From August 26 to September 1, Marracuene will host the 59th edition of the FACIM Fair, one of the most anticipated events of the year for entrepreneurs, investors and the general public. This year, FACIM promises to be even grander, bringing together various exhibitors from different sectors, providing an excellent opportunity to keep abreast of the latest investments and innovations. During the week-long event, visitors will have the chance to explore a wide range of products and services presented by national exhibitors.
7ª Edição do Fórum Gestão de Pessoas – 14/15 de Novembro de 2024
Ana Sofia Carvalhais será moderadora na 7ª edição do Fórum Gestão de Pessoas Moçambique.
É actualmente Directora de Operações da SDO Moçambique. Conta com 15 anos de actuação em Portugal e Moçambique na área de recursos humanos e orientação sócio-profissional.
A sua experiência varia desde a concepção até a implementação prática de, Processos de Formação e Desenvolvimento, Assessment Center, Executive Search, Recrutamento e Selecção, Team Building e Gestão integrada de Recursos Humanos.
A participação é mediante inscrição.
🗓 14 e 15 de Novembro
⏰️ 8h00 – 17h00
📍 Evento híbrido
📧 Inscreva-se: info@forumgp.co.mz
Career transition — August 30, 2024
On August 30, the 14th edition of SDO Talks will take place, an edition that will provide a lot of learning about the job market.
The event is an opportunity to reinvent your career and discover effective strategies for repositioning yourself in the job market after the age of 40.
Take advantage of this unique event, full of networking and learning opportunities with experts in HR and other areas.
Carteira Móvel: mKesh regista crescimento exponencial de transacções
A Carteira Móvel – mKesh, operadora do serviço de moeda electrónica, registou, em 2023, um crescimento exponencial de transacções e da base de clientes, na sequência da modernização do serviço, através da implementação da plataforma da Ericsson, líder mundial do sector.
Esta solução tecnológica contribuiu para a ampliação do manancial de transacções financeiras do mKesh e, desta forma, para o desenvolvimento económico e digital do País.
Com esta modernização tecnológica, o serviço mKesh prevê a introdução, em meados de Agosto, e com exclusividade no mercado, da venda de pacotes ilimitados de voz e dados, bem como pagamento de facturas da operadora de telecomunicações Moçambique Telecom (Tmcel), através do mKesh.
“Estamos comprometidos com a inclusão financeira, daí que temos incentivado as pessoas a usar os nossos serviços para efectuar pagamentos de facturas de água, energia eléctrica, entre outros, e isso configura um ecossistema gerado no levantamento e depósito de dinheiro”, sustenta Celso Ferreira, director geral da Carteira Móvel.
Ainda na vertente da aposta na inovação, Celso Ferreira adianta que o mKesh vai, igualmente, implementar, a breve trecho, o serviço de entidade e referência para simplificar o pagamento de propinas nas instituições de ensino no País.
O serviço de entidade e referência permitirá igualmente o recarregamento de cartões de portagem e o pagamento de propinas, evitando, deste modo, a deslocação aos bancos e o dispêndio de tempo.
Entretanto, para garantir que os clientes da Carteira Móvel tenham a liberdade de gerir as suas finanças de forma simples e económica, todas as transferências entre si, assim como pagamentos de facturas de água, energia eléctrica, subscrição de televisão (ZAP, TVCABO, Startimes e TMT) e as compras no mKesh estão livres de cobrança de taxas.
Yao Kouassi: “O Vista Group Holding está determinado a fazer de Moçambique um centro financeiro de excelência”
O Vista Group Holding anunciou, nesta quinta-feira (08), a conclusão da aquisição de 100% do Banco Société Générale Moçambique S.A., expandindo significativamente a sua presença no continente africano. Com a aquisição, o banco moçambicano, que actualmente opera com oito agências, passará a ser conhecido como Vista Bank Moçambique.
Com esta mudança, o Banco Vista Moçambique será agora dirigido por Yao Kouassi, um cidadão costa marfinense, nomeado Director-Geral da Vista Group Holding, cujas funções nessa qualidade começaram a ser exercidas a partir de Janeiro de 2024.
