Tuesday, April 21, 2026
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Gapi-SI celebra 34 anos com lançamento de plataforma para o desenvolvimento sustentável

A Gapi-SI comemora hoje seus 34 anos de contribuição para o desenvolvimento econômico e social de Moçambique, marcando a ocasião com o lançamento da Plataforma “Finance for Sustainable Development (F4SD)” durante uma cerimónia especial realizada na Cidade de Maputo.

Durante o evento, o Presidente do Conselho de Administração da GAPI, Rafael Uaeine, destacou sua missão de promover a inclusão económica, social e financeira no país, impulsionando a inovação, o empreendedorismo e os investimentos geradores de emprego. A iniciativa busca facilitar o acesso de pequenas e médias empresas (PMEs) ao ecossistema do comércio exterior, fornecendo ferramentas e conhecimentos essenciais em conformidade com padrões internacionais.

A Plataforma F4SD, lançada em parceria com a Agência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), visa fortalecer a capacidade das PMEs e promover a resiliência econômica do país. Por meio da mobilização de recursos financeiros e tecnológicos, a Gapi-SI busca eliminar as barreiras que excluem indivíduos e empresas da participação no setor financeiro, garantindo assim uma participação mais ampla e equitativa na economia.

Durante a cerimónia, o Representante Nacional da UNIDO, Jaime Comiche, enfatizou o compromisso da organização em promover normas de qualidade e desenvolvimento sustentável. Ele ressaltou a importância de parcerias e solidariedade internacional para transformar a visão da Agenda 2030 em realidade, destacando o papel fundamental das PMEs no processo.

A Gapi-SI também anunciou planos de modernização e expansão de seus serviços, incluindo a digitalização de processos e a ampliação da rede física para garantir uma maior proximidade com os segmentos que mais necessitam de apoio. Além disso, os acionistas da organização decidiram duplicar o capital social, visando fortalecer sua capacidade de intervenção nas áreas de inclusão financeira e promoção do tecido empresarial.

A cerimónia contou com a participação de representantes do Ministério da Indústria e Comércio, do Ministério da Agricultura e do Instituto Nacional de Estatística, demonstrando o envolvimento interinstitucional no fortalecimento do sector financeiro e no estímulo ao empreendedorismo.

A Gapi-SI reafirmou seu compromisso em ser um parceiro preferencial para agências nacionais e internacionais na implementação de programas e projectos de desenvolvimento socioeconómico. Com o lançamento da Plataforma F4SD e o apoio de diversos parceiros, a organização está pronta para enfrentar os desafios e contribuir para um futuro mais sustentável e próspero para Moçambique.

UNIDO Capacita PMEs em matérias de conformidade para aumentar acesso ao comércio exterior

Decorreu esta quinta-feira (07), na Cidade de Maputo, uma capacitação em matérias de análise de conformidade de padrões internacionais para exportações através da implementação e utilização de ferramentas Standards Compliance Analytics (SCA), visando prover as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) como instrumentos que aumentem o seu maior acesso ao Ecossistema do Comércio Externo.

O treinamento é orientado pela Agências das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e baseia-se numa ferramenta desenvolvido por esta organização que analisa as estatísticas e razões de rejeição de produtos exportados, os padrões exigidos pelos mercados internacionais e assim aumentar  a sensibilização das PMEs para o cumprimento da qualidade.

Falando durante a abertura do evento, Jaime Comiche, Representante Nacional da UNIDO, destacou os esforços da organização para o alcance e cumprimento das normas de qualidade nos vários projectos em que trabalha, e no PROMOVE Comércio-Moz, em particular. Comiche acredita que com o comprometimento de todos é possível colocar Moçambique nos lugares de referência no contexto do comércio externo alavancando assim a economia e o desenvolvimento nacional.

Participam na formação gestores e técnicos ligados às áreas de qualidade e exportações do Ministério da Indústria e Comércio (MIC), do Ministério da Agricultura e também do Instituto Nacional de Estatística (INE).

