Produtores africanos de petróleo criam banco que vai aumentar investimento do setor privado nos projectos de petróleo e gás

A exploração de hidrocarbonetos no espaço marítimo moçambicano traz novos desafios ao país, sobretudo na preservação do ambiente marinho, o que requer muita atenção para assegurar que os ecossistemas aquáticos não sejam prejudicados.

Esta posição foi defendida pelo Primeiro-Ministro, Adriano Maleiane, no discurso de tomada de posse do novo Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Instituto Nacional do Mar (INAMAR), Isaías Mondlane.

Maleiane acrescentou que a posição geoestratégica do nosso país faz com que sejamos, de alguma forma, detentores de uma estrada oceânica que serve de passagem de navios transportando mercadoria distinta para vários destinos.

“O INAMAR deve, por isso, reforçar os seus mecanismos de fiscalização e controlo para evitar a poluição marinha, as descargas de lixo no mar, assim como a utilização do nosso espaço marinho para fins prejudiciais para o próprio mar”, sublinhou o Primeiro-Ministro.

O dirigente espera que os gestores do INAMAR continuem a apostar na inovação e modernização da instituição de modo a que esteja à altura de fazer face aos novos e múltiplos desafios que se impõem ao sector.

A Mondlane, foi exigido responsabilidade de assegurar o exercício da autoridade marítima do Estado no mar e nas águas interiores.

“Recomendamos que a instituição que passa a dirigir, o INAMAR, trabalhe em estreita articulação e coordenação com outras instituições relevantes, sem descurar a necessidade de garantir uma gestão criteriosa dos recursos colocados à disposição da instituição”.

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