Wednesday, September 2, 2026
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Conferência e Exposição de Mineração, Petróleo e Gás e Energia de Moçambique – MMEC

Moçambique será palco da 7ª edição do MMEC*, entre os dias 21 e 22 de Abril. Um evento que expõe a industria no sector de mineração, petróleo, gás e energia.

O objectivo é atrair investimentos, promover parcerias, ouvir decisores políticos e partilhar conhecimento sobre o sector.

Este evento deverá atrair expositores de cerca de 30 países. Além do sector privado, contará também, com a participação de quadros do governo como Ministros e Directores de empresas públicas.

A organização do evento desenvolveu um aplicativo para interacção dos participantes. A app permite ficar a par do programa do evento e até ver a lista de participantes. Conversar com os participante bem como marcar reuniões, são também duas funcionalidades a aplicação.

Caso esteja interessado em participar como espectador ou expositor, as inscrições podem ser feitas aqui.

*Em parceria com a ENH

Mozambique CEO Summit

A cidade de Maputo irá acolher o maior evento de negócios no país, que conecta executivos de nível “C”, o chamado Mozambique CEO Summit.

A decorrer no dia 25 de Fevereiro de 2021, numa modalidade híbrida (online e presencial), este evento promete promover partilha de experiência, oportunidades de negócios e investimentos nas áreas de GNL, agro-negócios, imobiliário e de inteligência artificial.

No evento, mais de 20 oradores nacionais e internacionais compartilharão a sua experiência e conhecimento. O Mozambique CEO Summit também promete ser uma plataforma de networking entre empresários nacionais e internacionais.

Caso queira participar, pode adquirir os bilhetes aqui.

Millennium Bim diz adeus às formas de pagamento convencionais com o Pay IZI

Foi recentemente disponibilizado o serviço Pay IZI do Millennium Bim, que se apresenta como alternativa moderna e ecológica aos pagamentos via cartão e dinheiro.

Através da parceria com o serviço de carteira móvel da Vodacom, M-Pesa, os comerciantes poderão receber pagamentos de usuários do Millennium IZI, do aplicativo Smart IZI e do M-Pesa, “sem custos de adesão, manutenção e de consumíveis associados”, segundo explica o comunicado de imprensa do Banco.

Além da adesão gratuita, outras vantagens do novo serviço incluem a notificação de todos os pagamentos, bem como a possibilidade de consultar o histórico de transacções.

Para José Reino da Costa, PCE do Millennium bim, “com este serviço, firmamos também o nosso compromisso de continuar a promover, de forma efectiva, a nossa estratégia de inclusão financeira dos moçambicanos”, lê-se no comunicado.

Já o Director Geral da Vodafone M-Pesa S.A, Gulamo Nabi, afirma que “um passo muito importante foi dado rumo ao objectivo de permitir que os clientes M-Pesa possam efectuar todas as suas transacções do dia-a-dia sem necessidade de recurso ao dinheiro físico”.

Esta iniciativa “deverá também ter um impacto positivo na aceleração da actividade económica no país”, acrescentou Nabi.

O canal de pagamento Pay IZI está disponível para download na Play Store para dispositivos Android.

Esta iniciativa é apresentada num momento em que o mundo enfrenta uma pandemia e recorre à tecnologia para conceder soluções que auxiliem na redução do risco de contágio.

Outras inovações tecnológicas que estarão em alta, neste ano, estão descritas neste artigo do Profile.

Millennium Bim prevê inflação acelerada e juros brandos em 2021

A área de estudos económicos do Millennium Bim prevê que a inflação no país continuará a acelerar em 2021, rondando os 5.6%.

A previsão admite que esta aceleração está condicionada a vários factores como o mercado cambial, a oferta e procura de bens e serviços e a situação económica dos principais parceiros de Moçambique como a África do Sul.

Num documento publicado nesta quarta-feira, o Banco faz uma previsão de abrandamento das taxas de juro, pelo Banco Central, até segundo trimestre do próximo ano devido a “riscos inflacionários elevados”.

O Millennium Bim publica seu estudo na sequência da divulgação do Índice de Preços no Consumidor, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), cujo resultado foi reportado pelo Profile.

