Saturday, April 11, 2026
spot_img
Home Blog Page 131

Mozambican banks record profits of 192.3 million dollars in the first half of the year

Bancos moçambicanos registam lucro de 192,3 milhões de dólares no primeiro semestre

O lucro conjunto dos cinco maiores bancos comerciais de Moçambique – Banco Comercial e de Investimentos (BCI), Millennium bim, Standard Bank Moçambique, Absa Bank Moçambique e Moza Banco – subiu 9,5% no primeiro semestre de 2024, atingindo 12,4 mil milhões de meticais (equivalente a 192,3 milhões de dólares). O valor representa um aumento face aos 11,3 mil milhões de meticais (175,3 milhões de dólares) registados no mesmo período de 2023.

Os relatórios financeiros semestrais, revelados pela agência Lusa, destacam o Standard Bank Moçambique como o banco com maior crescimento entre os cinco maiores. O banco, um dos três considerados sistémicos pelo Banco Central, registou um aumento de 3% nos lucros, totalizando 3,9 mil milhões de meticais (60 milhões de dólares).

Seguiu-se o BCI, detido maioritariamente pela Caixa Geral de Depósitos, com um aumento de 2,8% no período, atingindo um lucro de 3,5 mil milhões de meticais (54,2 milhões de dólares). No entanto, o Millennium bim, o segundo maior banco do país e também classificado como sistémico, viu os seus lucros caírem mais de 4% para 3,2 mil milhões de meticais (49,6 milhões de dólares).

Modernização da rede eléctrica na África do Sul enfrenta obstáculos financeiros

Modernização da rede eléctrica na África do Sul enfrenta obstáculos financeiros
Main Power Plant Energy ideas And energy saving

O plano da África do Sul de modernizar sua rede eléctrica, essencial para a transição do carvão para energias renováveis, está enfrentando sérias dificuldades financeiras. O governo precisa de US$ 21 bilhões para expandir a infra-estrutura eléctrica do país, mas está lutando para encontrar investidores dispostos a financiar o projecto. A situação é ainda mais complicada devido à situação financeira precária da Eskom, a empresa estatal de energia que detém o monopólio do sector.

Desde as eleições de Maio, que trouxeram ao poder um governo de colisão, houve uma mudança política em direcção às energias renováveis. No entanto, anos de atrasos burocráticos e mensagens contraditórias sobre a transição do carvão dificultaram os avanços. Agora, enquanto empresas privadas como Mainstream Renewable, EDF Renewables e Acciona SA estão prontas para impulsionar o sector, a África do Sul enfrenta o desafio de conectar a energia gerada em regiões ensolaradas e ventosas aos centros urbanos que mais precisam dela.

Os doadores internacionais ofereceram US$ 11,6 bilhões, principalmente na forma de empréstimos destinados a projectos climáticos. No entanto, esses fundos não serão disponibilizados para a Eskom sem garantias soberanas, algo que o governo sul-africano não pode fornecer actualmente devido ao alto nível de endividamento da empresa. A Eskom deve mais de 400 bilhões de rands (US$ 21 bilhões) e enfrenta um problema adicional: municípios falidos devem à empresa cerca de 78 bilhões de rands (US$ 4,2 bilhões), o que representa uma “ameaça existencial”, segundo o novo ministro da Energia, Kgosientso Ramokgopa.

A expansão da rede elétrica sul-africana, que incluiria a construção de cerca de 14 mil quilómetros de linhas e postes, é crucial para o sucesso da transição energética. No entanto, até o momento, as negociações para encontrar uma solução de financiamento continuam sem progresso.

Modernization of South Africa’s electricity grid faces financial obstacles

Modernização da rede eléctrica na África do Sul enfrenta obstáculos financeiros
Main Power Plant Energy ideas And energy saving

South Africa’s plan to modernize its electricity grid, essential for the transition from coal to renewable energy, is facing serious financial difficulties. The government needs US$21 billion to expand the country’s electricity infrastructure, but is struggling to find investors willing to finance the project. The situation is further complicated by the precarious financial situation of Eskom, the state-owned energy company that has a monopoly on the sector.

