Friday, April 10, 2026
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Moçambique espera sair em março da “lista cinzenta” de jurisdições financeiras

Moçambique pode sair da “lista cinzenta” do GAFI em março, após cumprir 25 das 26 acções exigidas para combater o branqueamento de capitais e o financiamento ao terrorismo.

As autoridades moçambicanas admitiram esta terça-feira à Lusa a possibilidade de Moçambique deixar em março a “lista cinzenta” de jurisdições financeiras do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI).

“Recebemos hoje do GAFI os resultados do sexto relatório de avaliação e Moçambique foi avaliado nas 26 acções que devia cumprir com resultado de largamente cumprido e foi aprovado positivamente em 25 ações“, disse o coordenador nacional para a remoção de Moçambique da lista cinzenta, Luís Abel Cezerilo.

Moçambique entrou em 22 de outubro de 2022 na lista por não ter eliminado deficiências na luta contra o branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo.

Luís Cezerilo, que é também diretor-geral adjunto do Gabinete de Informação Financeira de Moçambique, disse que o país teve um “resultado excecional” na última avaliação do Grupo de Acção Financeira Internacional, tendo sido reconhecido o “grande comprometimento político no cumprimento do seu plano de acção”.

A saída de Moçambique da lista cinzenta, indicou Cezerilo, está agora pendente da última das 26 ações exigidas, a apresentação junto à GAFI da lista das Organizações Sem Fins Lucrativos (OSFL) que movimentam “elevadas somas de dinheiro”, incluindo dados referentes à aplicação dos valores.

“Falta um resultado imediato que tem a ver com as Organizações Sem Fins Lucrativos, no que tange a qualificar qual delas cabe na recomendação da GAFI. O país já fez tudo, falta que essas organizações atualizem a sua base de dados”, apontou Cezerilo, alertando que a lei apenas obriga as referidas organizações a atualizar as agora requeridas informações da sua base de dados à data da sua constituição legal.

“Já fizemos tudo, a lei que não podemos contrariar obriga que as organizações se registem à data da sua constituição. O que vamos fazer é que todas as que se cadastrarem até março, nós vamos ter o número, então vamos poder informar o GAFI”, concluiu.

Um relatório do Governo moçambicano, feito no âmbito do compromisso do Governo moçambicano enquanto membro da rede global do GAFI, concluiu em junho que não há ligações entre as OSFL e o financiamento ao terrorismo, que afeta a província de Cabo Delgado, no norte, mas apontou vulnerabilidades.

“Não foram identificadas quaisquer ligações e/ou utilização das OSFL para o financiamento do terrorismo. Também não foram encontradas evidências de práticas de fraude e corrupção no sector das OSFL e crimes como o branqueamento de capitais”, lê-se no relatório.

O documento reconhece a “existência de terrorismo em Moçambique do grupo terrorista que actua em Cabo Delgado denominado ASWJ [Ahlu Sunnah Wal Jamaah] e sua ligação” ao Estado Islâmico.

O relatório aponta que “potencialmente” os “atores terroristas podem abusar” destas organizações enquanto “veiculo de recepção de recursos financeiros do estrangeiro para canalização interna”, pelo uso de “instituições religiosas, como mesquitas e madraça, para recrutamento e apoio logístico”, bem como a possibilidade de “apoiantes de terroristas” apresentarem-se “falsamente como agências de ajuda humanitária para ocultar as suas actividades”.

BdM admite que primeiro trimestre está “quase perdido”

O governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, admitiu que o primeiro trimestre está “quase perdido” em termos de crescimento económico, devido à agitação social pós-eleitoral que prevalece, antevendo crescimento modesto para 2025.

“Na nossa previsão, o primeiro trimestre seria (…) quase perdido, digamos, no sentido de que tivemos uma situação muito difícil”, apontou Zandamela, acrescentando que “na melhor das hipóteses” Moçambique deve registar um “crescimento zero ou provavelmente negativo” até março.

