Thursday, June 4, 2026
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EMOSE diz estar avaliar a possível compra de acções na LAM

A Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE), afirmou estar ainda a avaliar a possível compra de acções do Estado na empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), assinalando que só após esta análise é que irá decidir se deverá avançar no negócio.

A seguradora mais antiga do País é uma das três estatais indicadas para comprar 91% das acções do Estado na companhia aérea, segundo a decisão anunciada pelo Conselho de Ministros, há duas semanas.

Entretanto, falando esta segunda-feira, à margem da 34ª reunião nacional de gestores e quadros da seguradora, o presidente do Conselho de Administração (PCA), Janfar Abdulai, adiantou que a EMOSE ainda não decidiu nem sabe quanto vai ser a sua comparticipação, muito menos que ganhos terá do negócio.

“Nós vamos fazer a nossa avaliação. A EMOSE olha esta questão como uma oportunidade para investimento, então vai fazer uma avaliação para poder decidir”, frisou Janfar Abdulai, citado numa publicação da Carta de Moçambique.

Segundo o gestor, a participação da EMOSE na estrutura accionista da LAM é uma decisão do Governo e a sua materialização está a ser levada a cabo pelo Instituto de Gestão de Participações do Estado (IGEPE).

“Nós como EMOSE somos chamados para junto ao IGEPE e outros potenciais sócios referidos materializar esta acção. Ainda não temos dados concretos que poderíamos partilhar, mas temos estado a discutir com o IGEPE para a materialização desta decisão” afirmou o PCA.

Escassez de divisas afecta facturas avaliadas em 373 milhões de USD

O sector empresarial privado continua a queixar-se de falta de moeda externa (divisas) no sistema financeiro moçambicano. Esta terça-feira (18), o sector, representado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), apresentou uma lista de empresas que vêem os seus pagamentos pendentes por falta de Euro, Dólar, Rands ou outras moedas externas na banca nacional.

Após a recepção destes documentos, a CTA irá submetê-los ao Banco de Moçambique como prova material e quantitativa de que o problema de divisas no mercado cambial é real e muito sério, exigindo atenção do Governador do Banco para a busca de soluções.

“No geral, submeteram ao pedido da CTA 63 empresas com pagamentos diversos solicitados do exterior. Destas, 41% são do sector industrial, 25% da aviação e 21% do comércio geral. Os dados agregados mostram que as necessidades destas 60 empresas que submeteram solicitações de pagamento ao exterior aos seus bancos comerciais estão estimadas em 373 milhões de USD” disse o vice-presidente da CTA para a indústria, Evaristo Madime.

Falando em conferência de imprensa, Madime explicou que o referido valor, correspondente aos primeiros quase dois meses de 2025, está ligeiramente abaixo do que a CTA já tinha apresentado de 402 milhões de USD referente ao terceiro trimestre de 2024. Justificou esta aparente redução pelo curto tempo concedido para a submissão da informação. Aliás, o empresário disse que a CTA continua a receber mais processos.

“Dos 373 milhões de USD, 40% é do sector da aviação, sinalizando ser este o mais afectado, actualmente. Aliás, devido a esta situação, muitas companhias decidiram suspender alguns voos para Moçambique, bem como vender os seus bilhetes a partir de agências de viagens baseadas no estrangeiro. Em seguida, os sectores da indústria com 26% e comércio com 12% são os mais afectados”, detalhou Madime.

Analisando a dinâmica das exportações e importações de Moçambique, o empresário explicou que o problema do mercado cambial poderia ser diferente, quando bem endereçado, pois, exemplificou, a cobertura de exportações sobre importações, incluindo os Grandes Projectos é de 87%. Para Madime, numa situação destas, não seria justificável a escassez que se verifica.

“Contudo, dado que a maior parte da receita dos Grandes Projectos não tem sido repatriada, então o problema torna-se visível. Sendo assim, para reduzir a escassez de divisas no mercado para importação de matérias-primas em 500 milhões de USD, propomos que o Governo inste as empresas da indústria extractiva, em particular, a repatriar receitas de exportação dos grandes projectos”, apelou o vice-presidente da CTA para indústria.

Acrescentou que, caso a medida fosse efectivada, em pouco tempo, poderia contribuir para o restabelecimento normal da fluidez de divisas. A CTA afirma que a não resolução deste problema a curto prazo pode agravar a situação económica do país e deteriorar, ainda mais, as oportunidades de emprego, levando à continuidade das convulsões sociais que se têm assistido. Assim, a CTA convida o Banco de Moçambique a ser mais ágil e criativo para contribuir para a paz social.

