Tuesday, September 15, 2026
spot_img
Home Blog Page 381

ONGs – fundo soberano deve se alimentar de todos recursos naturais

Segundo Fátima Mimbire, coordenadora do Movimento Cívico para o Fundo Soberano, numa altura em que se tornou relevante a questão da transição energética, “há recursos naturais que estão a ganhar cada vez maior relevância e que deveriam alimentar o futuro fundo soberano”.

Para Mimbire que falava há dias, durante um seminário de aprofundamento da proposta de lei do fundo soberano entre deputados da Assembleia da República e representantes da sociedade civil na província de Maputo, a abundância de recursos como grafite e areias pesadas em Moçambique e a possibilidade de o país vir a comercializar e exportar diamantes como factos que justificam que o futuro fundo soberano contemple outros recursos naturais.

Fátima Mimbire criticou igualmente que fiquem de fora da conta receitas geradas por projectos de hidrocarbonetos já em curso, contemplando-se apenas empreendimentos futuros da bacia do Rovuma, no norte de Moçambique.

Aquela activista reiterou as dúvidas da sociedade civil em relação à transparência do Banco de Moçambique na gestão do referido instrumento, notando que o regulador financeiro moçambicano tem sido alvo de avaliações desfavoráveis por parte de auditores independentes.

“É problemático que o Banco de Moçambique sobre o qual pairam dúvidas sobre transparência e que não presta contas directamente à Assembleia da República seja o gestor do futuro fundo soberano”, enfatizou.

Uma opção seria que o fundo soberano fosse gerido por uma entidade independente contratada, de preferência de fora do país, sem compromissos com elites do poder em Moçambique, defendeu.

O presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos, Constitucionais e de Legalidade da Assembleia da República, António Boene, defendeu que o órgão legislativo está a trabalhar visando uma lei que garanta transparência e boa governação do fundo soberano.

“Não existem modelos perfeitos de fundo soberano, mas o parlamento e todas as partes relevantes estão a trabalhar para que tenhamos um mecanismo que assegure transparência, rigor e responsabilidade”, destacou Boene.

Aquele deputado assinalou que o parlamento prevê ter a lei do fundo soberano na actual sessão da Assembleia da República, que encerra em Maio.

Benefícios da auditória financeira para empresa

Ao realizar auditorias financeiras regulares, as PMEs podem desfrutar de vários benefícios, incluindo aumento da confiança dos investidores, melhoria na tomada de decisões e redução dos riscos associados a irregularidades financeiras.

Neste texto, discutiremos cinco benefícios significativos da auditoria financeira para as PMEs.

Primeiramente, a auditoria financeira aumenta a confiança dos investidores e das partes interessadas, já que proporciona uma visão clara e imparcial da saúde financeira da empresa. Ao garantir que os relatórios financeiros sejam precisos e confiáveis, as PMEs podem atrair investidores e obter financiamento com mais facilidade. Além disso, a transparência financeira contribui para a construção de uma reputação sólida no mercado, fortalecendo a posição competitiva da empresa.

Em segundo lugar, a auditoria financeira melhora a tomada de decisões gerenciais, uma vez que fornece informações detalhadas sobre o desempenho financeiro da empresa. Com base nos resultados da auditoria, os gestores podem identificar áreas problemáticas, implementar melhorias e estabelecer metas financeiras mais realistas. Isso permite que as PMEs se tornem mais eficientes, aumentem a rentabilidade e garantam a sustentabilidade a longo prazo.

Terceiro, a auditoria financeira reduz os riscos associados a irregularidades financeiras, como fraudes e erros. Os auditores financeiros são treinados para ajudar a identificar áreas onde os controles internos podem ser aprimorados, identificar inconsistências e possíveis sinais de problemas financeiros, auxiliando na detecção e prevenção de erros, minimizando o risco de futuras irregularidades.

