Monday, May 4, 2026
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Auto Sueco já é distribuidor oficial de camiões de marca chinesa

A DongFeng Trucks, marca chinesa de camiões topo de gama, destaca-se pela capacidade de prover ao mercado moçambicano, veículos de alta capacidade de carga, segurança e fiabilidade.

O comunicado da firma refere que a Auto Sueco Moçambique será responsável pela venda e provisão de serviços pós-venda na sua rede de instalações, cumprindo integralmente as normas de qualidade da marca.

Segundo Pedro Ferreira Monteiro, CEO da Auto Sueco Moçambique, a empresa quer tornar-se uma das melhores opções dos clientes, pois estes poderão ter uma experiência positiva com a qulidade dos serviços.

“Estamos confiantes de que, gradualmente, iremos desenvolver com sucesso esta actividade, e que os nossos potenciais clientes confiarão na qualidade do nosso serviço e produtos, que agora disponibiliza uma maior gama de soluções”, garantiu Pedro Monteiro.

Auto Sueco, uma firma portuguesa está presente em Moçambique desde 2014 e vinha actuando como representante oficial da marca Volvo no segmento de autocarros e camiões. Com delegações nas cidades de Maputo e Beira e uma representação através de equipas locais em Tete, presta serviços de assistência pós-venda em todo o território Moçambicano.

 

Dívidas da ADM, LAM e PETROMOC pressionam o Estado em 2022

Como consequência, essas empresas continuaram a ser um grande fardo para o Estado e para o Governo que gere as finanças públicas. A esta lista juntou-se, no mesmo ano, a empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM).

“No conjunto das 18 empresas detidas ou participadas pelo Estado, é notável a forte concentração de mais de 80% da dívida directa em apenas cinco empresas, ADM – 29.7%; CFM – 21%; LAM – 16.6%; PETROMOC – 8.9% e ENH – 2.7%”, reporta o Relatório da Dívida Pública referente ao ano de 2022, publicado há dias pelo Ministério da Economia e Finanças (MEF).

Em termos concretos, de acordo com o relatório, se em 2021, a ADM tinha um stock de dívida avaliada em 172.9 milhões de USD, em 2022 subiu para 201.3 milhões de USD. Os CFM tinham até ao fecho de 2021 um stock de dívida no montante de 84.3 milhões de USD, mas, em 2022, a dívida aumentou para 142.3 milhões de USD.

De acordo com o relatório, o incremento do “stock” de dívida da ADM e CFM deveu-se a desembolsos de credores que continuaram a ocorrer em 2022, nos montantes de 28.3 e 58 milhões de USD, respectivamente.

Entretanto, os “stocks” das dívidas da LAM e PETROMOC caíram em 2021 de 123.8 milhões de USD, para 112.3 milhões de USD e de 102 milhões de USD para 60.4 milhões de USD, respectivamente. Ainda assim, as dívidas dessas duas empresas continuam um grande fardo para as finanças públicas.

O stock da dívida da ENH também caiu drasticamente, tendo saído em 2021 de 2.9 mil milhões de USD para 18 milhões de USD em 2022.

Esta queda levou a que o stock total da dívida do Sector Empresarial do Estado reduzisse em cerca de 80%, passando de 3.6 mil milhões de USD (22% do PIB) para 676.8 milhões de USD (4% do PIB) em 2022.

“Esta drástica redução decorre do isolamento dos activos da Área 1 e da regularização do registo contabilístico dos activos da Área 4 a serem removidos do Balanço patrimonial da ENH, passando a estar registados no Balanço do SPV (Special Purpose Vehicle) do Projecto [Rovuma LNG]”, lê-se no Relatório da Dívida Pública de 2022.

Entretanto, o MEF refere no informe que o stock da dívida externa do SEE, excluindo a ENH incrementou em quase 4%, reflectindo os já referidos novos desembolsos a favor dos CFM e ADM. Já o stock da dívida interna do SEE, ainda que numa magnitude menor, registou redução face ao observado em 2021, contraindo de 413 milhões de USD para 408.5 milhões de USD.

“A contração da dívida interna reflecte o fluxo líquido negativo (amortizações maiores que os novos desembolsos), o que pode sinalizar algum abrandamento no ritmo de contratação de novos empréstimos no contexto de política restritiva que vem sendo implementada relativamente à contratação de novos créditos”, sublinha o documento.

Por fim, refere que a revisão do stock da ENH significou uma completa reconfiguração da estrutura da carteira da dívida do SEE. Como consequência, o Relatório assinala que a moeda nacional recuperou terreno na estrutura de composição do stock da dívida directa do SEE por moeda.

A proporção de dívida denominada em Meticais aumentou de 8 por cento 2021 para 33% em 2022. “Esta mudança alivia substancialmente as percepções de exposição cambial da carteira que se vinha agudizando nos últimos anos”, assegura o MEF no Relatório da Dívida Pública de 2022.