Banco alemão doa €6M para apoiar MPME’s moçambicanas

Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME’s) moçambicanas terão acesso a um fundo de apoio emergencial de seis milhões de euros.

O valor é parte de um total de €17.5 milhões disponibilizados pela Cooperação Financeira Alemã através do Banco de Desenvolvimento daquele país – kfW.

Os seis milhões serão canalizados às empresas através do Banco de Moçambique, conforme anunciado pelo mesmo, nesta terça-feira, através de um comunicado.

O objectivo deste apoio é ajudar as empresas a mitigarem os efeitos negativos da COVID-19 e garantirem sua sobrevivência.

Sengundo o comunicado, este valor é destinado à “cobrir necessidades decorrentes do fluxo de caixa, incluindo, mas, não se limitando a, pagamentos de salários e outros custos fixos durante a pandemia”.

Nove milhões de Euros serão destinados à uma linha de crédito para MPME’s e finanças agrícolas.

Os restantes 2.5 milhões estarão alocados à assistência técnica que irão beneficiar as instituições financeiras participantes na linha de crédito para as MPME’s e finanças agrícolas.

A referida assistência servirá para “conferir maior rigor, transparência e fiabilidade da informação no processo de avaliação e monitoria”, lê-se no documento.

Total eleva comércio externo em Cabo Delgado

De acordo com Osvaldo Silva, director regional norte da Autoridade Tributária, de Janeiro a Outubro deste ano, no geral, a zona Norte do país registou uma redução nas importações e exportações.

Esta análise foi feita em comparação como o mesmo período do ano anterior.

Contudo, Silva afirmou, durante uma entrevista ao Jornal Notícias, que na província de Cabo Delgado, a situação foi diferente, tendo registado um aumento de mais de 100%.

Em termos concretos, no período em análise, foram importados 1124 contentores neste ano, contra 556 em 2019.

Para Silva, este aumento deve-se ao projecto de petróleo e gás da Total em Afungi.

Apesar de não ter se especificado a contribuição da petrolífera nestes números, em sua página web, a Total já havia se comprometido em trazer benefícios sócio-económicos ao país desde a fase da implanatação do projecto à exploração.

Financiador da Área 1 promete deixar de apoiar projectos de petróleo e gás

Reino Unido, um dos maiores financiadores do projecto da Área 1 da Total, deixará de financiar projectos de petróleo e gás.

Com isso, o país tornar-se-á o primeiro a dar este passo com vista a combater os efeitos das mudanças climáticas.

Esta promessa foi feita no Sábado, durante uma cimeira das Nações Unidas onde outros grandes países deverão apresentar as suas.

O Reino Unido, através da sua agência Finance Export, já havia dado garantias em milhares de milhões para ajudar companhias britânicas a se expandirem.

Moçambique estava no mapa do financiamento britânico no projecto de gás natural liquefeito da Total na Área 1.

O apoio planeado era de 20 mil milhões de dólares, assim sendo, a nação era um dos maiores financiadores do projecto.

É prematuro afirmar que o financiamento está em risco pois ainda não foi informada a data de implementação da medida.

Contudo, Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido, afirmou que a entrada em vigor deverá acontecer “o mais rápido possível”.

Johnson ainda adiantou que haverá algumas excepções à nova regra, no que diz respeito a centrais eléctricas alimentadas a gás desde que estejam nos parâmetros do Acordo de Paris.

Ncondezi Energy angaria £750mil para projecto em Tete

Foi a partir de uma emissão de acções que a empresa de energia Ncondezi Energy conseguiu angariar o valor de £0.75 milhões.

Segundo a StockMarketWire, a empresa afirmou que este valor servirá “para o desenvolvimento de um projecto de energia alimentada a carvão em Tete, Moçambique”.

Dentre as despesas previstas estão as negociações tarifárias com a Electricidade de Moçambique (EDM) e outros acordos importantes como compra e concessão de energia.

As acções foram emitidas a £4.5 cada, o que, “segundo a Ncondezi Energy, foi um valor baixo para o preço médio ponderado do volume de 30 dias”, de acordo com a fonte supracitada.