Neste contexto, o Profile esteve à conversa com Yao Kouassi, que falou sobre a trajectória do grupo e como esta aquisição em Moçambique se encaixa na estratégia global do Vista.
Profile Mozambique: Yao Kouassi, a recente aquisição do Banco Société Générale Moçambique S.A. pelo Vista Group Holding marca uma nova fase de expansão do grupo em África. O que motivou essa aquisição e quais são as suas expectativas para o futuro em Moçambique?
Yao Kouassi: Esta aquisição é um passo estratégico na nossa missão de nos tornarmos um grupo pan-africano de serviços financeiros de classe mundial. Moçambique oferece um mercado com potencial significativo de crescimento económico, e estamos confiantes de que o nosso investimento aqui será recompensado.
O país está em um momento importante de desenvolvimento e, como grupo, identificamos grandes oportunidades para expandir e melhorar a inclusão financeira.
PM: O Vista Group Holding foi criado em 2016 e desde então tem crescido significativamente. Pode nos falar um pouco sobre a trajectória do grupo e como esta aquisição em Moçambique se encaixa na estratégia global do Vista?
YK: De facto, o Vista Group Holding foi fundado em 2016, e começamos nossa jornada adquirindo algumas filiais do Banco FIB na África Ocidental, em regiões que enfrentavam a crise do Ébola, o que representou um desafio considerável. Apesar das dificuldades, conseguimos reestruturar esses bancos, transformando-os em instituições financeiras rentáveis.
Com esse sucesso, nosso foco se voltou para outras oportunidades no continente. Foi nesse contexto que adquirimos filiais do BNP Paribas na Guiné e em Burkina Fasso, fortalecendo nossa presença em África.
PM: Qual foi o critério utilizado para escolher Moçambique como o próximo passo na expansão do Vista?
YK: Antes de fazermos qualquer investimento, realizamos uma análise detalhada do mercado, considerando o potencial de crescimento, a profundidade do mercado e as oportunidades de rentabilidade. Moçambique destacou-se como um mercado promissor, com um grande potencial de desenvolvimento, especialmente no sector financeiro.
A nossa decisão de adquirir o Banco Société Générale Moçambique S.A., em vez de criar um banco do zero, foi baseada na solidez e no historial da instituição, o que nos permitirá acelerar o processo de investimento e integração.
PM: Além da expansão bancária, quais outras estratégias o Vista Group Holding pretende implementar em Moçambique?
YK: A nossa estratégia global envolve não apenas a expansão dos serviços bancários, mas também o desenvolvimento de outras áreas complementares, como seguros. Actualmente, o grupo Vista já opera cinco bancos e duas seguradoras na África Ocidental, e pretendemos replicar esse modelo em Moçambique.
Estamos a planear lançar uma filial de seguros no país para oferecer uma gama completa de soluções financeiras. Ademais, estamos comprometidos em apoiar as pequenas e médias empresas (PMEs) e promover a inclusão financeira, tanto através de serviços bancários tradicionais quanto de microfinanças.
É importante salientar que o processo de transição, inclui a substituição completa da identidade visual do ex-Société Générale, e será implementado ao longo dos próximos 12 meses.
PM: Quais são as suas metas a longo prazo para o Vista Group Holding em África?
YK: O nosso objectivo é estar presente em 25 países africanos até 2026. Actualmente, estamos em negociações avançadas para adquirir mais filiais bancárias em diferentes regiões, incluindo países da África Austral, como Madagascar.
Com estas expansões, esperamos cobrir uma ampla gama de mercados, atingindo cerca de 288 agências e empregando cerca de 4.000 colaboradores até o final deste ano. Queremos que o Vista se torne uma instituição financeira líder em África, gerida por africanos e para africanos, com padrões internacionais de excelência.
PM: Para finalizar, como o Vista Bank Moçambique se posicionará no mercado local?
YK: Queremos que o Vista Bank Moçambique seja um actor principal no sector financeiro do país, não apenas seguindo as tendências, mas liderando o mercado.