De salientar que a participação activa de Moçambique no Comércio Internacional exige a implementação e utilização de ferramentas como Standards Compliance Analytics (SCA) que tem como propósito facilitar a utilização de dados de rejeição para identificar os principais desafios de conformidade enfrentados pelos países exportadores, com vista a melhorar o direcionamento dos investimentos na construção de capacidades de conformidade relevantes.

O projecto PROMOVE Comércio-Moz é implementado pela UNIDO, com fundos da União Europeia, visando promover a competitividade das exportações.

UNIDO Empowers SMEs in compliance matters to increase access to foreign trade

This Thursday (07), in Maputo City, a training course was held on international standards compliance analysis for exports through the implementation and use of Standards Compliance Analytics (SCA) tools, with the aim of providing Small and Medium-Sized Enterprises (SMEs) with instruments to increase their access to the Foreign Trade Ecosystem.

The training is guided by the United Nations Industrial Development Agency (UNIDO) and is based on a tool developed by this organization that analyses the statistics and reasons for rejection of exported products, the standards required by international markets and thus increase SMEs’ awareness of quality compliance.

Speaking at the opening of the event, Jaime Comiche, UNIDO’s National Representative, highlighted the organization’s efforts to achieve and comply with quality standards in the various projects it works on, and in PROMOVE Trade-Moz in particular. Comiche believes that with everyone’s commitment it will be possible to put Mozambique in a position of reference in the context of foreign trade, thus leveraging the economy and national development.

Participating in the training are managers and technicians linked to the areas of quality and exports from the Ministry of Industry and Trade (MIC), the Ministry of Agriculture and also the National Statistics Institute (INE).

It should be noted that Mozambique’s active participation in international trade requires the implementation and use of tools such as Standards Compliance Analytics (SCA), the purpose of which is to facilitate the use of rejection data to identify the main compliance challenges faced by exporting countries, with a view to better targeting investments in building relevant compliance capacities.

The PROMOVE Trade-Moz project is implemented by UNIDO, with funds from the European Union, with the aim of promoting export competitiveness.

José Monteiro: ʺO avanço do Compliance Empresarial reflecte uma nova mentalidadeʺ

Em entrevista com José Monteiro, Docente Universitário e Head da área Compliance e Auditoria Interna da ACTIVUS Accounting Services, Monteiro traça um panorama do compliance em Moçambique e aproveita para fazer um alerta para o mercado corporativo: “Ética e conduta são o core que faz tudo funcionar”.

Recomendamos que leia à entrevista na íntegra para obter insights relevantes sobre as práticas de Compliance desde às PMEs a grandes empresas.

Profile Mozambique: De acordo com a sua experiência, que análise faz do sector de compliance, sob ponto de vista de aplicabilidade, no contexto empresarial em Moçambique? E se existem casos específicos que influenciaram novos paradigmas ao compliance.

José Monteiro: Penso que o compliance tem evoluído num caminho certo e de forma específica temos notado uma evolução no sentido informático, em que temos a Autoridade Tributária e também o Ministério do Trabalho e outras instituições do Estado a ajudarem a simplificar esses processos. O que influencia positivamente no cumprimento dos compliances, e permita-me sublinhar que a ética e conduta são o core que faz tudo funcionar no contexto do compliance.

Olhando num outro prisma, tens também as grandes empresas que te obrigam a fazer o próprio compliance, ou seja, obrigam-te que apresentes demonstrações financeiras adequadas, certidões de não-dívidas onde tens finanças, portanto, toda uma série de protocolos e de procedimentos que obrigam também o mercado a melhorar e a aumentar esse nível de compliance.

E enquanto profissional da área em alusão acredito que ainda existe um caminho bastante longo a percorrer, mas dos meus 14 anos que estou em Moçambique tenho visto uma evolução muito positiva, o que representa uma nova mentalidade por parte dos gestores empresariais.

PM: Enquanto isso, os avanços tecnológicos, principalmente a inteligência artificial, aprendizagem estimulada por meios digitais podem ser usados para transformar funções legais e de compliance. Qual o novo papel do responsável pelo compliance quando a monitorização é realizada pela análise de dados e a formação em tempo real é realizado por robôs artificialmente inteligentes?