Since the May elections, which brought a collision government to power, there has been a political shift towards renewable energies. However, years of bureaucratic delays and conflicting messages about the transition from coal have hampered progress. Now, while private companies like Mainstream Renewable, EDF Renewables and Acciona SA are poised to boost the sector, South Africa faces the challenge of connecting energy generated in sunny, windy regions to the urban centers that need it most.

International donors have offered US$11.6 billion, mainly in the form of loans earmarked for climate projects. However, these funds will not be made available to Eskom without sovereign guarantees, something the South African government cannot currently provide due to the company’s high level of indebtedness. Eskom owes more than 400 billion rand (US$ 21 billion) and faces an additional problem: bankrupt municipalities owe the company around 78 billion rand (US$ 4.2 billion), which represents an “existential threat”, according to the new Minister of Energy, Kgosientso Ramokgopa.

The expansion of the South African electricity grid, which would include the construction of around 14,000 kilometers of lines and poles, is crucial to the success of the energy transition. However, negotiations to find a financing solution have so far made no progress.

Coral Sul realizou 63 exportações de gás no primeiro semestre de 2024

Coral Sul realizou 63 exportações de gás no primeiro semestre de 2024

O projecto Coral Sul, localizado na Área 4 da Bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado, Norte de Moçambique, continua a consolidar sua presença no mercado internacional de gás natural liquefeito (GNL). Desde o início das exportações em Novembro de 2022 até Junho de 2024, foram realizados 63 carregamentos de GNL, totalizando 4,48 milhões de toneladas exportadas, conforme noticiado pelo jornal Notícias.

Segundo dados estatísticos recentemente divulgados pelo Governo, mais de 20 desses carregamentos ocorreram em 2024. O Banco de Moçambique destacou que, no primeiro semestre deste ano, as receitas de exportação de gás natural aumentaram em 6,4 mil milhões de meticais (aproximadamente 102,1 milhões de dólares) em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Em 2023, as exportações de gás geraram uma receita de 1,6 milhões de meticais, com uma média mensal de quatro a cinco embarcações partindo de Cabo Delgado. Esse crescimento reflete tanto as políticas de exportação quanto a crescente demanda internacional por gás natural.

No entanto, apesar dos resultados positivos, Rudêncio Morais, administrador-executivo para pesquisa e produção da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), salientou que Moçambique ainda enfrenta desafios para aumentar sua capacidade de produção. Ele observou que, embora o projecto Coral Sul esteja em ascensão, ainda não atingiu seu pleno potencial.

No mesmo sentido, o Presidente da República, Filipe Nyusi, em seu último informe sobre o Estado da Nação, sublinhou que o pico de produção do projecto será alcançado nos próximos anos, período em que a contribuição do Coral Sul para a economia nacional será ainda mais significativa. Nyusi afirmou que a liquefacção de gás natural em Cabo Delgado é a realização de um sonho de décadas, posicionando Moçambique como um actor relevante no mercado global de energia.

Em 2024, os principais destinos do gás natural moçambicano foram a Índia, África do Sul, Coreia do Sul, Singapura e China. A plataforma Coral Sul, localizada a cerca de 30 quilómetros do distrito de Palma, é operada pela empresa italiana Eni em nome dos parceiros da Área 4, que incluem a Mozambique Rovuma Venture, Galp, Kogas e ENH. A instalação tem uma capacidade de produção anual de 3,3 milhões de toneladas.

Coral Sul made 63 gas exports in the first half of 2024

Coral Sul realizou 63 exportações de gás no primeiro semestre de 2024

The Coral Sul project, located in Area 4 of the Rovuma Basin in Cabo Delgado province, northern Mozambique, continues to consolidate its presence in the international liquefied natural gas (LNG) market. From the start of exports in November 2022 until June 2024, 63 shipments of LNG were made, totaling 4.48 million tons exported, as reported by the newspaper Notícias.

