Friday, April 3, 2026
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Standard Bank comemora 130 anos de implantação em Moçambique

O Standard Bank lançou, na última quarta-feira, o programa de actividades comemorativas dos 130 anos do Banco, que deverão ocorrer ao longo dos próximos 12 meses, em vários pontos do País. Estas actividades serão de cariz económico, sociocultural e desportivo e visam celebrar a contribuição do Standard Bank para a história de Moçambique.

Num encontro com jornalistas, a presidente do Conselho de Administração (PCA) do Banco, Esselina Macome, expressou o orgulho da instituição pela abrangente cobertura nacional, que reflecte o alinhamento com os desafios e oportunidades de Moçambique.

De acordo com a PCA, “desde 1894, quando foi aberta a nossa primeira agência na baixa, sete anos depois da elevação a cidade – Lourenço Marques, hoje cidade de Maputo -, temos testemunhado a evolução do nosso País e, lado a lado, o crescimento e a consolidação do nosso Banco”.

Foi com base nessa visão que o Banco se expandiu à cidade da Beira, em 1896, para abrir uma agência e ajudar a dar vida ao corredor ferro-portuário da Beira e, posteriormente, estender as operações para locais como Mangungumete, Ribáuè, Alto-Molócuè, Balama, acrescentou.

A presença do Banco em várias regiões simboliza a confiança no potencial de Moçambique e a sua estratégia de proximidade com as comunidades, para impulsionar o crescimento local. O Standard Bank acredita que estar perto das comunidades é fundamental para apoiar e estimular o desenvolvimento regional.

Além do compromisso para com o País, conforme enfatizou a PCA, o Banco valoriza, profundamente, os seus colaboradores, considerados como o activo mais valioso: “Investimos na formação contínua dos colaboradores, para mantermos a excelência no atendimento aos clientes, honrando a tradição iniciada com o Standard Totta e continuada sob o nome Standard Bank”, enfatizou.

Ainda na ocasião, o administrador-delegado do banco, Bernardo Aparício, referiu-se ao contributo da instituição como catalisadora do desenvolvimento económico do País ao longo dos 130 anos, actuando como um verdadeiro parceiro dos moçambicanos.

Como prova disso, Bernardo Aparício destacou o financiamento e apoio ao Porto de Maputo: “Desde a dragagem do canal até à reabilitação de novos cais, o Standard Bank tem apoiado todos os investimentos que permitiram o aumento do tráfego, e mais importante e no processo de tornar este projecto num dos maiores portos da região da África Austral”.

Referiu-se ainda à parceria com a empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) e os operadores do sector ferroviário para o desenvolvimento de dois corredores fundamentais para o País, nomeadamente a linha férrea de Tete – Nacala e a linha férrea de Beira – Machipanda.

Prosseguindo, Bernardo Aparício enalteceu o papel crucial desempenhado pela Incubadora de Negócios do Banco, que tem sido uma alavanca para o empreendedorismo e a inovação em Moçambique.

Rendimentos das exportações de algodão diminui em 56% em três meses, totalizando 3,7 milhões de dólares

exportações de algodão

As exportações de algodão de Moçambique registaram uma queda significativa de 56% no primeiro trimestre de 2024, totalizando apenas 3,7 milhões de dólares. Este valor representa uma redução de 4,7 milhões de dólares em comparação com os 8,4 milhões de dólares obtidos no mesmo período do ano passado, conforme indicam os dados divulgados pelo Banco de Moçambique e compilados pela Lusa.

O relatório do Banco de Moçambique, citado pelo : O PAÍS, destaca que a queda nos rendimentos foi impulsionada pela diminuição de 1,4% no preço da fibra de algodão no mercado internacional. Apesar do aumento de 36,2% no volume exportado, a redução nos preços afectou negativamente os ganhos totais.