Yango Moçambique e Agência Metropolitana de Transportes de Maputo colaboram para facilitar a utilização do transporte público

Novo serviço de Transportes na Yango SuperApp ajuda os utilizadores a planear viagens em transporte público com informações sobre rotas, paragens e horários em toda a Área Metropolitana de Maputo

MAPUTO, Moçambique — 03 Setembro 2026: A Yango Moçambique, parte da empresa tecnológica global Yango Group, e a Agência Metropolitana de Transportes de Maputo (AMT) estão a colaborar para tornar a informação sobre transportes públicos mais acessível digitalmente, com o lançamento do serviço Transportes na Yango Super App. Disponível em toda a Área Metropolitana de Maputo a partir de 2 de Setembro, o novo serviço reúne informações sobre rotas, paragens e horários num único local, ajudando residentes e visitantes a planear as suas viagens em transporte público de forma mais fácil.

A colaboração é formalizada através de um Memorando de Entendimento (MOU) entre a Yango e a AMT, centrado na digitalização da informação sobre transportes públicos. Como parte da primeira fase, a AMT disponibiliza dados de transporte público que abrangem rotas, paragens, localização das paragens e horários da rede que opera na Área Metropolitana de Maputo, enquanto a Yango disponibiliza esta informação aos utilizadores através da aplicação Yango.

Com o serviço Transportes, os utilizadores podem planear viagens em transporte público directamente na Yango Super App e comparar as opções disponíveis com base em detalhes da rota, tempos estimados de viagem, paragens, pontos de transferência e informações sobre horários. Os utilizadores podem abrir o serviço Transportes a partir da página inicial da aplicação, introduzir um destino e consultar as opções de transporte público relevantes numa única interface, facilitando a compreensão das ligações e a escolha de uma rota adequada antes de iniciarem a viagem.

“Facilitar o acesso a informação fiável sobre transportes públicos é importante para ajudar as pessoas a planear as suas viagens de forma mais eficaz em toda a Área Metropolitana de Maputo. Através desta colaboração com a Yango, estamos a tornar a informação sobre rotas, paragens e horários mais acessível através de canais digitais. Este é um passo prático para ajudar residentes e visitantes a navegar mais facilmente pela rede de transportes públicos existente no seu dia-a-dia”, disse Fernando Andela, Presidente do Conselho de Administração, Agência Metropolitana de Transportes de Maputo (AMT).

Mahomed Zameer Adam, Country Manager da Yango Moçambique, afirmou: “Maputo é uma cidade dinâmica onde o dia-a-dia depende da mobilidade — desde a Baixa e o Museu até Zimpeto, Costa do Sol, Albasine, Matola e outras zonas movimentadas. Com o serviço Transportes na aplicação Yango, queremos tornar a rede mais fácil de navegar, disponibilizando às pessoas, num único local, a informação de que necessitam para planear uma viagem. A nossa colaboração com a AMT permite-nos reunir informações essenciais sobre rotas, paragens e horários numa única interface digital, proporcionando às pessoas uma ferramenta prática para planear as suas viagens diárias com maior clareza e confiança.”

O serviço foi concebido para viagens do dia-a-dia em Maputo e na área metropolitana envolvente, incluindo deslocações entre o centro de Maputo e zonas como Zimpeto, Albasine e Costa do Sol, bem como a Matola e Boane. Pode apoiar uma variedade de viagens quotidianas — desde deslocações para o trabalho ou universidade até viagens para zonas da área metropolitana que os utilizadores conhecem menos.

A cooperação entre a Yango Moçambique e a AMT prevê também uma fase posterior centrada na informação sobre transportes públicos em tempo real. Dependendo da instalação de dispositivos de rastreamento GPS, da infraestrutura técnica necessária e de um acordo adicional entre as partes, os dados sobre a localização dos veículos em tempo real poderão posteriormente ser integrados no serviço, proporcionando aos utilizadores maior visibilidade sobre a circulação dos transportes públicos.

O lançamento do Transportes amplia a gama de serviços digitais disponíveis através da Yango Super App em Moçambique. A par do Yango Ride, Delivery e Navigator, o Transportes acrescenta o planeamento de viagens em transporte público aos serviços quotidianos da cidade disponíveis numa única aplicação.