According to statistics recently released by the government, more than 20 of these shipments took place in 2024. The Bank of Mozambique pointed out that in the first half of this year, natural gas export revenues increased by 6.4 billion meticais (approximately 102.1 million dollars) compared to the same period last year.

In 2023, gas exports generated revenue of 1.6 million meticais, with a monthly average of four to five vessels departing from Cabo Delgado. This growth reflects both export policies and the growing international demand for natural gas.

However, despite the positive results, Rudêncio Morais, executive director for research and production at the National Hydrocarbons Company (ENH), pointed out that Mozambique still faces challenges in increasing its production capacity. He noted that although the Coral Sul project is on the rise, it has not yet reached its full potential.

In the same vein, the President of the Republic, Filipe Nyusi, in his latest State of the Nation report, stressed that the project’s peak production will be reached in the coming years, during which time Coral Sul’s contribution to the national economy will be even more significant. Nyusi said that the liquefaction of natural gas in Cabo Delgado is the realization of a decades-long dream, positioning Mozambique as a relevant player in the global energy market.

In 2024, the main destinations for Mozambican natural gas were India, South Africa, South Korea, Singapore and China. The Coral Sul platform, located about 30 kilometers from the Palma district, is operated by the Italian company Eni on behalf of the Area 4 partners, which include Mozambique Rovuma Venture, Galp, Kogas and ENH. The facility has an annual production capacity of 3.3 million tons.

 

Exploração de gás em Moçambique: INP anuncia avanços no sexto concurso

Exploração de gás

O Instituto Nacional de Petróleo (INP), órgão regulador do sector, anunciou nesta Segunda-feira (12) que cinco dos seis contratos relativos ao sexto concurso para pesquisa e produção de hidrocarbonetos em Moçambique foram assinados com as concessionárias petrolíferas. O anúncio foi feito pelo presidente do INP, Nazário Bangalane, durante uma visita às obras da fábrica que vai fornecer gás natural à Central Térmica de Temane (CTT), a primeira do género no país.

“O sexto concurso está praticamente concluído. Cinco contratos já foram formalmente assinados e aprovados pelo Governo, enquanto o sexto contrato está em fase final de assinatura, antes de seguir para aprovação governamental,” afirmou Bangalane.

Os acordos estabelecidos entre as autoridades moçambicanas e as empresas petrolíferas ainda dependem de visto do Tribunal Administrativo para que as operações de pesquisa possam iniciar ainda este ano. “Estamos confiantes de que os trabalhos começarão antes do final do ano,” acrescentou Bangalane.

O sexto concurso foi lançado pelo Governo no final de 2021, motivado pelas significativas descobertas de gás natural no país, especialmente na Bacia do Rovuma, que abriga uma das maiores reservas do mundo. Moçambique possui três projectos de desenvolvimento aprovados para exploração das reservas de gás natural dessa região.

O primeiro destes projectos, liderado pela TotalEnergies no consórcio da Área 1, teve as obras suspensas devido a questões de segurança após o ataque armado em Palma, em Março de 2021. A TotalEnergies aguarda condições de segurança adequadas para retomar os trabalhos. O segundo projecto, ainda sem data de início definida, é conduzido pelo consórcio liderado pela ExxonMobil e Eni na Área 4.

Um terceiro projecto, já em operação, consiste numa plataforma flutuante de captação e processamento de gás para exportação directa no mar, parte do consórcio da Área 4. Este projecto começou a operar em Novembro de 2022.

Gas exploration in Mozambique: INP announces progress in sixth tender

Exploração de gás

The National Petroleum Institute (INP), the sector’s regulatory body, announced on Monday (12) that five of the six contracts relating to the sixth tender for hydrocarbon exploration and production in Mozambique have been signed with the oil concessionaires. The announcement was made by the president of the INP, Nazário Bangalane, during a visit to the works at the plant that will supply natural gas to the Temane Thermal Power Station (CTT), the first of its kind in the country.

“The sixth tender is almost complete. Five contracts have already been formally signed and approved by the government, while the sixth contract is in the final stages of being signed, before going for government approval,” said Bangalane.