Francisco Ferreira dos Santos, presidente da Associação Algodoeira de Moçambique (AAM), ressaltou a importância do algodão para a economia do país, descrevendo-o como uma cultura essencial com uma cadeia de valor significativa. “O algodão é quase que sagrado, desempenhando um papel catalisador tanto na economia quanto na demografia”, afirmou Santos, mencionando que, historicamente, o algodão tem gerado entre 30 e 50 milhões de dólares em exportações anuais nos últimos dez anos.

Cotton export earnings fall by 56% in three months to 3.7 million dollars

exportações de algodão

Mozambique’s cotton exports fell by a significant 56% in the first quarter of 2024, totaling just 3.7 million dollars. This figure represents a reduction of 4.7 million dollars compared to the 8.4 million dollars obtained in the same period last year, according to data released by the Bank of Mozambique and compiled by Lusa.

The Bank of Mozambique report, quoted by O PAÍS, points out that the drop in income was driven by the 1.4% decrease in the price of cotton fiber on the international market. Despite the 36.2% increase in the volume exported, the reduction in prices negatively affected total earnings.

Francisco Ferreira dos Santos, president of the Cotton Association of Mozambique (AAM), stressed the importance of cotton to the country’s economy, describing it as an essential crop with a significant value chain. “Cotton is almost sacred, playing a catalytic role in both the economy and demographics,” said Santos, mentioning that historically cotton has generated between 30 and 50 million dollars in annual exports over the last ten years.

Pesca impulsiona crescimento do PIB com aumento de 11,36%

Pesca impulsiona crescimento do PIB com aumento de 11,36%

O sector das pescas foi o principal responsável pelo crescimento económico de 3,2% registado no primeiro trimestre deste ano. Segundo o relatório do balanço da implementação do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado, aprovado recentemente pelo Conselho de Ministros, a aquacultura industrial teve um desempenho notável, com um aumento superior a 100%, impulsionado pela exportação de produtos como caranguejo e lagosta viva.

De acordo com o documento divulgado no site do Ministério da Economia e Finanças, o crescimento económico de 3,2% está alinhado com a previsão do Executivo de alcançar uma das maiores taxas de crescimento dos últimos cinco anos, estimada em 5,5% para o ano em curso.

O relatório revela que o sector primário foi o principal motor do crescimento, com uma variação de 4,80%, destacando-se o sector das pescas com um crescimento de 11,36%. Seguira-se o ramo da Indústria de Extracção Mineira, com uma variação de 10,41%, e o sector de Agricultura, Pecuária, Caça, Silvicultura e Exploração Florestal, com uma variação de 2,88%.

O impressionante crescimento do sector pesqueiro foi impulsionado pela expansão da aquacultura industrial, que envolve a captura e engorda de caranguejo e lagosta viva em águas marítimas para posterior exportação, além da produção de algas marinhas na província de Nampula.

Enquanto o sector de pesca se destaca como o principal contribuidor para o crescimento do PIB, a indústria extractiva segue como um importante pilar económico, ocupando o segundo lugar no desempenho económico do primeiro trimestre.

Fishing boosts GDP growth with 11.36% increase

Pesca impulsiona crescimento do PIB com aumento de 11,36%

The fishing sector was mainly responsible for the 3.2% economic growth recorded in the first quarter of this year. According to the report on the implementation of the Economic and Social Plan and State Budget, recently approved by the Council of Ministers, industrial aquaculture performed remarkably well, with an increase of over 100%, driven by the export of products such as crab and live lobster.

According to the document published on the website of the Ministry of Economy and Finance, the economic growth of 3.2% is in line with the Executive’s forecast of achieving one of the highest growth rates of the last five years, estimated at 5.5% for the current year.

The report reveals that the primary sector was the main driver of growth, with a variation of 4.80%, with the fishing sector standing out with growth of 11.36%. This was followed by the Mining industry, with a variation of 10.41%, and the Agriculture, Livestock, Hunting, Forestry and Logging sector, with a variation of 2.88%.

The impressive growth of the fishing sector was driven by the expansion of industrial aquaculture, which involves catching and fattening live crab and lobster in sea waters for later export, as well as the production of seaweed in Nampula province.