“Mas, a partir do segundo trimestre, a nossa expectativa é que a economia comece a crescer e no ano como um todo é nossa previsão, nosso entendimento, de um crescimento modesto”, reconhece o governador do banco central, embora sublinhando que o desempenho está dependente da implementação de reformas estruturais no país.

O governador falava após a reunião do Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique, que na segunda-feira decidiu uma nova descida da taxa de juro de política monetária MIMO, de 12,75%, em vigor desde final de novembro, para 12,25%, cortando igualmente nos coeficientes de reservas obrigatórias.

“Esta decisão decorre da manutenção das perspetivas da inflação em um dígito, no médio prazo, não obstante o aumento dos riscos e incertezas associados às projeções, com destaque para os decorrentes da tensão pós-eleitoral, o risco fiscal e os choques climáticos”, refere-se no comunicado final da reunião CPMO, em Maputo, que se realiza a cada dois meses.

“Adicionalmente, o CPMO decidiu reduzir os coeficientes de reservas obrigatórias para os passivos em moeda nacional, de 39,0% para 29,0%, e em moeda estrangeira, de 39,50% para 29,50%, visando disponibilizar mais liquidez para apoiar a economia na reposição da capacidade produtiva e da oferta de bens e serviços”, refere-se igualmente no comunicado da reunião.

A próxima reunião do Comité está agendada para 26 de março.

Há meses que os empresários moçambicanos pediam a redução das reservas, alegando que a reduzida disponibilidade de divisas cria constrangimentos nas importações.

No comunicado acrescenta-se que as perspetivas da inflação “mantêm-se em um dígito no médio prazo”, recordando-se que em dezembro a “inflação anual aumentou para 4,15%, depois de 2,84% em novembro”, refletindo “a redução da oferta de bens e serviços decorrente da tensão pós-eleitoral”.

“A inflação subjacente, que exclui as frutas e vegetais e bens com preços administrados, também aumentou. A manutenção das perspetivas da inflação em um dígito, no médio prazo, reflete, essencialmente, a estabilidade do metical e o impacto das medidas tomadas pelo CPMO”, lê-se ainda.

O comunicado destaca como fatores de aumento da inflação, a médio prazo, a tensão pós-eleitoral, os choques climáticos e o agravamento da pressão sobre a despesa pública, num contexto de reduzida capacidade de financiamento.

Investimentos em transportes e logística transformam o sector

O desenvolvimento do sector agro-industrial em Moçambique está profundamente interligado à eficiência das infra-estruturas de transporte e logística. Nos últimos anos, o país tem registado avanços significativos nestes domínios, impulsionados por investimentos estratégicos e pela implementação de projectos que visam melhorar a conectividade e a capacidade logística.

Investimentos estratégicos e projectos em curso

A empresa Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) tem desempenhado um papel crucial na modernização das infra-estruturas ferroviárias e portuárias. Nos últimos anos, a CFM investiu cerca de 14,1 mil milhões de meticais na aquisição de 31 locomotivas de alta potência, 1.340 vagões de bordas altas, 450 vagões-plataforma e 240 isotanques. Este investimento visa consolidar a CFM como a principal opção logística para os utilizadores dos portos moçambicanos.

 

A Zona Económica Especial de Nacala está localizada na parte nordeste de Moçambique, perto do Oceano Índico, e tem um porto de águas profundas, o Porto de Nacala, um dos portos naturais mais profundos da costa oriental de África.
Projectos de substituição de importações (PROSIs)

No sector portuário, a Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC), em parceria com a Maputo Grain Terminal SA (MGT) e a MEREC Industries, anunciou um investimento de 5 milhões de dólares para expandir a capacidade do terminal de cereais do Porto de Maputo. Este projecto prevê aumentar a capacidade estática de 25 mil para 45 mil toneladas e a capacidade anual de 170 mil para 350 mil toneladas, incluindo a construção de quatro novos silos e melhorias na infra-estrutura ferroviária.