The agreements established between the Mozambican authorities and the oil companies still depend on the Administrative Court’s approval so that exploration operations can begin later this year. “We are confident that work will begin before the end of the year,” added Bangalane.

The sixth tender was launched by the government at the end of 2021, motivated by the significant natural gas discoveries in the country, especially in the Rovuma Basin, which is home to one of the largest reserves in the world. Mozambique has three development projects approved to exploit the natural gas reserves in this region.

The first of these projects, led by TotalEnergies in the Area 1 consortium, had work suspended due to security concerns following the armed attack in Palma in March 2021. TotalEnergies is waiting for adequate security conditions to resume work. The second project, with no start date yet set, is led by the consortium led by ExxonMobil and Eni in Area 4.

A third project, already in operation, consists of a floating platform for capturing and processing gas for direct export at sea, part of the Area 4 consortium. This project began operating in November 2022.

Absa Bank Moçambique: Lucro sobe quase 120% no primeiro semestre de 2024

O banco reportou um lucro do exercício de MT 1.712.680 mil (aproximadamente US$ 26,76 milhões), representando um aumento significativo de 119,67% em comparação aos MT 779.658 mil (aproximadamente US$ 12,18 milhões) registados em Junho de 2023. Os juros e rendimentos similares totalizaram MT 4.268.421 mil (aproximadamente US$ 66,69 milhões), uma redução de 8,94% em relação aos MT 4.687.023 mil (aproximadamente US$ 73,23 milhões) do mesmo período do ano anterior, reflectindo as condições desafiadoras do mercado.

A margem financeira atingiu MT 2.759.835 mil (aproximadamente US$ 43,12 milhões), ligeiramente abaixo dos MT 2.948.038 mil (aproximadamente US$46,06 milhões) registados no primeiro semestre de 2023, representando uma queda de 6,38%. No entanto, o rendimento operacional líquido apresentou um aumento notável de 29,92%, totalizando MT 4.440.411 mil (aproximadamente US$69,38 milhões) contra MT 3.417.347 mil (aproximadamente US$ 53,39 milhões) no ano anterior.

Posição Financeira

De acordo com as “Demonstrações Financeiras Intercalares – 2024, o total de activos do Absa Bank Moçambique foi de MT 73.275.497 mil MT (aproximadamente US$ 1,14 bilhão), uma redução de 4,73% em relação aos MT 76.912.579 mil (aproximadamente US$1,20 bilhão) reportados em Junho de 2023. Os passivos totais também diminuíram, passando de MT 66.633.000 mil (aproximadamente US$1,04 bilhão) para MT 62.042.197 mil (aproximadamente US$ 969,41 milhões), uma queda de 6,90%. O capital próprio do banco teve um aumento significativo de 9,28%, alcançando MT 11.233.300 mil (aproximadamente US$175,52 milhões) em comparação aos 10.279.579 mil MT (aproximadamente US$ 160,62 milhões) do ano anterior.

Colocando em evidencia os indicadores financeiros e prudenciais divulgados, infere-se que a instituição financeira demonstra resiliência e parece estar bem posicionada no mercado moçambicano.

A sua capacidade de manter uma base de capital forte, gerir riscos de forma eficaz e operar com eficiência sugere que o banco está preparado para continuar a crescer e a fortalecer-se no mercado local, mesmo diante dos actuais desafios económicos.

O banco denota seguir uma postura prudente e conservadora que pode ser percebida como uma estratégia bem-sucedida para garantir a continuidade e o sucesso a longo prazo em um ambiente financeiro dinâmico e, por vezes, volátil.

 

Xinavane será palco da 1ª edição internacional do AmCham Golf Day

A Câmara de Comércio Americana em Moçambique (AmCham Mozambique) anunciou a realização da primeira edição internacional do torneio de golfe, conhecido como AmCham Golf Day. O evento está agendado para o dia 24 deste mês e terá lugar no prestigiado campo de golfe da Tongaat Hulett, em Xinavane, na província de Maputo.

