A Mota-Engil, um conglomerado português, especializado nos setores de construção civil, obras públicas, operações portuárias, resíduos, águas e logística, construirá 12 edifícios destinados às principais actividades da futura refinaria que integra o projeto de GNL, anunciado em abril.

Trata-se de um contrato de 43 milhões de euros. Os edifícios em causa são destinados ao centro de controlo da operação de refinação, telecomunicações, segurança e bombeiros, edifício de formação, assim como o de armazém de todo o complexo.

Num contexto parecido, a Monta-Engil ganhou outro concurso na Costa do Marfim, onde vai reabilitar o estádio que acolherá a Taça das Nações Africanas em 2023. O empreendimento está a avaliado em 84,4 milhões de euros.

Entretanto, as obras edifícios de refinaria surgem numa altura em que Moçambique prepara-se para ser um dos maiores produtores de GNL do mundo.

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