Sunday, May 3, 2026
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Possible reduction in fuel prices divides opinions

According to “O País”, at the time of the facts, Max Tonela said: “We project that, at least in October, eventually in November, we may have a reduction in the prices of liquid fuels in Mozambique”.

In this context, the gas stations stopped the enthusiasm that may have been created, by saying that there are no conditions for prices to go down. In fact, they recalled that they are selling fuels at a price below the acceptable.

The economist Tomaz Salomão also came out calling for common sense between the parties. It is not known whether common sense will have prevailed; what is certain is that the latest pronouncement came from Carla Louveira, Deputy Minister of Economy and Finance.

“This price fixing follows the existing regulation, which is decree 89. Therefore, it is in this context that we are going to analyze the appreciation of the evolution of international fuel prices and see what margins exist for price changes at the national level,” said the vice-minister.

The government’s debt with the gasoline companies is one of the elements to be considered for such price maintenance.

Possível redução dos preços de combustíveis divide opiniões

Segundo escreve “O País”, à data dos factos, Max Tonela disse: “Projectamos que, pelo menos em Outubro, eventualmente em Novembro, possamos ter redução dos preços de combustíveis líquidos em Moçambique”.

Neste contexto, as gasolineiras travaram o entusiasmo que se possa ter criado, ao dizer que não há condições para que os preços baixem. Aliás, lembraram que estão a vender os combustíveis a um preço abaixo do aceitável.

Também veio a público o economista Tomaz Salomão a apelar ao bom senso entre as partes. Não se sabe se o bom senso terá prevalecido; o certo é que o último pronunciamento veio de Carla Louveira, vice-ministra da Economia e Finanças.

“Essa fixação de preços segue o regulamento existente, que é o decreto 89. Portanto, é nesse contexto que nós vamos fazendo análise da apreciação da evolução dos preços internacionais dos combustíveis e ver quais são as margens que existem para a alteração do preço a nível nacional”, disse a vice-ministra.

A dívida do Governo com as gasolineiras é um dos elementos a equacionar para essa manutenção dos preços.

“É um aspecto que estamos a debater em conjunto com as gasolineiras, e entendemos que está a ser equacionada nesta possibilidade de manutenção de preços”, acrescentou a governante.

Esta manutenção é, na verdade, um caminho que já tinha sido apontado por Tonela há meses, caso o Executivo não tivesse dinheiro para compensar as gasolineiras.

Get to know the list of foods whose prices have skyrocketed due to the global crisis

Cassava, maize, palm oil, rice and wheat are the staples listed by the IMF that have seen a rise in prices, which in some cases have doubled in the face of constraints in recent months, as in the price in Nigeria of cassava and maize.

Prices of staple foods in sub-Saharan Africa have risen an average of 23.9% since 2020, the largest increase since the 2008 financial crisis, the International Monetary Fund (IMF) has warned, advocating well-targeted social programs and reforms that promote competition.

However, the data represents an 8.5% increase in the cost of the consumer basket, in addition to the generalized rise in prices,” IMF analysts write in an article signed by economists Cedric Okou, John Spray and D. Filiz Unsal.

Conheça lista de alimentos cujos preços dispararam devido à crise global

Mandioca, milho, óleo de palma, arroz e trigo  são os alimentos básicos listados pelo FMI que registaram uma subida de preços, que nalguns casos duplicaram face aos constrangimentos dos últimos meses, como no preço na Nigéria da mandioca e do milho.

Os preços dos alimentos básicos na África subsahariana subiram em média 23,9% desde 2020, o maior aumento desde a crise financeira de 2008, alertou o Fundo Monetário Internacional (FMI), defendendo programas sociais bem direcionados e reformas que promovam a concorrência.

No entanto, os dados representam um aumento de 8,5% no custo da cesta básica de consumo, para além da subida generalizada dos preços”, escrevem os analistas do FMI num artigo assinado pelos economistas Cedric Okou, John Spray e D. Filiz Unsal.

TotalEnergies excludes Russia from its commercial objectives

French oil company TotalEnergies also said it will increase investments and liquefied natural gas production as it set its strategy for a possible future without Russia – while still cutting ties, Club of Mozambique reads.

Unlike rivals such as BP and Shell, TotalEnergies has retained several of its stakes in Russia, which include major LNG joint ventures.

“There is no future with Russia in this presentation, less Russia, more United States,” said chief executive Patrick Pouyanne,

As Europe struggles to find alternatives to Russian gas, TotalEnergies said it would increase LNG sales by 3% a year through 2027 and increase LNG production by 40% from 2021 to 2030.

Over the weekend, the group announced a major investment in an LNG facility in Qatar as it seeks to diversify its production away from Russia – a major LNG exporter.

Capital expenditures will be increased to $14-18 billion per year by 2025, from $13-16 billion previously, with investments targeting wind and solar power, energy savings, as well as LNG capacity.

The company also said it would maintain its $7 billion share buyback program for 2022 and pay a special interim dividend of €1 per share in December this year.

The new targets and special dividend are likely to please investors, but the future of the company’s Russian investments – including minority stakes in Russian Novatek, Yamal LNG and Arctic LNG 2 – remains the elephant in the room, analysts said.

Its share price has barely risen this year, compared with increases of about 20% for Shell and BP.

TotalEnergies exclui Rússia dos seus objectivos comerciais

A petrolífera francesa TotalEnergies disse ainda que irá aumentar os investimentos e a produção de gás natural liquefeito, uma vez que definiu a sua estratégia para um futuro possível sem a Rússia – sem deixar de cortar as ligações, lê-se no Club of Mozambique.

