Sunday, April 12, 2026
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Hollard Moçambique adquire 100% da Global Alliance Seguros

A seguradora Hollard Moçambique, que lidera em quota de mercado no país, comprou 100% do capital social da Global Alliance Seguros, outra das principais seguradoras nacionais, conforme aviso publicado esta segunda-feira (22) pela Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC).

No aviso, a ARC refere que recebeu uma notificação, com efeitos a 08 de julho, “de operação de concentração de empresas” e que aguarda, durante 15 dias, “quaisquer observações sobre a operação de concentração em causa”.

A operação “consiste na aquisição, pela Hollard Moçambique Companhia de Seguros, S.A. (Hollard Moçambique), de 100% do capital social da seguradora Global Alliance Seguros, S.A. (Global Alliance), formalizada através de um contrato de compra e venda celebrado a 28 de junho do ano corrente”, lê-se no aviso.

O regulador recorda que a Hollard Moçambique, que segundo os últimos dados oficiais disponíveis ascendeu à liderança do mercado segurador em 2023, com 16,5% de quota, atua nos seguros gerais, incluindo incêndio, automóvel, aviação, acidentes pessoais, responsabilidade patronal, acidentes de trabalho, garantias e modalidades diversas, assim como à actividade de seguro do ramo Vida e à gestão de fundos de pensões.

A Global Alliance, sociedade anónima de direito moçambicano, dedica-se à atividade seguradora nos ramos Vida e Não-Vida, designadamente, seguros de vida, de acidentes pessoais, de acidentes de trabalho, de acidentes pessoais e doenças, de incêndio e elementos da natureza, de automóvel, marítimos, aéreos, de transportes e de responsabilidade civil geral.

A seguradora estatal Empresa Moçambicana de Seguros (Emose) liderava o mercado nacional, mas em 2023, segundo dados do seu relatório e contas, perdeu quota de mercado (ficou com 14,4%) para a Hollard, que ascendeu à liderança, e para a portuguesa Fidelidade (14,8%).

O mercado segurador de Moçambique conta com 19 empresas autorizadas e era liderado há mais de 40 anos pela Emose, criada dois anos após a independência nacional através da nacionalização e fusão das seguradoras Lusitânia, Tranquilidade de Moçambique e a Nauticus.

 

Governo aprova termos do Contrato de Concessão de Pesquisa e Produção de Petróleo para a Área Offshore Angoche A6-C

O Governo aprovou os termos do Contrato de Concessão de Pesquisa e Produção de Petróleo (CCPP) para a área Offshore Angoche A6-C, envolvendo a ENI Mozambico SpA e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, E.P. (ENH, E.P.) como concessionárias.

A aprovação dos termos do CCPP para a Área A6-C, com 40% adjudicado à ENH e 60% à ENI Mozambico, sinaliza a vitalidade da pesquisa de hidrocarbonetos em Moçambique. Este desenvolvimento ocorre em um momento em que os debates sobre a transição energética e a importância do gás natural como combustível de transição estão se intensificando.

A pesquisa na Área A6-C contribuirá para o aumento do conhecimento geológico nacional da região de Angoche e poderá levar à descoberta de novos jazigos de petróleo e gás natural, ampliando assim as reservas nacionais.

A aprovação pelo Conselho de Ministros dos termos deste contrato, que posteriormente será revisado pelo Tribunal Administrativo, marca o fim de um extenso processo de clarificação e o início de uma nova fase de atividades de pesquisa na área offshore de Angoche.

É importante destacar que, em março, também foram aprovados os contratos para as áreas A6-D, A6-E e A6-G na região de Angoche, e as áreas S6-A e S6-B na região do Save. No total, seis contratos de concessão para pesquisa e produção de hidrocarbonetos (CCPP) foram aprovados este ano, todos para as partes offshore das Bacias Sedimentares de Rovuma e Moçambique.

EDM acelera obras da linha de alta tensão Moçambique-Maláui

EDM acelera obras da linha de alta tensão Moçambique-Maláui
Cláudio Dambe, director de Electrificação e Projectos na Electricidade de Moçambique (EDM), afirmou que as autoridades estão a colaborar estreitamente com o empreiteiro indiano contratado para a execução das obras da linha de transporte de alta tensão, visando acelerar o ritmo actual dos trabalhos.

