Monday, September 14, 2026
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Ernst & Young firma parceria com AIESEC para capacitação de jovens

Esta parceria tem como principal objectivo desenvolver e implementar um conjunto de programas ao EY Ripples, um projecto de responsabilidade corporativa que através das habilidades, conhecimento e experiência dos colaboradores da EY, pretende ajudar e impactar positivamente a sociedade, para que todos possam ter um futuro equitativo e sustentável.

No âmbito deste acordo, um dos três programas a ser implementado será o ‘Spark’, um projecto destinado a jovens dos 14 aos 17 anos. Serão realizadas palestras, avaliações e conversas com profissionais de diversas áreas, para que os jovens se sintam inspirados e motivados para o futuro.

Os adolescentes do ensino secundário irão ter ainda a oportunidade de visitar os escritórios da EY, onde poderão acompanhar o dia-a-dia dos diversos departamentos da Consultora.

A pensar nos jovens universitários e recém-licenciados em economia, gestão e engenharia, esta parceria irá também lançar o programa ‘Accelerate’atribuído a jovens com idades compreendidas entre os 20 e 25 anos. Os inscritos terão a oportunidade de participar em sessões de treino em habilidades técnicas nas suas áreas de atuação.

Para Paulo Reis, Sócio-Gerente do Escritório EY em Maputo e também líder do departamento de Auditoria, é importante que as empresas e outras entidades acompanhem e tenham um papel activo no processo de inserção dos jovens no mercado de trabalho.

Segundo aquele responsável, “esta parceria com a AIESEC será uma oportunidade para que os jovens explorem e desenvolvam as suas capacidades, de forma a estarem mais bem preparados para o seu primeiro emprego”, reforçando que “através deste programa se está a apostar na formação profissional dos jovens, contribuindo para que todos tenham uma carreira promissora e para que o país tenha mais profissionais qualificados”.

O terceiro programa a ser desenvolvido será o ‘Climate Ideation Clinics’, um projecto focado nas mudanças climáticas, um dos temas mais discutidos na actualidade.

O principal objetivo passa por aprender e identificar soluções inovadoras sobre mudanças climáticas nos sectores da EY.

“Não podemos ignorar os problemas associados às mudanças climáticas”. “É importante que contornemos este desafio através da criação de soluções e serviços de sustentabilidade”, referiu ainda Paulo Reis.

Presente em Moçambique desde 2000, a AIESEC é uma organização global, não-governamental e sem fins lucrativos liderada por jovens. Tem como objectivo contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional através de programas de liderança, estágios e experiências globais de intercâmbio.

Socialmente responsável, a EY tem como objectivo construir um mundo melhor para os jovens, comprometendo-se com o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

PR Destaca o Crescimento da Contribuição da Indústria Extrativa para o PIB

Nyusi explicou que este crescimento também se reflectiu no volume de exportações de produtos mineiros, que totalizaram 360 milhões de dólares em 2011 e 2 dólares em 2021.

O Chefe de Estado avançou estes números, esta sexta-feira no distrito de Chibuto, em Gaza, durante a cerimónia de inauguração da mina de areias pesadas:

“O aumento de 1,2 mil milhões de dólares provém da exportação de carvão, areias pesadas, gás natural, rubis, safiras e esmeraldas. Por conseguinte, as exportações das próprias areias pesadas, também evoluíram significativamente de 176,9 milhões de USD em 2011 para 470 milhões de USD em 2021. Durante o ano de 2021, as areias pesadas tiveram um aumento na sua produção e exportação de mais de 84% em relação a 2020. Este crescimento resultou de um aumento de 51,7% do volume exportado, associado a uma melhoria da qualidade do minério, que foi impulsionado por um aumento dos preços no mercado internacional”, afirmou.

 

Governo moçambicano admite privatizar LAM e telefónica Tmcel

O Governo admite a possibilidade de privatização das empresas Linhas Aéreas de (LAM) e de Telecomunicações (Tmcel), com vista a viabilizar o resgate das duas companhias, face “à complicada situação financeira” em que se encontram, disse esta terça-feira (11.10) fonte ligada ao processo.

A privatização é um dos cenários a ter em conta, mas o destino final a dar a estas empresas vai resultar de um processo de reflexão em curso, avançou a fonte à agência de notícias Lusa.

Até dezembro, prosseguiu a mesma fonte, é provável que haja uma decisão sobre o futuro da LAM e da Tmcel.

