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Paralisação da Total não impactam directamente a Galp

Análise de Mercado

O diretor de exploração e produção da Galp, Thore Kristiansen, afirmou hoje que a suspensão das operações da Total no projeto de gás de Cabo Delgado, em Moçambique, “não impacta diretamente” as operações da petrolífera portuguesa na região.

“Não nos impacta diretamente, porque as operações em curso na Área 4 continuam a ser para otimizar e para melhorar o produto, de forma a fazê-lo progredir na cadeia de valor”, afirmou Thore E. Kristiansen durante um ‘webcast’ para apresentação dos resultados do primeiro trimestre da petrolífera.

Questionado relativamente à suspensão de operações hoje confirmado pela petrolífera Total, o diretor de operações da Galp reconheceu que “a situação em Cabo Delgado é muito grave”, pelo que “é compreensível que tenha, primeiro, de ser controlada para poder garantir a segurança das pessoas que lá trabalham”.

A petrolífera Total anunciou hoje motivos de “força maior” para ter retirado todo o pessoal do norte de Moçambique, após o agravamento da violência armada de rebeldes, com o ataque a Palma, no dia 24 de março, junto ao projeto de gás.

A portuguesa Galp, a Kogas (Coreia do Sul) e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Moçambique) detêm, cada uma, uma participação de 10% num consórcio de exploração e gás natural da Área 4 da bacia do Rovuma, ao largo da costa de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, liderado pela petrolífera italiana Eni e pela americana ExxonMobil.

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