Com base na Beira e participações em várias empresas de shipping e navegação moçambicanas, Cornelder Group, em sua sede no Rotterdam, está a aproveitar a suas filiais  para conquistar o mercado no segmento da gestão portuária do país e espera obter novas concessões para terminais portuários em Moçambique.

Com o objectivo de expandir as suas actividades de gestão portuária, em meados de abril, abriu uma nova filial, Moçambique Gestão de Terminais e Armazéns (MGTA).

Atualmente, todos os portos do país estão sob concessão, sendo o de maputo gerido pela DP World, sediada em Dubai até 2043, o desenvolvimento dos portos de Pemba e Palma para fornecer apoio logístico a projetos de extração de gás em Cabo Delgado, foi subcontratada ao magnata empresarial Gabrielle Volpi, a única margem de manobra parece estar na concessão do Corredor de Nacala, actualmente gerida pela Nacala Logistic.

Em Janeiro, a empresa japonesa, MItsui começou a vender suas ações ao seu co-accionista, a Vale, e esta anunciou que estava a eliminar gradualmente a sua enorme mina de Moatize, razão da sua presença no Corredor de  Nacala, que liga Moatize ao mar.

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O grupo Cornelder Moçambique,  gere terminais a granel e de contentores, o segundo maior do país.

FONTEDiário Econômico

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