While the fishing sector stands out as the main contributor to GDP growth, the extractive industry continues to be an important economic pillar, occupying second place in the first quarter’s economic performance.

Crescimento de 19% na produção de ouro em Moçambique

Crescimento de 19% na produção de ouro em Moçambique

A produção de ouro em Moçambique aumentou 19% nos primeiros seis meses de 2024, alcançando mais de 917 quilogramas, em comparação com os 769 quilogramas produzidos no mesmo período do ano passado, conforme divulgado pelo Ministério da Economia e Finanças (MEF).

De acordo com o relatório do MEF, que detalha a produção e extracção mineira do primeiro semestre, o aumento representa 58% do objectivo anual de 1,583 toneladas de ouro para 2024. Actualmente, cada quilograma de ouro está avaliado em aproximadamente 73 mil euros no mercado internacional, o que significa que a produção do primeiro semestre equivale a cerca de 66,9 milhões de euros.

No ano anterior, Moçambique já havia estabelecido um recorde na produção de ouro, atingindo mais de 1,6 toneladas, superando as metas projectadas para 2023 e 2024. O relatório de execução orçamental do MEF revelou que o país produziu 1.666,4 quilos de ouro em 2023, um aumento de 32% em relação aos 1.263,8 quilos produzidos em 2022, que também foi um recorde.

Este desempenho representou uma realização de 124% em relação ao inicialmente planeado pelo Governo moçambicano, superando também as projecções para 2024, que preveem a produção de 1,583 quilos de ouro.

Segundo o relatório, o crescimento esperado para 2024, de 3% em relação às projecções de 2023, deve-se ao maior controle da mineração artesanal, além do desempenho positivo das empresas produtoras de ouro no país.

“O plano de produção de ouro indica um crescimento de 3% em comparação com as projecções para 2023,” destaca o documento, que também menciona a empresa Explorator, Lda., e sua parceria com a Mutapa Mining Processing, Lda., como factores-chave para o aumento na produção, além da retomada das actividades pela KD Prospero.

Essa notícia oferece uma visão detalhada do desempenho da indústria de ouro em Moçambique, destacando o crescimento e os factores que contribuíram para o aumento da produção no primeiro semestre de 2024.

19% growth in gold production in Mozambique

Crescimento de 19% na produção de ouro em Moçambique

Gold production in Mozambique increased by 19% in the first six months of 2024, reaching more than 917 kilograms, compared to the 769 kilograms produced in the same period last year, according to the Ministry of Economy and Finance (MEF).

According to the MEF report, which details production and mining in the first half of the year, the increase represents 58% of the annual target of 1,583 tons of gold for 2024. Currently, each kilogram of gold is valued at approximately 73,000 euros on the international market, which means that production in the first half of the year is equivalent to around 66.9 million euros.

The previous year, Mozambique had already set a record in gold production, reaching more than 1.6 tons, exceeding the targets projected for 2023 and 2024. The MEF’s budget execution report revealed that the country produced 1,666.4 kilos of gold in 2023, a 32% increase on the 1,263.8 kilos produced in 2022, which was also a record.

This performance represented an achievement of 124% in relation to what was initially planned by the Mozambican government, also surpassing the projections for 2024, which forecast production of 1,583 kilos of gold.

According to the report, the expected growth for 2024, of 3% compared to the 2023 projections, is due to greater control of artisanal mining, as well as the positive performance of gold producing companies in the country.

“The gold production plan indicates growth of 3% compared to the projections for 2023,” highlights the document, which also mentions the company Explorator, Lda. and its partnership with Mutapa Mining Processing, Lda. as key factors for the increase in production, in addition to the resumption of activities by KD Prospero.

This news item provides a detailed overview of the performance of the gold industry in Mozambique, highlighting growth and the factors that contributed to the increase in production in the first half of 2024.