Sobre a Yango
A Yango é uma empresa tecnológica internacional que transforma tecnologias globais em serviços do dia-a-dia adaptados às comunidades locais. Através da sua SuperApp, a Yango disponibiliza uma variedade de serviços digitais concebidos para simplificar a vida quotidiana, incluindo mobilidade, entregas, entretenimento e outras soluções baseadas em tecnologia em mais de 30 países na Europa, Médio Oriente, África e América Latina.


Para mais informações, visite: https://yango.com/en_int/

Chapo desafia novo Governador do Banco de Moçambique a impulsionar crédito e produção

O Presidente da República, Daniel Chapo, desafiou esta quarta-feira (02/09) o novo Governador do Banco de Moçambique, Felisberto Navalha, a preservar a estabilidade macroeconómica e financeira, mas também a criar condições para que essa estabilidade se traduza em maior financiamento à economia, produção, emprego e desenvolvimento.

Durante a cerimónia de tomada de posse, Chapo defendeu o controlo da inflação, a estabilidade do metical e o aprofundamento do mercado cambial, num contexto em que empresas continuam a enfrentar dificuldades no acesso a divisas.

O Chefe do Estado apontou ainda como prioridades a melhoria do acesso ao crédito, sobretudo para a agricultura, indústria, turismo, logística e pequenas e médias empresas, bem como para jovens e mulheres empreendedoras.

Chapo alertou igualmente para o crescimento da dívida pública interna, defendendo maior coordenação entre o Banco de Moçambique, o Ministério das Finanças e o sistema financeiro, de modo a evitar pressões sobre as taxas de juro e a disponibilidade de crédito para o sector produtivo.

A digitalização e a inclusão financeira estão também entre os desafios atribuídos à nova liderança, com o Presidente a defender maior acesso aos serviços financeiros fora dos grandes centros urbanos.

Daniel Chapo destacou ainda a necessidade de preservar a independência operacional, o rigor técnico e a transparência do Banco Central, sem comprometer a articulação com outras instituições do Estado.

O Presidente considerou que estes desafios fazem parte da estratégia de reforço da independência económica do País, assente no aumento da produção nacional, industrialização, diversificação das exportações, transformação local dos recursos e criação de emprego.

Ao assumir o cargo, Felisberto Navalha sucede a Rogério Zandamela, que liderou o Banco de Moçambique durante dez anos.

Francesco Gasparri assume Direcção-Geral Upstream da Mozambique Rovuma Venture

A Mozambique Rovuma Venture (MRV) anunciou Francesco Gasparri como novo Director-Geral Upstream, reforçando a sua liderança com um quadro que acumula mais de 25 anos de experiência internacional no sector de petróleo e gás.

De nacionalidade italiana, Gasparri construiu grande parte da sua carreira na Eni, tendo desempenhado funções de liderança em mercados estratégicos como Egipto, Venezuela, Líbia e Brasil. Ao longo deste percurso, esteve ligado à gestão de operações de exploração e produção, activos energéticos de grande dimensão e parcerias com governos e empresas internacionais.

Antes de assumir funções em Moçambique, Gasparri liderava as operações da Eni no Egipto, onde exerceu os cargos de Director-Geral da Eni Egypt e Managing Director da IEOC, subsidiária da petrolífera italiana naquele país. Em 2025 e 2026, participou em negociações e iniciativas ligadas à expansão da produção de gás, exploração de novos campos e desenvolvimento de infra-estruturas energéticas no Egipto.

O gestor esteve igualmente ligado às operações da Eni na Venezuela. Registos empresariais britânicos indicam que integrou a administração da Eni Hydrocarbons Venezuela Limited entre Abril de 2021 e Junho de 2024, antes de assumir responsabilidades relacionadas com as operações da companhia no Egipto.

Na nova função, Gasparri trabalhará em coordenação com Arne Gibbs, Director-Geral Midstream da MRV, na liderança e orientação estratégica das actividades da companhia. Em paralelo, assume também as funções de Administrador Delegado e Director-Geral da Eni Rovuma Basin.

A nomeação acontece num período relevante para o desenvolvimento dos projectos de gás da Área 4 da Bacia do Rovuma, em Cabo Delgado. A MRV é uma joint venture constituída pela Eni, ExxonMobil e CNPC e detém 70% de participação na concessão da Área 4, enquanto a ENH, Galp e Kogas possuem participações de 10% cada.

