Sunday, April 12, 2026
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Chinese company Haiyu Mining earmarks 4.6 million meticais for cooperative in Angoche

Empresa Chinesa Haiyu Mining destina 4,6 milhões de meticais para cooperativa em Angoche

The Chinese company Haiyu Mozambique Mining has invested 4.6 million meticais in social responsibility in the province of Nampula, specifically in the district of Angoche.

According to information released by Integrity-Mozambique this Tuesday (24), the money will go towards building and equipping a cooperative that will benefit the towns of Cerema and Sangane, in Angoche.

This investment is part of Haiyu Mining’s social responsibility initiatives and includes the allocation of fish preservation equipment, such as freezers, scales, fishing nets and agricultural inputs.

During the handover ceremony, the Angoche administrator, Wiliamo Tuzine, encouraged Haiyu Mining to continue with its social responsibility initiatives and urged the beneficiaries to make rational use of the equipment in order to make the most of the investment.

“We want to take this opportunity to urge Haiyu Mining, as well as other companies, to continue investing in the development of Angoche. Furthermore, the beneficiaries of this investment must make it worthwhile by using the equipment rationally,” said Tuzine. In conclusion, the president of the Angoche Municipal Council, Dalila Ussene, challenged Haiyu Mining to be increasingly transparent and inclusive in its actions.

Província de Maputo pretende construir um novo terminal rodoviário com investimento de 17,5 milhões de dólares

terminal rodoviário

A construção do novo Terminal Rodoviário da província de Maputo exigirá um investimento de mil milhões de meticais (17,5 milhões de dólares), conforme anunciado pelo Governo provincial. O projecto, que ocupará uma área de 20 hectares compartilhados entre os distritos da Moamba e Matola, na zona de Ngohloza, tem como objectivo melhorar a mobilidade de pessoas e bens na região.

Em declaração à Rádio Moçambique (RM), Ludgero Gemo, porta-voz do Governo provincial, afirmou que “já há parceiros interessados em apoiar o projecto, que será desenvolvido com uma abordagem futurista, alinhando-se às tendências modernas”. A nova infra-estrutura visa atender às necessidades crescentes de transporte na província e promover um desenvolvimento mais eficiente e integrado da região.

Actualmente, o Governo provincial dispõe de apenas 1,7 milhões de meticais (26,8 milhões de dólares) dos mil milhões de meticais (17,5 milhões de dólares) necessários para a realização da obra. A falta de recursos ainda representa um desafio significativo para o avanço do projecto, mas a procura por parcerias e investimentos está em andamento para assegurar a conclusão bem-sucedida da construção.

A iniciativa está prevista para transformar a infra-estrutura rodoviária da província, proporcionando melhores condições para o transporte e contribuindo para o crescimento económico da região.

Maputo province plans to build a new bus terminal with an investment of 17.5 million dollars

terminal rodoviário

The construction of the new Maputo province Bus Terminal will require an investment of one billion meticais (17.5 million dollars), as announced by the provincial government. The project, which will occupy an area of 20 hectares shared between the districts of Moamba and Matola, in the Ngohloza area, aims to improve the mobility of people and goods in the region.

Speaking to Rádio Moçambique (RM), Ludgero Gemo, spokesman for the provincial government, said that “there are already partners interested in supporting the project, which will be developed with a futuristic approach, in line with modern trends”. The new infrastructure aims to meet the province’s growing transportation needs and promote more efficient and integrated development in the region.

Currently, the provincial government has only 1.7 million meticais (26.8 million dollars) of the 1 billion meticais (17.5 million dollars) needed to carry out the work. The lack of resources still represents a significant challenge to the progress of the project, but the search for partnerships and investments is underway to ensure the successful completion of construction.

The initiative is set to transform the province’s road infrastructure, providing better conditions for transportation and contributing to the region’s economic growth.

Joaquim Henriques Ou-chim assume a liderança da EDM

Joaquim Henriques Ou-chim assume a liderança da EDM

O Governo de Moçambique anunciou, na Terça-feira, 23 de Julho, a exoneração de Marcelino Gildo Alberto do cargo de presidente do Conselho de Administração da Electricidade de Moçambique (EDM). Joaquim Henriques Ou-chim, actual administrador executivo para a área de electrificação, foi nomeado para substituir Alberto na liderança da estatal.