Millennium bim e Girl Move reforçam parceria para a capacitação de jovens mulheres

O Millennium bim e a Girl Move Academy assinaram um Memorando de Entendimento que fortalece uma parceria de longa data focada na capacitação e liderança feminina em Moçambique. A cerimónia decorreu em Maputo e contou com a presença do Presidente da Comissão Executiva (PCE) do Millennium bim, Rui Pedro, e de Marta Roff, representante da Girl Move em Moçambique.

Desde 2019, o Millennium bim tem apoiado a formação de jovens mulheres através do “Programa Change de Liderança e Inovação Social”, promovendo o empoderamento feminino e a transformação das comunidades. Ao longo dos últimos seis anos, centenas de jovens beneficiaram desta parceria, que inclui bolsas de estudo, programas de mentoria e estágios, tanto no Millennium bim, em Moçambique, como no Millennium BCP, em Portugal.

Com este novo acordo, o Banco reafirma o seu compromisso de investir no talento e na liderança feminina, proporcionando oportunidades de desenvolvimento a mais jovens moçambicanas e contribuindo activamente para uma sociedade mais equitativa, próspera e sustentável.

“Acreditamos que apoiar a educação e a liderança feminina é investir no futuro de Moçambique. O reforço desta parceria reflecte o compromisso do Banco com o empoderamento das jovens, garantindo que tenham acesso a ferramentas e oportunidades que lhes permitam transformar positivamente as suas famílias, as suas comunidades e o País como um todo”, afirmou Rui Pedro, PCE do Millennium bim.

Por sua vez, Marta Roff, representante da Girl Move, destacou a importância deste apoio contínuo:”O investimento na formação de jovens mulheres líderes é essencial para impulsionar o desenvolvimento social e económico do país. O Millennium bim tem sido um parceiro estratégico neste caminho, e juntos continuaremos a criar oportunidades que transformam vidas e comunidades”.

A parceria entre o Millennium bim e a Girl Move Academy enquadra-se na iniciativa “Mais Moçambique Pra Mim”, o programa de Responsabilidade Social do Millennium bim, que apoia projectos de impacto social sustentável, especialmente nas áreas de educação, desporto, saúde, cultura, e desenvolvimento comunitário.

A Girl Move Academy é uma organização reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho inovador na formação de líderes femininas. O seu programa tem sido fundamental para reduzir o abandono escolar, prevenir casamentos prematuros e fortalecer o papel das mulheres na sociedade moçambicana.

Com este novo capítulo, Millennium bim e Girl Move Academy reafirmam o seu compromisso em transformar a realidade de milhares de jovens mulheres, garantindo que o seu potencial seja plenamente aproveitado para o desenvolvimento do País.

Fundo soberano recebeu 158,8 milhões de dólares das receitas de petróleo e gás

O Governo de Moçambique investiu 158,8 milhões de dólares provenientes das receitas de exploração de petróleo e gás natural

O Governo de Moçambique investiu 158,8 milhões de dólares provenientes das receitas de exploração de petróleo e gás natural no Fundo Soberano (FS), segundo o Ministério das Finanças.

De acordo com o Balanço Económico e Social da Execução do Orçamento do Estado, esse montante inclui 74,1 milhões de dólares referentes aos anos de 2022 e 2023 e 84,7 milhões de dólares arrecadados em 2024. A verba foi depositada na Conta Transitória do Banco de Moçambique, em conformidade com o artigo 6 da Lei n.º 1/2024, que estabelece as directrizes para a gestão do FS, conforme avançou o documento citado pela Lusa.

Projecções e impacto do fundo soberano

A criação do Fundo Soberano de Moçambique foi aprovada pelo Parlamento a 15 de Dezembro de 2023 e tem como objetivo garantir uma gestão sustentável das receitas provenientes da exploração de gás natural.

As estimativas apontam que, na década de 2040, as receitas anuais do sector poderão atingir 6 mil milhões de dólares (aproximadamente 379 mil milhões de meticais).

“As projecções indicam que as exportações anuais de gás poderão ascender a 89,9 milhões de dólares ao longo do ciclo de vida do projecto, caso todas as iniciativas de desenvolvimento actualmente aprovadas estejam em operação. Neste cenário, as receitas para o Estado deverão atingir o pico na década de 2040, superando os 6 mil milhões de dólares anuais”, afirmou o antigo ministro da Economia e Finanças, Max Tonela.

Gestão e distribuição das receitas

O regulamento do Fundo Soberano define os procedimentos para a transferência de receitas provenientes da exploração de gás natural liquefeito e futuros projectos de petróleo e gás.

