Sunday, April 5, 2026
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Conferência e Exposição de Mineração, Petróleo e Gás e Energia de Moçambique – MMEC

Moçambique será palco da 7ª edição do MMEC*, entre os dias 21 e 22 de Abril. Um evento que expõe a industria no sector de mineração, petróleo, gás e energia.

O objectivo é atrair investimentos, promover parcerias, ouvir decisores políticos e partilhar conhecimento sobre o sector.

Este evento deverá atrair expositores de cerca de 30 países. Além do sector privado, contará também, com a participação de quadros do governo como Ministros e Directores de empresas públicas.

A organização do evento desenvolveu um aplicativo para interacção dos participantes. A app permite ficar a par do programa do evento e até ver a lista de participantes. Conversar com os participante bem como marcar reuniões, são também duas funcionalidades a aplicação.

Caso esteja interessado em participar como espectador ou expositor, as inscrições podem ser feitas aqui.

*Em parceria com a ENH

Mozambique CEO Summit

A cidade de Maputo irá acolher o maior evento de negócios no país, que conecta executivos de nível “C”, o chamado Mozambique CEO Summit.

A decorrer no dia 25 de Fevereiro de 2021, numa modalidade híbrida (online e presencial), este evento promete promover partilha de experiência, oportunidades de negócios e investimentos nas áreas de GNL, agro-negócios, imobiliário e de inteligência artificial.

No evento, mais de 20 oradores nacionais e internacionais compartilharão a sua experiência e conhecimento. O Mozambique CEO Summit também promete ser uma plataforma de networking entre empresários nacionais e internacionais.

Caso queira participar, pode adquirir os bilhetes aqui.

Identidade Visual: Material essencial que toda empresa deve ter

A importância da identidade para o sucesso de um negócio é indiscutível. A identidade serve para distinguir de outros negócios e ajuda o consumidor a escolher e identificar os produtos e serviços. Sem a identidade todas as marcas seriam iguais. 

Com ou sem palavras, comunicar é essencial para garantir que o negócio seja conhecido, reconhecido e bem estabelecido.

Para tal, alguns materiais de identidade visual tornam-se essenciais. Se quer estar preparado para um mercado cada vez mais exigente e concorrencial a sua empresa tem de abraçar as novas tendências, precisará conhecer as possibilidades existentes que melhor se adequem às necessidades do mercado.

Aqui damos algumas sugestões de pacotes que uma empresa deve ter dependendo do seu estado de desenvolvimento e do orçamento disponível. 

1 Pacote básico 

Sem a opção de fazer grandes investimentos nesta área, materiais essenciais não devem ficar de fora.

Precisará de:

  • Logo – o logo é a identidade do seu negócio. É com base nela que os seus clientes o vão distinguir dos outros negócios e concorrentes.
  • Presença digital – 1 website com uma página simples (descrição da empresa, produtos/serviços e testemunhos de clientes). Cada vez é mais verdade que uma presença online transmite credibilidade ao seu negócio, sobretudo nos tempos de pandemia, em que a presença física se torna cada vez mais desnecessária. Também se pode começar sem qualquer investimento com a presença nas redes sociais.
  • Cartões de visita – para garantir a comunicação mesmo sem presença física.

2 Pacote Lite

Com a capacidade operacional de abranger e satisfazer a demanda de maior número de pessoas, torna-se necessário ter muito mais que o descrito no primeiro ponto. Assim sendo, além do que já foi alistado anteriormente, precisará de:

  • Mais uma página no website onde fará exposição de trabalhos já feitos, ou, artigos com conteúdo de valor para o seu nicho.
  • Presença nas redes sociais com postagens regulares sobre experiência, clientes, e artigos sobre a sua área de negócio.
  •  
  • Assinatura visual para cartas, e-mails e/ou outras comunicações internas e externas.

3 Pacote Premium

Com maior volume de operações, clientes e capacidade de satisfazê-los, maior é o pacote básico.