JM: É assim, o papel da informática na simplificação dos processos não é novo. Já acontece há muito tempo.

Muitas funções que existem na área da contabilidade e fiscalidade, que antes eram feitas pelas pessoas, pelos profissionais da área, foram simplificadas e essas pessoas que anteriormente inseriam os dados e validavam os dados, actualmente assumem simplesmente a responsabilidade de validar os dados, isto é, as ferramentas de inteligência artificial e outras ferramentas informáticas, não tem a prerrogativa de autorizar o avanço de certos processos. Simplesmente ajudam-nos a verificar e validar se as etapas estão em conformidade, mas não fazem o trabalho todo pelas pessoas.

E, obviamente, são muito úteis e facilitam bastante os processos, mas há sempre uma validação final que nós temos que fazer por cima dessa validação informática.

PM: O que é parecido e o que é diferente entre o compliance de uma  grande empresa e o de uma empresa em potencial crescimento?

Penso que são muito idênticos, principalmente nos pilares de contabilidade e fiscalidade.

As grandes obrigações fiscais e contabilísticas são muito parecidas para uma entidade pequena ou para uma entidade grande. Para a entidade grande, ao nível competitivo, é muito diferente, porque pode haver um reporte a nível internacional para uma casa-mãe, o que complica um pouco mais.

É uma diferença, mas não é uma diferença assim tão abismal. O que pode haver de uma grande entidade e uma pequena entidade de diferenças a nível de compliance são, nomeadamente, as acções ambientais, acções jurídicas, autorizações, alvarás, em que, com o aumento do tamanho da empresa, o nível de compliance é mais exigente para as grandes empresas do que para as pequenas empresas.

Ao nível de fiscalidade e ao nível de contabilidade, não existe nenhuma diferença no tocante ao compliance.

PM: De que forma a implementação do compliance ode auxiliar na estão de uma  organização ou até trazer vantagem competitiva no mercado?

JM: As grandes vantagens são, a transparência, a confiança e a credibilidade das demonstrações financeiras baseadas na compliance contabilística e fiscal, portanto, são um garante dessas características para com os utilizadores de informação financeira.

Eu posso ser mais competitivo ao ter uma compliance contabilística e fiscal porque eu posso apresentar as minhas contas junto de um grande cliente que eu quero obter e, ao ter isso, eu tenho uma vantagem competitiva com os meus concorrentes e posso ir junto da banca obter melhores condições de financiamento, posso recorrer ao Estado e obter certidões de não-dívida ou outro tipo de esclarecimentos que podem também facilitar os negócios, posso obter financiamentos de accionistas ou obtenção de financiamentos de acionistas mais facilmente, portanto, uma série de situações onde se traduz essa vantagem do compliance contabilístico e fiscal.

PM: Quais são os maiores desafios do Compliance, na actualidade?

JM: Neste momento um dos grandes desafios é a formação e a educação das pessoas para esta necessidade do compliance. Nós estamos a assistir a uma evolução informática muito grande e novas tecnologias a surgir também.

Todos os dias, há novas coisas. Então, a adaptação e a formação das pessoas sobre as ferramentas e o alerta ainda dessas pessoas para essas novas necessidades. É o grande desafio.

PM: Como lida com os desafios referidos na instituição onde trabalha?

Com a formação regular dos colaboradores e desenvolvendo programas que estimulem as boas práticas no contexto do compliance dentro da própria instituição.

No fundo, é assim que nós lidamos com o compliance da empresa.

José Monteiro: ʺThe advance of Compliance reflects a new mentalityʺ

In an interview with José Monteiro, University Lecturer and Head of Compliance and Internal Audit at ACTIVUS Accounting Services, Monteiro gives an overview of compliance in Mozambique and takes the opportunity to warn the corporate market: “Ethics and conduct are the core that makes everything work”.

We recommend that you read the interview in full for relevant insights into compliance practices from SMEs to large companies.

Profile Mozambique: According to your experience, what analysis do you make of the compliance sector, from the point of view of applicability, in the business context in Mozambique? And whether there are any specific cases that have influenced new compliance paradigms.

