Tuesday, May 5, 2026
spot_img
Home Blog Page 379

Ncondezi Energy Recebe Licença para Implementação do Projecto Solar em Tete

De acordo com o portal de notícias online, proactiveinvestor.com, a empresa que está a desenvolver um sistema de armazenamento de energia solar fotovoltaica e de baterias de 300MW em Moçambique disse que o DUAT cobre 950 hectares na província de Tete.

“Este é um requisito crítico para o licenciamento do projecto e reflecte um forte apoio local ao processo que temos vindo a executar desde o anúncio positivo do estudo de viabilidade em Outubro passado”, disse o chefe executivo da Ncondezi Hanno Pengilly. “O projecto solar está estrategicamente posicionado de uma perspectiva de transmissão, com acesso às redes eléctricas existentes com capacidade de distribuição em Moçambique e na região da África Austral”, acrescentou Pengilly.

Pouco antes do Natal, a empresa já tinha assinado um acordo com a Synergy Consulting para fornecer serviços de consultoria financeira e transacções para o seu projecto solar de 300MW.

 

BM-Desafios da Massificação dos Serviços Financeiros Digitais em Moçambique

Segundo o responsável citado pelo “Notícias”, a interoperabilidade dos serviços financeiros digitais, as entidades do Estado emissoras de documentos exigíveis no know your customer (princípio de ‘conheça seu cliente’) e de anti-money laundering (medidas contra o branqueamento de capitais), e ainda o sistema financeiro são alguns dos desafios fundamentais para a massificação do uso dos serviços financeiros digitais em Moçambique.

Rogério Zandamela recorda que a Estratégia Nacional de Inclusão Financeira (ENIF 2016-2022) estabelecia no seu plano de acção a necessidade de garantir interoperabilidade efectiva entre as instituições do sistema financeiro que operam no mercado nacional.

O governador do Banco de Moçambique reconhece que os serviços oferecidos pelas instituições de moeda electrónica têm vindo a ganhar espaço na nossa sociedade, lembrando que, há não muito tempo, a realização de pagamentos através de meios electrónicos estava condicionada pela falta de interligação dos operadores daquelas instituições.

“Isto significava que os clientes de cada instituição não podiam enviar dinheiro para números de outros operadores, nem receber, o que reduzia a utilização dos meios electrónicos de pagamentos e afectava em grande medida os serviços financeiros e o seu uso pela maioria da população moçambicana”, explicou.

Rogério Zandamela sustentou que com a interoperabilidade se alcançou um dos objectivos da inclusão financeira: o trazer a população de baixa renda das zonas rurais ao sistema formal, com a certeza de que dará um inegável contributo para a dinamização dos pagamentos electrónicos no País.

Standard Bank Reabre a Agência da 24 de Julho

Na sua estrutura física, a agência possui três áreas conversíveis, que podem ser adaptadas e expandidas em função da demanda dos clientes ou dos serviços a serem prestados no local.

A primeira área dispõe de uma ATM e de uma Máquina de Grandes Depósitos, disponíveis 24 horas, onde o cliente pode fazer levantamentos e depósitos de forma autónoma. A segunda e a terceira, que funcionam durante o horário das 8h às 15h, dispõem de serviços bancários diversos e da assistência em matéria de migração digital.

Intervindo na cerimónia de reabertura, o Administrador Delegado do Standard Bank, Bernardo Aparício, disse tratar-se de uma agência com um layout diferente, mais moderno e funcional, em linha com o que se verifica hoje nas melhores práticas de agências bancárias, que têm áreas maiores para a relação e interacção com o cliente e menores para o atendimento operacional.

Bernardo Aparício explicou ainda que o Standard Bank pretende tornar o acesso aos produtos e serviços do banco mais fácil e rápido e por isso “introduzimos na primeira parte da agência uma área dedicada à educação do cliente para aderir às nossas plataformas electrónicas. As nossas agências estão abertas a todos e queremos que os clientes venham visitar-nos, nem que seja para perceber como funcionam as plataformas digitais ou então para obter aconselhamento financeiro dos nossos colaboradores. Queremos que Moçambique veja o Standard Bank como um banco de todos”, frisou.