Contamos com uma equipa local talentosa e experiente, e traremos nossa expertise internacional para garantir que o banco se torne uma referência em serviços financeiros no mercado moçambicano. Estamos aqui para fazer a diferença, apoiando todos os sectores da economia e contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país.

Sobre o Grupo Vista
O Grupo Vista é uma holding de serviços financeiros dedicada a se tornar uma instituição financeira pan-africana de referência global, empenhada na inclusão económica e financeira em África. Em parceria com várias instituições financeiras internacionais, o Grupo tem implementado uma estratégia de crescimento focada no segmento das Pequenas e Médias Empresas (PME), oferecendo serviços como leasing, factoring, meso finance, financiamento do comércio e da cadeia de fornecimento, e serviços bancários específicos para mulheres, entre outros.
Com uma ambição clara de capitalizar todas as oportunidades nos seus mercados de atuação, o Grupo Vista está determinado a consolidar-se como uma instituição financeira de eleição, destacando-se através da oferta de produtos bancários e de seguros inovadores.

Yao Kouassi: “Vista Group Holding is determined to make Mozambique a financial center of excellence”
Vista Group Holding announced on Thursday (08) the conclusion of the acquisition of 100% of Banco Société Générale Moçambique S.A., significantly expanding its presence on the African continent. With the acquisition, the Mozambican bank, which currently operates with eight branches, will now be known as Vista Bank Moçambique.
With this change, Banco Vista Moçambique will now be headed by Yao Kouassi, an Ivorian citizen, who has been appointed Managing Director of Vista Group Holding, and whose duties in this capacity will begin in January 2024.
In this context, Profile spoke to Yao Kouassi, who talked about the group’s trajectory and how this acquisition in Mozambique fits into Vista’s global strategy.
Profile Mozambique: Yao Kouassi, the recent acquisition of Banco Société Générale Moçambique S.A. by Vista Group Holding marks a new phase of expansion for the group in Africa. What prompted this acquisition and what are your expectations for the future in Mozambique?
Yao Kouassi: This acquisition is a strategic step in our mission to become a world-class pan-African financial services group. Mozambique offers a market with significant potential for economic growth, and we are confident that our investment here will pay off.
The country is at an important moment of development and, as a group, we have identified great opportunities to expand and improve financial inclusion.
PM: Vista Group Holding was created in 2016 and has grown significantly since then. Can you tell us a bit about the group’s trajectory and how this acquisition in Mozambique fits into Vista’s global strategy?
YK: In fact, Vista Group Holding was founded in 2016, and we began our journey by acquiring some branches of FIB Bank in West Africa, in regions that were facing the Ebola crisis, which represented a considerable challenge. Despite the difficulties, we managed to restructure these banks into profitable financial institutions.
With this success, our focus turned to other opportunities on the continent. It was in this context that we acquired BNP Paribas branches in Guinea and Burkina Faso, strengthening our presence in Africa.
PM: What criteria were used to choose Mozambique as the next step in Vista’s expansion?
YK: Before we make any investment, we carry out a detailed analysis of the market, considering growth potential, market depth and profitability opportunities. Mozambique stood out as a promising market with great potential for development, especially in the financial sector.
Our decision to acquire Banco Société Générale Moçambique S.A., rather than create a bank from scratch, was based on the institution’s solidity and track record, which will allow us to speed up the investment and integration process.
PM: In addition to banking expansion, what other strategies does Vista Group Holding intend to implement in Mozambique?
YK: Our global strategy involves not only expanding banking services, but also developing other complementary areas, such as insurance. The Vista group already operates five banks and two insurance companies in West Africa, and we intend to replicate this model in Mozambique.
We are planning to launch an insurance subsidiary in the country to offer a full range of financial solutions. In addition, we are committed to supporting small and medium-sized enterprises (SMEs) and promoting financial inclusion, both through traditional banking services and microfinance.
It is important to note that the transition process includes the complete replacement of the visual identity of the former Société Générale, and will be implemented over the next 12 months.
