Saturday, April 11, 2026
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Parliament approves supervisory committee for Mozambique’s sovereign wealth fund

Parlamento aprova o comité de supervisão do fundo soberano de Moçambique

Last Wednesday (31), the Assembly of the Republic approved the nine members who will make up the Supervisory Committee of the Sovereign Fund of Mozambique (FSM), the public entity responsible for managing revenues from the exploitation of natural gas in the Rovuma Basin, in the northern province of Cabo Delgado.

The approved group is made up of Benilde Nhalivilo and Estrela Charles, representatives of civil society; Inocêncio Joaquim Paulino, from the business community; Celestino Pedro Sitoe, from the Bar Association; Altino Xavier Mavile, from the Order of Accountants and Auditors; António Juliasse Sandramo and Mussa Suefe, from religious associations; and Alcides Malavone Nobela and Emanuel José da Conceição, as representatives of academia.

Among the tasks of the WSF Supervisory Committee are the control and monitoring of revenues, deposits in the transitional account, the allocation of revenues to the State Budget and to the Fund, as well as supervising the management of these resources.

The chairwoman of the committee, Vitória Diogo, explained that the selection process, which began in June, was complex and rigorous, with the aim of choosing members who were suitable and had sufficient skills to carry out the activity.

According to information released by the DE, the approval of these members was initially scheduled for June 30. However, it was postponed due to the complexity of the matter.

On December 15, Parliament approved the creation of the FSM with revenues from natural gas exploration which, by the 2040s, should reach 6 billion dollars annually.

“Projections indicate that annual gas exports could reach around 91.7 billion dollars (5.8 billion meticais) over the life cycle of the project, in a scenario in which all the development initiatives approved so far by the government are in operation,” the minister explained at the time.

On March 12, the government estimated that the WSF would be operational in April, following the approval of its regulations that day, as stated by the Deputy Minister of Economy and Finance, Amílcar Tivane.

In the first quarter of this year, the state collected 5.9 billion meticais (94.2 million dollars) in revenue from oil and natural gas exploration, which was fully invested in the new Mozambique Sovereign Fund.

According to data from the economic and social balance sheet on the implementation of the State Budget from January to March, the accumulated revenues include 73.37 million dollars (4.6 billion meticais) from 2023, 800 thousand dollars (50 million meticais) from 2022 and 20 million dollars (1.2 billion meticais) from the first quarter of this year.

M-Pesa Fintalks: Colaboração e inovação são elementos-chave para a inclusão financeira

2ª Edição da conferência M-Pesa Fintalks destaca a Inovação e colaboração na Inclusão financeira em Moçambique

A colaboração e inovação são elementos-chave para o desenvolvimento de iniciativas de Inclusão Financeira de acordo com Sérgio Gomes, Director Geral da Vodafone-M-Pesa que falava na manhã de hoje, quinta-feira, durante a 2ª Edição da Conferência M-Pesa Fintalks.

 2ª Edição da Conferência M-Pesa Fintalks foi realizada em parceria com a FSDMoç, a FinTech.MZ e a GSMA, sob o tema: Inclusão Financeira 2.0 – Impulsionando o USO de Serviços Financeiros através da colaboração e inovação.

O evento contou com a participação do CEO do M-Pesa África, Sitoyo Lopokoiyit, Director do Dep. Dos Serviços Bancários e Sistema de Pagamentos do Banco de Moçambique, Arlindo Lombe, da Directora Executiva (CEO) do FSDMoç, Dra. Esselina Macome, a Alta Comissária Britânica em Moçambique, Helen Lewis, o Presidente da FinTech.MZ, João Gaspar entre outros especialistas e representantes de fintechs e instituições financeiras, instituições públicas e organizações não-governamentais.

Durante a sua intervenção, Sérgio Gomes celebrou os progressos alcançados através dos produtos e serviços financeiros da Vodafone M-Pesa e anunciou o lançamento do Finckathon, Fintalks Podcast, que irá percorrer o país. A comemoração dos 11 anos do M-Pesa marca um impacto significativo nas comunidades e reforça a meta de transformar o acesso efectivo aos serviços financeiros no país.