Quarto, a auditoria financeira contribui para a conformidade com as leis e regulamentações fiscais. As PMEs precisam garantir que estejam cumprindo todas as obrigações legais, incluindo o pagamento de impostos e a apresentação de relatórios financeiros. A auditoria financeira ajuda a identificar possíveis problemas de conformidade, permitindo que a empresa tome medidas correctivas antes que possíveis penalidades sejam aplicadas.

Por fim, a auditoria financeira pode levar à melhoria dos processos e controles internos. Ao identificar áreas de ineficiência e vulnerabilidade, os auditores podem recomendar melhorias nos sistemas de controle interno e nas práticas de gerenciamento financeiro. Implementar essas melhorias permite que as PMEs operem de maneira mais eficiente e eficaz, garantindo a integridade das informações financeiras e a estabilidade da organização a longo prazo.

Max Tonela garante finalização dos projetos a serem financiados pelo Compacto II

A informação foi avançada durante o encontro entre o ministro moçambicano da Economia e Finanças e a directora executiva da MCC Alice Albright, em Washington.

Segundo o Governo, os projectos visam assegurar “uma implementação produtiva do Compacto II, através, por exemplo, da sistematização de todas as experiências recentes no País”.

O Compacto II compreende três áreas a serem cobertas: a Promoção do Investimento em Agricultura Comercial, Conectividade e Transporte Rural e Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Costeiro.

Max Tonela avançou que o Governo vai preparar pacotes de formação para o empoderamento dos empresários da província da Zambézia, principal destinatário dos projectos do Compacto II, visto que estão, à partida, em situação de desvantagem, devido à pobreza extrema naquela circunscrição territorial.

“Com isso, eles ver-se-ão mais bem preparados para competir com os demais. Entendemos que o ownership dos empresários da Zambézia é crucial para garantir a sustentabilidade social dos projectos”, frisou o governante.

Entretanto, Max Tonela apelou ao MCC a ser mais pragmática quanto à decisão sobre o volume de financiamento a ser integrado no Compacto II para Moçambique. “O País é enorme e os desafios são grandes”.

O ministro da Economia e Finanças realçou, igualmente, que “os importantes e estratégicos investimentos a serem feitos em Moçambique em sede do Compacto II irão reflectir-se na agenda de crescimento e desenvolvimento económico e social, combate à pobreza, objectivos nos quais Moçambique e os Estados Unidos da América estão em sintonia”.

Porto de Maputo desafiado a expandir o mercado

Mateus Magala entende que desta forma, o porto de Maputo vai aumentar o número de países do interland que usam a infra-estrutura para o transbordo transaccional das suas mercadorias.

É igualmente nossa expectativa, ver a Companhia de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC) a servir outros países de interland buscando oportunidades de diversificação das suas cargas, estendendo o seu potencial de crescimento económico para países vizinhos como Eswatini, Zimbabwe e Zâmbia. Acreditamos que os novos caminhos da integração digital poderão trazer percursos para o crescimento do sector logístico”, disse.

O Ministro dos transportes e Comunicações falava, esta sexta-feira, na Gala de celebração dos vinte anos da MPDC, Companhia de Desenvolvimento do Porto de Maputo, empresa público-privada responsável pela gestão do embarcadouro.

Importância do seguro de viagem para funcionários da empresa

Protecção médica e assistência em emergências: O seguro de viagem oferece cobertura para despesas médicas e hospitalares em caso de acidentes ou doenças durante a viagem. Ele também inclui assistência médica de emergência e, em alguns casos, repatriação médica, garantindo que os funcionários recebam tratamento adequado e possam retornar ao seu país de origem, se necessário.

Cobertura para cancelamento de viagem e atrasos: Viagens corporativas podem ser afectadas por imprevistos, como cancelamentos de voos, atrasos e problemas de saúde que impeçam o funcionário de viajar. O seguro de viagem protege a empresa e o funcionário contra os custos relacionados a essas situações, cobrindo despesas com passagens aéreas, hospedagem e outros serviços que possam ser afectados.

