Monday, May 4, 2026
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Nuno Quelhas- Vodacom passa de empresa de telecomunicações para empresa digital

Segundo o Nuno Quelhas  a Vodacom pretende proporcionar aos clientes e aos Moçambicanos no geral, produtos e serviços dotados de tecnologia de ponta e experiencias cada vez mais inovadoras.

A nova loja chega numa fase de transição da empresa de telecomunicações, para empresa digital.

O PCA avançou ainda que a aposta da Vodacom é ligar  as pessoas a rede de comunicação de qualidade, por esta razão a vodacom tem se empenhado para estender a sua rede para vários lugares com o principal destaque para as zonas rurais.

Até 2025 a Vodacom pretende atingir 25 milhões de Moçambicanos em todo o país, abrindo espaço para que mais pessoas possam se beneficiar dos serviços de telefonia móvel e aumentar a inclusão nos serviços financeiros e digitais.

Nuno defende que o objetivo da Vodacom é continuar a ser um dos membros ativos para o desenvolvimento do país.

A Vodacom Inaugura mais uma agência em Maputo

 

Uma infraestrutura moderna, que reflete a imagem da marca. Com a nova loja a Vodacom pretende demonstrar as suas mais recentes tecnologias e as soluções mais avançadas aos clientes individuais e empresas.

O serviço de banca móvel o M-pesa, conta com uma zona de serviço dedicada e altamente visível.

Com a nova loja, a Vodacom pretende igualmente prestar assistência aos clientes Vodacom Business numa secção designada para o efeito.

Os visitantes da nova loja irão, igualmente, disfrutar da zona digital, que inclui a realidade virtual o E-gaming e uma coleção  de soluções lOT.

A inauguração da loja, contou com a presença especial do PCA da Vodacom (Nuno Quelhas) e com a presença do Secretario do estado da cidade de Maputo (Vicente Joaquim) em representação do governo e ambos não esconderam a sua satisfação diante da nova conquista.

 

Taxa De Cambio (03 De Novembro De 2022)

 

Moeda                Compra               Venda

Euro                   62.04                   63.27

USD                   63.24                    64.5

ZAR                    3.46                     3.53

 

 

 

A crise energética no mundo gera oportunidades para Moçambique

Segundo o Instituto Nacional de Petróleo,  Moçambique detém um potencial considerável em recursos energéticos, por isso acredita-se que o pais pode tornar-se num dos principais geradores de energia limpa com a crise energética a que se assiste no mundo.

O responsável pela administração e promoção das operações petrolíferas a nível nacional sustenta que o país se encontra numa localização privilegiada para exportação de recursos para mercados europeus e asiáticos, bem como para os países da interland, da SADC.

“A actual crise energética mundial, que inclui a crescente demanda do mercado europeu por recursos energéticos e também os esforços da Ásia para fazer face àquilo que é volatilidade dos preços em relação aos mesmos, poderá criar oportunidades para os recursos energéticos provenientes de África e de Moçambique, em particular”, afirmou a representante do Instituto Nacional de Petróleo.

Refira-se que Moçambique é frequentemente afectado pelas mudanças climáticas, por isso as autoridades governamentais falam da necessidade de massificar o uso de energias de transição. A Direcção Nacional de Energias Renováveis espera, ainda, que a taxa de acesso à energia, até 2024, seja de 64%.

“Teremos uma boa contribuição da participação das energias renováveis, participação esta que é garantida pelas novas centrais de geração que injectam a energia na rede que também é garantida pela electrificação fora da rede através das mini-redes, sistemas solares residenciais feitos com recursos fotovoltaicos”, explicou Marcelina Mataveia, directora nacional-adjunta de Energia do Ministério dos Recursos Minerais e Energia.

Para a Câmara de Energia de Moçambique, é necessário agir para garantir a transição energética segura e combater as mudanças climáticas.

“Nós temos que começar a pensar em maneiras de descarbonizar a economia. Isso quer dizer que vamos parar com a produção de carvão, a pouco que ainda existe, quer dizer que temos de repensar a produção do gás, embora se tenha decidido que gás é uma energia de transição, mas não eterna. Temos que pensar o que a transição no seu verdadeiro sentido representa para Moçambique”, apelou Florival Mucave, presidente da Câmara de Energia de Moçambique.

A estratégia de electrificação em Moçambique foi aprovada em 2018 e tem como principal objectivo o acesso universal até 2030.

Os intervenientes falavam, esta quarta-feira, durante a Conferência sobre a Transição Energética, organizada pela Câmara de Energias de Moçambique.

Esta ser feito o estudo de reforma fiscal e tributária na agricultura em Moçambique

Este estudo, estará a cargo da Ernst & Young, vencedora do concurso público internacional lançado pelo Gabinete de Desenvolvimento do Compacto II (GDC-II), com o apoio do MCC, visa tornar o sector da agricultura atrativo para investimento, bem como garantir a competitividade dos negócios existentes.