Encerramento da última base da Renamo devolve certezas aos empresários

Quem o diz é a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), em reacção ao acontecimento dirigido por Presidente da República, Filipe Nyusi e Ossufo Momade, líder do maior partido de oposição.

O acto de conclusão da base militar ocorreu com a entrega simbólica de uma arma ao Chefe de Estado pelas mãos do líder opositor, uma acção que se enquadra no processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração dos homens residuais da Renamo(DDR).

Num comunicado, a organização empresarial afirma que o feito vai devolver certezas à classe empresarial, que vinham sendo enfrequecidas dada a ameaça da instabilidade política.

“A Confederação das Associações Económicas de Moçambique, tem acompanhado, com profundo interesse e confiança, os esforços empreendidos no âmbito do DDR, que culminaram hoje com o encerramento da base de Vunduzi, o que cria condições para o estabelecimento de uma paz efectiva, concórdia e harmonia política e social em Moçambique”, afirma a CTA.

Ainda no documento, a CTA estimula ao Governo a continuar a buscar por soluções para “a total estabilidade e contínuo desenvolvimento económico e social do País”, acreditando no rápido estabelecimento da normalidade e eliminação de focos de terrorismo na província de Cabo Delgado.

Exportações atingem 32 Milhões de Dólares em 2022 na província de Manica

Segundo a Direcção Provincial da Indústria e Comércio, isto quer dizer que, no ano passado, as exportações em Manica cresceram cerca de um milhão de dólares.

“O nosso desafio é potenciar os produtores de fruta para que dominem as técnicas agrícolas melhoradas, garantam a qualidade dos seus produtos e possam integrar as quotas das exportações e diversificar o mercado”, referiu a directora provincial da Indústria e Comércio de Manica, Maria de Assunção Fernandes, esta segunda-feira, 12 de Junho.

Actualmente, a província exporta abacate, macadâmia, líchias, manga, fertilizantes, pedras preciosas, ouro, bauxite e mármore, entre outros recursos agrícolas, naturais e minerais, que têm contribuído significativamente para o crescimento da economia da província e do País.

Estes produtos, de acordo com a fonte, são exportados para 18 países, sendo que o grande peso vai para o Zimbabué, China, África do Sul, Reino Unido, Inglaterra, Emirados Árabes Unidos e Botsuana.

A responsável afirmou que uma das grandes preocupações prende-se com a falta de coordenação entre o sector e os produtores no tocante à comercialização, para além de que estes não fornecem dados aos técnicos dos Serviços Distritais das Actividades Económicas, para facilitar o cálculo das vendas em cada época.

“Queremos organizar fóruns no sentido de atrair investidores para apostarem na construção de indústrias de processamento”, disse para depois acrescentar que Manica tem espaços reservados à construção de parques industriais, nos distritos de Báruè, Machaze, Vandúzi, Macate e Gondola.

Maria Fernandes referiu ainda que no Plano Económico e Social (PES) do sector para 2022 foi inscrita como uma das actividades relevantes a legalização das reservas para os parques industriais E acrescentou que a comercialização agrícola está a fluir normalmente, estando o milho a ser vendido a 16 meticais o quilograma, diferentemente de 2022 em que houve dificuldades para a fixação do preço deste cereal, que se ficou em sete meticais.

Para a directora, estes resultados surgem à mercê dos esforços e reuniões destinadas a consciencializar os agricultores, comerciantes e técnicos.

A produção agrícola global alcançada no ano passado foi de 1,36 milhões de toneladas de produtos agrícolas diversos, tendo o milho contribuído com o peso de 700 toneladas.

Moçambique progride em termos de transparência no sector extractivo

A instituição refere-se especificamente ao facto de Moçambique ter melhorado no âmbito de divulgação de receitas fiscais e de contratos entre o Governo e os investidores.

A Presidente da EITI, Helen Clark, entende que o país conseguiu esta classificação num contexto em que se encontra a fazer face a desafios político e sócio-económicos.

“O país continuou a implementar as recomendações da EITI em circunstâncias desafiadoras. Conseguiu maior transparência nas empresas estatais que desempenham um papel crítico no setor extrativo e na economia do país. Encorajo as partes interessadas a usar a EITI para garantir a responsabilidade sobre como as receitas são gerenciadas e como uma plataforma para envolver as comunidades na tomada de decisões”, disse Helen Clerk.

Um outro ganho pelo que o país merece menção por parte desta Iniciativa, é o desenvolvimento de legislação sobre as receitas do gás, defendendo a transparência na gestão do fundo soberano do país cujo projecto de criação está em curso.

A realização de estudos de previsão de receitas para obter uma melhor compreensão da gestão de receitas nos próximos anos, constitui também um dado positivo que para EITI favorece a classificação de Moçambique em termos de transparência neste sector.