Por sua vez, Sitoyo Lopokoiyit fez uma apresentação da jornada do M-Pesa África, incluindo os desafios, lições e alternativas adoptadas para manter a sua resiliência em operar no vasto mercado africano. Lopokoiyit defende que os desenvolvedores de soluções tecnológicas em África devem partilhar as suas plataformas como forma acelerar o progresso e a Inclusão Financeira no continente.

Em Moçambique, Sitoyo Lopokoiyit reconheceu o papel do Banco de Moçambique, enquanto regulador do sistema financeiro, em criar o Sandbox- uma plataforma de aceleração de soluções tecnológicas financeiras, o que representa a sua abertura para acolher continuamente as propostas de resposta aos desafios do sector financeiro nacional.

Além das experiências globais e continentais africanas no âmbito da era 2.0 da Inclusão Financeira, a 2ª Edição do M-Pesa Fintalks discutiu outros aspectos baseados no mercado moçambicano, como a componente do género, e crescimento equitativo, a evolução do sistema nacional de pagamentos e o seu impacto na Inclusão Financeira, bem como o uso dos serviços financeiros através da colaboração e inovação.

A CEO do FSDMoç, Dra. Esselina Macome, recomenda que as universidades que formam jovens nas áreas de STEM, economia e finanças, apostem nos seus formandos e que os desafiem a criar soluções para os problemas reais do dia-a-dia. “Há, na juventude, o grande potencial de criar startups eficientes e com potencial para o desenvolvimento da inclusão financeira’’, referiu Macome.

A Inclusão Financeira 2.0 descreve uma nova era dos serviços financeiros, em que a principal preocupação não é mais o acesso, mas sim o uso de soluções digitais e o seu impacto na qualidade de vida das pessoas. Hoje, a inovação oferece experiências mais convenientes, e a colaboração entre sectores gera soluções eficazes para os desafios locais, criando um ecossistema financeiro digital resiliente, responsável e sustentável a longo prazo, que contribui positivamente para os meios de subsistência das pessoas e para o desenvolvimento económico do país.

A Conferência M-Pesa Fintalks é uma iniciativa anual da Vodafone M-Pesa que junta vários actores do sector económico para discutir os desafios actuais, propor soluções e medidas para impulsionar o uso de soluções financeiras digitais, e promover a Inclusão Financeira em Moçambique.

Parceria tripartida assinada para a gestão da bacia hidrográfica do Rovuma

Os Governos de Moçambique, Maláui e Tanzânia firmaram esta Quarta-feira (31) um memorando de entendimento para a gestão conjunta dos recursos da bacia hidrográfica do Rovuma, com o objectivo de maximizar os benefícios socioeconómicos para as comunidades locais, informou a Rádio Moçambique (RM).

Durante a assinatura, que ocorreu em Dar es Salaam, na República Unida da Tanzânia, o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Mesquita, destacou que o memorando prevê a elaboração e execução de projectos regionais que trarão benefícios significativos para as comunidades ao longo da bacia do Rovuma.

Por sua vez, a ministra da Água e Saneamento do Maláui, Abida Mia, afirmou que a colaboração entre os três países criará condições para mitigar o impacto de eventos climáticos extremos, como o fenómeno El Niño.

Para concluir, o ministro da Água da República Unida da Tanzânia, Jumaa Aweso, acrescentou que o memorando promoverá a implementação de medidas para garantir a segurança hídrica na região.

A assinatura do memorando teve a co-organização da União Internacional para a Conservação da Natureza, da Sociedade Alemã para a Internacionalização e da parceria global para a água.

Este acordo tripartido é um marco significativo na cooperação regional para a gestão sustentável dos recursos hídricos, visando o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida das populações que dependem da bacia do Rovuma.

Tripartite partnership signed for the management of the Rovuma river basin

recursos da bacia hidrográfica do Rovuma,

The governments of Mozambique, Malawi and Tanzania signed a memorandum of understanding this Wednesday (31) for the joint management of the resources of the Rovuma river basin, with the aim of maximizing socio-economic benefits for local communities, Radio Mozambique (RM) reported.

During the signing, which took place in Dar es Salaam, in the United Republic of Tanzania, the Minister of Public Works, Housing and Water Resources, Carlos Mesquita, pointed out that the memorandum provides for the preparation and implementation of regional projects that will bring significant benefits to the communities along the Rovuma basin.