PM: What are your long-term goals for Vista Group Holding in Africa?
YK: Our aim is to be present in 25 African countries by 2026. We are currently in advanced negotiations to acquire more banking subsidiaries in different regions, including southern African countries such as Madagascar.
With these expansions, we hope to cover a wide range of markets, reaching around 288 branches and employing around 4,000 staff by the end of this year. We want Vista to become a leading financial institution in Africa, run by Africans and for Africans, with international standards of excellence.
PM: Finally, how will Vista Bank Mozambique position itself in the local market?
YK: We want Vista Bank Mozambique to be a major player in the country’s financial sector, not just following the trends, but leading the market.
We have a talented and experienced local team, and we will bring our international expertise to ensure that the bank becomes a reference in financial services in the Mozambican market. We are here to make a difference, supporting all sectors of the economy and contributing to the country’s sustainable development.
About Grupo Vista
Grupo Vista is a financial services holding company dedicated to becoming a pan-African financial institution of global reference, committed to economic and financial inclusion in Africa. In partnership with several international financial institutions, the Group has implemented a growth strategy focused on the Small and Medium Enterprise (SME) segment, offering services such as leasing, factoring, meso finance, trade and supply chain finance, and specific banking services for women, among others.
With a clear ambition to capitalize on all the opportunities in its markets, Grupo Vista is determined to consolidate its position as a financial institution of choice, standing out by offering innovative banking and insurance products.
Porto da Beira prevê manuseamento de 400 mil TEU até Dezembro
O Porto da Beira, localizado na província de Sofala, está prestes a atingir um marco histórico no manuseamento de carga contentorizada, com a previsão de alcançar 400 mil TEU (unidades equivalentes a 20 pés) até ao final de 2023. A informação foi avançada esta Quinta-feira, 8 de Agosto, pelo director de operações da Cornelder Moçambique, Miguel de Jenda.
De acordo com Jenda, o Porto da Beira movimentou 225 mil TEU de Janeiro a Julho deste ano, representando um crescimento de 41% em comparação com o mesmo período de 2022. Este aumento significativo deve-se à conquista de novos mercados na República Democrática do Congo, Zâmbia e Zimbábue, que contribuíram para a elevação do volume de carga.
“O alcance dos 400 mil TEU até Dezembro é praticamente garantido, graças à entrada de novos mercados e à eficiência operacional que temos conseguido manter”, afirmou Miguel de Jenda, citado pela Rádio Moçambique. Os contentores manuseados incluem minerais, produtos alimentares e florestais, ressaltando a diversificação e a importância económica do porto.
Para fazer face a este crescimento e preparar-se para os desafios futuros, a Cornelder de Moçambique já iniciou a expansão dos terminais de fertilizantes e minerais. Este esforço está em consonância com os planos do Governo, que anunciou, em Outubro de 2023, um investimento de 18,3 mil milhões de meticais (290 milhões de dólares) na modernização e ampliação do Porto da Beira.
O Governo moçambicano, através do Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, destacou a importância estratégica do Porto da Beira, não apenas para Moçambique, mas para toda a região da África Austral. O investimento projectado visa não apenas atender à crescente demanda, mas também posicionar o porto como um hub logístico de referência nos próximos anos.
Port of Beira expects 400,000 TEU by December
The Port of Beira, located in Sofala province, is about to reach a historic milestone in the handling of containerized cargo, with the forecast of reaching 400,000 TEU (20-foot equivalent units) by the end of 2023. The information was announced this Thursday, August 8, by the operations director of Cornelder Mozambique, Miguel de Jenda.
According to Jenda, the Port of Beira handled 225,000 TEU from January to July this year, representing a growth of 41% compared to the same period in 2022. This significant increase is due to the conquest of new markets in the Democratic Republic of Congo, Zambia and Zimbabwe, which contributed to the rise in cargo volumes.
“Reaching 400,000 TEU by December is practically guaranteed, thanks to the entry of new markets and the operational efficiency we have managed to maintain,” said Miguel de Jenda, quoted by Rádio Moçambique. The containers handled include minerals, food and forestry products, highlighting the diversification and economic importance of the port.