Ademais, o Banco Mundial tem apoiado o desenvolvimento das infra-estruturas de transporte em Moçambique, com um investimento de cerca de 1,2 milhões de dólares. Este financiamento destina-se à reabilitação e expansão de aproximadamente 500 quilómetros da Estrada Nacional N1, que liga o sul ao norte do país, e ao desenvolvimento de um sistema de transporte rápido por autocarro (BRT) em Maputo, visando melhorar a mobilidade urbana e a conectividade logística.

Desafios e oportunidades

Apesar dos progressos, Moçambique enfrenta desafios significativos no sector logístico. A conectividade limitada no sentido norte-sul dificulta a ligação entre os corredores leste-oeste, e a vasta extensão territorial do país torna a manutenção da rede rodoviária uma tarefa complexa. No entanto, estão em curso projectos de reabilitação das estradas nacionais, maioritariamente financiados por instituições de desenvolvimento, para mitigar estas fraquezas.

No sector ferroviário, o aumento constante dos volumes de carga coloca pressão sobre a capacidade existente, exigindo investimentos contínuos na expansão e modernização. Os portos moçambicanos enfrentam o desafio de se manterem competitivos a nível regional, necessitando de ser mais eficientes, rentáveis e melhor conectados para atrair maior tráfego.

Impacto no sector Agro-Industrial

A melhoria das infra-estruturas de transporte e logística tem um impacto directo no sector agro-industrial. Investimentos em estradas, ferrovias e portos reduzem os custos de transporte, diminuem as perdas pós-colheita e aumentam o acesso dos agricultores aos mercados, tanto domésticos como internacionais.

Índice Composto de Transportes do Índice Africano de Desenvolvimento de Infra-estruturas (AIDI) para Moçambique, África do Sul e outros países africanos de língua portuguesa, 2005-2022

Num outro prisma, a integração de soluções logísticas modernas, como centros de distribuição e sistemas de armazenamento eficientes, pode optimizar a cadeia de abastecimento agro-industrial, contribuindo para o crescimento económico sustentável de Moçambique.

Nota Conclusiva

O fortalecimento das infra-estruturas de transporte e logística é essencial para o desenvolvimento do sector agro-industrial em Moçambique. Os investimentos em curso e os projectos planeados demonstram um compromisso com a melhoria da eficiência logística, o que é fundamental para o crescimento económico e a competitividade do país no mercado global.

Meet Maria Benvinda Delfina Levi, Mozambique’s 2nd Female Prime Minister in 15 Years

Maria Benvinda Delfina Levi, aged 55, was born in the city of Maxixe, in Mozambique’s Inhambane Province. With a degree in Law, she has built a solid career in the country’s judicial and political sectors, holding prominent roles in various public institutions.

Maria Benvinda Levi began her journey in the judiciary system, serving as the Presiding Judge of the Judicial Court of the City of Maputo. Prior to this, she headed the Legal and Judicial Training Centre, contributing to the education and training of magistrates and legal professionals in the country.

Her political rise began on March 11, 2008, when she was appointed Minister of Justice by then-President Armando Guebuza, succeeding Esperança Machavela. During her tenure, she stood out for addressing challenges related to combating torture and improving the treatment of detainees in Mozambican prisons. In 2012, Levi acknowledged progress within the prison system but admitted that practices of torture by security forces persisted despite ongoing training initiatives.

Levi served as Minister of Justice until 2015, when she was appointed Legal Adviser to then-President Filipe Nyusi. In this capacity, she participated in significant processes, such as the 2016 peace negotiations between the Government and Renamo, where she was part of the government delegation alongside figures like Jacinto Veloso and Alves Muteque.

On January 29, 2020, Levi was appointed a member of the Higher Council of the Judiciary by President Nyusi, reaffirming her importance in the legal sphere.

On January 17, 2025, Maria Benvinda Levi was appointed as Mozambique’s Prime Minister by President Daniel Chapo, becoming the second woman to hold this position after Luísa Diogo. Her appointment reflects her extensive experience and significant contributions to both the judiciary and executive powers.

