Friday, April 10, 2026
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MRG Metals inicia projectos de exploração de areias pesadas em Moçambique

MRG Metals inicia projectos de exploração de areias pesadas em Moçambique

A MRG Metals, listada na ASX (Bolsa de Valores da Austrália), anunciou que está pronta para iniciar suas primeiras operações de perfuração nos projectos “Corridor North” e “Marão” em Moçambique, com um orçamento superior a 3,7 milhões de meticais (60 mil dólares) financiados por sua joint venture com a Sinowin, uma empresa chinesa especializada em investimentos em areias pesadas.

Segundo um comunicado da mineradora, as iniciativas visam aumentar a produção de concentrado de minerais pesados, potencialmente superior a 440 mil toneladas por ano. A MRG considera que esses projectos poderão acelerar o crescimento da empresa e contribuir significativamente para sua carteira mineira.

Em Junho deste ano, a MRG celebrou um acordo vinculativo de joint venture com as empresas chinesas Sinowin Lithium e Sinowin Lithium Cobalt (SLC) para desenvolver projectos de areias pesadas no Corredor de Moçambique, incluindo os projectos Central e Sul. Conforme o acordo, a MRG ficará isenta de despesas de capital e operacionais até que a produção atinja 440 mil toneladas por ano.

Durante a fase inicial, a mineradora deterá uma participação de 30% no acordo, com uma produção de 110 mil toneladas por ano de concentrado. Essa participação diminuirá para 20% à medida que a produção aumente para 440 mil toneladas por ano.

Com o início das operações de perfuração, a MRG Metals espera consolidar sua posição no mercado e contribuir para o desenvolvimento económico de Moçambique, ampliando sua capacidade produtiva e aproveitando o potencial das areias pesadas.

Projecto TRILAND: INATUR e parceiros regionais impulsionam turismo transfronteiriço na África Austral

Projecto TRILAND

O Instituto Nacional do Turismo (INATUR) participou, da primeira fase do projecto TRILAND 2024-25, em colaboração com parceiros de Eswatini e da África do Sul. A iniciativa visa promover um corredor turístico que integre destinos naturais, culturais e históricos de Moçambique, Eswatini e a província sul-africana de Mpumalanga.

Realizada em Eswatini , a primeira fase do projecto incluiu visitas a atracões como o Summerfield Botanical Gardens, Mantenga Cultural Village e o Hlane Royal National Park. Durante o evento, as delegações exploraram os principais pontos turísticos do Reino e participaram de um intercâmbio de negócios entre operadores turísticos dos três países.

Richard Baulene, Director-Geral do INATUR e líder da delegação moçambicana, enfatizou que o TRILAND fortalece o relacionamento entre os países, incentivando a cooperação e a troca de experiências. “Queremos que estas acções contribuam para o aumento de turistas em Moçambique e promovam o interesse pelos destinos que cobrem as três regiões”, afirmou.

A ministra do Turismo e Ambiente de Eswatini , Jane Mkhonta, destacou o compromisso de seu país em trabalhar junto a Moçambique e África do Sul, garantindo que o projecto resulte em actividades tangíveis e sustentáveis.

A próxima fase do TRILAND ocorrerá em Moçambique, de 2 a 4 de Dezembro, com foco na província de Maputo. O programa incluirá visitas a Macaneta e à cidade da Matola, além de encontros com operadores turísticos locais. A terceira fase está programada para Fevereiro de 2025 na província de Mpumalanga, África do Sul, onde as delegações explorarão o potencial turístico da região.

O projecto TRILAND visa aumentar o fluxo de turistas, fomentar a cooperação entre os países, diversificar produtos turísticos e valorizar o património natural e cultural da região.

Syrah Resources recebe empréstimo de quase 150 milhões de dólares dos EUA para expansão da mina de grafite em Moçambique

Syrah Resources

A mineradora australiana Syrah Resources anunciou a obtenção de um financiamento de cerca de 9,6 mil milhões de meticais (149,6 milhões de dólares) junto à International Development Finance Corporation (DFC) dos Estados Unidos, visando expandir suas operações na mina de grafite de Balama, localizada no Norte de Moçambique.

Este é o primeiro empréstimo da DFC destinado a uma operação de mineração de grafite, conforme comunicado da empresa. O financiamento é vital para a cadeia de abastecimento de minerais estratégicos dos EUA, que são grandes consumidores de grafite, especialmente para baterias de veículos eléctricos. Com o apoio financeiro, a Syrah pretende aumentar a produção de grafite, essencial para sua fábrica de material para baterias em Vidalia, nos EUA, que já recebeu remessas experimentais de grafite moçambicana.

O primeiro desembolso, de aproximadamente 4,7 mil milhões de meticais, está programado para Novembro de 2024, permitindo à empresa lidar com a volatilidade do mercado que tem impactado a operação e venda de grafite.

