Friday, May 1, 2026
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Mozambican Hydrocarbon Company’s profits skyrocket in 2022

The company’s Chairman of the Board (PCA), Arsénio Mabote, explains that revenues were influenced by high oil prices in the international market, despite reduced natural gas sales in the year under review.

“This year was characterized by a significant rise in fuel prices as a result of oil supply restrictions in the international market, which positively impacted our revenues,” says the PCA in a message from the Board of Directors, in a clear mention, according to the “Carta de Moçambique”, of the impact of the conflict between Russia and Ukraine that has lasted for seven months with no end in sight.

This revenue resulted from the production and sale of 174.27 Million Gigajoules (MJG) of Natural Gas and Condensate, a reduction from the 179.35 MJG sold in the 2021 economic year.

As in previous reports, CMH’s BCP states that one of the main challenges is the availability of proven reserves, to ensure the supply of gas under the signed contracts.

“During this year we have been investing in additional boreholes and gas compression projects to recover more gas from the Pande and Temane reservoirs in order to increase the respective volumes to be supplied, so as to cover the total amount contracted, thus mitigating the deficit of reserves”, states CMH’s PCA in its annual report.

Regarding taxes and contributions, CMH paid a total amount of 12 million USD to the State, of which 89% represent corporate income tax (IRPC), 9% personal income tax (IRPS) and 2% social security contributions (INSS).

Lucros da Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos disparam em 2022

O Presidente do Conselho Administrativo (PCA) da empresa, Arsénio Mabote, explica que as receitas foram influenciadas por altos preços de petróleo no mercado internacional, apesar de as vendas de gás natural, no ano em análise, terem reduzido.

“Este ano foi caracterizado por uma subida significativa dos preços dos combustíveis como resultado de restrições do fornecimento de petróleo no mercado internacional, o que impactou positivamente nas nossas receitas”, afirma o PCA em mensagem do Conselho de Administração, numa clara menção, segundo a “Carta de Moçambique”, ao impacto do conflito entre a Rússia e a Ucrânia que dura há sete meses e sem fim à vista.

Essa receita resultou da produção e venda de 174.27 Milhões de Gigajoules (MJG) de Gás Natural e Condensado, uma redução em relação aos 179.35 MJG vendidos no ano económico de 2021.

Tal como nos relatórios anteriores, o PCA da CMH refere que um dos principais desafios é a disponibilidade de reservas provadas, para assegurar o fornecimento de gás ao abrigo dos contratos assinados.

“Durante este exercício temos vindo a investir em furos adicionais e projectos de compressão de gás, para recuperar mais gás dos reservatórios de Pande e de Temane, a fim de aumentar os respectivos volumes a serem fornecidos, por forma a cobrir a quantidade total contratada, mitigando, deste modo, o défice de reservas”, afirma o PCA da CMH em Relatório anual.

Relativamente aos impostos e contribuições, a CMH pagou um montante total de 12 milhões de USD ao Estado, dos quais 89% representam imposto sobre o rendimento de pessoas colectivas (IRPC), 9% impostos sobre rendimentos de pessoas singulares (IRPS) e 2% contribuições destinadas à segurança social (INSS).

UN coordinator highlights Mozambique’s opportunities in energy transition

Myrta Kaulard was speaking in the context of the first meeting held by the Ministry of Land and Environment, with the group of cooperation partners, as part of the preparations for Mozambique’s participation in the Twenty-seventh Conference of the Parties (COP27) to be held next November 6-18, in Sharm el-Sheikh, Egypt.

“Mozambique is a country that has experienced the most extreme natural disasters in Africa, but it also has huge natural resources, so it has a lot of opportunities for a just transition of renewable energy. It is a country that has a leading position in the whole climate issue,” appreciated the UN Resident Coordinator in Mozambique.

In turn, the Minister of Land and Environment, Ivete Maibaze, considered that Mozambique’s position at COP27 is aligned based on the areas of interest and in line with the regional positions.

Climate change financing, renewable energy and energy transition, reduction of emissions from deforestation and forest degradation, gender and climate change are some areas of interest highlighted by Ivete Maibaze.

Mozambique will participate in the event through a multisectoral delegation that in addition to public institutions, includes the sector, academia, civil society among other entities.

However, in practical terms, COP27 is the largest and most important conference on the planet’s climate, organized by the United Nations.

Coordenadora da ONU destaca oportunidades de Moçambique na transição energética

Myrta Kaulard falava no contexto da primeira reunião realizada pelo Ministério da Terra e Ambiente, com o grupo de parceiros de cooperação, no âmbito dos preparativos da participação de Moçambique na Vigésima Sétima Conferência das Partes (COP27) a decorrer de 6 a 18 de Novembro próximo, em Sharm el- Sheikh, no Egipto.