Gasparri sucede a Marica Calabrese, cuja liderança e contributo para as actividades da companhia em Moçambique foram destacados pela MRV no anúncio da nova nomeação. Durante o seu mandato, Calabrese esteve ligada à consolidação das operações da Eni no País e ao desenvolvimento dos projectos de gás natural liquefeito na Bacia do Rovuma.

A experiência internacional de Francesco Gasparri em mercados energéticos complexos deverá agora ser colocada ao serviço dos próximos passos dos projectos da Área 4, num momento em que o gás natural continua a assumir um papel estratégico nos investimentos energéticos e nas perspectivas de crescimento económico de Moçambique.

Conheça o perfil do Felisberto Dinis Navalha, o novo Governador do Banco de Moçambique

Felisberto Dinis Navalha, natural de Mussimua, Distrito de Sussundenga, é economista moçambicano e novo Governador do Banco de Moçambique, instituição onde construiu grande parte da sua carreira profissional.

Licenciado em Economia pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM), formação concluída em 1996, Navalha é mestre em Economia do Desenvolvimento desde 2012 e doutorando em Economia pela Universidade Católica de Moçambique, em parceria com a Faculdade de Economia da Universidade do Porto, em Portugal.

A sua trajectória profissional está fortemente ligada ao Banco de Moçambique, onde trabalhou entre 1996 e 2022, desempenhando diferentes funções técnicas e de gestão.

Entre 2011 e 2017, dirigiu o Departamento de Estudos Económicos, área responsável pela análise da evolução da economia nacional e pelo apoio à formulação de decisões de política monetária.

Em 2017, passou a integrar o Conselho de Administração do Banco de Moçambique como Administrador, cargo que exerceu até 2022, acumulando experiência na gestão e funcionamento da instituição.

Com uma carreira de mais de duas décadas ligada ao Banco Central, Felisberto Navalha assume agora a liderança da instituição, passando a presidir ao Conselho de Administração e a representar o Banco de Moçambique junto do Governo e de organismos nacionais e internacionais.

A sua nomeação coloca à frente do Banco Central um quadro com experiência nas áreas de estudos económicos, política monetária, administração e gestão, num período em que a instituição continua a desempenhar um papel central na estabilidade monetária e financeira do país.

Subida dos combustíveis na África do Sul pode inflacionar preços dos produtos em Moçambique

O aumento dos preços dos combustíveis na África do Sul, em vigor desde esta quarta-feira (02/09), poderá agravar os custos de importação e logística em Moçambique, com possíveis reflexos nos preços dos bens de consumo.

Na África do Sul, a gasolina aumentou 1,34 rand por litro, enquanto o gasóleo registou uma subida de até 3,15 rands por litro. A alteração poderá pressionar os custos de produção e transporte naquele que é um dos principais parceiros comerciais de Moçambique, noticiou a Carta.

A forte dependência moçambicana de produtos alimentares, industriais, matérias-primas e serviços provenientes da África do Sul aumenta o risco de inflação importada. Produtos como batata, cebola, ovos, óleo, farinha e frango poderão chegar ao mercado nacional a preços mais elevados.

O impacto poderá igualmente atingir empresas moçambicanas que dependem de matérias-primas, equipamentos e assistência técnica sul-africana, elevando os custos de produção. A factura de importação poderá também aumentar, exigindo maior disponibilidade de divisas para assegurar o mesmo volume de mercadorias.

O consumidor final poderá sentir os efeitos nos mercados e supermercados, num contexto já marcado pelo elevado custo de vida e por recentes ajustamentos nas tarifas de transporte.

Segundo o Departamento sul-africano de Recursos Minerais e Petrolíferos, a subida dos combustíveis resulta sobretudo do aumento dos preços internacionais do petróleo e das pressões sobre o abastecimento global. O ajustamento inclui ainda uma revisão da margem atribuída aos postos de abastecimento, destinada a compensar o aumento dos custos operacionais e salariais.

Os preços da energia têm registado forte pressão em 2026, num cenário internacional marcado por tensões geopolíticas e incertezas em torno do fornecimento de petróleo.