To cope with this growth and prepare for future challenges, Cornelder de Moçambique has already begun expanding its fertilizer and mineral terminals. This effort is in line with the government’s plans, which announced in October 2023 an investment of 18.3 billion meticais (290 million dollars) in the modernization and expansion of the Port of Beira.
The Mozambican government, through the Minister of Transport and Communications, Mateus Magala, has highlighted the strategic importance of the Port of Beira, not only for Mozambique, but for the entire southern African region. The planned investment aims not only to meet growing demand, but also to position the port as a leading logistics hub in the coming years.
Moçambique serve “Sobremesa” do Luju Festival
Mais de 10 mil pessoas provenientes de 23 países do mundo, com destaque para a região Sul de África, deliciaram-se da “sobremesa” servida pelo ícone da música moçambicana, Wazimbo a quem coube representar o país no Luju Standardbank Festival – uma das maiores festas de gastronomia, música e moda da região Sul do continente.
A “sobremesa” de frutas silvestres (mavungua e mapsicha) que retrata o drama da convivência conjugal ecoou como um sino de prenúncio da manifestação cultural de Moçambique e o público vibrava, alguns pedindo tradução da letra da música para o inglês aos poucos moçambicanos que cantavam com o artista, a partir da plateia, outros ainda, tentavam reboliçar ao compasso canónico da marrabenta.
Wazimbo não mediu esforços, agarrou no microfone e interpretou “Parabéns” ao seu ritmo nostálgico de brandar os céus, firmes no além pelas montanhas reais, ofuscadas pelo matizado colorido de luzes sobre o House on Fire, localizado no coração da cidade de Malkerns.
Era uma espécie de aperitivo antes de servir “Mwahulwana” e a fechar com “Marozana” – uma ordem para a dispersão do público em busca da última bebida, conforme convém ao pé da letra da faixa musical.
Foram dois dias de diversificadas iguarias, moda futurista e música afrocentrista. Rostos e cabelos pintados, roupas que inspiram novas formas de ver a beleza e a sensibilidade das coisas humanas, som, risos, abraços, beijos, fumos e fumaças. Há quem se refastelava no banco, outros dançavam no relvado, é vida, é África, é futuro, é festa.
A ousadia e criatividade na moda ditavam uma fusão das culturas da região Sul de África com destaque para Moçambique, África do Sul, Lesoto, Zimbabwe, Namíbia, Zâmbia e outros de terras distantes como as Ilhas Falklands, Omã, Turquia, Canadá, Europa e Estados Unidos da América.
Na edição deste ano, o Luju Standard Bank Festival apresentou um catálogo com um total de 177 artistas provenientes de Eswatini, África do Sul, Moçambique, Botswana, Lesoto e Zimbabwe, que tiveram as suas actuações no palco principal Luju, no palco Mastercard, no palco Buzz e no Stella Artois Beer Garden Stage.
De acordo com as estatísticas do evento, o artista moçambicano Wabimbo, Simphiwe Dana, da África do Sul e o conjunto musical Sisonkhe Kollectiv de Eswatini tiveram as actuações mais envolventes da festa.
Entre as actuações mais memoráveis está Sjava, Majozi e Kelvin Momo da África do Sul, assim como Young Zesh de Eswatini, Louis Mhlanga do Zimbabwe, Black Heidi da África do Sul e grupo sul-africano The Soil.
Enquanto isso, o DJ Mbo de Eswatini e Dlala Tukuzini da África do Sul serviram as misturas mais vibrantes do festival, durante as suas actuações, quase todas as cerca de 10 mil pessoas estiveram a vibrar junto ao palco principal.

- PME’s geram 2,5 milhões de rands em Receitas
As Pequenas e Médias Empresas (PMEs) que estiveram no local a oferecer seus produtos e serviços geraram cerca de 2,5 milhões de Rands contra 2 milhões registados em 2023, um crescimento em meio milhão de receitas.