Ao contrário de rivais como a BP e a Shell, a TotalEnergies manteve várias das suas participações na Rússia, que incluem importantes empresas comuns de GNL.

“Não há futuro com a Rússia nesta apresentação, menos Rússia, mais Estados Unidos”,  disse o chefe executivo Patrick Pouyanne,

À medida que a Europa se esforça por encontrar alternativas ao gás russo, a TotalEnergies afirma que iria aumentar as vendas de GNL em 3% ao ano até 2027 e aumentar a produção de GNL em 40% de 2021 a 2030.

No fim-de-semana, o grupo anunciou um grande investimento numa instalação de GNL no Qatar, uma vez que procura diversificar a sua produção fora da Rússia – um dos principais exportadores de GNL.

As despesas de capital serão aumentadas para 14-18 mil milhões de dólares por ano até 2025, de 13-16 mil milhões de dólares anteriormente, com investimentos que visam a energia eólica e solar, a poupança de energia, bem como a capacidade de GNL.

A empresa também disse que iria manter o seu programa de recompra de acções no valor de 7 mil milhões de dólares para 2022 e pagar um dividendo especial provisório de 1 euro por acção em Dezembro deste ano.

Os novos objectivos e o dividendo especial são susceptíveis de agradar aos investidores, mas o futuro dos investimentos russos da empresa – incluindo as participações minoritárias no Novatek russo, Yamal LNG e Arctic LNG 2 – continua a ser o elefante na sala, disseram os analistas.

O seu preço das acções mal subiu este ano, em comparação com aumentos de cerca de 20% para a Shell e a BP.

Weak contribution of artisanal mining worries MIREME

The concern was expressed in Maputo province, by MIREME’s Permanent Secretary, Teodoro Vales, during the opening of the Regional Workshop on Artisanal and Small Scale Mining (EMAPE) for the Southern African Region, an event that brings together 45 participants from the region’s countries, and representatives of national geological services.

“We are concerned because the contribution of this production to the state coffers is insignificant in Mozambique. Illegality and informality persist in this sector,” said Teodoro Vales, quoted by AIM.

To reverse the situation, MIREME is developing actions aimed at mitigating the negative impacts of artisanal small-scale mining, including carrying out a census of artisanal miners in order to collect statistical data on the activity in the country, as well as mapping the routes of smuggling of minerals to stop trafficking

Fraco contributo da mineração artesanal preocupa MIREME

A preocupação foi expressa na província de Maputo, pelo Secretário Permanente do MIREME, Teodoro Vales, durante a abertura do Workshop Regional sobre Exploração Mineira Artesanal e de Pequena Escala (EMAPE) para a Região Austral de África, evento que junta 45 participantes oriundos dos países da região, e representantes dos serviços geológicos nacionais.

“Estamos preocupados porque o contributo dessa produção para os cofres do Estado é insignificante em Moçambique. Persiste a ilegalidade e informalidade neste sector”, disse Teodoro Vales, citado pela AIM.

Para reverter a situação, o MIREME está a desenvolver acções que visam mitigar impactos negativos da mineração artesanal de pequena escala, nomeadamente, a realização do censo de mineradores artesanais com objectivo de recolher dados estatísticos sobre a actividade no país, bem como mapeamento de rotas de contrabando de minerais para acabar com o tráfico.

Gemfields gemstone auction raises $42 million

The gems were mined in the northern district of Montepuez by Montepuez Ruby Mining Limitada (MRM), which is 75 percent owned by Gemfields and 25 percent owned by Mwiriti Limitada. In total, 3.6 tons of material (18.1 million carats) were sold.

According to Adrian Banks, Gemfields’ Product and Sales Director, “the buoyant conditions prevailing in the colored gemstone market made this an excellent time to sell several years of MRM’s accumulated commercial-grade inventory.”

He added, “we thank and congratulate the government of Mozambique and our partners at Mwiriti – both of whom participated in the auction – for what are very healthy results for material of this quality.”

Gemfields pointed out that “the proceeds from this auction will be fully repatriated to MRM in Mozambique, with all royalties being paid on the total sales prices achieved at the auction.”

Montepuez Ruby Mining (MRM) holds a 25-year concession over an area of 340 square kilometers in Montepuez in Cabo Delgado province. Since 2014, over $830 million has been raised from the auction of rubies and other gems from the mine.

Gemfields arrecada 42 milhões de dólares em leilão de pedras preciosas

As gemas foram extraídas no distrito de Montepuez no norte do país, pela Montepuez Ruby Mining Limitada (MRM), que é detida em 75 por cento pela Gemfields e em 25 por cento pela Mwiriti Limitada. No total, foram vendidas 3,6 toneladas de material (18,1 milhões de quilates).

De acordo com Adrian Banks, Director de Produto e Vendas da Gemfields, “as condições flutuantes prevalecentes no mercado das pedras preciosas coloridas fizeram deste um excelente momento para vender vários anos de inventário acumulado de qualidade comercial da MRM”.

Acrescentou, “agradecemos e felicitamos o governo de Moçambique e os nossos parceiros em Mwiriti – ambos os quais participaram no leilão – pelo que são resultados muito saudáveis para material desta qualidade”.

Gemfields salientou que “as receitas deste leilão serão totalmente repatriadas para a MRM em Moçambique, sendo todos direitos pagos sobre os preços totais de venda alcançados no leilão”.

A Montepuez Ruby Mining (MRM) detém uma concessão de 25 anos numa área de 340 quilómetros quadrados em Montepuez, na província de Cabo Delgado. Desde 2014, foram angariados mais de 830 milhões de dólares do leilão de rubis e outras jóias da mina.