Este torneio marca um importante momento de interação entre as comunidades empresariais de Moçambique e dos Estados Unidos, com o objectivo de promover os valores americanos de livre comércio, mercados abertos, iniciativa privada e práticas empresariais éticas. A iniciativa também pretende fortalecer os laços comerciais entre empresas moçambicanas e americanas, criando oportunidades de comércio e investimento que beneficiem ambas as economias.

Em comunicado, a directora executiva da AmCham Mozambique, Faheema Sulemane, destacou que o AmCham Golf Day é um evento de networking de grande relevância, organizado por Câmaras de Comércio Americanas em várias partes do mundo. “Este evento é altamente valorizado internacionalmente pela sua capacidade de reunir um grupo diversificado de profissionais e líderes empresariais”, afirmou Sulemane.

O AmCham Golf Day promete ser um dos principais eventos do calendário empresarial de Moçambique, proporcionando um ambiente propício para a criação de novas parcerias e o fortalecimento das já existentes. Com a realização deste torneio, a AmCham Mozambique reforça o seu compromisso de facilitar a interação entre os sectores empresariais dos dois países, contribuindo para o desenvolvimento económico e a consolidação de relações bilaterais.

Moçambique recebe a primeira Central Termoelétrica Flutuante da Região, com 415 MW de capacidade, orçada em US$ mil milhões

A Karpowership, subsidiária do grupo turco Karadeniz Holding, apresentou em Maputo a sua Central Termoelétrica Flutuante, um projecto considerado inovador, do qual acredita-se que possa contribuir para consolidação da infraestrutura energética de Moçambique.

Com uma capacidade instalada de 415 MW, esta central, que opera com gás natural liquefeito (GNL), é a primeira do gênero na região, prometendo transformar a matriz energética do País e fortalecer a sua posição no setor energético africano.

Investimento Estratégico 

A central faz parte de um ambicioso plano de investimento da Karpowership em Moçambique, que prevê a construção de uma central flutuante com capacidade entre 470 e 500 MW, avaliada em mil milhões de dólares. Este projecto estratégico almeja integrar a capacidade energética do País.

Zeynep Yilmaz, Diretora Comercial da Karpowership, destacou que a central termoelétrica tem o potencial de fornecer energia a cerca de cinco milhões de moçambicanos, além de exportar eletricidade para países vizinhos, como África do Sul, Zimbábue, Botsuana e Zâmbia. “Esta central pode ser um divisor de águas para Moçambique, não só aumentando a capacidade de geração de energia, mas também gerando centenas de empregos diretos e indiretos, além de atrair novos investimentos para o setor energético”, afirmou Yilmaz.

Implicações Regionais e Globais

A presença desta central em Maputo faz parte de uma viagem mais ampla que a embarcação está realizando ao longo da costa africana. Originária da Indonésia, a central flutuante está de passagem por Moçambique antes de seguir para as Ilhas Canárias, mostrando a natureza e operação da infraestrutura energética a várias partes interessadas. A Karpowership é reconhecida globalmente por sua expertise em fornecer soluções energéticas emergenciais e flexíveis, o que a posiciona como um parceiro estratégico para países que enfrentam desafios energéticos.

Além disso, o projeto da Karpowership em Moçambique está alinhado com os esforços do país para diversificar sua matriz energética, actualmente dependente da hidroeletricidade e do carvão. A central termoelétrica flutuante, movida a gás natural, é vista como uma alternativa viável e competitiva, com potencial para reduzir os custos de produção e melhorar a qualidade de vida das comunidades locais.

Reacçõe e controvérsias

A Electricidade de Moçambique (EDM) emitiu um comunicado esclarecendo que a presença da central flutuante no Porto de Maputo não está relacionada com a produção de energia para exportação à África do Sul, nem com as alegações de poluição que circularam nas redes sociais. A EDM destacou que o objetivo principal da atracagem da central em Maputo é demonstrar a tecnologia e fornecer informações sobre sua gestão e operação.