Moçambique já é membro do pleno direito do Processo Kimberley, um mecanismo internacional de controlo do negócio de diamantes. O anúncio foi feito em Moscovo, Rússia, num encontro que juntou países integrantes do órgão.

Falando após o anúncio, o ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, afirmou que a admissão ao Processo Kimberley faz com que Moçambique possa tirar proveito da riqueza diamantífera que possui um pouco pelas três regiões do país, nomeadamente nas províncias de Gaza (sul), Manica e Sofala, Tete (centro) e Niassa (norte).

Segundo Max Tonela, os frutos da admissão devem começar a ser construídos agora, através de viabilização de uma série de projectos que estavam parados.

Refira-se que o Processo Kimberley foi criado em 2003 com o objectivo de evitar o financiamento de guerras civis com base nos diamantes. É nesse contexto que, desde então, o organismo tem emitido para os países-membros certificados sobre a origem destes recursos para a sua colocação no mercado internacional.

O relatório apresentado na tarde de quarta-feira pela Comissão de Avaliação mostrou que Moçambique reúne todas as condições para passar a membro de pleno direito do Processo Kimberley. Dados avançados há dias pelo secretário-executivo da Unidade de Gestão do Processo Kimberley, Castro Elias, indicam que, neste momento, existem 44 licenças de prospecção e pesquisa, havendo 78 pedidos que estão em curso, mas que não podiam ser desenvolvidos porque Moçambique não era membro deste mecanismo.

FONTEMMO

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