De acordo com informações do jornal Notícias, Cláudio Dambe reconheceu que, até há bem pouco tempo, o andamento das obras era preocupante, o que levou à criação de um plano de ação para reverter a situação. “Neste momento, temos técnicos no terreno a avaliar o que realmente foi feito, e acredito que nos próximos dias teremos os resultados”, afirmou Dambe.

A mesma fonte reconheceu que os atrasos não se verificam apenas em Moçambique, mas também no lado do Maláui. No entanto, sublinhou que a situação é mais grave no território nacional. “Há realmente um atraso no Maláui, mas em Moçambique a extensão da linha é duas vezes maior que no país vizinho e o empreiteiro é o mesmo, daí que os problemas que se verificam do outro lado da fronteira também estejam a ocorrer aqui”, explicou Dambe. Ele também mencionou que os atrasos do lado moçambicano não são inteiramente imputáveis ao empreiteiro indiano, devido à necessidade inicial de contratar uma empresa especializada para a desminagem e de negociar a travessia da linha por uma área reservada à exploração mineira.

A primeira avaliação deste plano será feita dentro de dias, ainda este mês, com resultados preliminares esperados em breve.

Recorde-se que a primeira pedra para a construção da linha de transmissão de alta tensão entre Moçambique e Maláui foi lançada em Novembro de 2021. Devido a atrasos iniciais, os trabalhos só começaram em Março de 2023. “A linha de alta tensão entre Moçambique e Maláui terá uma extensão de 560 quilómetros, 280 em cada país. Esta infra-estrutura permitirá a interligação das redes eléctricas dos dois países e a exportação de energia excedente de Moçambique para o Maláui”, lê-se na notícia.

Avaliada em 381,5 milhões de dólares, a linha de alta tensão é financiada pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e pelo Banco Mundial (BM). O projecto visa aumentar o acesso à energia eléctrica na região, promovendo o desenvolvimento económico e social de ambos os países.

A aceleração das obras é uma prioridade para a EDM e os parceiros envolvidos, que reconhecem a importância da infra-estrutura para a integração energética e o desenvolvimento sustentável da região.

EDM speeds up work on Mozambique-Malawi high-voltage line

EDM acelera obras da linha de alta tensão Moçambique-Maláui

Cláudio Dambe, director of Electrification and Projects at Electricidade de Moçambique (EDM), said that the authorities are working closely with the Indian contractor hired to carry out the work on the high-voltage transmission line, with a view to speeding up the current pace of work.

According to the newspaper Notícias, Cláudio Dambe acknowledged that, until recently, the progress of the works was worrying, which led to the creation of an action plan to reverse the situation. “At the moment, we have technicians on the ground assessing what has actually been done, and I believe we will have the results in the next few days,” said Dambe.

The same source acknowledged that the delays were not only in Mozambique, but also on the Malawi side. However, he stressed that the situation is more serious in the national territory. “There is indeed a delay in Malawi, but in Mozambique the length of the line is twice as long as in the neighboring country and the contractor is the same, which is why the problems on the other side of the border are also occurring here,” explained Dambe. He also mentioned that the delays on the Mozambican side are not entirely attributable to the Indian contractor, due to the initial need to hire a specialized company for demining and to negotiate the crossing of the line through an area reserved for mining.

The first assessment of this plan will be made in a few days, later this month, with preliminary results expected soon.

It should be remembered that the foundation stone for the construction of the high-voltage transmission line between Mozambique and Malawi was laid in November 2021. Due to initial delays, work only began in March 2023.

“The high-voltage line between Mozambique and Malawi will be 560 kilometers long, 280 in each country. This infrastructure will allow the interconnection of the electricity grids of the two countries and the export of surplus energy from Mozambique to Malawi,” reads the news report.

Valued at 381.5 million dollars, the high-voltage line is financed by the African Development Bank (AfDB) and the World Bank (WB). The project aims to increase access to electricity in the region, promoting economic and social development in both countries.

Accelerating the works is a priority for EDM and the partners involved, who recognize the importance of the infrastructure for energy integration and sustainable development in the region.