For her part, Malawi’s Minister of Water and Sanitation, Abida Mia, said that collaboration between the three countries will create conditions to mitigate the impact of extreme climatic events, such as El Niño.

Finally, the Minister for Water of the United Republic of Tanzania, Jumaa Aweso, added that the memorandum will promote the implementation of measures to guarantee water security in the region.

The signing of the memorandum was co-organized by the International Union for Conservation of Nature, the German Society for Internationalization and the Global Water Partnershig.

This tripartite agreement is a significant milestone in regional cooperation for the sustainable management of water resources, aimed at sustainable development and improving the quality of life of the populations that depend on the Rovuma basin.

Alemanha quer impulsionar sector energético Moçambicano com tecnologia avançada

Alemanha quer impulsionar sector energético Moçambicano com tecnologia avançada

O embaixador da Alemanha em Moçambique, Ronald Münch, revelou que o seu país está interessado em expandir os investimentos no sector da energia, bem como financiar iniciativas que promovam o acesso à electricidade, sobretudo nas zonas rurais, de modo a impulsionar a economia local e promover o desenvolvimento.

Falando durante um encontro em Maputo, o diplomata destacou que a Alemanha possui empresas equipadas com tecnologia avançada e de grande reputação na área energética, que podem trazer benefícios significativos para Moçambique.

“Fomos pioneiros na adopção de acções concretas para a transição energética na Europa, por isso acreditamos que uma parceria entre as empresas dos dois países pode estabelecer sinergias e troca de experiências para a implementação da Estratégia de Transição Energética de Moçambique, orçada em 80 mil milhões de dólares”, justificou Münch.

O embaixador reconheceu o potencial energético que Moçambique possui, afirmando que as condições estão criadas para que o país se torne um dos principais produtores ao nível da África Austral.

No ano passado, o Banco de Desenvolvimento Alemão (KfM) revelou que pretende investir até 21 milhões de dólares para apoiar a construção de centrais solares fotovoltaicas e hidroeléctricas em Moçambique. Apoiado pela União Europeia (UE) e pelo Ministério Federal Alemão para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, o investimento faz parte do programa Global Electricity Transition Feed-in-Tariff (GET FiT), que visa melhorar a electrificação do País até 2030.

“A energia hidroeléctrica tem um enorme potencial em Moçambique para gerar energia amiga do clima e, se for fornecida de forma fiável, contribuirá para o desenvolvimento económico do País”, afirmou o gestor de portefólio do Banco, Marco Freitag.

Segundo Freitag, “espera-se que o investimento de 21 milhões de dólares permita a entrada de mais empresas no mercado energético moçambicano. Além disso, apoiará a ligação de centrais hidroeléctricas à rede nacional, com foco específico nas zonas Norte e centro de Moçambique, onde aproximadamente 80% da população vive em pobreza energética”.

Esses investimentos não só prometem melhorar a infra-estrutura energética de Moçambique, mas também proporcionar um impulso significativo ao desenvolvimento económico e à qualidade de vida da população, especialmente nas áreas rurais.

Germany wants to boost Mozambique’s energy sector with advanced technology

Alemanha quer impulsionar sector energético Moçambicano com tecnologia avançada

The German ambassador to Mozambique, Ronald Münch, revealed that his country is interested in expanding investments in the energy sector, as well as funding initiatives thatpromote access to electricity, especially in rural areas, in order to boost the local economy and promote development.

Speaking during a meeting in Maputo, the diplomat pointed out that Germany has companies equipped with advanced technology and a great reputation in the energy area, which can bring significant benefits to Mozambique.

“We were pioneers in adopting concrete actions for the energy transition in Europe, so we believe that a partnership between the two countries’ companies can establish synergies and exchange experiences for the implementation of Mozambique’s Energy Transition Strategy, budgeted at 80 billion dollars,” said Münch.

The ambassador acknowledged Mozambique’s energy potential, saying that the conditions are in place for the country to become one of the main producers in southern Africa.

Last year, the German Development Bank (KfM) revealed that it intends to invest up to 21 million dollars to support the construction of solar photovoltaic and hydroelectric plants in Mozambique. Supported by the European Union (EU) and the German Federal Ministry for Economic Cooperation and Development, the investment is part of the Global Electricity Transition Feed-in-Tariff (GET FiT) program, which aims to improve the country’s electrification by 2030.