Por sua vez, o Vereador de Desenvolvimento Económico Local do Município de Maputo, Danúbio Lado, referiu que se espera, com a reabertura da agência da 24 de Julho, a prestação de serviços de qualidade e de excelência aos munícipes: “A história do Standard Bank confunde-se com a história da cidade de Maputo. São cerca de 130anos em que o banco presta serviços aos munícipes e também apoia o desenvolvimento de Moçambique, investindo em infraestruturas, apoiando o agronegócio, bem como a realização de sonhos de várias pessoas”, sublinhou.

O Director do Departamento de Serviços Bancários e Sistemas de Pagamento do Banco de Moçambique, Carlos Melo Jó António, considerou que a reabertura da agência da 24 de Julho reflecte o comprometimento do Standard Bank na disponibilização de serviços de qualidade aos seus clientes e à população em geral.

“Congratulamos o Standard Bank por ter uma agência moderna que contempla a educação digital, sem prejuízo da componente tradicional, o que concorre para o alcance dos objectivos do Governo que são de garantir a disponibilidade e a acessibilidade de produtos financeiros de melhor qualidade para a população”, enfatizou.

Abordada no acto de reabertura da agência, Azra Toufique, representante da Africa Bolte Tool, disse esperar que a agência, adaptada a um conceito futurístico, responda eficazmente à demanda que a empresa apresenta. “Somos clientes desde o início das operações da empresa em 2004. Ter uma agência por perto facilita a comunicação com os gestores, o que agiliza a resolução de qualquer problema que possa surgir”.

Importa realçar que além de uma nova imagem da agência, o seu interior foi completamente modernizado, com funcionalidades e desenho interior adequados para incorporar soluções digitais. É mais um local para transaccionar, em benefício de particulares, das empresas e instituições que operam nas redondezas.

A remodelação contemplou, igualmente, o prédio onde está instalada a agência, cuja intervenção beneficiou os moradores. Foi renovada a tubagem geral, pavimentada a parte traseira do prédio e reabilitado o passeio frontal, tornando a infraestrutura mais acessível.

TSU Volta à Mesa de Debate no Primeiro Conselho de Ministros

O documento que viu a sua estreia adiada em Julho último, devido às inúmeras irregularidades verificadas na altura, volta à mesa de debate no Primeiro Conselho de Ministros, agora para se avaliar seu o impacto financeiro, assim como proceder-se com a revisão dos decretos que a operacionalizam.

Hoje, 10 de Janeiro de 2023, o Conselho de Ministros reúne-se na sua primeira sessão ordinária, tendo a TSU como o principal ponto de agenda.

Depois de aprovada a agenda da 1.ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros e apreciada a Síntese da 44.ª Sessão Ordinária do órgão, que teve lugar no passado dia 19 de Dezembro de 2022, o Governo irá apreciar a Informação sobre o Impacto da Tabela Salarial Única (TSU) nas Contas Públicas, um documento que será apresentado pelo Ministro da Economia e Finanças, Max Tonela.

Lembre-se que, aquando a apresentação da proposta de Lei que aprova a TSU, em Dezembro de 2021, o Governo disse que a sua implementação custaria mais de 19.8 mil milhões de Meticais, porém, no seu discurso à Nação, no âmbito da apresentação do seu Informe Anual à Assembleia da República, o Presidente da República admitiu que a TSU corroeu as contas públicas, facto que impossibilitou o pagamento do 13º vencimento dos funcionários e agentes do Estado, em 2022.

De seguida, o Governo vai apreciar a Informação sobre a Avaliação da Implementação da TSU e roteiro para a implementação das soluções; e depois vai rever o Decreto que aprova o regime e os quantitativos dos suplementos dos servidores públicos, dos titulares ou membros dos órgãos da Administração da Justiça.