Higino de Marrule, coordenador nacional do GDC-II, disse que as potencialidades do sector da agricultura, escolhido pelo Governo como área prioritária do Compacto II, foram confirmadas por uma Análise das Oportunidades do Sector Privado, levada a cabo no âmbito do desenvolvimento do programa em perspectiva, que terá como foco geográfico a província da Zambézia.

Assim, a pesquisa tem como objectivos analisar e avaliar a situação actual do Regime Fiscal agrícola relativamente aos Impostos Locais, Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IRPC), Incentivos Fiscais, Zonas Económicas Especiais (ZEE) e o sistema digital e de gestão de informação, bem assim analisar quantitativamente o custo-benefício do actual sistema e o impacto no orçamento nacional.

Vai-se, igualmente, garantir alinhamento com as melhores práticas e/ou tendências internacionais e apresentar um conjunto de cenários e recomendações para o Pacote Final de Reforma Fiscal.

A versão inicial do relatório do estudo vai terminar em Junho de 2023 e será submetida às diversas partes interessadas para comentários e sugestões, antes da finalização.

Além da promoção da agricultura comercial, integrarão o Compacto II outras duas áreas, nomeadamente Conectividade e Transporte Rural e Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Costeiro. Prevê-se que o Acordo de Financiamento do Compacto II, entre o Governo de Moçambique e o dos Estados Unidos da América (EUA), através do MCC, seja rubricado entre Julho e Agosto de 2023.

Instituições públicas com interesse na matéria estiveram representadas no evento, nomeadamente o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Ministério da Indústria e Comércio, Ministério da Economia e Finanças, Autoridade Tributária, Conselhos de Representação do Estado e Executivo Provincial da Zambézia e o Município de Maputo.

Do lado do sector privado, destaque para a Câmara de Comércio de Moçambique (CCM) e Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), bem como os parceiros de cooperação: a Embaixada dos EUA e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).

Maputo acolheu a 10ª edição do Economic Briefing

Na ocasião fez-se a radiografia sobre o desempenho empresarial no terceiro trimestre de 2022, onde se evidenciou a continuidade do processo de retoma empresarial, não obstante ao contexto adverso, principalmente, a nível externo onde observa-se uma desaceleração do ritmo de crescimento económico associado a pressões inflacionárias.

Sobre as apresentações e debates realizados, destacou-se também que o III Trimestre de 2022 o Índice de Robustez empresarial situou-se em 29% suportado pelo período de pico da época de comercialização agrícola, a recuperação do sector de transporte e do turismo.

Entretanto, indicou-se que este desempenho foi constrangido pelo aumento da inflação e o aumento de custos de matérias-primas com destaque para os combustíveis, e volatilidade das commodities explicado pelas distorções causadas pelo conflito entre Rússia e Ucrânia.

Sobre as dinâmicas do mercado bolsista, verificamos um desempenho positivo dos seus principais indicadores no terceiro trimestre do ano.

Evidenciou-se o papel da bolsa de valores como instrumento alternativo para financiamento das PMEs.

No capitulo das perspetivas, realçou-se que apesar da conjuntura marcada por incertezas de diversa índole, Moçambique apresenta uma tendência crescente de crescimento económico, derivada de uma gestão macroeconómica prudente, o elevado o nível de vacinação contra a covid-19,o inicio da exportação de gás liqueito, entre outros factores.

Todavia, chamou-se atenção para a necessidade de navegar as incertezas com muita cautela, através da manutenção do ritmo de reformas, gestão macro fiscal consistente e previsível.

Durante o debate o Salim Vala, (PCA da BVM) clarificou a natureza da bolsa, as condições de adesão, e os esforços que a BVM está a empreender para facilitar mobilização do empresariado nacional.

No que tange ao sector de Caju o Domenico Borricelo em representacao a Aciana,   partilhou a tendência da sua comercialização que depende, fundamentalmente, do mercado internacional, sendo que EUA e Europa representam mais de 40% do mercado.

Em relação ao preço de transação, atualmente verifica-se uma grande redução do preço das amêndoas, devido a conjuntura internacional, sendo que urge consolidar o mercado doméstico por forma a proteger os produtores da volatilidade de preços.

Em relação ao sector do Turismo representado pelo Yassine Amuji, vincou-se que este tem registado um crescimento, sendo que em alguns polos turísticos (Vilankulo) os níveis atuais são equiparáveis ou mesmo acima dos verificados em 2019.

O turismo a nível nacional ressente-se também da situação de instabilidade na província de Cabo delgado.

Para impulsionar a retoma do sector advogou-se pela rápida implementação das medidas do pacote de aceleração económica, a semelhança do que sucede nos países da região.

Defendeu-se igualmente a necessidade de melhoria das infraestruturas rodoviárias e o funcionamento dos pontos de entrada no País.

Um dos temas dominantes do evento foi sobre a questão do financiamento das PMEs, numa altura que assistimos a um aperto da política monetária. Sobre este aspeto, chamou-se atenção para materialização do fundo de garantia, e por outro os bancos de maior expressão precisam de alargar as suas opções de financiamento de forma a responder a demanda especifica do sector privado, bem assim do lado da procura a necessidade dos proponente apresentarem projetos de investimento credíveis.