Saiba mais sobre estágio da produção de grafite em Moçambique

A produção de grafite

A produção de grafite em Moçambique, essencial para a fabricação de baterias eléctricas, registou uma queda de 40% no primeiro semestre de 2024, segundo o relatório de execução orçamental divulgado nesta Quinta-feira, 22 de Agosto. O recuo na produção, que atingiu apenas 34,8 mil toneladas, contrasta com as 58,7 mil toneladas contabilizadas no mesmo período do ano passado.

O relatório aponta que a redução drástica na produção deve-se à paralisação das actividades da GK Ancuabe Graphite Mine desde 2023 e à interrupção dos trabalhos na Twigg Mining and Exploration, subsidiária da mineradora australiana Syrah em Moçambique. A baixa demanda global por grafite e a volatilidade dos preços no mercado internacional contribuíram para essa situação.

A produção registada no primeiro semestre corresponde a apenas 11% da meta estipulada pelo Governo moçambicano, que espera alcançar 329 mil toneladas até o final do ano.

Em Abril deste ano, a Syrah Resources, que opera no distrito de Balama, Cabo Delgado, anunciou o início do fornecimento de grafite para a BTR New Materials, uma fabricante de baterias localizada na Indonésia, que adquiriu 10 mil toneladas do minério. Essa transacção marcou a primeira venda de grandes volumes de grafite moçambicano para uma produtora de baterias fora da China.

“Esta venda a granel segue-se a um envio experimental de contentores de finos de grafite natural de Balama para a Indonésia. Esta importação é mais um passo importante na nossa estratégia de diversificação de vendas”, informou a mineradora.

Além disso, a BTR New Materials Group está construindo uma fábrica de baterias na Indonésia, avaliada em 478 milhões de dólares, com produção prevista para iniciar ainda este ano, o que pode resultar em novas vendas de grafite moçambicano.

Principais factores para a redução da produção

A redução drástica na produção é atribuída principalmente à paralisação das actividades da GK Ancuabe Graphite Mine, que está inactiva desde 2023, e à interrupção das operações na Twigg Mining and Exploration, subsidiária da mineradora australiana Syrah Resources em Moçambique. Além disso, a baixa demanda global por grafite e a volatilidade dos preços no mercado internacional contribuíram para a queda acentuada na produção.

Impacto económico 

A produção registada no primeiro semestre de 2024 corresponde a apenas 11% da meta estipulada pelo governo moçambicano, que havia projectado alcançar 329 mil toneladas até o final do ano. Essa discrepância acentuada entre a meta e o resultado real reflete os desafios enfrentados pela indústria de mineração de grafite no país, que precisa lidar com questões operacionais e de mercado que afectam a sua capacidade de produção.

Perspectivas:

Embora a indústria de grafite em Moçambique enfrente dificuldades, também existem sinais de oportunidades emergentes. Em Abril de 2024, a Syrah Resources, operando no distrito de Balama, Cabo Delgado, anunciou a primeira venda significativa de grafite moçambicano para uma fabricante de baterias fora da China. A empresa forneceu 10 mil toneladas de grafite para a BTR New Materials, localizada na Indonésia. Essa transacção sinaliza a abertura de novos mercados para o grafite moçambicano e pode representar um passo importante para a diversificação das exportações do país.

Necessidade de investimentos em Infra-estrutura e tecnologia

Para que Moçambique possa capitalizar essas oportunidades, será necessário resolver as questões estruturais que limitam a produção e investir em infra-estrutura e tecnologia que suportem o crescimento sustentável do sector. A modernização das instalações de extracção e processamento, bem como o aprimoramento da logística de transporte, são factores críticos para aumentar a competitividade do grafite moçambicano no mercado internacional.

Estabilização do mercado global 

Além das questões internas, a estabilização do mercado global de grafite e a recuperação da demanda internacional serão cruciais para que a indústria local atinja o seu potencial. Com o aumento da demanda por baterias eléctricas, especialmente para veículos eléctricos, o grafite pode ter um papel central no futuro energético global. No entanto, a volatilidade dos preços e a concorrência com outros países produtores exigem uma estratégia de mercado bem definida.