Também vai rever o Decreto que define o regime e os quantitativos dos níveis salariais e escalões da TSU; e rever o Decreto que define os critérios de enquadramento, o regime e os quantitativos dos suplementos e os quantitativos dos níveis salariais e escalões das Forças Armadas de Defesa de Moçambique.

Igualmente, vai rever o Decreto que define o critério de enquadramento, o regime e os quantitativos dos suplementos dos níveis salariais e escalões dos membros da Polícia da República de Moçambique e outras entidades paramilitares equivalentes; e rever o Decreto que aprova as remunerações dos demais membros de órgão público e de soberania não previstas na Lei n.º 5/2022, de 14 de Fevereiro.

Refira-se que, para além destes pontos, o Governo vai apreciar a situação da pandemia da Covid-19 em Moçambique; fazer o balanço da Quadra Festiva 2022/2023; e inteirar-se da situação da Ordem e Segurança Pública.

BCI Recebeu 16 Distinções no Ano Passado

Entre as distinções atribuídas ao BCI, em 2022, um total de 16 galardões merece especial destaque:

  • Best Commercial Bank – Mozambique” e “Best Private Bank – Mozambique pela revista norte-americana World Economic Magazine
  • Best Bank – Mozambique 2022 e Best Banking Digital Transformation – Mozambique 2022
  • Best Environmental & Social Performance – Mozambique 2022, Atribuído ao BCI pela International Investor Awards
  • “Best SME Bank in Mozambique 2022”, pela Global Finance
  • “Best Commercial Bank – Mozambique 2022”, atribuído pela Global Economic Awards
  • O BCI arrecadou o galardão de nível máximo (“Diamond Arrow”) nas categorias de ‘Banca de Empresas’, ‘Cartões de Crédito’, ‘Banca de Particulares’, ‘Empresas/ Instituições Mais Confiáveis Em Moçambique’
  • Empresas/Instituições que realizam o seu negócio da forma mais ética em Moçambique”, atribuído pela PMR Africa,
  • Enquanto o Corporate Banking foi galardoado pelo seu excelente desempenho, na categoria de “Liderança de mercado” pela Revista Euromoney. Esta última entidade distinguiu ainda o BCI pelo seu contributo ao nível da “Responsabilidade Social”, e pelo reconhecimento das melhores “Soluções Digitais”,
  • Tendo o Banco recebido também, da Bolsa de Valores de Moçambique, o título de “Banco com Maior Volume de Negociação no Mercado Bolsista”.

Estes prémios representam o reconhecimento internacional do desempenho do BCI no mercado moçambicano, onde, nos últimos anos, tem vindo a assumir um papel de grande relevância na prestação de serviços bancários. O acerto da estratégia de actuação do BCI está alicerçado no profundo conhecimento das necessidades de serviços bancários dos seus Clientes, ajustados a cada segmento da população, através de uma oferta de produtos e serviços diversificada, integrada e em constante aperfeiçoamento.

 

Auditoria da E&Y-TotalEnergies Sobreavaliou Despesas em 30,6 M$ em 2019

De acordo com o Relatório de Conclusões Factuais Sobre Custos Recuperáveis na Área 1, publicado pelo Instituto Nacional do Petróleo (INP), em 2019 a Total E&P Mozambique realizou despesas num total de 1,1 mil milhões de dólares, dos quais os custos com contratos incorridos nesse ano são de 841,3 milhões de dólares representando 70% do total.

O relatório, elaborado pela consultora Ernst & Young, auditou as despesas para ver qual o valor que a operadora da exploração de gás podia cobrar ao Estado moçambicano, ao abrigo dos chamados ‘custos recuperáveis’, que se assemelham a uma comparticipação estatal face à despesa realizada pela operadora no processo de preparação e exploração do gás natural no Norte do País.

“O operador incorreu num total de 30,6 milhões de dólares, com contratos com entidades terceiras, os quais, atendendo ao seu valor contratado (entre 3 e 25 milhões de dólares), deveriam ter sido submetidos a processos de concurso público, tal como exigido no Decreto Lei n.º2/2014, de 2 de Dezembro, pelo que os mesmos não se afiguram como elegíveis à recuperação”, lê-se no relatório consultado pelo Diário.