“Hydropower has enormous potential in Mozambique to generate climate-friendly energy and, if supplied reliably, will contribute to the country’s economic development,” said the Bank’s portfolio manager, Marco Freitag.

According to Freitag, “the investment of 21 million dollars is expected to enable more companies to enter the Mozambican energy market. It will also support the connection of hydroelectric plants to the national grid, with a specific focus on the northern and central areas of Mozambique, where approximately 80% of the population lives in energy poverty.”

These investments not only promise to improve Mozambique’s energy infrastructure, but also to provide a significant boost to economic development and the quality of life of the population, especially in rural areas.

Taxa mimo reduz para 14,25 %

O Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique decidiu reduzir a taxa de juro de política monetária, taxa MIMO, de 15,00% para 14,25%. Esta decisão é sustentada pela contínua consolidação das perspectivas de inflação em um dígito, no médio prazo, num contexto em que a avaliação dos riscos e incertezas associados às projecções mantém-se favorável.

As perspectivas de inflação mantêm-se em um dígito no médio prazo. Em Junho de 2024, a inflação anual manteve-se estável, ao fixar-se em 3,0%, após 3,1% em Maio. A inflação subjacente, que exclui as frutas e vegetais e bens com preços administrados, também permaneceu estável. Para o médio prazo, mantêm-se as perspectivas de uma inflação em um dígito,reflectindo, essencialmente, a estabilidade do Metical e o impacto das medidas tomadas pelo CPMO.

Para o médio prazo, perspectiva-se um crescimento económico moderado. Dados preliminares do Instituto Nacional de Estatística indicam que, no primeiro trimestre de 2024, excluindo o gás natural liquefeito (GNL), o produto interno bruto (PIB) cresceu 2,3%, e antevê- se que se mantenha modesto até ao fim de 2024. Quando incluído o GNL, o PIB apresenta um crescimento de 3,2%. No médio prazo, perspectiva-se que a actividade económica cresça de forma moderada, apesar da prevalência de incertezas quanto aos impactos dos choques climáticos na produção agrícola e infra-estruturas diversas.

A pressão sobre o endividamento público interno mantém-se elevada. O endividamento público interno, excluindo os contratos de mútuo e de locação e as responsabilidades em mora, situa-se em 377,9 mil milhões de meticais, o que representa um aumento de 65,6 mil milhões em relação a Dezembro de 2023.

A avaliação dos riscos e incertezas associados às projecções da inflação mantém-se favorável. Destacam-se como possíveis factores de contenção da inflação, no médio prazo, a estabilidade do Metical e dos preços das mercadorias no mercado internacional, apesar da contínua pressão sobre o endividamento interno, das incertezas quanto ao impacto dos choques climáticos e da prevalência dos conflitos geopolíticos.

Perspectiva-se a manutenção do ciclo de redução da taxa MIMO. O CPMO continuará a reduzir a taxa MIMO, com vista à sua normalização no médio prazo. Entretanto, o ritmo e a magnitude dos ajustamentos dependerão das perspectivas da inflação, bem como da avaliação dos riscos e incertezas subjacentes às projecções do médio prazo. A próxima reunião ordinária do CPMO está marcada para o dia 30 de Setembro de 2024.

Projectos de cooperação entre Moçambique e Zimbabué recebem 8,4 milhões de dólares da FAO

Projectos de cooperação

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) anunciou esta Terça-feira, 30 de Julho, um apoio de 530,8 milhões de meticais (8,4 milhões de dólares) para dois projectos transfronteiriços que visam promover o desenvolvimento sustentável e a cooperação entre Moçambique e o Zimbabué.

Segundo a agência Lusa, citando um comunicado da FAO, os projectos destinam-se ao aumento da segurança alimentar, melhoria dos meios de subsistência e promoção da resiliência contra os desafios ambientais e económicos.

Trata-se das iniciativas Gestão Sustentável Integrada Transfronteiriça das Florestas de Miombo e Desenvolvimento da Cadeia de Valor Agrícola e do Comércio de Zim-Moza (ATDP Zim-Moza).