Throughout her career, Maria Benvinda Levi has established herself as a prominent figure in Mozambique’s political and legal landscape. Her leadership in the highest offices of government and the judiciary highlights her commitment to strengthening state institutions and advancing the country’s development.

O mapa do investimento directo em Moçambique

Moçambique registou, em 2023, um total de 2,5 mil milhões de dólares em Investimento Directo Estrangeiro (IDE), representando um crescimento de 2,1% em relação ao ano anterior, de acordo com o Banco de Moçambique. Este desempenho reforça o interesse dos investidores internacionais no potencial económico do país, com destaque para sectores estratégicos como a indústria extractiva, energia, agricultura e turismo.

As Maurícias lideram o ranking dos países investidores, com um aporte de 1,12 mil milhões de dólares, equivalente a 44,7% do total investido. O foco principal das empresas mauricianas está na indústria extractiva, na indústria transformadora e em projectos relacionados à agricultura, alojamento e restauração.

A África do Sul aparece em segundo lugar, contribuindo com 635 milhões de dólares (ou 25,4% do total). O investimento sul-africano concentra-se na exploração de recursos naturais, em actividades financeiras e na produção e distribuição de electricidade.

Os Países Baixos ocupam a terceira posição, com 365 milhões de dólares investidos, representando 14,6% do total. A prioridade dos investidores neerlandeses recai sobre a indústria extractiva e logística, áreas em que o país tem mostrado um desempenho consistente nos últimos anos.

Outros países também contribuíram de forma significativa, como a Itália, que injectou 180 milhões de dólares (ou 7,2%), direccionados principalmente para energia e infra-estrutura, e a China, que investiu 15 milhões de dólares, cerca de 0,6% do total, focados na indústria transformadora e extractiva.

A Portugal coube uma contribuição de 12,5 milhões de dólares, ou 0,5% do total, alocando os seus recursos nos sectores de construção, transporte, alojamento e restauração. Já países europeus, como Espanha e outros parceiros da União Europeia, adicionaram aproximadamente 175 milhões de dólares (7%), impulsionando iniciativas nas áreas de turismo, agricultura e energias renováveis.

A análise sectorial dos investimentos revela que a indústria extractiva foi o principal destino, absorvendo 90,1% do total investido (cerca de 2,25 mil milhões de dólares), com destaque para projetos ligados ao carvão, gás natural e minerais preciosos. A agricultura, silvicultura e pesca representaram 2,1% do IDE, enquanto a produção e distribuição de electricidade, gás e água totalizaram 1,6% do montante global.

Estes números confirmam que Moçambique continua a atrair atenção global devido ao seu potencial em recursos naturais e às oportunidades de crescimento em sectores emergentes. No entanto, especialistas apontam para a necessidade de políticas que promovam maior diversificação do IDE e incentivem investimentos em áreas que possam gerar empregos e contribuir para o desenvolvimento sustentável.

Com o apoio dos principais parceiros internacionais, Moçambique reafirma o seu compromisso de criar condições para fomentar o crescimento económico e garantir um futuro promissor para todos os moçambicanos.

UBA lança maior programa de empreendedorismo juvenil em África

O United Bank for Africa, UBA, através da Fundação Tony Elumelu, a principal organização filantrópica africana, anunciou a abertura de inscrições para o maior Programa de Empreendedorismo de África 2025.

A oportunidade é igualmente aberta aos jovens moçambicanos que poderão se inscrever e participar da iniciativa transformadora, com vista a fomentar a criação de empregos, aliviar a pobreza e impulsionar o crescimento econômico sustentável no país e no continente Africano, lê-se num comunicado do UBA.

O banco diz que os empreendedores terão a oportunidade de receber formação de classe mundial, orientação especializada e financiamento de capital inicial de cinco mil dólares não reembolsáveis para expandir os seus negócios.

Em 2024, 52 jovens empreendedores moçambicanos receberam financiamento num valor total de 260 mil dólares, de um total 17 milhões de dólares que foram aplicados nas áreas de agricultura, bens alimentares, comércio, moda, avicultura e TIC ‘s.

