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Exxon Mobil reitera interesse no gás do Rovuma

Análise de Mercado

A Exxon Mobil Corporation reafirmou o seu interesse em dar continuidade aos projectos de produção e liquefação do gás natural, na área 4 da bacia do Rovuma. Sem avançar datas, o presidente da multinacional norte-americana garantiu estarem em curso estudos para reduzir o nível de emissão do dióxido de carbono e avaliação das condições para o seu retorno.

Liam Mallon, presidente da Exxon Mobil Corporation, deixou estas declarações minutos depois da audiência mantida com o Presidente da República, onde o principal objectivo era colocar em discussão os avanços alcançados no âmbito da implementação do projecto de oïl e gás no país.

Na ocasião, o responsável pela gigante norte-americana avaliou como proveitoso o encontro.

“O principal objectivo deste encontro era de reafirmar o compromisso da Exxon Mobil em Moçambique e o compromisso de desenvolvimento do projecto na área 4. Foi uma conversa produtiva sobre as condições necessárias para alcançarmos mais progressos. Falamos igualmente dos avanços já conseguidos mesmo diante das limitações da pandemia da COVID-19 e impostas pela conjuntura que se fez sentir nos últimos anos”, explicou.

Mallon reconhece haver avanços na situação de segurança na zona norte, uma das condições para o seu regresso, no entanto considera haver aspectos ainda por ultrapassar.
“Penso que muitos avanços foram alcançados durante todo o processo, no entanto, há ainda muito a ser feito no que se refere ao projecto. Temos programas em avaliação, junto do Governo, tanto na área 1 bem como na área 4, por isso continuaremos a monitorar a situação de perto”, disse Liam Mallon.

Por seu turno, o ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, disse estarem em curso conversações para garantir a retoma para breve das actividades da multinacional, mas não avançou datas.

Tonela revelou que o presidente da Exxon Mobil falou ao Presidente da República sobre os trabalhos em curso para o redesenho do projecto, com vista a ter o uso de tecnologias que capturam o carbono, para ter um projecto mais limpo.

“Neste encontro concordou-se que a multinacional vai trabalhar com vista a alcançar estes objectivos, de reduzir os custos do projecto, adoptar tecnologia para captação de Carbono e também a formação de sinergias com os parceiros da área 1, com o objectivo de tirar maiores benefícios e só depois disso será coordenada um calendário para a implementação do projecto”, explicou o ministro.

Este encontro surge depois da circulação de informação indicando a possibilidade da petrolífera abandonar os projectos de produção de gás em Moçambique.

FonteO País
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