José Monteiro: I think that compliance has evolved in the right direction and specifically we have noticed an evolution in the IT sense, in which we have the Tax Authority and also the Ministry of Labor and other state institutions helping to simplify these processes. This has a positive influence on compliance, and let me stress that ethics and conduct are the core that makes everything work in the context of compliance.

Looking at it from another angle, you also have the big companies that force you to comply, in other words, they force you to present appropriate financial statements, certificates of non-debt where you have finances, so a whole series of protocols and procedures that also force the market to improve and increase this level of compliance.

And as a professional in this field, I believe that there is still a long way to go, but in my 14 years in Mozambique I have seen a very positive evolution, which represents a new mentality on the part of business managers.

PM: Meanwhile, technological advances, especially artificial intelligence, learning stimulated by digital means, can be used to transform legal and compliance functions. What is the new role of the compliance officer when monitoring is carried out by data analysis and real-time training is carried out by artificially intelligent robots?

JM: Yes, the role of IT in simplifying processes is not new. It’s been going on for a long time.

Many functions that exist in the area of accounting and taxation, which used to be done by people, by professionals in the area, have been simplified and those people who previously entered the data and validated the data, now simply take on the responsibility of validating the data, in other words, artificial intelligence tools and other IT tools don’t have the prerogative of authorizing the progress of certain processes. They simply help us to check and validate that the steps are compliant, but they don’t do all the work for people.

And, of course, they are very useful and make processes much easier, but there is always a final validation that we have to do on top of this computer validation.

PM: What is similar and what is different between the compliance of a large company and that of a potential growth company?

I think they are very similar, especially in the accounting and tax pillars.

The major tax and accounting obligations are very similar for a small or large entity. For a large entity, at a competitive level, it’s very different, because there may be international reporting to a parent company, which complicates things a little more.

It’s a difference, but it’s not that abysmal. What differences there may be between a large entity and a small entity in terms of compliance are, in particular, environmental actions, legal actions, authorizations, permits, where, as the size of the company increases, the level of compliance is more demanding for large companies than for small companies.

In terms of taxation and accounting, there is no difference when it comes to compliance.

PM: How can implementing compliance help an organization’s management or even give it a competitive edge in the market?

JM: The great advantages are the transparency, trust and credibility of the financial statements based on accounting and tax compliance, so they are a guarantee of these characteristics for the users of financial information.

I can be more competitive by having accounting and tax compliance because I can present my accounts to a big client that I want to get and, by having this, I have a competitive advantage with my competitors and I can go to the bank to get better financing conditions, I can go to the state and get certificates of non-debt or other types of clarification that can also facilitate business, I can get shareholder financing or obtain shareholder financing more easily, so a whole series of situations where this advantage of accounting and tax compliance translates.

PM: What are the biggest challenges facing compliance today?

JM: At the moment, one of the biggest challenges is training and educating people about the need for compliance. We’re witnessing a huge IT evolution and new technologies emerging too.

There are new things every day. So adapting and training people on the tools and alerting them to these new needs. That’s the big challenge.

PM: How do you deal with these challenges in the institution where you work?

By regularly training employees and developing programs that encourage good compliance practices within the institution itself.

Basically, that’s how we deal with the company’s compliance.

Moçambique decresceu no índice de transparência

Moçambique decresceu no índice de transparência

A última edição do relatório sobre corrupção, divulgado em 31 de Janeiro, traz más notícias. Segundo o documento, dois terços dos países, onde reside 80% da população mundial, apresentam pontuações abaixo de 50 no índice de transparência, revelando sérios problemas nesta área. Enquanto 28 países demonstraram melhorias, outros 34 pioraram consideravelmente. O crescimento dos regimes autoritários, juntamente com a diminuição da independência dos sistemas judiciais e dos mecanismos de controle governamental, são apontados como principais causas desse declínio.

