Monday, September 7, 2026
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Angola overtakes Nigeria as Africa’s largest oil producer

Angola overtook Nigeria as the largest oil producer in sub-Saharan Africa in May, according to data from the Organization of Petroleum Exporting Countries (OPEC), by pumping 1.1 million barrels per day.

Angola’s production fell from 1.183 million barrels per day pumped in April to 1.162 million in May, but benefited from an even greater drop by Nigeria, whose production fell from 1.219 million barrels in April to 1.024 million the following month, thus losing the leadership of the largest producers in sub-Saharan Africa.

In OPEC’s monthly report, two types of production data are presented: on the one hand, OPEC calculates production for export based on secondary sources, but it also presents data that are made available by the producing countries themselves.

According to the figures sent by the authorities of Angola and Nigeria, the Lusophone country has overtaken the largest African economy, but taking into account the data calculated by OPEC based on these secondary sources, then Nigeria maintains the lead among the largest oil producers in sub-Saharan Africa.

The data based on secondary sources show that Nigeria, despite having had a reduction in production of about 45,000 barrels per day, pumped 1.306 million barrels of oil per day in April, and 1.262 million in May, above the 1.176 million barrels produced in Angola, which practically maintained production between April and May.

In May, the 13 OPEC countries produced, according to the organization’s secondary sources, an average of 28.5 million barrels a day, which is about 176,000 barrels a day less than in April.

Angola’s production, at around 1.1 million barrels per day, is in line with the estimate presented recently by the finance minister, who revised the economic growth forecast to 2.7% of GDP this year.

“We’ve revised our gross domestic product (GDP) growth forecast for this year to 2.7 percent, assuming the same pace of 1.14 million barrels of oil per day and a price around $100,” Vera Daves de Sousa said at a Bloomberg conference about a month ago, with the barrel’s value having risen since then, to be around $120 this week.

In an analysis of the evolution of oil production in Angola at the end of May, the Oxford Economics consultancy estimated that the country could reach an average of 1.18 million barrels per day.

“We forecast oil production to rise to 1.18 million barrels per day in 2022, but the balance of risks is unbalanced to the downside due to the possibility of further technical problems and delays in implementing new projects,” write the Oxford Economics Africa analysts, adding that “cumulative production in the first four months of 2022 rose 1.8 percent from the same period last year, but oil revenues rose 87 percent mainly due to higher global oil prices”.

Angola ultrapassa Nigéria como maior produtor de petróleo em África

Angola ultrapassou a Nigéria como o maior produtor de petróleo na África sub-sahariana em Maio, de acordo com os dados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), ao bombear 1,1 milhões de barris por dia.

Aprodução de Angola caiu de 1,183 milhões de barris diários bombeados em Abril, para 1,162 milhões em Maio, mas beneficiou de uma queda ainda superior por parte da Nigéria, cuja produção caiu de 1,219 milhões de barris em Abril, para 1,024 milhões no mês seguinte, perdendo assim a liderança dos maiores produtores na África sub-sahariana.

No relatório mensal da OPEP, são apresentados dois tipos de dados relativos à produção: por um lado, a OPEP calcula a produção para exportação com base em fontes secundárias, mas apresenta também os dados que são disponibilizados pelos próprios países produtores.

De acordo com os números enviados pelas autoridades de Angola e da Nigéria, o país lusófono ultrapassou a maior economia africana, mas tendo em conta os dados calculados pela OPEP com base nestes fontes secundárias, então a Nigéria mantém a liderança entre os maiores produtores de petróleo na África sub-sahariana.

Os dados com base em fontes secundárias mostram que a Nigéria, apesar de ter tido uma redução na produção de cerca de 45 mil barris por dia, bombeou 1,306 milhões de barris de petróleo por dia em Abril, e 1,262 milhões em Maio, acima dos 1,176 milhões de barris produzidos em Angola, que praticamente manteve a produção entre Abril e Maio.

Em Maio, os 13 países da OPEP produziram, de acordo com as fontes secundárias da organização, uma média de 28,5 milhões de barris por dia, o que é cerca de 176 mil barris diário a menos do que em Abril.