Nos debates ficou patente ainda a necessidade de instrumentos para apoiar o sector privado, em particular o sector agrícola devido ao alto risco inerente.

No final a produção do evento não escondeu a sua satisfação, e os participantes concordaram que o evento ira proporcionar um novo ambiente empresarial em Moçambique.

 

 

Standard Bank pretende financiar projectos sustentáveis com cerca de 250 mil milhões de rands até 2026

Segundo Jornal ” O País” desde o lançamento da política, em Março deste ano, já foram financiados projectos no valor aproximado de 40 mil milhões.

A nível de Moçambique, o Standard Bank tem promovido iniciativas de protecção e preservação do meio ambiente, através do plantio de árvores em diversas artérias das principais cidades.

Em 2019, o banco iniciou um projecto de plantio de árvores ao abrigo do qual já foram plantadas 6400 árvores de várias espécies nas cidades de Maputo, Matola e Beira.

Nesta empreitada em prol do meio ambiente, a instituição bancária mais antiga de Moçambique tem-se associado aos conselhos autárquicos, Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, universidades e instituições religiosas.

Trata-se de uma política que oferece enormes oportunidades não só a Moçambique assim como para o restante dos países africanos, enquanto exportadores de energias transitórias e renováveis.

O crescimento da sua capacidade aumentará a base fiscal dos países, o que é essencial para uma soberania eficaz. Permitirá, igualmente que o continente africano aprofunde as cadeias de abastecimento global, importante para uma ampla industrialização”

Taxa de juro regista maior subida em 20 meses

A taxa calculada mensalmente pela AMB e pelo Banco de Moçambique (BM) tem por base um indexante único (calculado pelo banco central), que subiu para 17,2%, e um prémio de custo de 5,3%, (definido pela AMB), que se mantém inalterado.

Esta é terceira subida este ano: em maio, a ‘prime rate’ tinha subido 50 pontos base e em junho, cresceu 150.

É preciso recuar até março de 2021 para encontrar uma subida mais acentuada que a de hoje.

Na altura, a depreciação do metical e os riscos para a economia associados à covid-19, aos ciclones e à violência armada provocaram um salto de 230 pontos base.

Os aumentos da ‘prime rate’ têm estado associados à subida da taxa de juro de política monetária (taxa MIMO, que influencia a fórmula de cálculo da ‘prime rate’) pelo banco central, por forma a controlar a inflação.

A inflação homóloga foi de 12,01% em setembro, um ligeiro abrandamento de 0,09 pontos percentuais face a 12,1% de agosto, tão ligeiro que mais equivale a dizer que os preços estagnaram.

A alimentação, bebidas não alcoólicas e transportes têm sido os bens e serviços que mais contribuem para o aumento de preços em Moçambique.

A criação da ‘prime rate’ foi acordada em 2017 entre o banco central e a AMB para eliminar a proliferação de taxas de referência no custo do dinheiro.

Na altura, foi lançada com um valor de 27,75% e está 525 pontos base abaixo desde então.

O objetivo é que todas as operações de crédito sejam baseadas numa taxa única, “acrescida de uma margem (spread), que será adicionada ou subtraída à ‘prime rate’ mediante a análise de risco” de cada contrato, de acordo com os promotores.

BCI solidariza-se com a causa dos deficientes visuais

O Banco Comercial De Investimentos conhecido como BCI, no âmbito da sua Responsabilidade Social, ofereceu na quinta-feira, 27 de Outubro, cem bengalas brancas à Associação de Cegos e Ambliopes de Moçambique (ACAMO), uma agremiação de luta contra a exclusão e que defende e representa os interesses da pessoa com deficiência visual.‾–


Segundo referiu Heisler Castelo David, Diretor de Relações Púbicas do BCI, esta acção é o culminar de um trabalho que teve início em meados deste ano, em coordenação com a ACAMO, e que permitiu ao Banco dar este contributo, em solidariedade com a causa dos deficientes visuais.

BCI distinguido como o Banco com maior  Volume De Negociação no Mercado Bolsista

O BCI foi premiado, na sexta-feira, 28 de Outubro, como o Banco com Maior Volume de Negociação no Mercado Bolsista, pela Bolsa de Valores De Moçambique (BVM), como reconhecimento da sua performance durante o ano 2021.

“Gostaria de enaltecer o trabalho que a BVM tem feito no âmbito da inovação da sua actividade e como parceiro do sistema financeiro, permitindo que as empresas tenham mais uma plataforma de acesso ao capital” – disse Farhana Razak, Directora Central de Mercados Financeiros do BCI, e acrescentou: “agradeço, em nome do BCI, o reconhecimento feito pela BVM com o compromisso de continuar a trabalhar para estar aqui, de novo, no próximo ano”.

A premiação teve lugar em Maputo, numa cerimónia organizada pela BVM com o objetivo de premiar as instituições pelas suas contribuições no mercado de capitais.

O galardão ora atribuído premeia distintos intervenientes no mercado de capitais, no intuito de, entre outros, enaltecer o seu esforço e contributo no crescimento do sistema financeiro nacional.