Sunday, April 12, 2026
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Gemfields anuncia resultados positivos em leilão de rubis de qualidade mista

A Gemfields divulgou com satisfação os resultados do seu mais recente leilão de rubis de qualidade mista, realizado entre os dias 3 e 18 de junho de 2024. Este evento destacou-se por seu forte desempenho, conforme os números a seguir.

Destaques do Leilão de Rubis de Qualidade Mista – Junho de 2024

(i) Receita total do leilão: USD 68,7 milhões.

(ii) 94 dos 97 lotes (totalizando 217.044 quilates) foram vendidos, representando 97% do total.

(iii) Preço médio realizado: USD 316,95 por quilate.

(iv) Os 22 leilões de pedras preciosas da MRM, desde junho de 2014, já geraram um total de USD 1,12 bilhões em receitas.

Adrian Banks, Director Executivo de Produção e Vendas da Gemfields, comentou: “Este leilão marca o 10º aniversário desde o nosso primeiro leilão de rubis da Montepuez Ruby Mine, em Moçambique, realizado em junho de 2014. Temos o prazer de anunciar mais um forte resultado, demonstrando a confiança que os clientes fiéis têm na nossa oferta de produtos e plataforma de leilões. Embora os resultados dos leilões não devam ser diretamente comparados, a nossa equipa orgulha-se de ter ultrapassado o marco de um preço médio de venda de 300 USD por quilate neste leilão.”

Banks ainda destacou os desafios enfrentados pela indústria, em parte devido ao abrandamento económico na China, mas expressou esperança de que os resultados do leilão proporcionem confiança a outras partes interessadas no sector. “Como sempre, endereçamos os nossos agradecimentos à equipa de trabalho da MRM, aos nossos parceiros Mwiriti e ao Governo de Moçambique, cujo apoio torna estes resultados e conquistas possíveis”, afirmou.

Os rubis brutos leiloados foram extraídos pela Montepuez Ruby Mining Limitada (MRM), uma joint venture na qual a Gemfields detém 75% de participação e a Mwiriti Limitada, sua parceira moçambicana, possui 25%. As receitas deste leilão serão integralmente repatriadas para a MRM, em Moçambique, com todos os royalties devidos ao Governo da República de Moçambique sendo pagos com base no preço total de venda alcançado.

Os lotes do leilão foram exibidos em Bangkok, onde os clientes puderam visualizá-los em sessões privadas e presenciais. Posteriormente, as vendas ocorreram por meio de uma plataforma online especialmente adaptada pela Gemfields, permitindo a participação de clientes de várias jurisdições através de um processo de licitação selada.

A especificidade dos leilões e a qualidade dos lotes oferecidos variam em características como tamanho, cor e transparência, reflectindo as variações na produção mineira e na demanda do mercado. Portanto, os resultados de cada leilão não são directamente comparáveis.

O sucesso contínuo da Gemfields nos leilões de rubis sublinha a força e a resiliência da empresa no mercado global de pedras preciosas, além de destacar a importância das suas operações em Moçambique.

Governo cria fundo de 68,2 milhões de dólares para financiamento de MPME

meticais

Esta semana, o Governo anunciou a criação do Fundo de Garantia Mutuária, destinado a facilitar o acesso ao crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) em Moçambique. O fundo, dotado de 4,4 mil milhões de meticais (equivalente a 68,2 milhões de dólares), tem como objectivo principal oferecer garantias e contragarantias para empréstimos contraídos por essas empresas junto à banca nacional, visando taxas de juro mais acessíveis.

Segundo o decreto do Conselho de Ministros, publicado pela Lusa, o fundo será supervisionado pelo Banco de Moçambique e contará com parcerias estratégicas para garantir sua sustentabilidade e ampliar a oferta de apoio financeiro às MPME. O documento também enfatiza a disseminação de instrumentos legais que promovam melhorias no acesso ao financiamento para esse segmento crucial da economia.

O ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, destacou a importância do fundo para fortalecer a capacidade de investimento das MPME nos sectores agrícola, piscicultura, comercialização e processamento agrícola, turismo e habitação. Ele ressaltou que o acesso facilitado ao crédito contribui directamente para o crescimento do sector privado e, consequentemente, para o desenvolvimento económico do país.

