Sunday, April 19, 2026
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O financiamento do carvão persiste apesar das preocupações ambientais

O carvão pode ser a palavra mais suja em política climática no período que antecede a cimeira COP26 da ONU, mas isso não significa que o seu financiamento tenha terminado.

42 mil milhões de dólares foram comprometidos a financiar centrais eléctricas a carvão entre 2013 e 2019 em 18 países com a maior percentagem de população sem electricidade, de acordo com um relatório dos grupos da Iniciativa de Energia Sustentável para Todos e de Política Climática. Bangladesh, Índia e Paquistão receberam a parte de leão do investimento.

O relatório observa que enquanto os planos para centrais eléctricas alimentadas a carvão estão a ser rapidamente desmantelados em todo o mundo, ainda há apoio em alguns países menos desenvolvidos. Esta semana, o grupo de reflexão climática E3G observou que o gasoduto global de novas estações carboníferas tinha caído quase 70% desde 2015.

A eliminação progressiva do carvão é vista como uma prioridade fundamental para as conversações sobre o clima em Glasgow dentro de seis semanas.

“O investimento em novas centrais eléctricas alimentadas a carvão persiste globalmente apesar de estar desalinhado com uma economia líquida de emissões zero e apesar dos custos mais baixos das tecnologias de energias renováveis”, disseram os autores do relatório.

As instituições financeiras na China são responsáveis por 40% do financiamento do carvão nos países de elevado rendimento. Globalmente, as instituições privadas não cotadas nos EUA financiam a maior parte do investimento no sector, de acordo com o relatório.

As novas centrais alimentadas a carvão correm o risco de se tornarem activos irrecuperáveis – as que se reformam antes de completarem o seu próprio retorno – dadas as limitações infra-estruturais e a procura inferior à prevista, de acordo com o relatório.

Em África, Madagáscar, Moçambique, Malawi, Níger e Tanzânia são o lar de plantas activas alimentadas a carvão, de acordo com o relatório.

Revisão da Estratégia Nacional de Desenvolvimento poderá estar pronta até Maio de 2022

Em seis anos de implementação da Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE), o Governo diz que a economia nacional cresceu de forma considerável, apesar dos desafios enfrentados. Adriano Maleiane avançou ainda que, até Maio de 2022, a proposta de revisão do instrumento será submetida à Assembleia da República para aprovação.

Adriano Maleiane, falando à margem do lançamento do processo de revisão da ENDE (2015-2035), diz que, desde que o instrumento foi aprovado em 2015, o país alcançou vários êxitos.

“Tudo que foi feito estava enquadrado e continua nesta estratégia. Tivemos várias barreiras, a destacar as consequências das mudanças climáticas, porém, em 2015, mesmo envoltos em tantos problemas, a nossa economia cresceu em 6.6 por cento. Em 2016, mesmo com a crise económica mundial, alcançamos um crescimento de 3.3 por cento. Isto significa que, apesar das dificuldades, nós não perdemos o norte, tanto que o Plano Quinquenal do Governo que estamos a implementar está enquadrado nas políticas traçadas neste instrumento”, disse Adriano Maleiane.

Sobre o programa de revisão do instrumento, que passa pela auscultação de sectores sociais, económicos e políticos e a submissão da proposta à Assembleia da República, para aprovação, o ministro da Economia e Finanças explica: “a auscultação começa agora e, até Maio de 2022, teremos a proposta do documento pronta para o Governo submeter à aprovação pela Assembleia da República”.

Através de conversas presenciais, videoconferências, questionários no website do Ministério da Economia e Finanças, entre outras ferramentas, o Governo colherá as opiniões de académicos, organizações da sociedade civil, observatório do desenvolvimento, entre outros grupos, a nível nacional.

Para o Governo, a revisão da estratégia é para responder ao surgimento de novos paradigmas de desenvolvimento, com formas novas de trabalho, novas tecnologias e, acima de tudo, envolver os sectores produtivos na tomada de decisões.