A produção de Angola, a rondar os 1,1 milhões de barris por dia, está em linha com a estimativa apresentada recentemente pela ministra das Finanças, que reviu a previsão de crescimento económico para 2,7% do PIB este ano.

“Revimos a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano para 2,7%, considerando o mesmo ritmo de 1,14 milhões de barris de petróleo por dia e um preço a rondar os 100 dólares”, disse Vera Daves de Sousa numa conferência da Bloomberg, há cerca de um mês, sendo que o valor do barril subiu desde então, estando a rondar os 120 dólares esta semana.

Numa análise à evolução da produção petrolífera em Angola, no final de Maio, a consultora Oxford Economics estimou que o país consiga chegar à média de 1,18 milhões de barris diários.

“Prevemos que a produção de petróleo suba para 1,18 milhões de barris por dia em 2022, mas a balança dos riscos está desequilibrada para o lado negativo devido à possibilidade de mais problemas técnicos e atrasos na implementação de novos projetos”, escrevem os analistas da Oxford Economics Africa, acrescentando que “a produção acumulada nos primeiros quatro meses de 2022 subiu 1,8% face ao mesmo período do ano passado, mas as receitas petrolíferas subiram 87% devido principalmente aos preços mais elevados do petróleo a nível global”.

ENI

SOBRE A ENI

A Eni é uma multinacional petrolífera italiana constituída em 1953 por Enrico Mattei e privatizada em 1998. A empresa actua nos sectores de petróleo, gás natural, petroquímico e bioquímico, produção e comercialização de energia elétrica a partir de combustíveis fósseis, cogeração e fontes renováveis.

HISTÓRICO

A Eni está cotada nas bolsas de Milão e de Nova Iorque e o Estado italiano detém uma participação minoritária no capital social (aproximadamente 30%). Em 2021 a Eni está presente em 69 países, tem 32 689 colaboradores e um faturamento de aproximadamente 76 bilhões de euros.

A Eni ocupa a 216ª posição na lista Fortune Global 500 em termos de faturamento e a 461ª na lista Forbes Global 2000 por capitalização de mercado. Além disso, a Eni está no Top 100 Global Energy Leaders da Thomson Reuters e no Top 25 da Thomson Reuters para o sector de Petróleo e Gás.

A presidente da Eni é Lucia Calvosa desde 13 de Maio de 2020, enquanto Claudio Descalzi é o Director Geral desde 9 de Maio de 2014.

CONTACTO

Endereço (Escritorio em Maputo): Nº 918, R. dos Desportistas, Maputo

Tel: 21 344 500

Website: www.eni.com

Microsoft encerra suporte ao navegador Internet Explorer

A Microsoft vai oficialmente encerrar o suporte ao navegador Internet Explorer (IE) a partir desta quarta-feira (15 de Junho de 2022). Quem ainda usa a ferramenta nas versões do Windows 10 para consumidores será redirecionado para o Edge, navegador mais actual da companhia.

Segundo pode se ler em alguns portais de notícias da área, com a mudança, o IE não terá mais suporte da Microsoft para actualizações de segurança ou melhorias.

Após um período de redireccionamento, a companhia vai desabilitar totalmente o navegador por meio de uma actualização do sistema operacional.

Refira-se que o Internet Explorer foi lançado há mais de 25 anos, junto com o sistema operacional Windows 95. Actualmente, a companhia de tecnologia tem o Edge como ferramenta padrão para navegação na internet.

“O Edge não é apenas uma experiência de navegação mais rápida, segura e moderna do que o Internet Explorer, mas também é capaz de resolver uma preocupação importante: compatibilidade com sites e aplicativos antigos e legados”, afirma uma postagem no blog oficial da Microsoft.

A empresa vai permitir que seus usuários acessem sites e aplicativos que foram desenvolvidos para o Internet Explorer por meio de um modo de compatibilidade no novo navegador.