A decisão foi tomada durante uma reunião ordinária do Conselho de Ministros, conforme comunicado divulgado esta manhã. O comunicado informou apenas sobre a exoneração de Marcelino Gildo Alberto e a nomeação de Joaquim Henriques Ou-chim para o cargo.

Em Maio, a agência Lusa noticiou que a EDM registou lucros em 2023, pelo terceiro ano consecutivo, embora estes tenham caído 7,5% em relação a 2022, totalizando 4,8 bilhões de meticais (76,4 milhões de dólares). O relatório e contas da EDM revela que o volume de negócios da empresa cresceu 14% em 2023, alcançando 53,1 bilhões de meticais (843,8 milhões de dólares). Além disso, o nível de perdas, principalmente devido ao roubo de energia, diminuiu dois pontos percentuais, para 26% da produção total.

A EDM destacou que a redução nas perdas foi a mais significativa dos últimos quatro anos e teve um impacto positivo no aumento da receita da empresa. “Esta redução teve um peso no aumento da receita da empresa e responde ao desafio estabelecido pelo Governo de melhoria de excelência operacional,” afirma o comunicado da EDM.

Apesar do crescimento nas receitas, os lucros da estatal eléctrica, que mais do que dobraram em 2022 para 5,2 bilhões de meticais (82,7 milhões de dólares), apresentaram uma queda em 2023. Marcelino Gildo Alberto, então presidente do conselho de administração da EDM, reconheceu que os resultados do ano passado refletem os desafios enfrentados pela empresa em um contexto volátil e incerto, afectado por indicadores macroeconómicos e mudanças climáticas.

O presidente cessante também observou que a EDM continua a enfrentar prejuízos devido à vandalização de infra-estruturas eléctricas e ao roubo de energia. “Estes actos atrasam o cumprimento das nossas metas, especialmente o acesso universal à energia até 2030. Reiteramos o apelo à vigilância comunitária e à denúncia destas práticas ilícitas,” advertiu Alberto. Ele também enfatizou que a EDM manterá uma postura rigorosa contra quaisquer actos de corrupção e envolvimento de trabalhadores em práticas ilícitas.

Joaquim Henriques Ou-chim takes the lead at EDM

Joaquim Henriques Ou-chim assume a liderança da EDM

On Tuesday, July 23, the Mozambican government announced the resignation of Marcelino Gildo Alberto as chairman of the board of directors of Electricidade de Moçambique (EDM). Joaquim Henriques Ou-chim, the current executive director for electrification, was appointed to replace Alberto as head of the state-owned company.

The decision was taken during an ordinary meeting of the Council of Ministers, according to a statement released this morning. The communiqué only reported on the resignation of Marcelino Gildo Alberto and the appointment of Joaquim Henriques Ou-chim to the post.

In May, the Lusa news agency reported that EDM recorded profits in 2023, for the third consecutive year, although these fell by 7.5% compared to 2022, totaling 4.8 billion meticais (76.4 million dollars). EDM’s annual report reveals that the company’s turnover grew by 14% in 2023, reaching 53.1 billion meticais (843.8 million dollars). In addition, the level of losses, mainly due to energy theft, fell by two percentage points to 26% of total production.

EDM pointed out that the reduction in losses was the most significant in the last four years and had a positive impact on the increase in the company’s revenue. “This reduction has had an impact on the increase in the company’s revenue and responds to the challenge set by the government to improve operational excellence,” said EDM’s statement.

Despite the growth in revenues, the state-owned electricity company’s profits, which more than doubled in 2022 to 5.2 billion meticais (82.7 million dollars), fell in 2023. Marcelino Gildo Alberto, then chairman of EDM’s board of directors, acknowledged that last year’s results reflect the challenges faced by the company in a volatile and uncertain context, affected by macroeconomic indicators and climate change.

The outgoing chairman also noted that EDM continues to face losses due to the vandalization of electrical infrastructure and energy theft. “These acts delay the fulfillment of our goals, especially universal access to energy by 2030. We reiterate our call for community vigilance and the denunciation of these illicit practices,” warned Alberto. He also emphasized that EDM will maintain a strict stance against any acts of corruption and involvement of workers in illicit practices.