  • Website mais robusto com mais páginas – para incluir páginas de responsabilidade social, imprensa (onde estarão os comunicados e imagens relevantes à comunicação social), bem como uma página de pedido de orçamento, por exemplo.
  • Branding: além de canetas, calendários e outras opções menores, a recepção da empresa também irá carecer de identidade, para tornar a experiência dos clientes única.
  • Uma placa de indicação da empresa – explicar 
  • Branding básico: canetas, calendários, roll ups (…).

Existem diversas opções para todos os tipos de empresa. Caberá a si escolher qual melhor se ajusta à sua.

Sugerimos que implemente desde já estas sugestões pois ajudarão a posicionar-se no mercado, a criar uma identidade própria e por fim, a atingir os seus objectivos comerciais.

Caso precise de apoio técnico na decisão e concepção e produção de algum destes pacotes, a Profile tem uma equipa treinada para o ajudar.

Contacte-nos através do e-mail apoio@profile.co.mz.

6 passos para arrasar nas redes sociais com a sua empresa

Metade da população do planeta, cerca de 3.5 biliões, usa redes sociais, segundo o relatório Global Digital Statshot de 2019. Esse dado é suficiente para declarar que o público-alvo da sua empresa é usuário de alguma plataforma.

Contudo, por serem locais onde se busca entretenimento e serem dominados por pessoas entre 16 e 34 anos, as redes sociais podem não parecer um lugar promissor para empresas do segmento B2B – business to business – ou seja, empresas cujo público-alvo são outras empresas.

Mas, hoje, vamos aprender 6 passos para preparar a sua empresa para usar as redes sociais e aproveitar as vantagens que estas oferecem para o crescimento do seu negócio.

#1 Definir objectivos

Antes de mais nada, há que compreender o facto de empresas desse tipo terem abordagens diferentes no uso das redes sociais.

Então, com certeza os objectivos não serão agregar grande número de seguidores ou obter muito engajamento nos conteúdos.

Para uma empresa B2B, as redes sociais devem ser vistas como forma de exposição, humanização da empresa e obter informações sobre o que está a acontecer na sociedade.

Um exemplo no qual pode inspirar-se é a Macrohealth.

#2 Formar Colaboradores

A humanização pode ser explorada através dos colaboradores. Usuários de redes sociais são mais susceptíveis a prestar atenção à conteúdos de indivíduos do que de marcas.

Assim sendo, a responsabilidade de consolidar a marca não pertence apenas à equipa de marketing. Todos colaboradores devem ser parte activa no processo.

Contar as histórias, as conquistas e o crescimento dos seus funcionários, trará mais humanização à marca.

Isso pode ser feito através de indução e/ou formações periódicas, bem como uso de plataformas como o Bambu – onde se pode colocar a circular informações sobre as políticas da empresa, ideias de posts e a possibilidade de publicação nas redes sociais directamente da plataforma.

Seja qual for a escolha para comunicação directa com os colaboradores, é importante ter um material pronto para distribuição periódica e para novos trabalhadores.

#3 Construir uma narrativa

Antes de se perguntar o que deve ser publicado, a pergunta “quem somos” deve estar bem respondida. O que a empresa representa? Que valores defende? Qual é a cultura de trabalho?

Só depois de responder estas questões, detalhadamente é que podemos passar para o próximo passo.

#4 Definir persona(s)

Persona é um termo em latim, de onde deriva a palavra “personagem”. É usado por profissionais de marketing, para definir as características do cliente.

Apesar das redes sociais serem plataformas tecnológicas, ainda nos comunicamos com pessoas. Muito mais que falar com um certo grupo precisamos individualizar a mensagem. Fazer com que cada um receba com pessoal.

É aconselhável que as empresas tenham entre duas a quatro personas.

Mas, atenção – persona difere de público-alvo na sua individualidade e riqueza de detalhes como preferências, fontes de informação, profissão e etc.

Com a persona definida, você consegue desenhar uma estratégia de comunicação para alcançar os profissionais da área que necessita da sua empresa.

#5 Planear conteúdo relevante

Conteúdo que agregue valor ao sector em que actua é uma das melhores formas de ter uma boa exposição nas redes sociais.