Falando na Conferência Internacional do Sector Extractivo da Autoridade Tributária, Esther Palácio, do Fundo Monetário Internacional em Mocambique (FMI), ressalvou que o país deve continuar a privilegiar a transparência fiscal, pois esse procedimento garante ganhos justos à economia  nacional.

Desafios na partilha de receitas

A EITI entende que, actualmente, o país está a concentrar-se em debater em como as receitas extractivas, que são colectadas pelo governo central, podem beneficiar províncias ricas em recursos e comunidades afectadas por actividades extractivas.

A Iniciativa ajudou a esclarecer essa questão, destacando as deficiências na alocação das receitas extractivas para as comunidades anfitriãs, que têm direito a 2,75 por cento do imposto sobre produção de gás e minerais.

Sobre o facto, Palácio sugere uma colaboração sólida entre as instituições que trabalham e regulam o sector extractivo para garantirem que as acções entres elas estejam alinhadas, no sentido de salvaguardar os direitos das comunidades e os direitos das empresas que exploram os recursos naturais.

Moçambique possui as maiores reservas de gás natural da África Oriental e tem potencial para tornar-se um grande produtor de minerais que permitem a transição energética.

 Moçambique entra para o mercado de carbono rumo a economia sustentável

Ao envolver-se nestes mercados, Moçambique pode contribuir proactivamente para a redução das emissões de gases com efeito de estufa, promovendo soluções de energia renovável e atraindo investimentos alinhados com os objetivos ambientais, segundo avança a Further Africa.

A parceria com a ACMI na concepção e implementação de iniciativas de mercado de carbono globalmente vai permitir que Moçambique construir e consolidar uma economia de baixo carbono, numa altura em que o combate às mudanças climáticas é uma prioridade.

O Plano de Ativação dos Mercados de Carbono abrange vários objectivos principais. Em primeiro lugar, a ACMI fornecerá assistência técnica abrangente para aumentar a capacidade das instituições governamentais, órgãos reguladores e partes interessadas do sector privado de Moçambique.

Essa colaboraçã permitirá que eles entendam, implementem e participem efetivamente dos mercados de carbono.

Além disso, a ACMI trabalhará em estreita colaboração com o Governo de Moçambique para desenvolver uma política robusta e um quadro regulamentar que se alinhe com as melhores práticas internacionais. Essa estrutura fornecerá directrizes claras para os participantes do mercado, garantindo transparência, responsabilidade e adesão a rígidos padrões ambientais.

 

 

Para breve construção de parque de gestão de tráfego para aliviar N4

A fase inicial de construção, com duração prevista de 90 dias, priorizará trabalhos essenciais de base, como limpeza, nivelamento, cercamento e fornecimento de serviços essenciais de água e energia.

A obra está avaliada em cerca de 3 milhões de dólares e o objectivo principal é estabelecer um parque de gerenciamento de tráfego de camiões totalmente equipado, capaz de responder com eficiência os crescentes volumes de tráfego ao longo da rota N4.

A auto-estrada, que serve como linha de vida que liga Maputo aos movimentados portos de Maputo e Matola, tem enfrentado graves problemas de congestionamento nos últimos anos.

A situação prejudica a eficiência e produtividade do Corredor de Maputo, uma rota comercial importante para Moçambique e os países vizinhos sem litoral.

Segundo a Further Africa, ao introduzir um parque de gerenciamento de tráfego de caminhões dedicado, o governo visa abordar proactivamente as questões de congestionamento e optimizar o fluxo contínuo de mercadorias e veículos ao longo do corredor.

 

 

País deve investir em tecnologias e infraestrturas para gerar novas energias

Gune deu exemplo da crise energética que a vizinha África está neste momento a atravessar, e que já forçou o país a declarar a situação de estado de calamidade nacional.

Para  o director Geral Adjunto do INAMI, a produção de energias alternativas também passa por implantar infraestruturas, cujo papel é crucial para a matriz energética no país.

“Se nós não investirmos em novas tecnlologias de produção de energia não iremos longe”, alertou Gune, lembrando que Moçambique tem várias potencialidades minerais que ainda não foram exploradas, tal é o lítio, que é usado para a produção de baterias.

Gune desafiou, igualmente, às unversidades para fomentarem pesquisas que fovorecem o desenvolvimento de alternativas energéticas.

Marcelo Tertuliano, em representação da Vulcan Mozambqiue. SA, empresa que explora o jazigo de carvão de mineral do distrito de Moatize, na província de Tete, disse que é possível o país produzir aleternativas de energia, por isso a introdução de novas tecnologias é, mesmo, necessária.

“O processo de transição para energia limpa vai acontecer naturamelnete a partir de desenvolvimento tecnológico.  Assim como há alguns anos atrás, o telefone que a gente usava era com fio, hoje ele é usado sem fio. Essa migração foi  feita  de forma natural e os usuários viram os benefícios economicos disso”, afirmou Tertualiano.