Empresa COMETAL vai montar e exportar vagões

A COMETAL, uma empresa de produção de equipamentos ferroviários, vai abrir as portas para a montagem e exportação de vagões, várias décadas após a paralisação da actividade.

A garantia foi dada pelos gestores daquela unidade fabril ao governador da província de Maputo, Júlio Parruque, durante a visita efectuada às instalações da unidade industrial.

Parruque visitou a COMETAL, localizada na Machava-Sede, distrito da Matola, no âmbito do acompanhamento do processo produtivo e perspectivas para o aumento da produção e produtividade no contexto da Covid-19.

Citado em comunicado de imprensa emitido pelo seu gabinete, Parruque afirmou que a visita à empresa COMETAL enquadra-se na intenção de fazer com que a província de Maputo não perca a sua dimensão e vocação de maior parque industrial do país, revitalizando as grandes empresas.

Enalteceu a COMETAL e ao SIR MOTORS, pelo investimento de grande importância, reiterando que “o mais importante é que a empresa não caiu, houve uma acção de investimento que garantiu com que voltasse a ter uma produção de qualidade.”

O governador apelou a empresa no sentido de a província de Maputo continuar cada vez mais produtiva, expondo assim a sua marca como Parque Industrial de Moçambique.

Na ocasião, Amade Camal agradeceu ao Governador pela visita, e explicou que “a prioridade da empresa é formar e capacitar quadros de qualidade, de modo a apresentar um produto de qualidade.”

Citado no comunicado, Camal explicou ainda que a empresa conta com 105 trabalhadores, e a sua vocação é a montagem de motorizadas, contentores e equipamentos agrícolas, vagões e venda de viaturas.

Os desafios do comércio electrónico no país

Devido a limitações de acesso à internet, baixa literacia digital e falta de infra-estruturas tecnológicas robustas, o comércio electrónico no país ainda é deficitário. Esta ideia foi defendida no segundo painel do primeiro dia da Moztech.

Desde a eclosão da pandemia da COVID-19, as vendas e compras através da internet cresceram a 90 por cento em todo o mundo, estatísticas nas quais Moçambique está longe de se destacar, dados os desafios de vária ordem.

Os participantes do painel subordinado ao tema Disrupção pelo E-Commerce da Moztech consideram que o país tem que resolver questões básicas e que o comércio electrónico deve ser feito em função das condições locais.

“Temos que começar com o que já temos e não estarmos a procurar outras condições para podermos funcionar. Portanto, o ideal é fazermos usos das capacidades que possuímos para responder à exigência do mercado, claro sem deixar de pesquisar outras alternativas”, afirmou Shaida Sene, uma dos painelistas.

No tocante à literacia digital, Abdul Mueid, gestor de uma plataforma de vendas digital, aponta que tem sido muito difícil fazer comércio electrónico num contexto em que as pessoas desconhecem as ferramentas digitais.

No seu entender, Mueid disse que Moçambique pode fazer melhor, mas é preciso ultrapassar as limitações mais básicas que interferem nas vendas e compras via online.

“Oportunidades existem, mas aqui, em Moçambique, há falta de talentos da área de tecnologia. Por exemplo, nas nossas operações, temos muito mais trabalho, para além de vender temos que explicar como esses sistemas funcionam”, referiu-se Abdul Mueid.

Para além do fraco acesso à internet, formação e infra-estruturas, a insegurança electrónica é também um dos aspectos que dificultam o desenvolvimento do comércio electrónico no país.

Segundo Lourino Chemane, director do Instituto Nacional de Tecnologias de Informação e Comunicação, apesar de o país contar com uma lei de segurança electrónica, ainda são necessários regulamentos específicos que possa orientar as operações digitais.

“Há previsões sobre o comércio electrónico, mas ainda não temos o regulamento em si. Felizmente, estamos a caminho de preparar esse instrumento e tomaremos em consideração a dinâmica actual do mercado”, afirmou Lourino Chemane.