A África do Sul revê mensalmente os preços dos combustíveis, tendo em conta a evolução das cotações internacionais do petróleo, a taxa de câmbio entre o rand e o dólar e outros custos e impostos associados.

Em Moçambique, os preços mantêm-se, por enquanto, em cerca de 93,86 meticais por litro de gasolina e 116,25 meticais por litro de gasóleo.

O aumento dos preços dos combustíveis na África do Sul, em vigor desde esta quarta-feira (02/09), poderá agravar os custos de importação e logística em Moçambique, com possíveis reflexos nos preços dos bens de consumo.

Na África do Sul, a gasolina aumentou 1,34 rand por litro, enquanto o gasóleo registou uma subida de até 3,15 rands por litro. A alteração poderá pressionar os custos de produção e transporte naquele que é um dos principais parceiros comerciais de Moçambique, noticiou a Carta.

A forte dependência moçambicana de produtos alimentares, industriais, matérias-primas e serviços provenientes da África do Sul aumenta o risco de inflação importada. Produtos como batata, cebola, ovos, óleo, farinha e frango poderão chegar ao mercado nacional a preços mais elevados.

O impacto poderá igualmente atingir empresas moçambicanas que dependem de matérias-primas, equipamentos e assistência técnica sul-africana, elevando os custos de produção. A factura de importação poderá também aumentar, exigindo maior disponibilidade de divisas para assegurar o mesmo volume de mercadorias.

O consumidor final poderá sentir os efeitos nos mercados e supermercados, num contexto já marcado pelo elevado custo de vida e por recentes ajustamentos nas tarifas de transporte.

Segundo o Departamento sul-africano de Recursos Minerais e Petrolíferos, a subida dos combustíveis resulta sobretudo do aumento dos preços internacionais do petróleo e das pressões sobre o abastecimento global. O ajustamento inclui ainda uma revisão da margem atribuída aos postos de abastecimento, destinada a compensar o aumento dos custos operacionais e salariais.

Os preços da energia têm registado forte pressão em 2026, num cenário internacional marcado por tensões geopolíticas e incertezas em torno do fornecimento de petróleo.

A África do Sul revê mensalmente os preços dos combustíveis, tendo em conta a evolução das cotações internacionais do petróleo, a taxa de câmbio entre o rand e o dólar e outros custos e impostos associados.

Em Moçambique, os preços mantêm-se, por enquanto, em cerca de 93,86 meticais por litro de gasolina e 116,25 meticais por litro de gasóleo.

Estado vai reduzir contratações na função pública até 2029

O Governo vai manter restrições à contratação de novos funcionários públicos até 2029, com o objectivo de reduzir o peso da massa salarial nas contas do Estado.

A principal medida prevê a contratação de apenas um novo funcionário por cada três saídas, resultantes de reforma, demissão ou outras formas de desvinculação.

A estratégia enquadra-se no Cenário Fiscal e pretende reduzir as despesas com salários na função pública dos actuais 11,9% do Produto Interno Bruto (PIB) para 10,5%.

Apesar das limitações, o recrutamento não será totalmente suspenso. Os sectores considerados prioritários, nomeadamente Educação, Saúde, Justiça e Segurança, continuarão a admitir novos profissionais de acordo com as necessidades.

CFM investe 70 milhões de dólares em locomotivas e vagões

Os Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) vão investir 70 milhões de dólares na aquisição de dez locomotivas e 420 vagões, com o objectivo de reforçar a capacidade de transporte ferroviário no país.

O investimento será financiado através de empréstimos já aprovados, sendo 40 milhões de dólares concedidos pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e 30 milhões pelo Standard Bank da África do Sul.

Em 2025, os investimentos realizados pelos CFM atingiram 3,25 mil milhões de meticais, correspondentes a 58% do orçamento previsto para o exercício. No final do ano, os projectos em curso estavam avaliados em cerca de 6,47 mil milhões de meticais, noticiou a Lusa.

Entre as principais intervenções destacam-se a duplicação e modernização da Linha de Ressano Garcia, aquisição de material circulante, melhoria dos sistemas de telecomunicações ferroviárias, reabilitação de infra-estruturas portuárias e modernização das instalações de Nacala e Beira.

A empresa continua igualmente a implementar a reabilitação da Linha de Machipanda, um projecto avaliado em cerca de 146 milhões de dólares.