No mesmo documento, a Ernst & Young diz ainda que “o operador não disponibilizou em tempo útil a informação necessária para suporte aos procedimentos de validação e auditoria para um total de custos incorridos no montante de 138,4 milhões de dólares, pelo que, neste sentido, não estamos em condições de aferir da sua recuperabilidade”.

Assim, concluem, “os custos recuperáveis do exercício estão sobreavaliados, pela não aceitação dos referidos custos [de 30,6 milhões de dólares], para efeitos de recuperação”.

Moçambique tem três projectos de desenvolvimento aprovados para exploração das reservas de gás natural da bacia do Rovuma, classificadas entre as maiores do mundo, ao largo da costa de Cabo Delgado.

Dois desses projectos têm maior dimensão e prevêem canalizar o gás do fundo do mar para terra, arrefecendo-o numa fábrica para o exportar por via marítima em estado líquido.

Um é liderado pela TotalEnergies (consórcio da Área 1) e as obras avançaram até à suspensão por tempo indeterminado, após um ataque armado a Palma, em Março. O outro é o investimento ainda sem anúncio à vista liderado pela ExxonMobil e Eni (consórcio da Área 4).

Autoridades Preocupadas com níveis de enchimento da Barragem dos Pequenos Libombos

De acordo com o chefe do Departamento das Bacias Hidrográficas, na Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos, Agostinho Vilanculos, o facto poderá originar descargas de água, o que vai causar inundações e condicionar a transitabilidade no distrito de Boane, província de Maputo.

Vilanculos alertou que serão feitas descargas acima de 50 metros cúbicos por segundo e que as zonas de Mafuinane, Mazambanine e Boane podem ficar com a transitabilidade condicionada, tal como aconteceu no ano passado.

“A situação hidrológica da Bacia do Umbeluzi, neste momento, é crítica, porque estão a afluir em Goba cerca de 130 metros cúbicos de água por segundo, e estamos com um nível de enchimento nos Pequenos Libombos de cerca de 88%. Já não temos capacidade de encaixe, logo a única opção é procedermos a descargas”, avançou o responsável do sector, citado pelo Jornal O País.

As descargas a serem efectuadas visam salvaguardar a integridade física da Barragem dos Pequenos Libombos, “devido às grandes afluências a montante porque estamos a receber cerca de 30 metros por segundo, o que é muito para a bacia de Umbeluzi. Há uma decisão que será tomada para salvaguardar aquilo que é a segurança da infra-estrutura”, acrescentou.

“Aos residentes dos diferentes bairros de Boane, que dependem da travessia do rio, para sua mobilidade não é recomendado que o façam sem os meios apropriados”, concluiu.

Na última época chuvosa, o rio Umbeluzi encheu o seu caudal e inundou áreas ribeirinhas e infra-estruturas, o que provocou o condicionamento da transitabilidade.

Queda Regular da Chuva Renova Optimismo dos Agricultores

O estado vegetativo da cultura de milho, a principal cultura nos 926 mil hectares lavrados na presente campanha agraria, relança a esperança dos produtores.

Segundo as entidades que tutelam por este sector económico a nível da província de Manica, está previsto para a presente campanha agraria lancada em outubro passado, produzir pouco mais de 4 milhões e 300 mil toneladas de culturas diversas.

Cerca de 600 extensionista dos quais 400 do sector público garantem assistência aos produtores na província de Manica.

Moçambique Reduz a Produção e Exportação de Gás

Moçambique produziu, em 2021, um total de 188 milhões de giga-joules de gás natural, de acordo com a Direcção Nacional de Hidrocarbonetos de Combustível, citada num estudo do Instituto Nacional de Estatística. Embora o país seja “famoso” por deter enormes jazigos do recurso natural, os últimos anos têm sido marcados por uma redução da quantidade de gás natural produzido e vendido. Entre 2018 e 2021, houve uma redução de quatro milhões de giga-joules de gás natural, ou seja, produzimos, há quatro anos, 192 milhões de giga-joules e, no ano antepassado, o país produziu 188 milhões.