Nos primeiros 15 anos, 60% das receitas serão destinadas ao Orçamento do Estado, enquanto os 40% restantes serão canalizados para o Fundo Soberano. Após esse período, a divisão será feita em partes iguais (50/50). O Fundo Monetário Internacional (FMI) já considerou a criação do Fundo Soberano de Moçambique um passo importante para garantir uma gestão transparente e sustentável dos recursos naturais.

Moçambique produziu 1,62 toneladas de ouro em 2024, superando expectativas

Moçambique produziu 1,62 toneladas de ouro em 2024, superando expectativas

Moçambique registou uma produção de ouro de 1,62 toneladas em 2024, o que representa uma ligeira redução de 2% face ao volume de 2023, quando foram extraídas 1,66 toneladas, segundo o relatório de execução do Orçamento do Estado divulgado pelo Ministério das Finanças.

Apesar da queda, a produção superou em 3% a meta anual fixada pelo Governo, que previa 1,5 toneladas. Para efeito de comparação, em 2022, a produção foi de 1,22 toneladas, evidenciando uma tendência de crescimento nos últimos anos.

Actualmente, cada quilograma de ouro está avaliado em cerca de 5,7 milhões de meticais no mercado internacional, o que significa que a produção total de 2024 representa aproximadamente 9,3 mil milhões de meticais.

Crescimento e tendências da mineração de ouro

O relatório indica que 2023 foi um ano recorde para a produção de ouro no país, com um crescimento de 32% em relação a 2022, quando foram extraídos 1.263,8 quilogramas. Os números desse período também superaram 124% das metas inicialmente estabelecidas para o ano, destacando um desempenho acima das expectativas na indústria mineira.

Para 2024, o Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) previa um crescimento de 3%, impulsionado pelo maior controlo sobre a mineração artesanal e pelo bom desempenho das empresas do sector. No entanto, os números actuais mostram que essa projeção não se concretizou.

Empresas em destaque e projecções para o sector

Entre as empresas que impulsionaram o sector, o relatório menciona a Explorator, Lda., que opera em parceria com a Mutapa Mining Processing, Lda., além da retoma das actividades da KD Prospero, factores que ajudaram a consolidar a exploração mineira no país.

Apesar do ligeiro recuo na produção, Moçambique continua sendo um importante actor na extracção de ouro na região. As projecções indicam a necessidade de fortalecer o sector, aprimorar a fiscalização da mineração artesanal e incentivar um desempenho mais sólido das empresas, garantindo um crescimento sustentável. O Governo pretende continuar a monitorizar e regular a exploração mineira, assegurando que a actividade contribua para o crescimento económico e para o aumento das receitas públicas, num contexto de valorização do ouro nos mercados internacionais.

Mozambique produced 1.62 tons of gold in 2024, exceeding expectations

Moçambique produziu 1,62 toneladas de ouro em 2024, superando expectativas

Mozambique recorded gold production of 1.62 tons in 2024, which represents a slight reduction of 2% compared to the volume of 2023, when 1.66 tons were extracted, according to the State Budget execution report released by the Ministry of Finance.Despite the drop, production exceeded the government’s annual target of 1.5 tons by 3%. For comparison purposes, in 2022, production was 1.22 tons, showing an upward trend in recent years. Currently, each kilogram of gold is valued at around 5.7 million meticais on the international market, which means that total production in 2024 represents approximately 9.3 billion meticais.

Gold mining growth and trends
The report indicates that 2023 was a record year for gold production in the country, with growth of 32% compared to 2022, when 1,263.8 kilograms were extracted. The figures for this period also exceeded 124% of the targets initially set for the year, highlighting a performance above expectations in the mining industry. For 2024, the Economic and Social Plan and State Budget (PESOE) predicted growth of 3%, driven by greater control over artisanal mining and the good performance of companies in the sector. However, current figures show that this projection has not materialized.

Companies in the spotlight and projections for the sector
Among the companies that have boosted the sector, the report mentions Explorator, Lda, which operates in partnership with Mutapa Mining Processing, Lda, as well as the resumption of activities by KD Prospero, factors that have helped consolidate mining in the country. Despite the slight drop in production, Mozambique continues to be an important player in gold mining in the region. The projections indicate the need to strengthen the sector, improve oversight of artisanal mining and encourage a more solid performance from companies, guaranteeing sustainable growth.

The government intends to continue to monitor and regulate mining, ensuring that the activity contributes to economic growth and increased public revenue, in a context of gold’s appreciation on international markets.