Protecção de bagagem e pertences pessoais: Durante as viagens, há sempre o risco de extravio, roubo ou dano à bagagem e aos pertences pessoais dos funcionários. O seguro de viagem oferece cobertura para esses casos, garantindo que os colaboradores possam repor itens perdidos ou danificados e continuar suas actividades profissionais sem transtornos.

Responsabilidade civil e protecção jurídica: Os funcionários podem enfrentar situações em que sejam responsabilizados por danos a terceiros durante a viagem. O seguro de viagem pode incluir cobertura de responsabilidade civil, protegendo o colaborador e a empresa de possíveis reclamações e despesas legais decorrentes dessas situações.

Tranquilidade e segurança para os funcionários: A contratação de um seguro de viagem proporciona maior tranquilidade e segurança aos funcionários, permitindo que se concentrem em suas actividades profissionais sem preocupações com possíveis imprevistos. Essa protecção contribui para o bem-estar e a satisfação dos colaboradores, resultando em maior produtividade e engajamento no trabalho.

Em resumo, o seguro de viagem é uma ferramenta importante para garantir a protecção e o bem-estar dos funcionários da empresa durante as viagens corporativas. Ele oferece cobertura para despesas médicas e hospitalares, cancelamento de viagem e atrasos, proteCção de bagagem e pertences pessoais, responsabilidade civil e proteCção jurídica, além de proporcionar tranquilidade e segurança aos colaboradores. Portanto, é fundamental que as empresas invistam em um seguro de viagem adequado para seus funcionários.

Apoiamos as empresas na contratação de melhores termos de seguros.
Para se beneficiar dos nossos serviços de Corretagem de Seguros gratuita, poderá entrar e contacto connosco através de:
(+258) 84 714 1055 / (+258) 87 714 1057
miguel.joia@sbs.co.mz
www.sbs.co.mz

País arrecada mais de USD92 milhões com exportação de produtos agrícolas

Trata-se das culturas alimentares e de rendimento, a semelhança da fibra de algodão, castanha de caju, a macadámia, e feijão boer, bem como as principais frutas com a qualidade exigida na cadeia de comercialização agrícola.

Segundo o Presidente Filipe Nyusi, com este volume de exportação alcançado no período em referência, o país está em condições de criar novos centros de agregação e processamento, com um olhar atento para as províncias do norte.

O chefe do estado disse ainda que o apoio prestado as pequenas e medias empresas do sector agro-pecuário, afectadas pela tempestade tropical Freddy, devem trazer resultados na cadeia de comercialização agrícola.

Millennium Chalenge Corporation desbloqueia 500 milhões de dólares para Moçambique

A recomendação da aprovação será submetida ao Conselho de Administração do MCC até 28 de Junho próximo e só depois será indicada a data do arranque e implementação do projecto, segundo Alice Albright, citada pelo Notícias.

Ela deu esta garantia num encontro que manteve em Washington, EUA, com o Ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, no âmbito dos encontros de Primavera com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial, que decorrem até domingo.

O Director residente do MCC em Moçambique, Kenneth Miller, explicou que cerca de 300 milhões de dólares se destinam para o investimento nos sectores de transporte e infraestruturas, com maio impacto no rio Licungo, em Mocuba, Zambézia. Ele disse também que o Governo tenciona aumentar o orçamento da Administração Nacional de Estradas.

De acordo com Max Tonela, o Compacto II vai abranger três áreas nomeadamente a promoção de investimento na agricultura comercial, conectividade e transporte rural e mudanças climáticas e desenvolvimento costeiro.

Tonela disse ainda que Zambézia é a província prioritária para receber estes investimentos e que os empresários locais “à partida, estão em desvantagem dada a situação de pobreza extrema na região”.

Assim, prevê-se a preparação de pacotes de formação para o seu empoderamento.