Government creates 68.2 million dollar fund to finance MSMEs

meticais

This week, the government announced the creation of the Loan Guarantee Fund, aimed at facilitating access to credit for Micro, Small and Medium-sized Enterprises (MSMEs) in Mozambique. The fund, endowed with 4.4 billion meticais (equivalent to 68.2 million dollars), has the main objective of offering guarantees and counter-guarantees for loans taken out by these companies with national banks, with a view to more accessible interest rates.

According to the Council of Ministers’ decree, published by Lusa, the fund will be supervised by the Bank of Mozambique and will rely on strategic partnerships to ensure its sustainability and expand the supply of financial support to MSMEs. The document also emphasizes the dissemination of legal instruments that promote improvements in access to finance for this crucial segment of the economy.

The Minister of Economy and Finance, Max Tonela, highlighted the importance of the fund to strengthen the investment capacity of MSMEs in the agricultural, fish farming, agricultural marketing and processing, tourism and housing sectors. He stressed that easier access to credit contributes directly to the growth of the private sector and, consequently, to the country’s economic development.

 

Niassa: concluídas as obras da mini central hídrica de 400 milhões de meticais

Energia

As obras de construção da mini central hídrica de 479 kilowatts no posto administrativo de Meponda, distrito de Lichinga, na província do Niassa, foram finalizadas, beneficiando mais de 1600 famílias este ano com acesso à energia eléctrica. O investimento totalizou 400 milhões de meticais.

De acordo com a Rádio Moçambique, a energia gerada será integrada à rede nacional e expandida para os povoados de Luawisse, Chilovelo, Chanje, Timba, Nchenule e Lundo.

Victor Raul, delegado provincial do Fundo Nacional de Energia (FUNAE), destacou que a electrificação faz parte do programa nacional para expandir o acesso à energia até 2030, beneficiando especialmente comunidades remotas. Ele também anunciou planos para novas centrais de média tensão.

Recentemente, o governo informou que o programa “Energia para Todos” já alcançou 67% da meta nacional de electrificação, totalizando 530 mil ligações através de diversas fontes de energia, com expectativa de alcançar 100% até 2030.

Durante o período de 2018 a 2023, a taxa de acesso à electricidade aumentou para 54%, impulsionada por soluções fora da rede nacional.

Niassa: work on 400 million meticais mini hydro plant completed

Energia

Construction work on the 479-kilowatt mini hydroelectric plant in the Meponda administrative post, Lichinga district, in Niassa province, has been completed, benefiting more than 1600 families this year with access to electricity. The investment totaled 400 million meticais.

According to Rádio Moçambique, the energy generated will be integrated into the national grid and expanded to the villages of Luawisse, Chilovelo, Chanje, Timba, Nchenule and Lundo.

Victor Raul, provincial delegate of the National Energy Fund (FUNAE), pointed out that the electrification is part of the national program to expand access to energy by 2030, benefiting especially remote communities. He also announced plans for new medium-voltage power stations.

Recently, the government reported that the “Energy for All” program has already reached 67% of the national electrification target, totaling 530,000 connections through various energy sources, with the expectation of reaching 100% by 2030.

During the period from 2018 to 2023, the electricity access rate increased to 54%, driven by off-grid solutions.

Thailand and Mozambique B2B — August 06, 2024

Tailândia e Moçambique B2B -- 06 de Agosto de 2024

Ready to take your business to new heights? Join us at the Thailand-Mozambique B2B Matchmaking Event!

📅 Date: August 6, 2024
Time: 9:00 AM – 6:00 PM
📍 Location: Main Hall, Polana Serena Hotel, Maputo

DITP (Department of International Trade Promotion, Ministry of Commerce, Royal Thai Government), in collaboration with CTA (Confederation of Economic Associations of Mozambique), CCM (Mozambique Chamber of Commerce) and TJ Consultants, proudly presents a unique opportunity to connect and collaborate with top companies from Thailand and Mozambique.

ʺPriorizamos uma consultoria de gestão de capital humano focada na humanização dos processosʺ

Vicente Sitoe é um nome que ganha cada vez mais destaque no mercado de consultoria de negócios e de capital humano. Com um percurso invejável,  assume actualmente a função de Director Executivo da SDO Moçambique. Numa entrevista ao profile, Sitoe partilha ao detalhe, a visão da SDO e os desafios do sector em Moçambique.