Graphite production in Mozambique to fall by 40% in the first half of 2024

A produção de grafite

Graphite production in Mozambique, which is essential for the manufacture of electric batteries, fell by 40% in the first half of 2024, according to the budget execution report released on Thursday, August 22. The drop in production, which reached just 34,800 tons, contrasts with the 58,700 tons recorded in the same period last year.

The report points out that the drastic reduction in production is due to the stoppage of activities at GK Ancuabe Graphite Mine since 2023 and the interruption of work at Twigg Mining and Exploration, a subsidiary of Australian mining company Syrah in Mozambique. Low global demand for graphite and price volatility on the international market contributed to this situation.

The production recorded in the first half of the year corresponds to only 11% of the target set by the Mozambican government, which hopes to reach 329,000 tons by the end of the year.

In April of this year, Syrah Resources, which operates in the district of Balama, Cabo Delgado, announced that it had begun supplying graphite to BTR New Materials, a battery manufacturer located in Indonesia, which purchased 10,000 tons of the ore. This transaction marked the first bulk sale of Mozambican graphite to a battery producer outside of China.

“This bulk sale follows a trial shipment of containers of natural graphite fines from Balama to Indonesia. This import is another important step in our sales diversification strategy,” said the mining company.

In addition, BTR New Materials Group is building a battery factory in Indonesia, valued at 478 million dollars, with production expected to start later this year, which could result in new sales of Mozambican graphite.

Vulcan reafirma compromisso ambiental após denúncias de poluição em Moatize

Vulcan reafirma

O presidente da Vulcan, grupo indiano que explora carvão em Moçambique, assegurou nesta Quinta-feira, 22 de Agosto, o compromisso da empresa com a “conformidade ambiental”. A declaração foi feita após denúncias das comunidades locais sobre o aumento da poluição causada pelas operações da companhia em Moatize.

“Temos uma política de dano zero. Todas as nossas instalações foram equipadas com equipamentos e tecnologias modernas. Por vezes, algum sistema falha, e, para isso, tomamos precauções. Se houver algum erro, posso afirmar que estamos totalmente comprometidos em garantir que nenhuma pessoa da nossa comunidade sofra”, afirmou Mukesh Kumar, presidente da Vulcan, em reacção às queixas, em entrevista à agência Lusa.

As denúncias vêm de residentes de oito bairros de Moatize, na província de Tete, no centro do país, onde a Vulcan explora carvão. Os moradores alegam que as operações da empresa têm aumentado a poluição na região, afectando a qualidade de vida das comunidades.

Numa carta enviada à Vulcan, à qual a Lusa teve acesso, os residentes criticam as práticas de extracção e exploração mineira da empresa, afirmando que “não se coadunam com qualquer que seja a vivência humana defendida e protegida na Declaração Universal dos Direitos Humanos”.

Em resposta, Mukesh Kumar destacou que a Vulcan opera numa área de 250 quilómetros quadrados, sendo que a comunidade mais próxima das minas está localizada a, pelo menos, 350 metros. “Sempre que uma detonação é feita, garantimos que a vibração, o ruído e a nuvem não ultrapassem 75 metros da área. Se essas condições forem mantidas, então não acho que haja risco para a sociedade, que está a uma distância entre 350 e 500 metros dessas áreas”, explicou.

Kumar também revelou que uma equipe governamental visitou a área de exploração nesta semana após as queixas, e a companhia aguarda uma posição oficial. “Sempre digo que uma empresa pode ter licença do Governo para explorar uma área, mas o mais importante é obter a licença social para operar, que pode ser dada apenas pelas comunidades. Estamos disponíveis para corrigir os nossos erros, se tivermos cometido algum”, concluiu.

Nos últimos três anos, a Vulcan produziu anualmente mais de 35 milhões de toneladas de carvão em Moatize, uma operação adquirida da brasileira Vale em Abril de 2022 por mais de 17 mil milhões de meticais (270 milhões de dólares). A Vulcan, que integra o Jindal Group, também opera a mina Chirodzi, na região de Tete.