ENI e ENH recebem concessão para pesquisa e produção de petróleo no Offshore Angoche A6-C

ENI e ENH recebem concessão para pesquisa e produção de petróleo no Offshore Angoche A6-C

O Executivo de Moçambique aprovou o contrato de concessão para a pesquisa e produção de petróleo na Área Offshore Angoche A6-C. O contrato envolve a petrolífera italiana ENI Moçambique, que actuará como operadora, e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

A decisão foi tomada durante uma reunião ordinária do Conselho de Ministros. A concessão confere à concessionária o direito exclusivo para conduzir operações petrolíferas com o objectivo de explorar e produzir petróleo a partir dos recursos situados em um ou mais depósitos subterrâneos. Além disso, a concessão inclui o direito não exclusivo de construir e operar infra-estruturas para a produção e transporte do petróleo produzido, dentro dos limites da área concessionada, ao largo das províncias de Nampula e Zambézia. No entanto, este direito pode ser ajustado caso haja acesso a sistemas de oleodutos ou gasodutos já existentes sob termos comerciais razoáveis.

De acordo com informações da Lusa, a decisão segue a proposta apresentada pela ENI, que submeteu uma candidatura para explorar áreas disponibilizadas no sexto concurso de concessão de áreas para pesquisa e produção de hidrocarbonetos. A ENI será a operadora com 60% de participação, enquanto a ENH terá uma participação de 40%.

Moçambique detém a terceira maior reserva de gás natural da África, estimada em 180 milhões de pés cúbicos. Actualmente, o país está desenvolvendo três projectos aprovados para a exploração das reservas de gás natural na bacia do Rovuma, uma das maiores do mundo, localizada ao largo da costa de Cabo Delgado. Dois desses projectos são de grande escala e preveem a canalização do gás do fundo do mar para terra, onde será liquefeito para exportação marítima.

Para o Conselho de Ministros, a aprovação da concessão petrolífera na Área Offshore Angoche A6-C representa um avanço significativo para a indústria de hidrocarbonetos em Moçambique. O projecto promete fortalecer a economia do país e aumentar sua participação no mercado global de energia.

ENI and ENH receive concession for oil exploration and production at Angoche Offshore A6-C

ENI e ENH recebem concessão para pesquisa e produção de petróleo no Offshore Angoche A6-C

The Mozambican Executive has approved the concession contract for oil exploration and production in the Angoche A6-C Offshore Area. The contract involves Italian oil company ENI Moçambique, which will act as operator, and Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

The decision was taken during an ordinary meeting of the Council of Ministers. The concession gives the concessionaire the exclusive right to conduct oil operations with the aim of exploring and producing oil from the resources located in one or more underground deposits. In addition, the concession includes the non-exclusive right to build and operate infrastructures for the production and transportation of the oil produced, within the limits of the concession area, off the provinces of Nampula and Zambézia. However, this right can be adjusted if there is access to existing oil or gas pipeline systems under reasonable commercial terms.

According to information from Lusa, the decision follows the proposal presented by ENI, which submitted an application to explore areas made available in the sixth tender for the concession of areas for hydrocarbon exploration and production. ENI will be the operator with a 60% stake, while ENH will have a 40% stake.

Mozambique has the third largest natural gas reserves in Africa, estimated at 180 million cubic feet. The country is currently developing three approved projects to exploit the natural gas reserves in the Rovuma basin, one of the largest in the world, located off the coast of Cabo Delgado. Two of these projects are large-scale and involve channeling the gas from the seabed to land, where it will be liquefied for export by sea.

For the Council of Ministers, the approval of the oil concession in the Angoche A6-C Offshore Area represents a significant step forward for the hydrocarbon industry in Mozambique. The project promises to strengthen the country’s economy and increase its participation in the global energy market.

Moçambique avança com fábricas de carvão ecológico para sustentabilidade ambiental

Moçambique avança com fábricas de carvão ecológico para sustentabilidade ambiental

Moçambique está a dar um passo significativo na preservação ambiental com o projecto para a construção de duas fábricas de carvão ecológico nas zonas Centro e Sul do país. Esta iniciativa, anunciada esta Terça-feira (22) pelo jornal Notícias, visa reduzir a pressão sobre os recursos florestais e diminuir o lixo urbano, especialmente nas grandes cidades.

A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) e uma empresa moçambicana, com financiamento da Organização Internacional do Trabalho (OIT), planeiam implantar, a curto prazo, duas fábricas de combustível lenhoso. Estas fábricas serão localizadas em regiões estratégicas do país, com o objetivo de promover o uso sustentável dos recursos e oferecer uma alternativa ecológica ao carvão tradicional.