O fim do Internet Explorer – que representa a primeira era de navegação na internet – já era anunciado há anos. Em 2019, a companhia precisou lançar emergencialmente uma nova versão do Internet Explorer, por motivos de segurança.

CCM certificada como parceira da TFSA

A Câmara de Comércio de Moçambique (CCM), foi certificada pela Trade Forward Southern Africa (TFSA) como parceira no desenvolvimento de projectos.

O reconhecimento decorre da capacidade da instituição no desenvolvimento e promoção de resultados que destacaram a CCM na primeira fase do projecto de desenho e elaboração do “Manual do Exportador”.

A TFSA é uma entidade criada no âmbito do acordo Comercial entre  a Grã-Bretanha,  e os países da união aduaneira “SACU plus M”, que  inclui a África do Sul, E-Swatine, Botswana, Lesotho, Namíbia e Moçambique.

Na perspectiva do Acordo de Comércio Livre de África e da parceria estabelecida, a TFSA confiou à CCM um projecto para preparação das empresas moçambicanas a exportarem os seus produtos para  diversos mercados, não só do Reino Unido, como, sobretudo, os africanos.

A CCM e a TFSA reafirmaram a intenção de juntos trabalharem com o sector informal  para potenciar as experiências dos operadores  na exportação de produtos.

Moçambique Telecom, SA – Tmcel

SOBRE

A Moçambique Telecom, SA – Tmcel é uma sociedade anónima resultante da fusão entre a TDM – Telecomunicações de Moçambique, SA e a mcel- Moçambique Celular SA.

SERVIÇOS

O seu principal objectivo é de prestar serviços de telecomunicações, em todo território nacional e na Região. A modernização e inovação tecnológica constituem uma das maiores apostas da Tmcel, traduzidas na oferta de produtos e serviços de telefonia fixa, móvel, trunking, comunicações por satélites, serviço comutado de transmissão de dados, serviço de transmissão e recepção de sinais de rádio e televisão, serviços de programação de televisão por assinatura e serviços audiovisuais. A Tmcel oferece igualmente serviços de importação e comercialização de equipamentos de telecomunicações e respectivos acessórios.

CONTACTO

Tel: +258822172482, +258 21 351100, +25821487805

Endereço: Rua Belmiro Obadias Muianga, Nº 384

CP 1483 – Maputo – Moçambique

Website: https://www.tmcel.mz

Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH)

SOBRE A ENH

A ENH (Empresa Nacional de Hidrocarbonetos) é a entidade do Estado moçambicano responsável pela pesquisa, prospecção, produção e comercialização de produtos petrolíferos e representa o Estado nas operações petrolíferas.

HISTÓRICO

Criada em 1981, a ENH tem ajustado a sua estrutura empresarial às necessidades da indústria e do mercado nacional e internacional, afirmando-se como um grupo empresarial com competência para participar em todas as operações petrolíferas e nas respectivas fases das actividades de pesquisa, exploração, produção, refinação, transporte, armazenamento e comercialização de hidrocarbonetos e dos seus derivados, incluindo LNG e GTL dentro e fora do país.

CONTACTO

Tel:+258 21 427634

Email: info@enh.co.mz

Endereço: Rua dos Desportistas, Nº. 918, Prédio JAT V-III, Maputo

Website: www.enh.co.mz

 

Danilo Adamo foresees a bright future for the national economy

Businessman Danilo Adamo, delegate of the Mozambique Chamber of Commerce (CCM) in Maputo province, foresees a bright future for the national economy, especially with the resumption of support from the International Monetary Fund (IMF).

Danilo Adamo says that despite the country having been affected by several phenomena such as: the cyclones Idai, Keneth (which devastated infrastructures), and the Covid-19 pandemic that reduced the cycling of people and goods thus retracting the business environment, he is optimistic with the work that is being done by the Government and his agency.

“I am optimistic in what is a bright future for Mozambique. And with the work that we are doing even at the level of our Chamber of Commerce and the message that we are transmitting to our members, and that we have a country with open doors and great opportunities,” revealed Danilo Adamo.

