnico com oportunidades de networking sem paralelo, liderança liderança que complementa os produtos, serviços e soluções que estão a ser exibidos, os últimos avanços da indústria e a oportunidade de ganhar pontos de desenvolvimento profissional para a sua carreira.

Paulo Chibanga, Vice-Presidente da Associação Industrial de Moçambique (AIMO) e membro do Comité Directivo do Seminário Técnico, descreve o Seminário Técnico deste ano como tendo “um impacto significativo na Cimeira de Gás e Energia de Moçambique uma plataforma para os especialistas partilharem os seus conhecimentos, experiências e os últimos e os últimos avanços na sua área. Mais importante ainda, a possibilidade de trabalhar em rede, trocar ideias e estabelecer contactos. Isto pode levar a colaborações, parcerias e até projectos inovadores. projectos inovadores”.

A tecnologia é fundamental para permitir que os projectos de energia moçambicanos sejam operacionalmente eficientes, ambientalmente sustentáveis e competitivos em termos de custos é a tecnologia que reside no seu cerne.

O Seminário Técnico será essencial para promover a troca de conhecimentos e competências necessárias para apoiar a transição energética e os objectivos de desenvolvimento do país.

Leia o comunicado em: https://www.mozambiqueenergysummit.com/media/pdcbicwp/mges-2024-technical-seminar-press-release