A primeira visa proteger, restaurar e promover o uso sustentável das florestas de miombo partilhadas por Moçambique e pelo Zimbabué. “Este ecossistema vital apoia milhões de pessoas nas zonas rurais, fornecendo-lhes recursos essenciais como lenha, alimentos e água”, refere-se no documento.

“O projecto centrar-se-á em meios de subsistência sustentáveis, na conservação da biodiversidade e na melhoria das práticas de gestão dos recursos naturais nas comunidades”, avança-se na nota, acrescentando que a iniciativa irá beneficiar directamente cinco famílias em áreas seleccionadas, promovendo a igualdade de género e a participação dos jovens.

O segundo projecto foi concebido para fortalecer as cadeias de valor agrícolas e o comércio entre Moçambique e o Zimbabué. “Ao melhorar o acesso ao mercado, desenvolver as práticas de produção e promover a colaboração transfronteiriça, o projecto visa impulsionar as perspectivas económicas dos pequenos agricultores e das agro indústrias”, enfatiza-se no comunicado.

As principais áreas de foco incluem frutas cítricas, ananás, banana, café, macadâmia, milho e várias hortícolas, prossegue.

O representante da FAO em Moçambique, José Luis Fernández Filgueiras, afirmou que os projectos refletem o “compromisso inabalável” em promover o desenvolvimento sustentável e o crescimento económico em ambos os países.

Para a materialização das duas iniciativas, que contam com o apoio da Agência Italiana da Cooperação para o Desenvolvimento (AICS), foram hoje celebrados os respectivos acordos em Maputo. “Ao trabalhar em conjunto com a AICS, pretendemos criar soluções impactantes que irão beneficiar as comunidades locais e melhorar a sua capacidade de lidar com os desafios ambientais e económicos”, declarou José Luis Fernández Filgueiras, citado no documento.

Cooperation projects between Mozambique and Zimbabwe receive 8.4 million dollars from FAO

Projectos de cooperação

The United Nations Food and Agriculture Organization (FAO) announced this Tuesday, July 30, support of 530.8 million meticais (8.4 million dollars) for two cross-border projects aimed at promoting sustainable development and cooperation between Mozambique and Zimbabwe.

According to the Lusa news agency, quoting a statement from the FAO, the projects are aimed at increasing food security, improving livelihoods and promoting resilience against environmental and economic challenges.

These are the Miombo Forest Integrated Sustainable Management and Zim-Moza Agricultural Value Chain and Trade Development (Zim-Moza ATDP) initiatives.

The first aims to protect, restore and promote the sustainable use of the miombo woodlands shared by Mozambique and Zimbabwe. “This vital ecosystem supports millions of people in rural areas, providing them with essential resources such as firewood, food and water,” the document states.

“The project will focus on sustainable livelihoods, biodiversity conservation and improving natural resource management practices in the communities,” the statement said, adding that the initiative will directly benefit five families in selected areas, promoting gender equality and youth participation.

Novo regulamento para fiscalização marítima aprovado pelo Governo

Novo regulamento para fiscalização marítima aprovado pelo Governo

O Governo aprovou na tarde desta Terça-feira (30) o regulamento que estabelece as funções do Centro de Coordenação de Operações de Fiscalização Marinha (CEFMAR), um órgão que visa reforçar a fiscalização marítima.

Segundo informações divulgadas pela Lusa, citando uma nota distribuída pelo secretariado do órgão, o decreto aprovado durante a reunião semanal do Conselho de Ministros estabelece as funções, organização e regime de funcionamento do CEFMAR.

“O regulamento visa permitir uma eficiente e eficaz fiscalização do espaço marítimo, incluindo as águas navegáveis, lacustres e fluviais e o exercício da autoridade do estado no mar e em águas interiores”, lê-se na nota.

O documento é aprovado numa altura em que a fiscalização marítima em Moçambique tem sido tema de debate público desde o acidente do dia 7 de Abril em Nampula, quando naufragou uma embarcação de pesca que saía de posto administrativo de Lunga, no distrito de Mossuril, com destino à Ilha de Moçambique, matando 98 pessoas.

Na sequência do acidente, o Conselho de Ministros de Moçambique decretou luto nacional de três dias.