Profile Mozambique: A SDO é uma empresa moçambicana com 15 anos de actuação no ramo da consultoria de gestão de negócios e de capital humano. Considerando esse percurso significativo, como descreve a vossa missão e visão?

Vicente Sitoe: Nossa visão é clara: trazer uma consultoria de gestão do capital humano focada na humanização dos processos. A humanização é a nossa palavra-chave. Queremos e pretendemos mostrar às empresas que é viável fazer uma gestão de negócios e do capital humano com processos humanizados, desde o recrutamento até aos processos de desligamento do colaborador da empresa. O nosso objectivo é humanizar cada etapa, incluindo a recepção e indução dos colaboradores. Em resumo, a nossa visão é a humanização dos processos de gestão do capital humano.

PM: Ao longo dos anos, temos testemunhado o surgimento de diversas empresas de consultoria no país. Como destacaria o vosso diferencial em relação à concorrência?

VS: Todos os dias surgem novas empresas, sejam individuais ou colectivas, algumas grandes e estruturadas, que de alguma forma se tornam nossos concorrentes. A diferença que nos destaca, mais uma vez, é nossa a nossa abordagem metodológica. Não subestimamos nenhum trabalho. Cada cliente é tratado com singularidade. Honramos os compromissos que assumimos e somos conscientes das expectativas que os clientes têm ao contactar-nos. Cumprimos com os prazos e sempre entregamos qualidade superior à esperada pelo cliente. Acredito que a personalização do serviço, a qualidade e, acima de tudo, o facto de recorrermos a consultores que são, em sua maioria nacionais, pessoas que conhecem a cultura e as necessidades das empresas e colaboradores, nos diferencia. Portanto, considero que ter consultores internos é uma grande vantagem.

PM: Observando a ampla gama de serviços e produtos oferecidos pela SDO, é notável o foco em formações corporativas. Quais têm sido os impactos dessas formações nos resultados das empresas?

VS: Nós não adoptamos uma abordagem padronizada em relação à formação. Cada programa de formação é antecedido por um diagnóstico, no qual visitamos o cliente para entender as suas problemáticas actuais, dificuldades, desafios e barreiras num determinado tema. A partir disso, elaboramos uma solução sob medida para atender exactamente a esses problemas. É por isso que o resultado e o impacto de nossas formações é inquestionável.

Temos testemunhado clientes, por exemplo, em programas de vendas, onde não apenas oferecemos treinamento em sala de aula, mas também sessões de mentoria, coaching, acompanhamento e monitoramento. Como resultado das formações, esses clientes aumentam significativamente o seu volume de vendas.

No caso de formações em técnicas de comunicação ou trabalho em equipa, muitas vezes nos deparamos com clientes cujas relações interpessoais e comunicação são problemáticas. Após a nossa intervenção, por não ser uma intervenção “one-shot”, mas sim um programa contínuo, notamos que as equipas se tornam mais coesas, as pessoas se conhecem melhor e há uma interacção não apenas a nível profissional, mas também pessoal. Portanto, o impacto da formação é visível.

PM: Em relação à demanda, que tipo de formações têm sido mais solicitadas?

VS: Os temas mais procurados em termos de formação, em primeiro lugar, são os relacionados com a liderança, especificamente para formar líderes intermediários, aqueles que estão na linha de frente e gerem o dia-a-dia das equipas, especialmente equipas operacionais.

Muitas vezes, essas pessoas são promovidas para esses cargos de supervisão, coordenação ou chefia de área devido ao seu desempenho técnico, operacional ou de vendas, mas quando chegam a esse nível, enfrentam desafios diferentes, principalmente relacionados à gestão e às expectativas dos membros das suas equipas. Portanto, a maior parte da demanda por formação em nossa empresa está relacionada à gestão de equipas.

O outro tema de destaque é a formação em vendas, mas esta, é direccionada a um número maior de pessoas, pois muitas organizações reconhecem que não apenas os profissionais de vendas na linha de frente precisam dessas habilidades, mas todos os colaboradores devem ter alguma capacidade de venda. E, por fim, o terceiro tema mais procurado é o da comunicação, pelas dificuldades que já mencionei.