MozParks propõe parcerias sustentáveis entre o sector industrial e as PMEs

Onório Manuel fez um raio-x ao surgimento do Parque Industrial de Beluluane (existindo há cerca de 23 anos), através de um projeto âncora (Mozal), que está a gerar mais de 10 mil postos de trabalho e agregar mais de 50 empresas instaladas no Parque Industrial de Beluluane, na província de Maputo, representando cerca de 17 países.

Disse que a MozParks está em vias de abrir mais Parques Industriais em Cabo Delgado (CDParks), concretamente em Palma, Balama, Montepuez, Ancuabe e uma base Logística em Pemba. Os CD Parks visam acelerar o desenvolvimento económico, promover e dinamizar a criação de emprego para jovens e desenvolver a economia verde na província de Cabo Delgado.

Onório Manuel incentivou as Pequenas e Médias Empresas a aderirem ao Projecto Parque Industrial Olhar para o Parque Industrial do Topuito, em Nampula, liderado pela multinacional Kenmare, a empresa mais transparente da indústria extractiva em Moçambique, que explora titânio naquele distrito do Larde.

Durante o encontro de negócios denominado Busines Pitch, a MozParks centrou a sua atenção nos Parques de Cabo Delgado, que, segundo sustenta, poderão potenciar o desenvolvimento da província impulsionado pela exploração de gás com um enorme potencial na sua cadeia de valor para dinamizar a economia local em mais de 100 mil trabalhadores diretos dentro dos CD Parks.

Para Onório Manuel é importante a implementação dos CD Parks, como mecanismo de criação de base para o conteúdo local, e assim aproveitar as oportunidades na cadeia de valor dos megaprojectos, alguns dos quais exploram recursos não renováveis, pelo que existe a precisam deixar uma contribuição para o desenvolvimento socioeconômico local.

Os CD Parks trazem múltiplas vantagens, como o acesso a infra-estruturas terrestres (energia, água e rodoviárias), industriais, de armazenamento, perímetro protegido, ambiente de negócios seguro, economias de escala, economia circular, soluções completas de investimento, potencial de incentivos fiscais e aduaneiros.

Moçambique recebe apoio da Mozal avaliado em mais de quarenta milhões de meticais

A doação foi entregue à Caritas, uma organização humanitária internacional que está a trabalhar na prestação de ajuda em Moçambique após as inundações causadas por chuvas intensas, nos últimos meses.

Segundo Noel Pillay, director de operações da South32, o impacto para as pessoas que vivem em comunidades próximas à Mozal foi severo, afectando aproximadamente seis mil hectares de terras agrícolas e inundando mais de sete mil casas, onde muitos vivem à base de agricultura.

A contribuição da South32 vai apoiar com cerca de 3900 “kits” agrícolas, incluindo ferramentas e insumos agrícolas, e 12.600 de sementes para ajudar a restaurar os meios de subsistência às comunidades dos distritos de Boane, Namaacha e Moamba, na província de Maputo. Fornecerá ainda alimentos para 1000 famílias locais vulneráveis.

O director de operações da South32 afirmou que “compadecemo-nos continuamente com todas as vítimas destas intempéries, incluindo aqueles que em Moçambique e Madagáscar foram afectados pelo ciclone tropical Freddy”.

A fonte congratulou-se com as agências e organizações não-governamentais que fornecem ajuda humanitária e apoio na recuperação de desastres, explicando que esta doação, além de apoiar na recuperação a longo prazo, ajudando na restauração da actividade agrícola e na aquisição de meios de subsistência, fornecerá alimentos a mil famílias vulneráveis.

Presidente lança campanha de comercialização agrícola 2023

Em Chiúta, Filipe Nyusi vai igualmente proceder a abertura do Quinto Fórum nacional de comercialização agrícola que se realiza sob o lema: Comercialização agrícola, dinamizando o agro- negócio e industrialização.

O evento será replicado em todo o país com a finalidade de exortar os produtores e intervenientes do processo de comercialização para o início da campanha 2023 e as acções de intervenção dos agentes económicos na cadeia de valor da comercialização agrícola.