O programa, já capacitou mais de 18.000 empreendedores de 54 países africanos desde a sua criação em 2015.

Tony Elumelu, fundador da Fundação e Presidente do Grupo United Bank for África (UBA) destaca que os empreendedores africanos possuem o potencial e a criatividade para transformar o continente.

“Por meio dos Programas de Empreendedorismo da TEF, continuamos a abrir portas e oferecer ferramentas para que eles alcancem o sucesso”, disse Elumelu.

As inscrições estão abertas até 31 de Março de 2025 e podem ser realizadas no site oficial da Fundação Tony Elumelu: www.tefconnect.com.

Cegid anuncia mais uma aquisição, desta vez é da PHC Business Software

A tecnológica francesa Cegid, uma empresa de Gestão por Computação Descentralizada, especializada em software de gestão para profissionais de contabilidade, finanças e fiscalidade, folhas de pagamento, recursos humanos e retalho, anunciou, recentemente, a aquisição da PHC Business Software, uma empresa portuguesa de referência no mercado de software de gestão para Pequenas e Médias Empresas (PMEs).

Trata-se de uma operação que através da qual a Cegid também presente em Moçambique, reforça a sua presença na Península Ibérica e na África Lusófona, ampliando a oferta para mais de 170 mil utilizadores e 37 mil empresas em Portugal, África e Espanha.

Segundo Pascal Houillon, CEO da Cegid, a aquisição faz parte da estratégia da empresa para consolidar a sua posição no segmento de software de gestão para PMEs, que está em forte expansão na Europa. “Esta aquisição fortalece o posicionamento da Cegid como líder na região ibérica e na Europa, no segmento das PMEs. Além disso, permitirá integrar tecnologias de valor acrescentado, como a Inteligência Artificial, para servir melhor os nossos clientes”, acrescentou Houillon, numa nota divulgada pela empresa.

Por sua vez, o fundador da PHC, Ricardo Parreira, citado na mesma nota, destacou a importância desta aquisição para o futuro da empresa. “Quando reflectimos sobre o nosso caminho de crescimento, sabíamos que a integração numa empresa internacional seria essencial para levar a PHC a novos patamares”, afirmou Parreira.

Esta aquisição junta-se a outras realizadas recentemente pela Cegid, como as  empresas EBP (França), Microdata (Espanha) e sevdesk (Alemanha). Com um modelo de negócio focado na cloud, a Cegid continua a expandir-se internacionalmente, apoiando mais de 750 mil clientes em 130 países.

MISA Moçambique anuncia gala de premiação dos jornalistas

O MISA Moçambique e seus parceiros têm a honra de anunciar que a Gala de Premiação dos Jornalistas será realizada na quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2025, em Maputo.

Este evento de grande importância marca a celebração do compromisso, da excelência e do profissionalismo dos jornalistas que contribuem significativamente para a promoção de uma comunicação social plural, ética e responsável em Moçambique.

Após o adiamento motivado pelo ambiente de incerteza no país, reafirmamos o nosso compromisso de reconhecer e valorizar o trabalho fundamental realizado pelos profissionais da comunicação social.

Mais informações sobre o Fórum de Media : https://forum.misa.org.mz/

Conheça o CEO do Vista Bank Moçambique

Após a aquisição do Banco Société Générale Moçambique, o Vista Group Holding anunciou a nomeação de Mathieu KONAN como Director Executivo do Vista Bank Moçambique. Mathieu é um profissional experiente no sector bancário, com quase 20 anos de experiência. Ele possui uma sólida formação académica, incluindo uma licenciatura em Engenharia Estatística com especialização em Economia Aplicada pela ENSEA em Abidjan e um Master Grande Ecole pela ESSEC Business School em Paris. Além disso, detém dois certificados de prestígio nos programas de Gestão Avançada e Desenvolvimento de Quadros Superiores, da MDE Business School e do Instituto BANCO SANTANDER, respectivamente.