As autoridades moçambicanas já aprovaram o empréstimo, permitindo que a expansão avance conforme planeado. A parceria com o governo dos EUA visa diversificar a cadeia de fornecimento de materiais críticos, actualmente dominada pela China. No primeiro semestre de 2024, a mina de Balama realizou sua primeira exportação em larga escala para um fabricante indonésio de baterias, consolidando a posição de Moçambique como um fornecedor global importante.

Entretanto, a produção de grafite em Moçambique enfrentou desafios, com uma redução de 40% no primeiro semestre de 2024, devido a interrupções em operações de minas, como a da Twigg Mining and Exploration, subsidiária da Syrah. A queda foi atribuída à baixa procura global e à volatilidade dos preços.

Para o segundo semestre de 2024, espera-se que o financiamento ajude a estabilizar e aumentar a produção de grafite, com o governo moçambicano prevendo uma produção superior a 329 mil toneladas, reforçando seu papel no mercado global de minerais essenciais para a transição energética.

Fundo catalítico de inovação investirá 15 milhões de dólares em 100 PME,s em Moçambique

Fundo catalítico

O Fundo Catalítico de Inovação e Demonstração (FCID) anunciou um investimento de 948 milhões de meticais (equivalente a 15 milhões de dólares) para fortalecer aproximadamente 100 Pequenas e Médias Empresas (PME) em Moçambique, com foco em promover o desenvolvimento e a competitividade empresarial nas províncias de Tete, Nampula e Cabo Delgado.

Durante um evento em Tete, realizado no dia 29, a Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze (AdZ) assinou os primeiros 15 contratos de subsídio com PME, integrando-as ao projecto “Connecta Negócios”, uma plataforma destinada a conectar empresas locais a megaprojectos. O governador de Tete, Domingos Viola, destacou a importância de fortalecer o conteúdo local, afirmando que muitas PME têm dificuldades para competir em licitações de grandes empreendimentos.

Viola ressaltou que o sector privado é fundamental para a economia de Moçambique, contribuindo para a geração de empregos e ampliação da base tributária. O Director-Geral da AdZ, Roberto Albino, explicou que o subsídio cobrirá até 70% do investimento de cada empresa, variando de 3,1 a 25,2 milhões de meticais, dependendo do porte da empresa. Albino ainda enfatizou que os fundos são concedidos sem a necessidade de reembolso, aliviando a pressão sobre as PME.

A iniciativa representa um passo significativo para capacitar as PME em Moçambique, permitindo-lhes participar activamente de grandes projectos e fortalecer a economia local.

Bancarização em Alta: Moçambique regista 5,5 milhões de contas bancárias

O número de contas bancárias em Moçambique cresceu 4,7% para 5.577.994 no ano passado, liderado pela capital Maputo onde, em média, cada pessoa tinha duas contas, revelam dados do banco central do país.

De acordo com o relatório de inclusão financeira do Banco de Moçambique, em 2022 o país tinha 5.326.096 contas bancárias, o que se traduz em 306 contas bancárias por cada 1.000 adultos. Em 2023, o número subiu para 309.

“Relativamente à análise geográfica, em 2023 o maior nível de bancarização da economia foi observado na cidade de Maputo, com cerca de duas contas bancárias, em média, por pessoa adulta”, lê-se no relatório.

Na capital, o número de contas bancárias por 1.000 adultos subiu de 2.000 em 2022 para 2.266 no ano passado, mas na província da Zambézia, no norte, caiu de 116 para 104.

O relatório acrescenta que o número total de mulheres com conta bancária em Moçambique subiu de 190 por mil adultos em 2022 para 193 em 2023, enquanto entre os homens o crescimento foi de 414 para 419.

O índice de inclusão financeira, calculado pela central para o ano de 2023, situou-se em 15,13 pontos, um aumento de 1,14 pontos face a 2022, com os resultados a decorrerem “fundamentalmente, do aumento dos agentes não bancários, das contas bancárias e da moeda eletrónica”.

“As perspectivas para a inclusão financeira são promissoras. Com a implementação de regulamentos estratégicos e projectos inovadores, o país estará bem posicionado para alcançar uma inclusão financeira abrangente e sustentável”, opina o documento do Banco de Moçambique, destacando a importância das Instituições de Moeda Eletrónica (IME) na facilitação do pagamento de serviços e transferências via telemóvel.

“A infraestrutura robusta, especialmente a interoperabilidade através da rede única nacional (SIMO) entre as IMEs, e entre estas instituições e os bancos e microbancos, bem como os provedores de serviços de pagamento, foi um avanço essencial”, reconhece o relatório.

De acordo com o banco central, em 2023 estavam a operar em Moçambique 15 bancos, 14 microbancos, uma sociedade de investimento, três IME (um por cada operador de telecomunicações móveis), quatro cooperativas de crédito e um prestador de serviços de pagamento, além de uma sociedade emissora e gestora de cartões de crédito e oito casas de câmbio.