Como fizemos referência, para o segmento B2B, as redes sociais funcionam como montra, para reforçar a resposta ao “porquê contratar-vos”? E, a melhor forma disso acontecer é mostrar como a empresa entende do mercado em que opera.

Um exemplo moçambicano a ser seguido é o do Grupo Lin.

#6 Abrir as contas

Sim, as contas. A ideia é ir aonde os seus potenciais clientes estão, fazer-se presente e conquistá-los.

Com estes seis pontos bem alinhados e a serem bem implementados, verá como as redes sociais são um terreno fértil para todo tipo de seguimentos, e o sucesso depende do uso.

O que precisa é ter sempre em mente que está a falar com pessoas e apesar de ser um empreendimento B2B, há muita criatividade que pode ser explorada sem atravessar a linha ténue que separa o formal do desinteressante nas redes sociais.

A Profile tem uma equipa qualificada e pronta para ajudar-lhe a criar e gerir as contas da sua empresa nas redes sociais.

Para mais informações, contacte através do e-mail apoio@profile.co.mz.

Millennium Bim diz adeus às formas de pagamento convencionais com o Pay IZI

Foi recentemente disponibilizado o serviço Pay IZI do Millennium Bim, que se apresenta como alternativa moderna e ecológica aos pagamentos via cartão e dinheiro.

Através da parceria com o serviço de carteira móvel da Vodacom, M-Pesa, os comerciantes poderão receber pagamentos de usuários do Millennium IZI, do aplicativo Smart IZI e do M-Pesa, “sem custos de adesão, manutenção e de consumíveis associados”, segundo explica o comunicado de imprensa do Banco.

Além da adesão gratuita, outras vantagens do novo serviço incluem a notificação de todos os pagamentos, bem como a possibilidade de consultar o histórico de transacções.

Para José Reino da Costa, PCE do Millennium bim, “com este serviço, firmamos também o nosso compromisso de continuar a promover, de forma efectiva, a nossa estratégia de inclusão financeira dos moçambicanos”, lê-se no comunicado.

Já o Director Geral da Vodafone M-Pesa S.A, Gulamo Nabi, afirma que “um passo muito importante foi dado rumo ao objectivo de permitir que os clientes M-Pesa possam efectuar todas as suas transacções do dia-a-dia sem necessidade de recurso ao dinheiro físico”.

Esta iniciativa “deverá também ter um impacto positivo na aceleração da actividade económica no país”, acrescentou Nabi.

O canal de pagamento Pay IZI está disponível para download na Play Store para dispositivos Android.

Esta iniciativa é apresentada num momento em que o mundo enfrenta uma pandemia e recorre à tecnologia para conceder soluções que auxiliem na redução do risco de contágio.

Outras inovações tecnológicas que estarão em alta, neste ano, estão descritas neste artigo do Profile.

Planifique o seu ano com o nosso calendário

Um objectivo sem um plano é apenas um desejo – Antoine de Saint-Exupéry.
Para lhe ajudar a planear o seu ano, a Profile preparou para si, um calendário do ano que pode ser impresso. Faça o Donwload aqui.

Tendências tecnológicas para 2021

Falar das tendências tecnológicas para este 2021 é, sem dúvidas, sinónimo de falar de oportunidades de negócios.

Conforme os empresários estudavam formas de sobrevivência e reinvenção, percebemos o óbvio, a aceleração de inovações tecnológicas. Esta, podemos dizer, mostra-se como um dos maiores impactos positivos da COVID-19.

Mais do que uma lista de inovações que o mercado esteja a demandar fortemente, é uma lista que deve servir de fonte de análise para desenho de planos estratégicos que possam garantir a sobrevivência e/ou crescimento do seu negócio.

#1 Tecnologias para auxílio na prevenção contra a COVID-19.

O mercado precisa de dispositivos que ajudem os negócios e pessoas singulares a cumprirem com as medidas de prevenção.

#2 Computadores portáteis que consumam menos energia e trabalhem de forma mais eficiente

Com o despontar do trabalho remoto, houve a necessidade de se acelerar a resolução de limitações já existentes nos laptops.