Uma análise do centro de integridade pública (CIP), organização não-governamental moçambicana, divulgada na semana passada, aponta as duas empresas como tecnicamente insolventes, a sobreviver de injeções de capital e de garantias do Estado para responder perante os credores, e como tal, representando um elevado risco para as contas públicas.

A informação está em linha com as declarações feitas no domingo pelo ministro dos Transportes e Comunicações Mateus Magala, ao canal privado de televisão Media Mais.

Em agosto o ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, admitiu que a LAM e a Tmcel precisam de uma restruturação para entrarem na via da sustentabilidade.

Miguel Proença: A comunicação é essencial para o crescimento dos negócios

Miguel defende que a comunicação começa a partir do relacionamento com os colaboradores que são os clientes internos das empresas:

“A comunicação empresarial são todos os pontos de contacto que a empresa tem com o publico, entretanto o publico não são apenas os clientes, são também considerados os colaboradores, que por outro lado, são os clientes internos e essenciais para que a empresa possa seguir em frente”- Disse.

Questionado sobre como implementar a comunicação de forma correta, para agregar valor ao negocio e rendimentos, Miguel indicou a definição de uma identidade como elemento fundamental:

“É fundamental criar a identidade da marca ou da pessoa, porque a marca  pode ser a própria pessoa que é a partir dela onde criamos os valores da marca, nós não compramos objetos, compramos a identidade, o exemplo da Nike que é uma marca que se estabeleceu no mercado e quando olhamos a marca associamos a um conjunto de valores que nos identificamos” avançou  Miguel.

Miguel é um profissional multifacetado comprometido em contribuir ativamente para que os seus parceiros alcancem os seus resultados através do seu KNOW HOW e das ferramentas de que dispõe.

BCI aborda desafios do jovem empreendedor

Sob o lema “O futuro que queremos”, o evento decorreu de 17 a 18 de Novembro e envolveu centenas de jovens, que buscavam informação especializada e networking, fazendo jus ao carácter único deste fórum, uma referência no associativismo juvenil.

Intervindo num dos painéis de debate, Francisco Costa focalizou os maiores desafios dos jovens empreendedores.

Começou por apontar a habilidade, a ambição, a coragem e a força, como
elementos essenciais para dar o primeiro passo. “Mas é necessário que o jovem empreendedor tenha pelo menos mais quatro características essenciais” – disse, indicando, primeiro, a capacidade de concretização e, segundo, estar disposto a correr riscos. O terceiro elemento apontado é a criação de valor, e em quarto lugar “é preciso ser resiliente, ter capacidade de resistência às dificuldades, aos altos e baixos, ter foco, determinação e não desistir” – disse.

Uma das formas de enfrentar os desafios é ter soluções customizadas, frisou Francisco Costa: “temos de ter mais proximidade e uma maior interação entre as partes”. E prometeu: “o BCI está disponível para analisar, avaliar e encontrar soluções, em conjunto convosco, de financiamento para os projectos”.

Refira-se que o BCI mantém há mais de dez anos uma relação de parceria efectiva com a ANJE, no apoio directo a diversas actividades e projectos desenvolvidos por esta Associação, para quem o Banco revê a missão, entre outras, de congregar os jovens para o papel que lhes pode caber como importantes actores do desenvolvimento do país, através da construção de competências, habilidades e oportunidades para os seus membros, permitindo-lhes iniciar e gerir os seus negócios de forma rentável e sustentável.

Adriano Maleiane convida empresários da Coreia do Sul a investir em Moçambique

O convite foi manifestado esta quarta-feira, em Maputo, pelo primeiro-ministro, Adriano Maleiane, ao seu homólogo da Coreia do Sul, que se encontra de visita ao País.

Adriano Maleiane, que falava aos jornalistas após uma audiência mantida com Han Duck-soo, apontou a Coreia do Sul como uma nação com potencial empresarial para apoiar o programa de industrialização de Moçambique.

Já o primeiro-ministro da Coreia do Sul, Han Duck-soo, destacou que o encontro com Adriano Maleiane serviu para relançar novas janelas de cooperação, benéficas para ambos países.

“Eu e o primeiro-ministro Maleiane tivemos oportunidade de rever a cooperação entre os dois países, e falámos também do facto de esta poder ser benéfica, também e sobretudo, nos domínios da energia, educação, saúde e paz”, informou Han Duck-soo.

A Coreia do Sul já disponibilizou mais de 300 milhões de dólares a Moçambique, em regime de financiamento e donativo, durante os cerca de 30 anos de cooperação.