Antes de ingressar no Vista Bank Moçambique, Mathieu ocupou várias posições de liderança em instituições financeiras de renome, como Société Générale e BNP PARIBAS, bem como em bancos do Magrebe e da África subsariana. Sua vasta experiência nas zonas UEMOA e CEMAC e seu histórico comprovado na gestão bancária o tornam uma adição valiosa ao Vista Bank Moçambique, trazendo um novo impulso para a recente aquisição do grupo.

Com esta aquisição e a nomeação de Mathieu KONAN, o Vista Group Holding reafirma seu compromisso em se consolidar como uma instituição financeira de eleição em África, oferecendo produtos bancários e de seguros inovadores, além de contribuir para o desenvolvimento económico e a inclusão financeira no continente.

Sobre o Grupo Vista

O Vista Group, propriedade do Lilium Group LLC, oferece uma gama completa de produtos bancários inovadores, soluções e serviços acessíveis a todos, incluindo indivíduos, pequenas e médias empresas (PME), empresas e governos. Ajuda a promover a inclusão financeira, o crescimento económico e a prosperidade nos países em que opera.

O Vista Group é uma holding de serviços financeiros que está a criar um grupo de instituições financeiras pan-africanas de classe mundial que contribui para o crescimento económico e a inclusão financeira em África. O Vista Group estabeleceu parcerias estratégicas com várias instituições financeiras globais para impulsionar a sua estratégia de crescimento, concentrando-se nas MPME (banca de PME, crédito-arrendamento, cessão financeira, meso financiamento, banca para mulheres, etc.), comércio e financiamento da cadeia de abastecimento, banca de empresas e serviços de banca-seguros. Através destas parcerias, o Vista Group tem igualmente como objectivo aumentar a rentabilidade, reduzindo os custos operacionais e atenuando os riscos.

O Vista Group está concentrado em maximizar as oportunidades nos seus respectivos mercados para se tornar a instituição financeira de eleição através dos seus produtos bancários e de seguros inovadores.

Meet the CEO of Vista Bank Mozambique

Following the acquisition of Banco Société Générale Mozambique, Vista Group Holding announced the appointment of Mathieu KONAN as the Chief Executive Officer of Vista Bank Mozambique. Mathieu is a seasoned professional in the banking sector, with nearly 20 years of experience. He holds a strong academic background, including a degree in Statistical Engineering with a specialization in Applied Economics from ENSEA in Abidjan and a Master Grande École from ESSEC Business School in Paris. Additionally, he has earned two prestigious certifications in Advanced Management and Senior Executive Development Programs from MDE Business School and the Instituto BANCO SANTANDER, respectively.

Before joining Vista Bank Mozambique, Mathieu held several leadership positions in renowned financial institutions, such as Société Générale and BNP PARIBAS, as well as banks in the Maghreb and sub-Saharan Africa. His extensive experience in the UEMOA and CEMAC regions and his proven track record in banking management make him a valuable asset to Vista Bank Mozambique, bringing new momentum to the group’s recent acquisition.

With this acquisition and the appointment of Mathieu KONAN, Vista Group Holding reaffirms its commitment to establishing itself as a financial institution of choice in Africa, offering innovative banking and insurance products while contributing to economic development and financial inclusion across the continent.

About the Vista Group

Vista Group, owned by Lilium Group LLC, offers a comprehensive range of innovative banking products, solutions, and services accessible to individuals, small and medium-sized enterprises (SMEs), corporations, and governments. It aims to foster financial inclusion, economic growth, and prosperity in the countries where it operates.

Vista Group is a financial services holding company working to create a world-class pan-African group of financial institutions that contribute to economic growth and financial inclusion in Africa. The group has established strategic partnerships with various global financial institutions to drive its growth strategy, focusing on MSMEs (SME banking, lease financing, factoring, meso-financing, women’s banking, etc.), trade and supply chain financing, corporate banking, and bancassurance services.

Through these partnerships, Vista Group also aims to enhance profitability, reduce operational costs, and mitigate risks. The group remains focused on maximizing opportunities in its respective markets to become the financial institution of choice through its innovative banking and insurance products.