#3 Entretenimento caseiro

Sem poder ir a cinemas, teatros e outros locais de entretenimento, instalou-se a necessidade de inovações tecnológicas que proporcionem às pessoas, a oportunidade de entreterem-se mesmo em meio à pandemia.

#4 Apps para visitas médicas e exercícios físicos

Esta é mais uma tendência no mercado tecnológico, cuja necessidade ficou escancarada pelo coronavírus.

#5 Comércio electrónico

Um mercado que antes era tímido, em 2021 virá com força total, pois, comprar on-line deixou de ser um luxo e passou a ser uma necessidade.

Grandes lojas moçambicanas, por exemplo, criaram e/ou enrobusteceram seus espaços online como forma de manter o negócio vivo. Isto, faz desta tendência, uma das maiores para 2021.

#6 Ferramentas de trabalho remoto

Última, mas, não menos importante, está ligada à gestão de tarefas em equipa remotamente.

Neste ano, com a consolidação do trabalho remoto, pode-se esperar um crescimento de softwares que permitam a gestão integrada de equipas, bem como interacção e digitalização de certos processos administrativos.

E o(a) leitor(a), qual tendência tecnológica sente que seja mais necessária e qual acrescentaria?

Millennium Bim prevê inflação acelerada e juros brandos em 2021

A área de estudos económicos do Millennium Bim prevê que a inflação no país continuará a acelerar em 2021, rondando os 5.6%.

A previsão admite que esta aceleração está condicionada a vários factores como o mercado cambial, a oferta e procura de bens e serviços e a situação económica dos principais parceiros de Moçambique como a África do Sul.

Num documento publicado nesta quarta-feira, o Banco faz uma previsão de abrandamento das taxas de juro, pelo Banco Central, até segundo trimestre do próximo ano devido a “riscos inflacionários elevados”.

O Millennium Bim publica seu estudo na sequência da divulgação do Índice de Preços no Consumidor, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), cujo resultado foi reportado pelo Profile.

Banco alemão doa €6M para apoiar MPME’s moçambicanas

Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME’s) moçambicanas terão acesso a um fundo de apoio emergencial de seis milhões de euros.

O valor é parte de um total de €17.5 milhões disponibilizados pela Cooperação Financeira Alemã através do Banco de Desenvolvimento daquele país – kfW.

Os seis milhões serão canalizados às empresas através do Banco de Moçambique, conforme anunciado pelo mesmo, nesta terça-feira, através de um comunicado.

O objectivo deste apoio é ajudar as empresas a mitigarem os efeitos negativos da COVID-19 e garantirem sua sobrevivência.

Sengundo o comunicado, este valor é destinado à “cobrir necessidades decorrentes do fluxo de caixa, incluindo, mas, não se limitando a, pagamentos de salários e outros custos fixos durante a pandemia”.

Nove milhões de Euros serão destinados à uma linha de crédito para MPME’s e finanças agrícolas.

Os restantes 2.5 milhões estarão alocados à assistência técnica que irão beneficiar as instituições financeiras participantes na linha de crédito para as MPME’s e finanças agrícolas.

A referida assistência servirá para “conferir maior rigor, transparência e fiabilidade da informação no processo de avaliação e monitoria”, lê-se no documento.

Total eleva comércio externo em Cabo Delgado

De acordo com Osvaldo Silva, director regional norte da Autoridade Tributária, de Janeiro a Outubro deste ano, no geral, a zona Norte do país registou uma redução nas importações e exportações.

Esta análise foi feita em comparação como o mesmo período do ano anterior.

Contudo, Silva afirmou, durante uma entrevista ao Jornal Notícias, que na província de Cabo Delgado, a situação foi diferente, tendo registado um aumento de mais de 100%.

Em termos concretos, no período em análise, foram importados 1124 contentores neste ano, contra 556 em 2019.

Para Silva, este aumento deve-se ao projecto de petróleo e gás da Total em Afungi.

Apesar de não ter se especificado a contribuição da petrolífera nestes números, em sua página web, a Total já havia se comprometido em trazer benefícios sócio-económicos ao país desde a fase da implanatação do projecto à exploração.