“Moçambique é um país que tem registado mais desastres naturais extremos em África, mas também tem recursos naturais enormes, por isso tem muitas oportunidades de uma transição justa de energias renováveis. É um país que tem uma posição de líder em todo o tema climático”, apreciou a Coordenadora Residente da ONU em Moçambique.

Por sua vez, a Ministra da Terra e Ambiente, Ivete Maibaze, considerou que a posição de Moçambique na COP27 está alinhada com base nas áreas de interesse e em conformidade com as posições regionais.

O financiamento no âmbito das mudanças climáticas, energias renováveis e transição energética, redução de emissões por desmatamento e degradação florestal, género e mudanças climáticas são algumas áreas de interesses destacadas por Ivete Maibaze.

Moçambique vai participar no evento através de uma delegação multissectorial que para além das instituições públicas, integra o sector, academia, sociedade civil entre outras entidades.

Contudo, em termos práticos, a COP27 é a maior e mais importante conferência sobre o clima do planeta, organizada pela Organização das Nações Unidas.

Standard Bank forecasts a slight reduction in the cost of living

According to the bank’s chief economist, Fáusio Mussá, this scenario is due to a series of shocks, internal and external, to which the national economy has been exposed, with emphasis on the impact of climate change on food prices and the war in Ukraine on fuel prices, with an effect on other prices in the economy.

To respond to these threats, he explains, the government has announced, for example, the intention to subsidize transportation, as well as a component of fuel imports to ensure a certain stability of prices, “especially since the most vulnerable layers of our society are the ones who suffer the most from the impact of rising fuel prices.”

“In this scenario, our expectation is that the Bank of Mozambique will maintain the monetary policy reference interest rate (MIMO) until the end of the year at the current level of 15.25%, but there is no guarantee that this will happen, especially if there is some surprise that translates into higher inflation than expected,” he stressed.

Fáusio Mussá, who was speaking recently, in the virtual session of the Economic Briefing, showed concern with the fall of international reserves, which has resulted in the reduction of months of imports coverage to about 4.7 months, which may have an impact on the evolution of the Metical.

Held regularly by Standard Bank, the Economic Briefing is an event that aims to guide its clients, in particular, and the market, in general, in decision making, by sharing the main trends of the national economy.

Standard Bank prevê redução ligeira do custo de vida

Segundo o economista-chefe do banco, Fáusio Mussá, este cenário deve-se a uma série de choques, internos e externos, a que a economia nacional tem sido exposta, com destaque para o impacto das mudanças climáticas sobre o preço dos alimentos e da guerra na Ucrânia sobre o preço dos combustíveis, com efeito sobre os restantes preços na economia.

Para responder a estas ameaças, explica, o Governo anunciou, por exemplo, a intenção de subsidiar o transporte, assim como uma componente de importação de combustíveis para garantir uma certa estabilidade dos preços, “sobretudo porque as camadas mais vulneráveis da nossa sociedade são as que mais se ressentem do impacto do aumento do preço dos combustíveis”.

“Neste cenário, a nossa expectativa é que o Banco de Moçambique mantenha a taxa de juro de referência da política monetária (MIMO) até ao fim do ano no actual nível de 15,25%, mas não há garantias de que tal venha a suceder, sobretudo se houver alguma surpresa que se traduza numa inflação mais elevada do que a prevista”, sublinhou.

Fáusio Mussá, que falava recentemente, na sessão virtual do Economic Briefing, mostrou-se preocupado com a queda das reservas internacionais, que tem resultado na redução dos meses de cobertura de importações para cerca de 4,7 meses, o que pode ter um impacto na evolução do Metical.

Realizado regularmente pelo Standard Bank, o Economic Briefing é um evento que tem por objectivo orientar os seus clientes, em particular, e o mercado, em geral, na tomada de decisões, através da partilha das principais tendências da economia nacion

 

International Tourism Fair – a bet to exhibit national potentialities

Speaking at the event’s launch, the governor mentioned that this year’s edition of FIKANI 2022 is the first after a prolonged period that paralyzed the tourism industry internationally. Therefore, it should be the biggest bet for the exhibition of national potentialities and the resumption of the sector with vigor.

In this regard, Materula said that the challenge for all is to stimulate and engage the public-private sectors and rural communities to enter into partnerships to exploit the tourism opportunities of the region as a destination for the benefit of all.

FIKANI was launched in 2013, and is organized in a joint partnership between the Government of Mozambique and the private sector (Mozambican Federation of Tourism and Hospitality). It constitutes the highest and most prestigious business and meeting point between national tourism companies and institutions with their counterparts from the Southern region and other parts of the world.