PM: No segundo tópico da nossa entrevista, gostaria de discutir o processo de recrutamento e selecção. Considerando isso, quais competências e habilidades têm sido mais valorizadas pelos departamentos de recursos humanos ao avaliar candidatos para vagas de emprego?

VS: Obrigado por esta pergunta. Gosto muito de abordar essas questões, embora seja um assunto delicado, pois é uma das nossas áreas de destaque e as pessoas possuem grandes expectativas sobre o tema. É importante ressaltar que cada vaga tem as suas próprias necessidades e requisitos específicos. No entanto, existem competências transversais, ou seja, habilidades que são comuns a várias vagas ou à maioria delas.

As primeiras são as competências digitais, que envolve lidar com tecnologias da informação no ambiente de trabalho. Infelizmente, muitos jovens não possuem essa competência. Embora possam dominar o uso das redes sociais como WhatsApp, Facebook, TikTok e Instagram, muitas vezes têm baixa habilidade no uso de aplicativos de trabalho, como o Primavera, SAP, MS Project, Excel e PowerPoint. Essa deficiência é mais evidente entre as mulheres, o que nos leva a levantar a bandeira da formação e empregabilidade feminina.

Outra competência transversal crucial é a capacidade de aprender. Muitos jovens saem da universidade com a sensação de que já sabem tudo, mas, na prática, precisam continuar a aprender.

A terceira competência mais procurada está ligada com o trabalho em equipa. É essencial saber colaborar, ouvir, expressar opiniões de forma respeitosa e entender que o sucesso não vem do trabalho individual, mas sim do esforço colectivo. Infelizmente, muitos jovens apresentam dificuldades nessa área, seja por falta de experiência em grupos de estudo ou por não saber se comunicar e colaborar efectivamente em equipa. Daí que, paralelamente aos recrutamentos, temos várias iniciativas que visam preparar os jovens para o mercado de trabalho.

PM: Como a SDO lida com o feedback para candidatos reprovados? Considerando que muitos enfrentam desafios semelhantes. Como a empresa aborda essa questão?

SV: Todos os candidatos recebem feedback desde o início da candidatura até o final do processo. Informamos quando uma vaga é encerrada e que não avançaremos com as suas candidaturas. Aqueles que avançam, também recebem uma notificação nesse sentido. No entanto, devido ao grande volume de candidatos – com uma média de 1200 para cada vaga – não conseguimos fornecer feedback personalizado e que indique quais foram os factores individuais que contribuíram para o resultado de insucesso.

No entanto, com vista a fornecer informações detalhadas, as lacunas nos processos de recrutamento e responder aos problemas comuns, realizamos eventos gratuitos chamados SDO Talks, onde os candidatos podem obter orientação sobre temas relacionados a diversos temas do emprego e do recrutamento. Também incentivo os jovens a procurarem um Mentor, pois este pode analisar os seus CVs e candidaturas e oferecer uma orientação personalizada sobre como melhorar as suas chances.

PM: Quais são os principais desafios enfrentados pelas empresas de consultoria em gestão de negócios e capital humano?

VS: Um dos principais desafios que enfrentamos é a questão da empregabilidade feminina. Muitas vezes, recebemos pedidos de clientes para encontrar mulheres para determinadas áreas, no entanto, essas mulheres acabam por reprovar nos exames de selecção, o que é preocupante e merece atenção. Sem, como é óbvio, deixar de destacar aquelas que são aprovadas nestes processos pelas suas qualidades. Porém, em termos estatísticos, são a minoria.

O segundo desafio que podemos destacar é a falta de investimento em formação, especialmente por parte de pequenas e médias empresas, que veem a formação como uma despesa desnecessária. Muitas delas ainda não compreendem o valor de ter colaboradores bem treinados, tanto em termos de motivação, quanto de competência.

Além disso, enfrentamos desafios relacionados aos processos de Procurement nas empresas, onde muitas vezes o critério de selecção é baseado apenas no preço mais baixo, o que não é adequado para os serviços de consultoria de capital humano. É necessário avaliar não apenas o custo, mas também a qualidade técnica, a equipa de implementação e a metodologia proposta.

PM: Quais são as expectativas da SDO para o ano de 2024 em termos de crescimento e influência no sector de consultoria?