Greves em 7 dias podem causar prejuízos de mais 163 milhões de dólares

As greves convocadas por Venâncio Mondlane, candidato presidencial do partido PODEMOS, que reclama vitória nas eleições do passado 9 de Outubro, geram preocupações significativas sobre os potenciais prejuízos para a economia moçambicana. Num contexto marcado por alegações de fraude eleitoral, a paralisação das atividades em diversos sectores pode resultar em consequências económicas alarmantes.

Com a adesão em massa a estas greves, sectores essenciais como transporte, educação e saúde estão a enfrentar interrupções que comprometem a produção e a prestação de serviços. Empresas que dependem do funcionamento contínuo destes sectores já reportam perdas financeiras, o que pode levar a despedimentos e ao colapso de alguns negócios. Esta dinâmica prejudica não apenas o sector privado, mas também a economia em geral, que se vê forçada a lidar com uma redução na atividade económica.

A situação em Moçambique, com as greves convocadas por Venâncio Mondlane, levanta sérias preocupações económicas. Segundo estimativas, as paralisações podem resultar em prejuízos superiores a 163 milhões de dólares em apenas sete dias, o que destaca o impacto directo em sectores essenciais como transporte, educação e saúde.

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) já relatou perdas de mais de 1,4 mil milhões de meticais (cerca de 22 milhões de dólares) no primeiro dia de paralisação, sugerindo que a continuidade das greves pode agravar ainda mais essa situação. As interrupções não só afetam a produção e prestação de serviços, mas também minam a confiança dos investidores e a arrecadação de impostos, potencialmente levando a um colapso de negócios e ao aumento do desemprego.

Em termos de perdas diárias distribuídos em sectores de actividades, estaríamos diante do seguinte cenário:

Transporte: Estimativas de perda de cerca de 5-7 milhões de dólares por dia devido à interrupção do transporte de mercadorias e pessoas.

Educação: A paralisação pode resultar em perdas de até 2 milhões de dólares por dia, considerando o impacto nas escolas e universidades.

Saúde: As interrupções nos serviços de saúde podem causar prejuízos de aproximadamente 1-2 milhões de dólares por dia.

Impacto no PIB: Com a redução da atividade económica, o PIB de Moçambique pode sofrer uma queda de até 0,5-1% a curto prazo se as greves persistirem por mais de uma semana.

Desemprego: Se a situação não for resolvida, estima-se que até 30.000 postos de trabalho possam ser perdidos em setores críticos, como comércio e serviços.

Arrecadação Fiscal: Uma diminuição na arrecadação de impostos pode resultar em uma perda de cerca de 10 milhões de dólares em receita fiscal semanal.

Vale ressaltar que, segundo informações partilhadas pela Agência de Informação de Moçambique (AIM) indicam que a Fronteira de Ressano Garcia gera, em média, 1,5 mil milhões de meticais diariamente. Assim, o total de prejuízos acumulados durante os três dias de manifestações, que levaram à paralisação quase total das actividades em todo o país, soma cerca de 4,5 mil milhões de Meticais.

Moçambique e Colômbia assinam acordo de isenção de vistos

Os governos de Moçambique e da Colômbia assinaram um acordo de isenção de vistos para os titulares de passaportes diplomáticos e de serviço, um instrumento que visa facilitar a circulação de funcionários e outras pessoas interessadas.

O acordo foi assinado esta segunda-feira (28), na cidade colombiana de Cali, pelo vice-ministro moçambicano dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Manuel Gonçalves, e pelo ministro dos Negócios Estrangeiros da Colômbia, Luís Gilberto Murillo, testemunhado pela vice-presidente da Colômbia, Francia Márquez.

O acordo foi assinado à margem da décima sexta reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Diversidade Biológica (CBD COP 16), que decorre em Cali, Colômbia, de 21 de outubro a 1 de novembro, sob o lema “Paz com a Natureza”.

O Vice-Ministro Gonçalves afirmou que o documento representa mais um passo no reforço da cooperação bilateral em curso desde 1988.

“Desde então, as nossas relações políticas e diplomáticas têm evoluído normalmente, que é o que nós queremos, que é que as nossas relações se reforcem”, disse Gonçalves, acrescentando que ‘estamos atualmente a trabalhar na construção de outras áreas de cooperação’.

Gonçalves apontou outros sectores de cooperação como a agricultura, os recursos minerais e a energia.

“Estas são áreas em que os nossos dois países têm potencial de expansão e esperamos que, com a presença do novo embaixador colombiano [em Moçambique], recentemente acreditado a 16 de outubro, as nossas relações continuem a consolidar-se e a fortalecer-se, sobretudo na sua vertente económica e comercial”, disse.