Programa DELPAZ capacita jovens em Manica com formação em agro-pecuária

Programa DELPAZ capacita jovens em Manica com formação em agro-pecuária

O programa Desenvolvimento Local para a Consolidação da Paz em Moçambique (DELPAZ) projecta formar 400 jovens em agro-pecuária e técnicas de processamento de produtos agrícolas até o final deste ano. A formação ocorre no Instituto Agrário de Chimoio, no distrito de Vanduzi, província central de Manica. A informação foi divulgada pela Agência de Informação de Moçambique nesta Segunda-feira, 22 de Julho.

Lançado em Outubro de 2021, o programa conta com um financiamento de 1,9 mil milhões de meticais (31,5 milhões de dólares) e faz parte do apoio abrangente da União Europeia para consolidar o Acordo de Paz e Reconciliação Nacional em Moçambique. O objectivo é capacitar jovens seleccionados nos distritos de Macossa, Báruè, Guro e Tambara, sendo cerca de 30% filhos ou dependentes de antigos guerrilheiros da Renamo no âmbito do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR). Os restantes beneficiários são membros das comunidades dos distritos mencionados, a maioria em situação de vulnerabilidade.

Giulia Zíngaro, coordenadora de programas da DELPAZ nas províncias de Manica e Tete, explicou que o critério de selecção dos jovens foi baseado na identificação daqueles com vocação para a actividade agrícola e que já exercem essa actividade em suas comunidades. “A selecção dos jovens teve início no ano passado. A formação arrancou este ano e a previsão é que os 400 jovens sejam formados até finais de Setembro. São formações que decorrem de forma faseada e no modelo mais intensivo”, afirmou Zíngaro à margem do encontro de Diálogo pela Paz, realizado no distrito de Vanduzi.

No debate, Rogério Sitoe, um dos painelistas, destacou a importância da paz para o desenvolvimento do país. “A paz é um bem comum que começa nos nossos corações, na família, na nossa casa, local de residência, de trabalho e em todo o lugar onde estivermos. É o respeito pelo próximo, saber perdoar e fazer o bem para a construção de uma geração próspera”, disse Sitoe.

A formação oferecida pelo DELPAZ busca não apenas capacitar jovens em técnicas agrícolas avançadas, mas também promover a paz e a estabilidade em uma região marcada por conflitos. Ao investir na juventude, o programa espera criar uma base sólida para o desenvolvimento económico e social sustentável, contribuindo para a construção de uma nação mais próspera e harmoniosa.

Em suma, a iniciativa do DELPAZ é um passo significativo para fortalecer a agro-pecuária em Manica, ao mesmo tempo em que promove a reconciliação e a paz em Moçambique. Com um foco especial em jovens de comunidades vulneráveis e filhos de ex-combatentes, o programa simboliza um esforço conjunto para transformar a realidade local por meio da educação e do desenvolvimento agrícola.

DELPAZ program trains young people in Manica in agro-livestock farming

Programa DELPAZ capacita jovens em Manica com formação em agro-pecuária

The Local Development for the Consolidation of Peace in Mozambique (DELPAZ) program plans to train 400 young people in agro-livestock farming and techniques for processing agricultural products by the end of this year. The training is taking place at the Chimoio Agricultural Institute, in the district of Vanduzi, in the central province of Manica. The information was released by the Mozambican Information Agency on Monday, July 22.

Launched in October 2021, the program has funding of 1.9 billion meticais (31.5 million dollars) and is part of the European Union’s comprehensive support to consolidate the Peace and National Reconciliation Agreement in Mozambique. The aim is to train selected young people in the districts of Macossa, Báruè, Guro and Tambara, around 30% of whom are children or dependents of former Renamo guerrillas as part of the Disarmament, Demobilization and Reintegration (DDR) process. The rest of the beneficiaries are members of the communities in the districts mentioned, most of them in vulnerable situations.

Giulia Zíngaro, DELPAZ’s program coordinator in the provinces of Manica and Tete, explained that the criteria used to select the young people was based on identifying those with a vocation for farming and who already carry out this activity in their communities. “The selection of young people began last year. The training started this year and it is expected that the 400 young people will be trained by the end of September. The training is taking place in phases and is more intensive,” said Zíngaro on the sidelines of the Dialogue for Peace meeting, held in the Vanduzi district.