Moçambique, neste cenário, ocupa a 145ª posição no ranking mundial da transparência. Na África Subsaariana, a situação é ainda mais alarmante, com 90% dos países pontuando abaixo de 50 e uma média regional de apenas 33. Enquanto as Ilhas Seychelles lideram a região com uma pontuação de 71, países como Guiné Equatorial, Sudão do Sul e Somália apresentam os resultados mais baixos, sem indícios de melhoria à vista.

Analisando a evolução no continente africano, destaca-se o desempenho positivo das Ilhas Seychelles, Tanzânia e Costa do Marfim, enquanto Libéria, Mali e Gabão registram uma queda acentuada nos últimos anos.

Quanto a Moçambique, o país viu sua pontuação no índice cair para 25, equivalente ao 145º lugar mundial e 36º lugar no continente africano. Esta queda de três posições em relação ao ano anterior indica uma inversão na tendência de melhoria observada desde 2019, após atingir sua pontuação mais baixa em 2018. Entre os países lusófonos, Moçambique se classifica abaixo de Cabo Verde, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, Brasil e Angola, estando apenas à frente da Guiné-Bissau.

Vivo Energy celebra cinco anos de crescimento sustentável

A Vivo Energy Moçambique, empresa detentora da licença comercial da Engen, anunciou um crescimento sólido e sustentável nos últimos cinco anos, impulsionado por seu compromisso com a inovação e fornecimento de soluções energéticas de alta qualidade ao mercado moçambicano.

Desde sua fundação em 2019, a Vivo Energy Moçambique tem sido uma figura-chave no sector energético do país, fornecendo soluções confiáveis e sustentáveis que impulsionam o progresso nacional. A empresa enfrentou com sucesso desafios, abraçou oportunidades e ganhou a confiança de clientes e parceiros ao longo de sua jornada.

Sónia Abreu, Directora de Marketing e Comunicação, destacou que nos últimos cinco anos, a empresa expandiu significativamente sua rede de postos de combustível de 19 para mais de 50 em todo o país. Essa expansão foi projectada para atender às crescentes demandas dos consumidores e fortalecer a presença da empresa em diversas comunidades.

Além disso, Abreu ressaltou o compromisso da empresa com a responsabilidade social, estabelecendo parcerias com organizações como a associação ‘Casa Amarela’, para apoiar órfãos e crianças desfavorecidas. A Vivo Energy Moçambique também se dedica a empregar jovens de comunidades locais em todas as suas estações de serviço, contribuindo para a redução do desemprego no país.

Moussa Konate, Diretor-Geral da Vivo Energy, expressou gratidão a todas as partes interessadas que contribuíram para o sucesso da empresa nos últimos cinco anos. Ele enfatizou o compromisso contínuo da empresa em fornecer soluções energéticas de alta qualidade, promover a diversidade e inclusão, e contribuir para o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

À medida que a Vivo Energy Moçambique celebra seu quinto aniversário, reafirma seu compromisso de continuar sendo uma força positiva no país, capacitando comunidades, promovendo o crescimento económico e buscando um futuro mais sustentável para todos.

Vivo Energy celebrates five years of sustainable growth

Vivo Energy celebra cinco anos de crescimento sustentável

Vivo Energy Mozambique, the company that holds Engen’s commercial license, has announced solid and sustainable growth over the last five years, driven by its commitment to innovation and providing high-quality energy solutions to the Mozambican market.

Since its foundation in 2019, Vivo Energy Mozambique has been a key figure in the country’s energy sector, providing reliable and sustainable solutions that drive national progress. The company has successfully faced challenges, embraced opportunities and earned the trust of customers and partners along its journey.

Sónia Abreu, Marketing and Communications Director, pointed out that in the last five years, the company has significantly expanded its network of fuel stations from 19 to more than 50 across the country. This expansion was designed to meet the growing demands of consumers and strengthen the company’s presence in various communities.

In addition, Abreu highlighted the company’s commitment to social responsibility, establishing partnerships with organizations such as the ‘Casa Amarela’ association, to support orphans and disadvantaged children. Vivo Energy Mozambique is also dedicated to employing young people from local communities at all its service stations, contributing to reducing unemployment in the country.