Mozambique and Colombia sign visa exemption agreement

The governments of Mozambique and Colombia have signed a visa exemption agreement for holders of diplomatic and service passports, an instrument that aims to facilitate the movement of officials and other individuals concerned.

The agreement was signed this Monday (28) in the Colombian city of Cali by the Mozambican Deputy Minister of Foreign Affairs and Cooperation, Manuel Gonçalves, and the Minister of Foreign Affairs of Colombia, Luís Gilberto Murillo, witnessed by the Vice President of Colombia, Francia Márquez.

It was signed on the sidelines of the sixteenth meeting of the Conference of the Parties to the Convention on Biological Diversity (CBD COP 16), being held in Cali, Colombia from 21 October to 1 November under the motto, “Peace With Nature”.

Deputy Minister Gonçalves said that the document represented another step towards strengthening bilateral cooperation ongoing since 1988.

“Since then, our political and diplomatic relations have developed normally, which is what we want, which is for our relations to be strengthened,” Gonçalves said, adding that “we are currently working on building other areas of cooperation”.

Gonçalves pointed to other sectors of cooperation such as agriculture, mineral resources and energy.

“These are areas in which our two countries have the potential for expansion, and we hope that, with the presence of the new Colombian ambassador [to Mozambique] who was recently accredited on 16 October, our relations will continue to consolidate and strengthen, especially in terms of their economic and commercial aspects,” he said.

Moçambique firma acordo com TWIGG para exploração de vanádio na Mina de Balama

Moçambique firma acordo com TWIGG para exploração de vanádio na Mina de Balama

O Governo de Moçambique aprovou, na Terça-feira (22), um acordo directo com a TWIGG Exploration and Mining, Lda., para expandir as operações na Mina de Balama, focando na exploração de vanádio, um mineral estratégico para a indústria moderna.

O acordo, assinado em Conselho de Ministros, inclui financiamento da United States International Development Finance Corporation (DFC) para despesas operacionais e a realização de um estudo de viabilidade para a instalação de uma unidade de processamento de vanádio.

O projecto é parte da estratégia de expansão da actual operação de extracção de grafite na Mina de Balama, operada pela TWIGG, uma subsidiária da Syrah Resources Limited. O vanádio é amplamente utilizado em ligas metálicas e na produção de baterias, o que posiciona Moçambique como um potencial fornecedor importante no mercado global de minerais.

O Governo considera este projecto vital para o desenvolvimento económico do país, destacando a criação de empregos e a geração de receitas fiscais. Além disso, a iniciativa deve fortalecer a posição de Moçambique na cadeia de fornecimento de minerais essenciais para a alta tecnologia.

A TWIGG foi reconhecida como “Empresa Mineira do Ano” na Conferência de Mineração e Energia de Moçambique, em Maio, devido ao seu compromisso com a inovação e sustentabilidade. A empresa é também destacada por sua transparência, conforme o Índice de Transparência do Sector Extractivo de 2023, do Centro de Integridade Pública.

O acordo reflete o compromisso do Governo em promover a diversificação do sector mineiro e garantir que as operações beneficiem as comunidades locais. Com a exploração de vanádio, Moçambique pode se consolidar como um fornecedor-chave de minerais críticos, atraindo novos investimentos e aumentando as exportações de produtos de alto valor agregado.

Mozambique signs agreement with TWIGG for vanadium exploration at Balama Mine

Moçambique firma acordo com TWIGG para exploração de vanádio na Mina de Balama

On Tuesday (22), the Mozambican government approved a direct agreement with TWIGG Exploration and Mining, Lda. to expand operations at the Balama Mine, focusing on the exploration of vanadium, a strategic mineral for modern industry.

The agreement, signed in the Council of Ministers, includes funding from the United States International Development Finance Corporation (DFC) for operating expenses and the carrying out of a feasibility study for the installation of a vanadium processing unit.

The project is part of the strategy to expand the current graphite extraction operation at the Balama Mine, operated by TWIGG, a subsidiary of Syrah Resources Limited. Vanadium is widely used in metal alloys and in the production of batteries, which positions Mozambique as an important potential supplier in the global minerals market.

The government considers this project vital for the country’s economic development, highlighting the creation of jobs and the generation of tax revenue. In addition, the initiative should strengthen Mozambique’s position in the supply chain of essential minerals for high technology.

TWIGG was recognized as “Mining Company of the Year” at the Mozambique Mining and Energy Conference in May, due to its commitment to innovation and sustainability. The company is also highlighted for its transparency, according to the 2023 Extractive Sector Transparency Index by the Center for Public Integrity.

The agreement reflects the government’s commitment to promoting the diversification of the mining sector and ensuring that operations benefit local communities. With the exploitation of vanadium, Mozambique can consolidate itself as a key supplier of critical minerals, attracting new investments and increasing exports of high value-added products.