In the debate, Rogério Sitoe, one of the panelists, highlighted the importance of peace for the country’s development. “Peace is a common good that begins in our hearts, in the family, in our home, place of residence, work and wherever we are. It’s respect for others, knowing how to forgive and do good in order to build a prosperous generation,” said Sitoe.

The training offered by DELPAZ seeks not only to train young people in advanced agricultural techniques, but also to promote peace and stability in a region marked by conflict. By investing in youth, the program hopes to create a solid foundation for sustainable economic and social development, contributing to building a more prosperous and harmonious nation.

In short, the DELPAZ initiative is a significant step towards strengthening agro-livestock farming in Manica, while at the same time promoting reconciliation and peace in Mozambique. With a special focus on young people from vulnerable communities and the children of ex-combatants, the programme symbolizes a joint effort to transform the local reality through education and agricultural development.

Metas de electrificação rural em risco devido ao terrorismo em Cabo Delgado

Metas de electrificação rural em risco devido ao terrorismo em Cabo Delgado

O terrorismo que tem assolado algumas zonas dos distritos da província de Cabo Delgado, no Norte de Moçambique, está a dificultar o cumprimento da meta governamental de electrificação rural, que consiste em iluminar todo o território nacional até 2030. A informação foi divulgada nesta Segunda-feira, 22 de Julho, pelo portal de notícias Carta de Moçambique.

Segundo Alexandra Links, directora-geral da Engie Energy Access, empresa envolvida no projecto de electrificação rural com energia solar, a violência na região tem impedido a expansão dos serviços da companhia para Cabo Delgado. “Estamos a operar no País desde 2019 e estamos presentes em mais de 50 distritos e em todas as províncias de Moçambique, com excepção de Cabo Delgado. Prestamos muita atenção às questões de segurança”, afirmou Links.

Além do terrorismo, Alexandra Links destacou outros desafios que dificultam a meta de electrificação rural. Entre esses desafios estão a dispersão da população rural, a incapacidade das comunidades pagarem pelos serviços, a falta de incentivos fiscais e a infra-estrutura de telecomunicações insuficiente para suportar o modelo de pagamento por dinheiro móvel.

Desde 2019, a Engie Energy Access investiu mais de 1,2 mil milhões de meticais (20 milhões de dólares) em todo o País, alcançando mais de 230 mil famílias, o que corresponde a cerca de 1,2 milhão de pessoas, principalmente agricultores e pequenas empresas. A empresa emprega mais de 200 profissionais a tempo inteiro em áreas como vendas, marketing, atendimento ao cliente, diagnóstico de produtos e logística.

“A nossa visão é dar prioridade à electrificação rural e cumprir o objectivo de acesso universal à energia. Esta jornada não tem sido fácil, mas tem sido incrivelmente gratificante. Somos um actor líder no mercado solar moçambicano, fornecendo soluções energéticas acessíveis, fiáveis e sustentáveis para casas, empresas e infra-estruturas”, concluiu Alexandra Links.

Com a meta de electrificação rural ameaçada pelo terrorismo em Cabo Delgado, a situação levanta preocupações sobre a capacidade do governo e das empresas envolvidas em alcançar o objectivo de iluminar todo o território moçambicano até 2030. As autoridades e parceiros são desafiados a encontrar soluções para garantir a segurança e viabilizar a expansão dos serviços de electrificação nas áreas afectadas, permitindo assim que mais moçambicanos tenham acesso à energia sustentável.

Rural electrification targets at risk due to terrorism in Cabo Delgado

Metas de electrificação rural em risco devido ao terrorismo em Cabo Delgado

The terrorism that has plagued some areas of the districts of Cabo Delgado province, in northern Mozambique, is making it difficult to meet the government’s rural electrification target, which is to light up the entire national territory by 2030. The information was published on Monday, July 22, by the news portal Carta de Moçambique.

According to Alexandra Links, general manager of Engie Energy Access, the company involved in the solar-powered rural electrification project, violence in the region has prevented the company from expanding its services to Cabo Delgado. “We have been operating in the country since 2019 and are present in more than 50 districts and in all of Mozambique’s provinces, with the exception of Cabo Delgado. We pay a lot of attention to security issues,” said Links.

In addition to terrorism, Alexandra Links highlighted other challenges that hinder the goal of rural electrification. Among these challenges are the dispersion of the rural population, the inability of communities to pay for services, the lack of tax incentives and the insufficient telecommunications infrastructure to support the mobile money payment model.