O evento contou com um total de 91 vendedores, 90% dos quais provenientes do Reino de Eswatini, e os demais da África do Sul, Lesoto, Zâmbia e Moçambique.
O mandato do Standard Bank Luju Food & Lifestyle Festival de desenvolver a economia criativa, promover a sustentabilidade e apoiar o crescimento de pequenos negócios foi expresso no inaugural Food Indaba e Fashion Indaba.
Este programa, que consiste em dois dias de workshops para o desenvolvimento de capacidade, discussões em painéis esclarecedores, masterclasses e compartilhamento de conhecimento com especialistas em gastronomia e moda de Eswatini e de toda a região sul-africana ocorreu nos dois dias que antecederam o festival.

Mozambique serves Luju Festival dessert
More than 10,000 people from 23 countries around the world, especially the southern region of Africa, enjoyed the “dessert” served by Mozambican music icon Wazimbo, who represented the country at the Luju Standardbank Festival – one of the biggest gastronomy, music and fashion festivals in the southern region of the continent.
The “dessert” of wild fruits (mavungua and mapsicha) that portrays the drama of marital coexistence echoed like a bell to herald Mozambique’s cultural manifestation and the audience vibrated, some asking for the lyrics to be translated into English by the few Mozambicans who sang with the artist from the audience, while others tried to roll around to the canonical beat of the marrabenta.
Wazimbo spared no effort, grabbed the microphone and performed “Congratulations” to his nostalgic rhythm of brandishing the skies, held firm in the beyond by the real mountains, overshadowed by the colorful hue of lights over the House on Fire, located in the heart of the city of Malkerns.
It was a kind of aperitif before serving “Mwahulwana” and closing with “Marozana” – an order for the audience to disperse in search of the last drink, as befits the lyrics of the musical track.
It was two days of diverse delicacies, futuristic fashion and Afrocentric music. Painted faces and hair, clothes that inspire new ways of seeing the beauty and sensitivity of human things, sound, laughter, hugs, kisses, smoke and fumes. Some people lounged on the bench, others danced on the lawn – it’s life, it’s Africa, it’s the future, it’s a party.
The boldness and creativity of the fashions dictated a fusion of cultures from the southern region of Africa, especially Mozambique, South Africa, Lesotho, Zimbabwe, Namibia, Zambia and others from as far away as the Falkland Islands, Oman, Turkey, Canada, Europe and the United States of America.
This year’s Luju Standard Bank Festival featured a catalog of 177 artists from Eswatini, South Africa, Mozambique, Botswana, Lesotho and Zimbabwe, who performed on the Luju Main Stage, the Mastercard Stage, the Buzz Stage and the Stella Artois Beer Garden Stage.
According to the event’s statistics, Mozambican artist Wabimbo, Simphiwe Dana from South Africa and the musical ensemble Sisonkhe Kollectiv from Eswatini had the most engaging performances of the festival.
Among the most memorable acts were Sjava, Majozi and Kelvin Momo from South Africa, as well as Young Zesh from Eswatini, Louis Mhlanga from Zimbabwe, Black Heidi from South Africa and South African group The Soil.
Meanwhile, DJ Mbo from Eswatini and Dlala Tukuzini from South Africa served up the most vibrant mixes of the festival during their performances, almost all of the 10,000 or so people were buzzing around the main stage.
SMEs generate 2.5 million rand in revenue
The Small and Medium-sized Enterprises (SMEs) that were on site offering their products and services generated around 2.5 million Rands compared to 2 million recorded in 2023, an increase of half a million in revenue.
The event had a total of 91 vendors, 90% of whom came from the Kingdom of Eswatini, and the rest from South Africa, Lesotho, Zambia and Mozambique.
The Standard Bank Luju Food & Lifestyle Festival’s mandate to develop the creative economy, promote sustainability and support the growth of small businesses was expressed in the inaugural Food Indaba and Fashion Indaba.
This program, consisting of two days of capacity-building workshops, insightful panel discussions, masterclasses and knowledge sharing with food and fashion experts from Eswatini and across the South African region took place over the two days leading up to the festival.