No caso de energia, a fonte disse que ainda carece-se de produtos substitutos em larga escala e deveriam ser suficientes para a efectivação da transição energética que se pretende.

“Vimos recentemente França, Alemanha e outros país alargando as suas ozinas térmicas , exactamente para poder cumprir e controlar a escalada, até então inimaginável dos preços de energia”, explicou Marclo Tertualiano.

O representante da Vulcan exclareceu que neste processo de novas energias, o carvão de Moçambique é importante, na medida que a reserva que o país possui deste recurso é um dos maiores do mundo e ainda não se explorou o previsto.

Tertualiano sugere, ainda , que o país invista numa espécie de parque de geração de energia a partir do carvão e outros recursos minerais, referindo ser necessário ver o contributo dos minérios além de geração de receitas.

Os interlocutores pronunciaram-se no painel subordinado ao tema sobre Gestão de Recursos Energéticos em Países Ricos em Recusros Minerais e Necessidades Energéticas Globais.

Orçamento moçambicano vai receber mais verbas da HCB

A medida “visa atualizar as instituições beneficiárias”, sem alterar “o valor nominal atualmente consignado”, explicou na terça-feira o porta-voz do Conselho de Ministros, Filimão Suaze.

O Fundo de Energia que começou por receber 35 por cento passa a receber 25% e o restante passa a ser repartido pelas agências de desenvolvimento (2%) e pela Autoridade Reguladora de Energia (1%).

A HCB é maioritariamente detida pelo Estado moçambicano e tem sido classificada como a empresa pública moçambicana com melhor saúde financeira, a única de “categoria 1”, ou seja, com “muito baixo risco” de falhar compromissos, segundo uma análise do Centro de Integridade Pública (CIP), organização não-governamental moçambicana, de outubro de 2022.

De acordo com as demonstrações financeiras, a HCB entregou ao Estado cerca de 239 milhões de meticais (3,4 milhões de euros) de taxa de concessão em 2022.

Receitas de minérios e hidrocarbonetos devem contribuir com 16% do PIB

Neste momento, o sector contribui para o PIB com uma média de 7 por cento em receitas, segundo afirmou o governante.

Tonela, que falava na abertura da Conferência Internacional sobre Tributação no Sector Extractivo da Autoridade Tributária (AT) esclareceu que o impacto da indústria extractiva na economia do país passa por salvagurdar o domínio de transparência, que implica combater a evasão fiscal, fortalecer a cooperação entre os países e promover a justiça fiscal.

Falando das projecções de receitas do sector, o governante afirmou que a tributação deve ser feita de modo a não sobrecarregar as empresas, mas também isso é preciso garantir que elas assumam a sua responsabilidade no exercício de busca da sustentabilidade e equidade.

“Acreditamos que este sector pode e deve contribuir mais para impulsionar o desenvolvimento socio económico de Moçambique pois ainda existe muito espaço fiscal a ser explorado. Esta é a realidade vivida pela maior parte dos países em desenvolvimento que dispõem deste tipo de recursos”, afirmou Max Tonela.

Tonela recordou que o Governo tem adoptado várias medidas de âmbito regulatório, com o objectivo de remover barreiras ao investimento, assegurar transparência, que em última instância garante um maior contributo do sector para o desenvolvimento do país.

Especificamente, apontou, por exemplo, para a adesão à Unidade de Gestão do Processo Kimberley, responsável pela gestão dos procedimentos de segurança, controlo interno, comercialização de metais preciosos e gemas.

E mais, o titular da pasta de Economia e Finanças, que falava em reperesentação do Primeiro-ministro, Adriano Maleiane, destacou os desafios que ainda existem pela frente, tais como o aprimoramento dos instrumentos nacionais de boa governação e o aprofundamento das reformas legais e fiscais para fortalecer a cobrança de impostos.

Já a Presidente da Autoridade Tributária (AT), Amélia Muendane, mencionou alguns pontos que os considera cruciais para  o crescimento da indústria dos minérios e hidrocarbonetos.  Destaque vai para a neecssidade do domínio da natureza dos contratos e o seu impacto económico, estabelecimento de uma política de administração tributária que garanta a estabilidade econoómica.

O investimento no capital humano para assegurar o equilíbrio entre a captação e distribuição dos recursos a favor do desenvolvimento económico,garantir uma relação entre os contribuintes e os sistemas tributários que permitam uma gestão eficiente dos sistemas tributários, são  igualmente precisos, segundo disse Muendane.

A Conferência Internacional sobre Tributação no Sector que decorre sob o lema “Recursos Minerais Energéticos como Vector para a Susrentabilidade Económica Global”, tem a duração de dois dias e termina nesta Quinta-feira.