Segundo o dirigente, a regulamentação do comércio electrónico poderá atenuar as vendas digitais informais. Outro desafio é a inexistência de dados estatísticos sobre o comércio informal, o que dificulta uma possível formalização.

Lourino Chemane diz, entretanto, que o regulador tem que ser cauteloso na tomada de algumas medidas sobre o comércio electrónico, para não retrair o mercado.

Por outro lado, Chemane entende que a regulamentação do comércio electrónico não cabe apenas a nível interno, mas também é um desafio na esfera global.

“Há desafios de dimensão internacional em termos de regulamentação do comércio electrónico e a participação equitativa de actores nacionais e internacionais na dinamização na dinamização de países em via de desenvolvimento”, disse Lourino Chemane.

Segundo INE actividade económica diminui 1,2% em Junho

Os resultados dos Índices das Actividades Económicas do mês de Junho de 2021, quando comparados com os do mês anterior, apontam para um decréscimo dos índices gerais de volume de negócios, de emprego e de remunerações em 1,2%, 2,4% e 4,0% respectivamente. Os dados foram tornados públicos esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com a autoridade estatística, a diminuição do índice de volume de negócios foi influenciada pela variação negativa verificada nos sectores de Electricidade, de Alojamento e Restauração, Produção Industrial e de Outros Serviços Não Financeiros com 7,8%, 7,2%, 3,9% e 3,2% respectivamente.

Todavia, durante o período em análise, o INE verificou que os sectores de Comércio e de Transportes e Armazenagem, contrariaram o decréscimo ao registarem incrementos de 6,6% e de 5,9% na facturação.

“Quanto à variação negativa, do índice do emprego no mês de Junho de 2021, foi resultado da variação negativa verificada nos sectores da Produção Industrial, de Outros Serviços Não Financeiros, de Alojamento e Restauração, bem como o sector do Comércio em 8,3%, 3,0%, 1,7% e 0,3% respectivamente. O sector de Transportes e Armazenagem teve uma variação tenuemente positiva de 0,4%”, observou a autoridade.

Em relação ao índice de remunerações, o INE observou que, comparativamente a Maio, o mês de Junho apresenta uma variação negativa, resultado da queda verificada em todos os sectores, com maior destaque em termos de amplitude para os sectores da Produção Industrial, de Alojamento e Restauração, bem como o de Transportes e armazenagem em 8,9%, 2,6% e 1,9% respectivamente.

Comparando os índices globais do mês de Junho de 2021 com os do período homólogo de 2020, o INE concluiu que houve um crescimento assinalável do volume de negócios, das remunerações e de emprego em 28,3%, 7,4% e 4,2% respectivamente.

EDM lesada em cerca de 240 milhões de Meticais pelo terrorismo

O terrorismo já causou à empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM) um prejuízo avaliado em cerca de 240 milhões de Meticais.

O dado foi tornado público pelo Presidente do Conselho Administrativo (PCA) da EDM, Marcelino Gildo, em visita efectuada na semana finda às zonas libertadas pela força conjunta entre Moçambique, Ruanda e da Comunidade da África Austral (SADC).

Segundo Gildo, o valor resulta principalmente da falta de facturação de 25 mil clientes da empresa, que ficaram desprovidos de energia eléctrica após destruição do equipamento da EDM, nos distritos de Nangade, Muidumbe, Palma e Mueda.

Todavia, com a recuperação desses distritos por parte do Estado, o PCA da EDM disse que acções decorrem no terreno para a reposição de energia eléctrica. Com efeito, o gestor afirmou que a empresa já repôs energia no distrito de Mueda.