Since 2019, Engie Energy Access has invested more than 1.2 billion meticais (20 million dollars) across the country, reaching more than 230,000 families, which corresponds to around 1.2 million people, mainly farmers and small businesses. The company employs more than 200 full-time professionals in areas such as sales, marketing, customer service, product diagnostics and logistics.

“Our vision is to prioritize rural electrification and meet the goal of universal access to energy. This journey has not been easy, but it has been incredibly rewarding. We are a leading player in the Mozambican solar market, providing affordable, reliable and sustainable energy solutions for homes, businesses and infrastructure,” concluded Alexandra Links.

With the rural electrification target threatened by terrorism in Cabo Delgado, the situation raises concerns about the ability of the government and the companies involved to achieve the goal of lighting up the whole of Mozambique by 2030. The authorities and partners are challenged to find solutions to guarantee security and enable the expansion of electrification services in the affected areas, thus allowing more Mozambicans to have access to sustainable energy.

ENGIE Energy Access celebra cinco anos de operações em Moçambique

Na passada sexta-feira (19), a ENGIE Energy Access celebrou um marco significativo, o quinto aniversário das suas operações em Moçambique. Desde o início da sua jornada em 2019, a empresa já electrificou mais de 230.000 clientes, impactando positivamente 1.150.000 vidas. Moçambique tem sido uma pedra angular da ENGIE Energy Access em África, e a missão da empresa é levar energia limpa, fiável e acessível a mais de 3 milhões de pessoas até 2030.

Para alcançar esta ambição, a ENGIE está empenhada em lançar novos produtos e serviços para os 230.000 clientes já alcançados, melhorando ainda mais a sua qualidade de vida e aumentando a acessibilidade. Por outro lado, a empresa planeia impulsionar o desenvolvimento económico através da instalação de mais de 1.000 sistemas solares empresariais e da construção de mais de 100 mini-redes em comunidades rurais de Moçambique.

Com o apoio contínuo dos seus parceiros, clientes e equipa, a ENGIE Energy Access está confiante na sua capacidade de atingir estes objectivos ambiciosos e criar um futuro onde todos os moçambicanos tenham acesso a energia limpa, de qualidade, sustentável e acessível.

A empresa congratula a sua equipa em Moçambique por alcançar este marco significativo e deseja-lhes boa sorte com os desafios futuros, à medida que continuam a trazer sucesso ao negócio nos próximos anos.

M-Pesa e Bacelabet firmam parceria para beneficiar clientes

A carteira digital M-Pesa, da Vodacom Moçambique, líder de mercado no País, e a Bacelabet, uma empresa de entretenimento de apostas em jogos, firmaram um memorando de entendimento esta quinta-feira, 18 de Julho, com o objectivo de trazer vantagens significativas aos seus cliente e tornar os seus negócios flexíveis e atractivos.

Na ocasião, Romero Bey, administrador da Bacelabet, avançou que a sua entidade está entusiasmada com o acordo que vai ajudar a atrair mais clientes, acrescentando que com base no mesmo, os apostadores vão ganhar de oferta 15 voos grátis no âmbito das apostas e 15% de cashback nas perdas semanais.

“O benefício do cashback será creditado na conta do cliente de acordo com o número de apostas que o mesmo tiver feito. Estamos empenhados em melhorar os nossos serviços e vamos continuar a trabalhar com o M-Pesa, no sentido de desenvolvermos mais parcerias e expandir a nossa actuação”, explicou.

Por sua vez, Sérgio Lopes, representante do M-Pesa, expressou gratidão à Bacelabet e destacou a importância de democratizar e simplificar o acesso a soluções de entretenimento e serviços financeiros.

“A parceria com a Bacelabet reflecte o nosso compromisso em oferecer mais valor e conveniência aos nossos clientes. O cashback semanal que a Bacelabet vai oferecer será destinado exclusivamente aos clientes que depositarem através do M-Pesa, incentivando o uso contínuo deste canal de pagamento”, salientou.

Lopes reiterou que para atrair ainda mais a confiança dos clientes, a entidade que representa está empenhada na inovação dos seus conteúdos, com serviços que agreguem valor.