As Vivo Energy Mozambique celebrates its fifth anniversary, it reaffirms its commitment to continue being a positive force in the country, empowering communities, promoting economic growth and seeking a more sustainable future for all.

Contratação de bens e serviços pelas multinacionais: Sector Provado defende o aumento da quota de participação das PMEs

No âmbito do processo de auscultação da Proposta de Lei que estabelece o Regime Jurídico Aplicável as Micro, Pequenas e Médias Empresas, o sector privado defendeu, esta quarta-feira (06), em sede da Comissão de Agricultura, Economia e Ambiente da Assembleia da República (5a Comissão), que a Proposta de Lei seja vista como um instrumento que traz benefícios, e não penalizações como ilustram alguns artigos da proposta.

No âmbito do conteúdo local (contratação de bens e serviços pelas grandes empresas), o sector privado defende uma maior alocação para as PMEs, propondo que a quota seja acrescida para 40%, ao invés dos 20% mínimos que a proposta de Lei prevê, porquanto, segundo justifica, cerca de 98% da economia é feita pelas PMEs, havendo, por isso, toda a necessidade de dinamizar a actividade económica deste segmento. Na versão em vigor, o Legislador favorece grandes empresas (2% do tecido empresarial) alocando-lhes 80% das contratações.

Como questões de base, o sector privado propõe a eliminação das garantias pessoais e a prevalência exclusiva das garantias da empresa, visto que em circunstâncias de penhora, os bancos não fazem a segregação dos bens.

Igualmente, propõe que o Estado coordene junto da banca comercial, de forma a se activar as garantias bancárias existentes para estes segmentos.

A razoabilidade da multas e dupla penalização foi, também, objecto de análise, tendo o sector privado demonstrado situações em que ocorrem a dupla penalização, isto é, existência de legislações avulsas sectoriais que já prevê situações de multas em caso de inconformidades.

Outrossim, os empresários defendem que, no âmbito da proposta de criação do Fundo de Gestão para Rentabilidade das PMEs, o sector privado integre o comité de gestão dos mesmos.

De forma geral, o sector privado congratula ao Governo pela proposta de Lei, mas espera que as observações submetidas a magna casa sejam reflectidas no documento final a ser aprovado.

Importa referir que, a CTA se fez representar, nesta audição, pelos seus associados, designadamente a APME – Associação das Pequenas e Médias Empresas, e ACIM – Associação Comercial e Industrial de Maputo.

Contracting of goods and services by multinationals: Proven Sector advocates increasing the share of SMEs

As part of the consultation process on the Draft Law establishing the Legal Regime Applicable to Micro, Small and Medium-sized Enterprises, the private sector argued today at the Assembly of the Republic’s Committee on Agriculture, the Economy and the Environment (5th Committee) that the Draft Law should be seen as an instrument that brings benefits, rather than penalties, as some of the articles in the proposal illustrate.

Within the scope of local content (contracting of goods and services by large companies), the private sector advocates a greater allocation to SMEs, proposing that the quota be increased to 40%, instead of the minimum 20% that the draft law provides for, since, it justifies, around 98% of the economy is made up of SMEs, and there is therefore every need to boost the economic activity of this segment. In the current version, the legislator favors large companies (2% of the business fabric) by allocating 80% of hiring to them.

As basic issues, the private sector proposes the elimination of personal guarantees and the exclusive prevalence of company guarantees, since in the event of seizure, banks do not segregate assets.

It also proposes that the state coordinate with commercial banks in order to activate existing bank guarantees for these segments.
The reasonableness of fines and double penalties was also analyzed, with the private sector demonstrating situations in which double penalties occur, i.e. the existence of separate sectoral legislation that already provides for fines in the event of non-compliance.

In addition, entrepreneurs advocate that, as part of the proposal to create the Management Fund for the Profitability of SMEs, the private sector should be part of its management committee.

In general, the private sector congratulates the government on the draft law, but hopes that the comments submitted to the House will be reflected in the final document to be approved.

It should be noted that the CTA was represented at this hearing by its members, namely APME – the Association of Small and Medium-sized Enterprises, and ACIM – the Maputo Commercial and Industrial Association.