“Com esta visita ao terreno, estamos mais optimistas em repor a energia para os restantes distritos. Logo que as zonas ficaram disponíveis para o acesso, fizemos um levantamento muito detalhado e já movimentamos as equipas, por isso, já conseguimos repor em Mueda em pouco tempo. Neste momento, temos equipas a fazerem a reposição de linha de Nangade, com previsão de terminar dentro de duas semanas”, afirmou o PCA da EDM.

Para a reposição de emergência do sistema nos distritos, a empresa pública de electricidade prevê gastar cerca de 11 milhões de USD. “Depois iremos fazer uma reposição definitiva que, naturalmente, precisará de outro investimento. Por exemplo, a reposição da subestação de Ouasse necessitará de cerca de 10 milhões de USD”, acrescentou o PCA da EDM.

Com vista a repor energia naqueles distritos, a empresa diz contar com recursos próprios e de parceiros financeiros, como o Banco Mundial, que no contexto da emergência, em Cabo Delgado, já disponibilizou 100 milhões de USD, parte dos quais para reerguer a infra-estrutura eléctrica.

Sistema de Segurança Social em Moçambique com 32 anos de existência

Comemora-se no próximo sábado, 18 de Setembro, o 32º aniversário da criação do Sistema de Segurança Social em Moçambique, com as actividades de divulgação e de carácter social a marcarem as festividades.

O Sistema de Segurança Social Obrigatória, gerido pelo INSS, foi criado pela Lei nº 05/89, de 18 de Setembro, com o objectivo de garantir a subsistência dos trabalhadores em situação de falta ou diminuição da capacidade para o trabalho, nos casos de doença, maternidade, invalidez e velhice, assim como a subsistência dos familiares sobreviventes, em caso de morte dos referidos trabalhadores ou pensionistas.

Volvidos 32 anos da sua existência, o sistema apresenta progressos assinaláveis em vários domínios, como são os casos da abrangência de mais trabalhadores, sobretudo dos TCP; da integração do subsídio por maternidade no leque de benefícios; do alargamento da cobertura territorial para mais distritos do país e da modernização e informatização dos serviços, que permitem a celeridade na resposta aos requerimentos submetidos pelos utentes.

O INSS está representado em todo o território nacional por 11 delegações provinciais, contando ainda com 23 delegações distritais e 46 representações distritais, no quadro da aproximação dos serviços mais perto dos utentes do sistema, nomeadamente beneficiários (trabalhadores), pensionistas e contribuintes (empresas).

O Sistema de Segurança Social conta, em termos acumulados, até Junho de 2021, com 138.883 contribuintes, 1.670.292 beneficiários, 61.312 trabalhadores por conta própria. Possui ainda 103.540 pensionistas, dos quais 36.412 são por velhice, 65.601 de sobrevivência e 1.527 por invalidez.

Preços do cimento disparam em Cabo Delgado por falta de clínquer

Há mais de duas semanas que Cabo Delgado e, em particular, a sua capital provincial, Pemba, atravessa uma crise no fornecimento de cimento de construção, fazendo disparar o preço do produto.

Uma visita aos principais pontos de venda revelou que um saco de 50 kg tem agora um preço entre 700 e 800 meticais, acima dos 500 a 520 meticais cobrados até à data.

A situação é preocupante para os cidadãos, que são obrigados a reprogramar os seus planos, especialmente no que diz respeito à construção de casas.

Um comunicado de imprensa da Direcção Provincial da Indústria e Comércio de Cabo Delgado revela que a crise está a ser causada pela escassez de clínquer, a principal matéria-prima para a produção de cimento.

Isto encerrou a fábrica de cimento em Mieze, distrito de Metuge, durante 30 dias. Só reabrirá no dia 26 de Setembro.

A falta de clínquer é o resultado de dificuldades na navegação marítima, que têm limitado a importação desta matéria-prima na província de Cabo Delgado e no norte de Moçambique em geral.

A Direcção Provincial da Indústria e Comércio de Cabo Delgado diz ter criado uma unidade conjunta, coordenada pela Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE), para monitorizar a especulação de preços na província.