VS: Como parte das comemorações dos nossos 15 anos neste mês de Junho, reafirmamos o nosso compromisso de continuar a servir os nossos clientes com excelência. Reafirmamos também o nosso compromisso com os nossos colaboradores e parceiros.

Para 2024, esperamos fortalecer ainda mais a nossa posição como no sector de consultoria, expandindo nossa oferta de serviços para outras regiões do país. Por outro lado, queremos fortificar o nosso investimento na inovação e na qualidade, buscando não apenas crescer, mas também influenciar positivamente o cenário da consultoria.

ʺWe prioritize a human capital management consultancy focused on humanizing processesʺ

Vicente Sitoe is a name that is gaining more and more prominence in the business and human capital consultancy market. With an enviable track record, he is currently Executive Director of SDO Mozambique. In an interview with Profile, Sitoe shares in detail SDO’s vision and the challenges facing the sector in Mozambique.

Profile Mozambique: SDO is a Mozambican company with 15 years of experience in the business management and human capital consultancy sector. Considering this significant journey, how would you describe your mission and vision?

Vicente Sitoe: Our vision is clear: to bring a human capital management consultancy focused on humanizing processes. Humanization is our key word. We want and intend to show companies that it is feasible to manage business and human capital with humanized processes, from recruitment to the process of disconnecting employees from the company. Our aim is to humanize every stage, including the reception and induction of employees. In short, our vision is the humanization of human capital management processes.

PM: Over the years, we have witnessed the emergence of several consultancy firms in the country. What would you say sets you apart from the competition?

VS: Every day new companies emerge, whether individual or collective, some large and structured, which somehow become our competitors. The difference that makes us stand out, once again, is our methodological approach. We don’t underestimate any job. Each client is treated uniquely. We honor the commitments we make and are aware of the expectations clients have when they contact us. We meet deadlines and always deliver better quality than the client expects. I believe that the personalization of the service, the quality and, above all, the fact that we use consultants who are mostly nationals, people who know the culture and needs of the companies and employees, sets us apart. So I think having in-house consultants is a great advantage.

PM: Looking at the wide range of services and products offered by SDO, the focus on corporate training is notable. What impact has this training had on companies’ results?

VS: We don’t take a standardized approach to training. Each training program is preceded by a diagnosis, in which we visit the client to understand their current problems, difficulties, challenges and barriers on a given topic. From there, we design a tailor-made solution to meet those exact problems. That’s why the results and impact of our training is unquestionable.

We have witnessed clients, for example, in sales programs where we not only offer classroom training, but also mentoring, coaching, follow-up and monitoring sessions. As a result of the training, these clients significantly increase their sales volume.

In the case of training in communication techniques or teamwork, we often come across clients whose interpersonal relationships and communication are problematic. After our intervention, because it is not a “one-shot” intervention, but an ongoing program, we notice that teams become more cohesive, people get to know each other better and there is interaction not only on a professional level, but also on a personal one. So the impact of training is visible.

PM: In terms of demand, what kind of training has been most requested?

VS: The most sought-after topics in terms of training, first of all, are those related to leadership, specifically to train middle leaders, those who are on the front line and manage the day-to-day running of teams, especially operational teams.

Often, these people are promoted to these supervisory, coordination or area manager positions because of their technical, operational or sales performance, but when they reach this level, they face different challenges, mainly related to the management and expectations of their team members. Therefore, most of the demand for training in our company is related to team management.

The other prominent theme is sales training, but this is aimed at a larger number of people, as many organizations recognize that not only front-line sales professionals need these skills, but all employees should have some sales ability. And finally, the third most popular topic is communication, because of the difficulties I’ve already mentioned.

PM: In the second topic of our interview, I’d like to discuss the recruitment and selection process. Considering this, what competencies and skills have been most valued by human resources departments when assessing candidates for job vacancies?

VS: Thank you for this question. I really enjoy addressing these issues, even though it’s a delicate subject, as it’s one of our key areas and people have high expectations of it. It’s important to note that each position has its own specific needs and requirements. However, there are transversal competencies, i.e. skills that are common to several or most vacancies.

The first is digital competence, which involves dealing with information technology in the workplace. Unfortunately, many young people lack these skills. Although they can master the use of social networks such as WhatsApp, Facebook, TikTok and Instagram, they often have poor skills in using work applications such as Primavera, SAP, MS Project, Excel and PowerPoint. This deficiency is more evident among women, which leads us to raise the banner of female training and employability.