This year, it will have 150 stands and 5000 visitors, and is expected to receive local and international tour operators and buyers from the region.

The launch of FIKANI Mozambique comes at the start of World Tourism Week, which is being held under the slogan: “Rethinking Tourism”. The celebrations will peak on September 27.

Feira Internacional do Turismo – uma aposta para exibir potencialidades nacionais

Falando no acto de lançamento do evento, a governante referiu que a edição deste ano da FIKANI 2022 é a primeira depois de um prolongado período que paralisou a indústria de turismo a nível internacional. Por isso, deve ser a maior aposta para exibição das potencialidades nacionais e retoma do sector com vigor.

Neste âmbito, Materula disse que o desafio para todos é estimular e envolver os sectores público-privado e as comunidades rurais para celebrar parcerias de forma a explorar as oportunidades turísticas da região como destino em benefício de todos.

FIKANI foi lançada em 2013, e é organizada numa parceria conjunta entre o Governo de Moçambique e o sector privado (Federação Moçambicana de Turismo e Hotelaria). Constitui o mais elevado e prestigiado ponto de negócios e de encontro entre empresas e instituições turísticas nacionais com as suas homólogas da região Austral e outras partes do mundo.

Este ano, contará com 150 stands e 5000 visitantes e espera-se receber operadores turísticos locais e internacionais, compradores oriundos da região.

O lançamento da FIKANI Moçambique acontece no início da Semana Mundial de Turismo, que decorre sob o lema: “Repensar o turismo”. As celebrações terão o seu pico no dia 27 de Setembro.

M-Pesa and FARMAC facilitate payment for medicines in public pharmacies

With this partnership, Vodacom reinforces its role in making the lives of Mozambicans easier by providing an easy-to-use, fast and secure financial service from *150# and the My M-Pesa App.

This integration was made possible thanks to OPEN API, an open platform that allows any product or service provider to integrate and collect data from M-Pesa. This gives the more than five million customers of that mobile phone, another payment alternative at FARMAC pharmacies.

FARMAC hopes to reduce waiting time at pharmacies, with quick and secure access to collected amounts, better cash flow management, as well as settlement of amounts directly with bank accounts.

“This partnership reinforces our main commitment, which is to contribute to the development of Mozambican society, ensuring that it is possible to move money easily, quickly and safely, thus promoting financial inclusion,” said Tawanda Gota, acting general manager of Vodacom M-Pesa.

“Today, we are honored to join Vodafone M-Pesa, in recognition of the role and relevance demonstrated by this service in the country, in anticipation of providing users of our pharmacies with alternative means of payment when buying medicines,” said Eusébio Macete, general director of FARMAC.

Farmácias de Moçambique, Sociedade Anónima (FARMAC S.A) is a 100% Mozambican company, dedicated to the retail trade of medicines, vaccines and other products authorized to be sold in pharmacies.

M-Pesa e FARMAC facilitam pagamento de medicamentos nas farmácias públicas

Com esta parceria, a Vodacom reforça o seu papel em facilitar a vida dos moçambicanos, fornecendo um serviço financeiro fácil de usar, rápido e seguro, a partir do *150# e da App Meu M-Pesa.

Esta integração foi possível graças à OPEN API, uma plataforma aberta que permite a qualquer fornecedor de produtos ou serviços integrar e recolher dados da M-Pesa. Isto dá aos mais de cinco milhões de clientes daquela telefonia móvel, outra alternativa de pagamento nas farmácias FARMAC.

A FARMAC espera reduzir o tempo de espera nas farmácias, com acesso rápido e seguro aos montantes recolhidos, melhor gestão do fluxo de caixa, bem como a liquidação de montantes directamente com contas bancárias.

“Esta parceria reforça o nosso principal compromisso, que é o de contribuir para o desenvolvimento da sociedade moçambicana, assegurando que é possível movimentar dinheiro com facilidade, rapidez e segurança, promovendo assim a inclusão financeira”, disse Tawanda Gota, director-geral interino da Vodacom M-Pesa.

“Hoje, temos a honra de nos juntar à Vodafone M-Pesa, em reconhecimento do papel e relevância demonstrados por este serviço no país, na expectativa de fornecer aos utentes das nossas farmácias meios alternativos de pagamento na compra de medicamentos”, disse  Eusébio Macete, diretor-geral da FARMAC.

Farmácias de Moçambique, Sociedade Anónima (FARMAC S.A) é uma empresa 100% moçambicana, dedicada ao comércio a retalho de medicamentos, vacinas e outros produtos autorizados a serem vendidos em farmácias.