 

Assinado acordo para construção de central elétrica a carvão em Tete

A empresa Ncondezi Energy assinou um acordo com a China Machinery Engineering Corporation (CMEC) para a construção de uma central eléctrica movida a carvão, na província de Tete.

O grupo estatal chinês fica assim com o contrato de engenharia, aquisição e construção da central com capacidade para produzir, numa fase inicial, 300 megawatts de energia, anunciou a Ncondezi, num comunicado divulgado recentemente.

O acordo, assinado numa cerimónia realizada através de videoconferência, é válido por três anos e prevê o arranque das obras da central, assim que estiver garantido o financiamento do projecto, que inclui o desenvolvimento de uma mina de carvão em Tete.

O director executivo da Ncondezi, Hanno Pengilly, prometeu “dar mais novidades a seu tempo”, enquanto o presidente da CMEC, Fang Yanshui, garantiu que o grupo chinês está “empenhado (…) em concluir o projecto num futuro próximo”.

A CMEC estava em negociações com as autoridades e bancos da China sobre várias propostas para financiar a central, disse o director de projeto, Zhang Daguang, num comunicado divulgado no dia 23 de Agosto.

A central foi incluída numa lista de infraestruturas prioritárias para Moçambique, decidida em conjunto pelos governos do nosso país e da China, disse a Ncondezi, em Janeiro de 2020.

O arranque das operações da central estava inicialmente previsto para 2023, com planos para eventualmente atingir uma produção de 1.800 megawatts, permitindo assim a exportação de energia para a África do Sul e Zimbabwe.

De acordo com dados oficiais, actualmente, apenas 34 por cento dos cerca de 30 milhões de moçambicanos têm acesso à energia eléctrica.

Em Março, o Presidente Filipe Nyusi defendeu o acesso à energia eléctrica para toda a população nos próximos dez anos, uma meta que será mais fácil com o arranque da central em Tete, sublinhou a mineradora Ncondezi.

Uma outra mineradora, a brasileira Vale, está a preparar a saída do negócio de carvão em Moçambique, “em linha com o foco da empresa em tornar-se ‘carbono neutral’ até 2050 e em reduzir em 33% as suas emissões até 2030”.

A Ncondezi garante que a central de Tete usará tecnologia “de ponta” para reduzir as emissões poluentes e o impacto ambiental.

A Ncondezi tem a Africa Finance Corporation (19,48 por cento) e a empresa polaca Polenergia (10,31 por cento) entre os accionistas de referência, sendo os parceiros estratégicos do projecto a CMEC e a norte-americana General Electric.

Economia nacional cresce um por cento no primeiro semestre do ano

A economia de Moçambique registou um crescimento gradual acumulado na ordem de 1,05% nos primeiros seis meses do presente ano, contrariando o desempenho negativo de igual período de 2020.

Este dado foi partilhado na tarde deste sábado (04) pelo Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, falando em Marracuene durante a cerimónia de encerramento da Feira Agro-Comercial e Industrial de Moçambique (FACIM), que este ano decorreu no formato híbrido, devido às restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

“Atesta esta recuperação gradual da nossa economia o facto de, do primeiro para o segundo trimestre do ano em curso, o crescimento económico ter registado uma aceleração de 0,12% para 1,97%”, explicou do Rosário.

Durante o seu discurso, o PM disse que contribuíram para este crescimento gradual os sectores de transporte e comunicações, serviços financeiros, construção, agricultura e pescas, entre outros.

Explicou ainda que, a dinâmica do sector produtivo da nossa economia vem sendo acompanhada pela estabilização no nível geral de preços, concorrendo dessa forma para incentivar o investimento nacional e estrangeiro.

“A inflação tem vindo a reduzir gradualmente, tendo a taxa média se situado em 4,16% em Junho, abrindo perspectivas para que possamos alcançar a meta de 5% prevista no Plano Económico Social 2021”, garantiu.