Actualmente, o consórcio está operando na fase-piloto com instalações de pequena dimensão na cidade de Maputo. Nestas instalações, são produzidos diariamente 500 briquetes, que atendem à demanda de carvão das panificadoras da capital. O investigador Adolfo Condo, da Faculdade de Engenharia da UEM, explicou que o projecto visa não apenas a produção de carvão vegetal em larga escala, mas também a disseminação de tecnologias de energias renováveis e o combate às alterações climáticas.

“Com o apoio financeiro e tecnológico da OIT, teremos uma fábrica no centro do país, escolhido devido à abundância de matéria-prima da serração de madeira, que tem sido até agora desperdiçada. No sul, especificamente na cidade de Maputo, haverá outro centro responsável por processar uma grande quantidade de lixo colectado pelo Conselho Municipal,” detalhou Condo.

O projecto não só pretende criar novas oportunidades de emprego, absorvendo mão-de-obra local, como também envolve estudantes de engenharia em estágios curriculares e pesquisas nas fábricas. “Os catadores serão responsáveis por abastecer as fábricas com diversos tipos de lixo, enquanto os estudantes terão a tarefa de melhorar e ajustar as fórmulas químicas para a produção do combustível,” acrescentou o investigador.

O briquete produzido será uma alternativa económica e de alto rendimento aos combustíveis lenhosos comuns, com custos de produção e comercialização reduzidos. Fabricado a partir de materiais reciclados, como palha de milho, casca de coco, serragem e bagaço de cana-de-açúcar, o briquete é descrito como 100% ecológico e amigo do ambiente.

Mozambique moves forward with eco-coal plants for environmental sustainability

Moçambique avança com fábricas de carvão ecológico para sustentabilidade ambiental

Mozambique is taking a significant step towards environmental preservation with the project to build two ecological charcoal factories in the central and southern areas of the country. This initiative, announced this Tuesday (22) by the newspaper Notícias, aims to reduce pressure on forest resources and reduce urban waste, especially in large cities.

Eduardo Mondlane University (UEM) and a Mozambican company, with funding from the International Labor Organization (ILO), plan to set up two wood fuel factories in the short term. These plants will be located in strategic regions of the country, with the aim of promoting the sustainable use of resources and offering an ecological alternative to traditional coal.

Currently, the consortium is operating in the pilot phase with small-scale facilities in the city of Maputo. At these facilities, 500 briquettes are produced every day, which meet the demand for charcoal from the capital’s bakeries. Researcher Adolfo Condo, from UEM’s Faculty of Engineering, explained that the project aims not only to produce charcoal on a large scale, but also to disseminate renewable energy technologies and combat climate change.

“With the financial and technological support of the ILO, we will have a factory in the center of the country, chosen because of the abundance of raw material from wood sawmilling, which has until now been wasted. In the south, specifically in the city of Maputo, there will be another center responsible for processing a large amount of waste collected by the Municipal Council,” said Condo.

The project not only aims to create new job opportunities by absorbing local labor, but also involves engineering students in internships and research at the plants. “The waste pickers will be responsible for supplying the factories with different types of waste, while the students will have the task of improving and adjusting the chemical formulas for producing the fuel,” added the researcher.

The briquette produced will be an economical, high-performance alternative to common wood fuels, with reduced production and marketing costs. Made from recycled materials such as corn straw, coconut shells, sawdust and sugar cane bagasse, the briquette is described as 100% ecological and environmentally friendly.

Augusta Maita é nova Directora-Executiva do Millennium Challenge Account-Moçambique

A nomeação de Augusta Maita foi formalizada durante a 22.ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, nesta Terça-feira, em Maputo.

A nomeada, até a data da nomeação, era Coordenadora do Gabinete de Reformas Económicas (PAE), cargo que a fez desaparecer da arena mediática por um período considerável. Antes disso, ocupou o cargo de Ministra do Mar, Águas interiores e Pescas.

Também, foi directora-geral do Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGD), depois de ter sido cabeça-de-lista da Frelimo na cidade da Beira, nas eleições de 10 de outubro de 2018, e ter perdido para o falecido presidente Daviz Simango, do Movimento Democrático de Moçambique (MDM).

Também foi objecto de aprovação, na mesma sessão, a resolução que exonera Marcelino Alberto, do cargo de PCA, e nomeia Joaquim Ou-chim, para o cargo de Presidente do Conselho de Administração da Electricidade de Moçambique, E.P em substituição deste primeiro.