The price of fuel has risen twice in less than six months and may suffer a further increase in the coming days, despite the fact that the Government has put a stop to this possibility. The businessman says that this increase will negatively affect the national economy, and it is necessary to protect the consumers and adopt correct policies so that the situation does not affect the common citizen’s pocket.

“This will have a very big impact, it is another phenomenon that appears, and it is necessary to call the attention of those who make the laws, because it is possible to create barriers so that this does not reach the public sector. We have reached a stage where it is time to start looking at what is a little bit of consumer protection,” Adamo said.

Standard Bank prevê que o projecto de GNL só seja retomado em 2023

O Standard Bank prevê que o projecto de gás natural liquefeito (GNL) liderado pela Totalenergies em Cabo Delgado, norte de Moçambique, só seja retomado em 2023, se houver segurança.

“Os mais recentes ataques terroristas em Cabo Delgado podem levar a Totalenergies a um atraso adicional na construção do empreendimento de GNL de Afungi”, lê-se na mais recente nota de análise do banco citado pela agência Lusa.

“Caso haja condições de segurança, ainda podemos ver a construção ser retomada durante 2023”, mas “as expectativas iniciais eram que a construção seria retomada durante o último trimestre” de 2022, recorda, acerca do investimento de 20 mil milhões de euros em que residem muitas esperanças do país para dinamização da economia.

O mega-projecto foi suspenso há um ano devido a um ataque armado (com um número de mortes nunca revelado) contra a vila de Palma, base de parte das empresas construtoras, junto aos estaleiros e à zona de obras.

A insurgência armada, que grassa desde 2017, por vezes reivindicada pelo grupo extremista Estado Islâmico, continua a provocar ataques na região, apesar de a ofensiva militar com apoio estrangeiro ter empurrado os grupos rebeldes para esconderijos nas matas.

Ruanda e Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) apoiam Moçambique no combate desde há um ano, além de formação militar oferecida pela União Europeia (UE) e Estados Unidos da América.

O presidente-executivo da Totalenergies, Patrick Pouyanné, disse em Janeiro que quer ir “a Palma, Mocímboa da Praia e Mueda: quando vir que a vida está de volta ao normal, com serviços do Estado e população, aí o projecto pode recomeçar”.

Na mesma nota de análise, o Standard Bank revê em alta a inflação prevista para este ano em Moçambique, para 11,7%, por causa do aumento dos alimentos e combustíveis provocado pela guerra na Ucrânia.

A inflação em ascensão e um investimento estrangeiro abaixo do previsto, devido aos atrasos nos projectos de gás, leva o banco a reduzir as expectativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Moçambique, estimando agora que cresça 3,3% em relação a 2021, em vez dos 3,4% que se anteviam.

FMI diz que BM deve minimizar conflitos entre a estabilidade financeira e dos preços

O Fundo Monetário Internacional (FMI) defende que o Banco de Moçambique (BM) deve minimizar os conflitos entre a estabilidade financeira e dos preços para a resistência do sistema económico.

A informação foi avançada, durante a abertura da 13ª edição das jornadas científicas do banco central. O debate da décima terceira edição, cujo objectivo é incentivar a discussão e aprofundamento do conhecimento sobre os riscos macrofinanceiros, e organizada pelo banco central, centrou-se na estabilidade financeira e dos preços.

“A existência da estabilidade financeira sob a forma de crises financeiras para resolver problemas de solvência de liquidez, por exemplo, no sistema bancário ou no sistema de empresários não- bancários tem implicações negativas sobre a capacidade dos bancos centrais e da política monetárias assegurarem a estabilidade de preços e macroeconómico”, disse Luís Brandão, vice-chefe da Divisão de Políticas Monetária e Macroprudencial do Fundo Monetário Internacional.

Por seu torno, o governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, explicou que as políticas monetárias e macroprudencial fazem parte das políticas de gestão macroeconómica dos bancos centrais.

“O nosso sistema financeiro não está imune aos riscos macrofinanceiros, o Banco de Moçambique inclui nas suas ferramentas de gestão macroeconómica, a política macroprudencial”, referiu Rogério Zandamela.