Redução é também a palavra que descreve a quantidade de gás natural exportado pelo país. No período supracitado, o país registou uma redução de cerca de nove milhões de giga-joules de gás exportado, ou seja, de 159 para 150 milhões de giga-joules de gás.

Giga-joules é a unidade tradicionalmente usada para medir energia mecânica (trabalho), que é também utilizada para medir energia térmica.

No entanto, houve um aumento do consumo interno do recurso sobre o qual temos vindo a falar. Senão vejamos, entre 2018 e 2021, a quantidade de gás vendido no mercado nacional subiu de 23 milhões em 2018 para 29,3 milhões em 2021.

Gás natural é um combustível fóssil não renovável oriundo da degradação de matéria orgânica ao longo de milhares de anos e sob condições ideais de pressão e temperatura.

DISPARAM VENDAS INTERNAS DE GASOLINA E GPL

Contrariando a tendência da produção e exportação de gás natural, produtos como gasolina e gás de petróleo liquefeito tiveram uma subida significativa do volume de vendas. Segundo o estudo do INE, que temos vindo a citar, o volume de gasolina vendida no mercado nacional aumentou de 394,6 mil metros cúbicos em 2017 para 483,6 mil metros cúbicos em 2021. Isto representa um aumento de cerca de 89 mil metros cúbicos nos últimos quatro anos, o que corresponde a cerca de 14%.

O Gás de Petróleo Liquefeito (GPL) não ficou atrás, tendo, no período em análise, vivido um aumento nas vendas de cerca de 30 mil toneladas em 2017 para 46 mil toneladas em 2021.

Em sentido contrário, houve queda drástica nas vendas do JET-A1 – um dos combustíveis mais usados na área da aviação – de 75,2 mil metros cúbicos em 2017 para 41,7 mil metros cúbicos em 2021, uma redução de quase metade das vendas. O outro combustível cujas vendas também caíram é o petróleo de iluminação, cuja comercialização reduziu de 22,3 mil metros cúbicos em 2017 para 7,9 mil metros cúbicos em 2017.

Na sua avaliação do sector dos recursos naturais, ambientais e seus usos, o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) resume que “as vendas relativas aos derivados de petróleo, em 2021, o gás petróleo liquefeito (GPL) registou o aumento de 14,9% e o combustível de aviação (JET-A1) – uma queda de 9,3%”, afirma a instituição que, no entanto, destaca “um aumento significativo da produção do carvão vegetal em 2021 na ordem de 159,3 %, comparativamente ao ano de 2020”.

Os indicadores apresentados pelo INE são baseados na recolha e tratamento das bases de dados e relatórios administrativos disponibilizados pelos sectores, que, directa ou indirectamente, lidam com as matérias ligadas ao ambiente.

O Pais

Governo Investe Um Milhão de Dólares Na Nova Fábrica de Caju

“Há mobilização da população para o plantio do caju por forma a alimentar as nossas indústrias, visto que temos muito potencial nesta cultura”, disse Almeida Guilume, porta-voz do Conselho Executivo Provincial, citado hoje pelo Diário Económico.

A fábrica de processamento da castanha de caju deverá ser instalada no posto administrativo de Macuácua, no distrito de Mandlakazi e, segundo o Executivo de Gaza, deverá incrementar a produção da cultura na província.

De acordo com o porta-voz, a unidade de média dimensão deverá criar 64 postos de trabalho fixos e mais outros sazonais, e vai proporcionar outros ganhos sociais como a melhoria das condições de abastecimento de água nas comunidades próximas e a instalação de painéis solares.

A fábrica deverá ainda explorar, numa primeira fase, cerca de 600 hectares de terra para o plantio de cajueiro, podendo recorrer também a distritos vizinhos na província de Inhambane para aquisição de matéria-prima.

Até Outubro de 2022, Moçambique exportou cerca de 150 mil toneladas de castanha de caju, segundo dados avançados na altura pelo vice-ministro moçambicano da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Olegário Banze.