Another crucial transversal skill is the ability to learn. Many young people leave university feeling that they already know everything, but in practice they need to keep learning.

The third most sought-after skill is teamwork. It is essential to know how to collaborate, listen, express opinions respectfully and understand that success does not come from individual work, but from collective effort. Unfortunately, many young people have difficulties in this area, either because they lack experience in study groups or because they don’t know how to communicate and collaborate effectively in a team. That’s why, alongside recruitment, we have various initiatives aimed at preparing young people for the job market.

PM: How does SDO deal with feedback for unsuccessful candidates? Considering that many face similar challenges. How does the company approach this issue?

SV: All applicants receive feedback from the start of their application until the end of the process. We inform them when a vacancy is closed and that we will not proceed with their applications. Those who do go ahead also receive a notification to that effect. However, due to the large volume of applicants – with an average of 1200 for each vacancy – we are unable to provide personalized feedback that indicates which individual factors contributed to the unsuccessful outcome.

However, in order to provide detailed information, the gaps in recruitment processes and respond to common problems, we hold free events called SDO Talks, where candidates can get guidance on topics related to various employment and recruitment issues. I also encourage young people to seek out a Mentor, as they can analyze their CVs and applications and offer personalized guidance on how to improve their chances.

PM: What are the main challenges facing business and human capital management consultancies?

VS: One of the main challenges we face is the issue of female employability. We often receive requests from clients to find women for certain areas, yet these women end up failing selection exams, which is worrying and deserves attention. This is worrying and deserves attention. Of course, we can’t fail to highlight those who pass these processes because of their qualities. However, in statistical terms, they are in the minority.

The second challenge we can highlight is the lack of investment in training, especially by small and medium-sized companies, which see training as an unnecessary expense. Many of them still don’t understand the value of having well-trained employees, both in terms of motivation and competence.

In addition, we face challenges related to procurement processes in companies, where the selection criteria is often based solely on the lowest price, which is not suitable for human capital consulting services. It is necessary to evaluate not only the cost, but also the technical quality, the implementation team and the proposed methodology.

PM: What are SDO’s expectations for 2024 in terms of growth and influence in the consulting sector?

VS: As part of our 15th anniversary celebrations this June, we reaffirm our commitment to continuing to serve our clients with excellence. We also reaffirm our commitment to our employees and partners.

For 2024, we hope to further strengthen our position in the consultancy sector by expanding our range of services to other regions of the country. On the other hand, we want to strengthen our investment in innovation and quality, seeking not only to grow, but also to positively influence the consulting landscape.

Programa de liderança com bolsas de estado no Brasil — 20 de Agosto a 18 de Outubro de 2024

Programa de liderança com bolsas de estado no Brasil -- 20 de Agosto a 18 de Outubro de 2024
Estão abertas as inscrições para a Iniciativa Ashinaga África 2025, destinada aos países lusófonos! A oportunidade é direccionada a jovens que desejam desenvolver suas habilidades de liderança e contribuir para o desenvolvimento de suas comunidades. Com uma bolsa de estudo integral no Brasil, o programa visa capacitar futuros líderes africanos.

Para participar, confira os requisitos de elegibilidade no site oficial e inscreva-se até o dia 18 de Outubro de 2024. Não perca essa chance de transformar seu futuro e fazer parte de uma rede global de líderes comprometidos com a mudança social.

Mais informações e inscrições: www.ashinagabrasil.org
Inscreva-se agora: Candidatem-se.

Leadership program with state scholarships in Brazil — August 21 to October 18, 2024

Programa de liderança com bolsas de estado no Brasil -- 20 de Agosto a 18 de Outubro de 2024

Applications are now open for the Ashinaga Africa 2025 Initiative, aimed at Portuguese-speaking countries! The opportunity is aimed at young people who want to develop their leadership skills and contribute to the development of their communities. With a full scholarship in Brazil, the program aims to train future African leaders.

To take part, check out the eligibility requirements on the official website and apply by October 18, 2024. Don’t miss this chance to transform your future and be part of a global network of leaders committed to social change.

More information and applications: www.ashinagabrasil.org
Apply now: Apply.