Paralelamente, os CFM pretendem reforçar a sua participação nos projectos de petróleo e gás através da CFM Logistics, criada em 2023 para prestar serviços logísticos ao sector. A empresa considera que os projectos da Bacia do Rovuma poderão gerar novas receitas, empregos e oportunidades para empresas moçambicanas na cadeia de valor do petróleo e gás.

Yango Reforça a Segurança Rodoviária para FACIM 2026

A formação em segurança rodoviária e a distribuição de equipamento de protecção ajudam os motoristas a prepararem-se para o aumento da actividade de mobilidade durante o período da FACIM

No arranque da FACIM 2026, a Yango Ride, serviço de transporte por aplicativo e parte do grupo tecnológico global Yango Group, proporcionou aos motoristas parceiros de moto em Marracuene formação em segurança rodoviária e equipamento de protecção, tendo em vista o aumento esperado da actividade de mobilidade durante o evento.

Realizada no Município de Marracuene, a sessão abordou a condução responsável e o uso de equipamento de protecção no transporte de passageiros. Os motoristas de moto participantes concluíram a formação e receberam equipamento de segurança.

A iniciativa foi coordenada com o Município de Marracuene e as autoridades locais e com o Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO) representado na actividade.

Marracuene foi seleccionado porque os motoristas participantes operam no município, onde se espera um aumento da procura por mobilidade durante a FACIM 2026.

“A mobilidade mais segura depende de os motoristas terem os conhecimentos e equipamentos adequados. Ao proporcionar formação prática, equipamento de segurança e orientação sobre segurança rodoviária, estamos a ajudar os motoristas a prepararem-se para um período de maior actividade, contribuindo também para viagens mais seguras para passageiros e outros utentes da via,” disse Eugénio Mutimba, representante da Yango.

A Yango continuará a concentrar-se em medidas práticas que apoiem os seus motoristas parceiros em Moçambique, incluindo iniciativas que promovam uma condução responsável e melhores condições de trabalho. A formação e o equipamento de proteção disponibilizados em Marracuene reflectem esta abordagem contínua de apoio aos motoristas no seu trabalho diário.

Portugal acelera desembolso de €500 milhões para empresas portuguesas em Moçambique

O Governo português pretende acelerar a operacionalização da linha de financiamento de 500 milhões de euros destinada a apoiar investimentos de empresas portuguesas em Moçambique.

O secretário de Estado da Economia de Portugal, João Ferreira, afirmou ontem (01/09) na FACIM que os dois países estão a trabalhar intensamente para permitir os primeiros desembolsos “o mais rápido possível”.

A linha, acordada entre Moçambique e Portugal, prevê garantias para projectos de desenvolvimento sustentável e está directamente ligada à actividade de empresas portuguesas no país. O Presidente Daniel Chapo já havia indicado que os primeiros desembolsos poderão ocorrer no segundo semestre de 2026.

Segundo Chapo, Moçambique já submeteu os projectos a financiar e aguarda a aprovação necessária para a efectivação da linha.

Felisberto Navalha toma posse, esta quarta-feira, como Governador do Banco Central

Com a cerimónia de investidura marcada para quarta-feira (02/09), o economista Felisberto Dinis Navalha será empossado pelo Presidente da República, Daniel Chapo, como novo Governador do Banco de Moçambique. Para o cargo de Vice-Governador do Banco de Moçambique, foi nomeada Benedita Manuel Guimino cuja data de investidura ainda está por definir-se.

O novo Governador do Banco de Moçambique passa a ter a missão de representar a instituição junto do governo e diante das organizações nacionais assim como estrangeiras. Felisberto Navalha exerceu diversas funções de natureza técnica e de gestão no Banco de Moçambique entre 1996 e 2022. É docente na Universidade Eduardo Mondlane (UEM) e, entre 2011 e 2017, exerceu funções de director de Departamento de Estudos Económicos da Instituição do Ensino.

A sua nomeação ao cargo do governador do Banco Central é de alta relevância, uma vez que se trata de uma instituição determinante para estabilidade monetária e financeira do país, tendo o papel de supervisionar as instituições financeiras, orientar e controlar as políticas monetária e cambial.