Economia de Moçambique abranda no terceiro trimestre

“No terceiro trimestre de 2022, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) abrandou para 3,6%, a refletir o fraco desempenho do sector secundário”, lê-se no comunicado da do órgão.

A taxa de crescimento tinha sido de 4,14% no primeiro trimestre, subindo depois para 4,59% no segundo trimestre.

As previsões de crescimento económico para 2023 foram “ligeiramente revistas em baixa”, anunciou o CPMO, mas sem avançar números.

Para o médio prazo, “antevê-se um ligeiro abrandamento da expansão da actividade económica, face à potencial redução da procura externa e das condições financeiras restritivas, incluindo acrescidas dificuldades no acesso aos mercados financeiros internacionais”.

“Entretanto, a nível interno, a implementação dos projectos energéticos continuará a favorecer o crescimento económico”, referiu o órgão.

A economia moçambicana cresceu 2,16% em 2021, e para 2022 o Governo apontou como meta uma subida do PIB de 2,9% prevista no Plano Económico e Social e Orçamento do Estado aprovado pelo Parlamento.

EMOSE ganha contrato para prover seguro contra desastres

“A EMOSE já ganhou e já assinou o contrato com o Estado”, respondeu Langa quando questionado se a empresa havia concorrido para prover o seguro contra desastres. Esta declaração contraria a informação dada na última segunda-feira (29) pela vice-Ministra da Economia e Finanças, segundo a qual ainda não era conhecida a empresa contratada, pois o processo de selecção ainda estava a decorrer.

Falando à margem do encerramento da Conferência Internacional sobre Seguro Soberano contra Desastres, o PCA da EMOSE explicou que o contrato é de três anos e irá funcionar apenas nas estações chuvosas. Acrescentou que o seguro tem um prémio de quatro milhões de USD por época chuvosa, o que corresponderá a 12 milhões de USD em três anos. 

O seguro soberano é estabelecido pelo Governo para proteger pessoas e bens que sofrerem por causa das intempéries. Langa não precisou as margens das indemnizações, mas explicou que “foram estabelecidos índices, quer de accionamento do seguro, quer de indemnizações. Portanto, quando houver razões teremos de indemnizar os afectados até ao limite que for estabelecido. A indemnização é canalizada ao tomador de seguro, neste caso, o Governo e depois vai redistribuir às pessoas e bens afectados”. 

Refira-se que a operacionalização desse seguro, designado “Programa de Gestão do Risco de Desastre e Resiliência” conta com o apoio do Banco Mundial. O Governo também está a preparar outro seguro denominado “Programa de Capacidade Africana de Risco”, em parceria com o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD). Este seguro terá um prémio de dois milhões de USD.

Após três anos de paralisação, o porto da Mocímboa da praia recebe o primeiro navio

Segundo a Rádio Moçambique (RM), o referido navio, com capacidade para 800 mil toneladas, transportava carga diversa, como combustível, viaturas e tractores.

O governador de Cabo Delgado, Valige Tauabo, citado pela RM, disse que este marco resulta do restabelecimento da segurança e da confiança dos parceiros para continuar a investir na província de Cabo Delgado.

Por seu turno, o director-geral da TotalEnergies, Maxime Rabilloud, reafirmou que a sua empresa vai continuar a dar apoio ao Governo e ao sector privado no processo de reconstrução da província.

Cabo Delgado é palco de uma insurgência armada desde 2017 com ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.

A violência levou a uma resposta militar desde há um ano com apoio do Ruanda e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

O conflito já fez um milhão de deslocados, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), e cerca de quatro mil mortes, segundo o projecto de registo de conflitos ACLED.

BAD aprova 125 milhões de euros para o programa de modernização da HCB

“O pacote compreende até 100 milhões de euros do Banco Africano de Desenvolvimento e até 25 milhões de euros do Fundo Africa Growing Together”, detalha-se no documento e citado pela Lusa.

A modernização tem como objectivo “prolongar a vida útil da central” da produção hidroeléctrica por mais 25 anos.

O vice-presidente do BAD, Kevin Kariuki, referiu que o reforço de Cahora Bassa “facilitará uma maior integração de fontes de energia renováveis variáveis, tais como a energia solar fotovoltaica e eólica em toda a região”.

Segundo o banco, o empréstimo alinha-se com um dos seus objectivos estratégicos, o de “iluminar e dar energia a África”.

A HCB é apresentada como o maior produtor de energia na África Austral e abastece Moçambique, África do Sul e outros países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).