Desabamento do garimpo ilegal em Barué Resulta em tragédia

Garimpo ilegal em Barué Resulta em tragédia

Pelo menos três garimpeiros morreram e dois ficaram feridos após o desabamento de uma mina de turmalina no distrito de Barué, província de Manica, no centro do país. O acidente ocorreu no último Sábado (15), por volta das 19h00, enquanto os trabalhadores escavavam a mina, que havia sido invadida por populares dois dias antes.

A invasão foi motivada por protestos contra a mineradora Sominha, acusada de não cumprir compromissos de responsabilidade social na região. Segundo as autoridades, os garimpeiros soterrados passaram dois dias sob a terra antes do resgate.

O director dos Serviços Provinciais dos Recursos Minerais e Energia em Manica, Manuel Silva, explicou que a operação de salvamento enfrentou dificuldades devido à falta de equipamentos adequados. “Não conseguimos retirar os garimpeiros a tempo por falta de recursos. Não tínhamos tubos para introduzir oxigénio, o que dificultou o resgate. Apenas hoje, com a ajuda de uma pá, conseguimos desenterrá-los”, afirmou.

O acidente foi causado pelo deslizamento de terra, agravado pela umidade do solo durante a época chuvosa. O evento reforça os riscos enfrentados pelos garimpeiros que actuam de forma irregular na região.

Garimpo ilegal e riscos em Manica

Este é o segundo caso de mortes por deslizamento de terras em minas da província em pouco mais de um mês. Em Janeiro, quatro mineiros ilegais morreram após um deslizamento em uma mina de ouro no distrito de Gondola.

Manica é uma região rica em minerais como ouro e turmalina, atraindo milhares de garimpeiros, muitos deles actuam de forma ilegal e em condições precárias. Os distritos de Macossa, Barué, Sussundenga, Gondola e Manica concentram a maior parte da exploração. Estima-se que entre 400 e 800 quilos de ouro sejam extraídos anualmente na província, parte dessa produção fora do circuito formal de comercialização.

As autoridades locais alertam para os riscos da mineração irregular, mas a actividade continua sendo a principal fonte de sustento para muitos jovens nacionais e estrangeiros que migram para a região em busca de oportunidades.

Conheça Tomás Matola, o CEO que lidera com resultados concretos

Tomás Rodrigues Matola, Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB).

Antes da sua ascensão à presidência da HCB, Tomás Matola esteve nos últimos anos na liderança do Banco Nacional de Investimentos (BNI), onde apesar da conjuntura económica nacional e internacional adversa conseguiu estabilizar o banco, apresentando regularmente lucros e contas positivas, repartindo os dividendos com os sócios.

Tomás Rodrigues Matola, Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB)

Tomás Rodrigues Matola nasceu em Maputo, em 1979. É formado em gestão pela Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane [graduado como o melhor estudante] e tem especializações em Gestão Bancária e Gestão de Negócios de Petróleo e Gás, feitas na Universidade Católica de Portugal e no Instituto Superior de Ciências e Tecnologias de Moçambique (ISCTEM). É professor universitário das disciplinas de economia monetária, sistema financeiro e gestão bancária.

Tomás Matola tem uma larga experiência no sistema financeiro, com passagem pelo Millennium Bim, Banco de Moçambique e pela extinta Mcel, onde fundou e dirigiu o sector de compliance da carteira móvel mKesh. No BNI foi sub-director, director, administrador, presidente do Conselho de Administração (cumulativamente com as funções de presidente da Comissão Executiva) nos últimos três anos presidente da Comissão Executiva, num sistema de governance que separa o chairman do CEO.

Matola deixa o BNI poucos dias depois de apresentar os resultados de 2022: lucros líquidos de cerca de 208 milhões de meticais.

Foi antes PCA do BNI e foi lucrativo, tendo na sequência entregue os dividendos aos sócios do Banco, de resto, coisa rara no sector empresarial do Estado moçambicano.

  • Empresa logrou alcançar, em 2023, uma produção na ordem dos 16.057,5 GWh, 12,36% acima das projecções e 2,0% acima do volume da produção alcançada em 2022, a produção mais alta dos últimos oito anos.
  • Receitas foram na ordem dos 34.916,98 milhões de meticais, um incremento de 49,2% acima das previsões
  • Resultado líquido, 13.021,69 milhões de meticais, foi o mais alto da história da HCB
  • Empresa projecta um incremento da capacidade de geração para cerca de 4.000 MW, até 2032;
  • HCB foi a empresa que mais pagou dividendos ao accionista Estado, em 2023, na ordem de 4.643,3 milhões de meticais. A contribuição da HCB constitui metade (50%) dos dividendos pagos pelo Sector Empresarial do Estado.
  • HCB aspira ser o maior produtor de energia limpa na região e um dos maiores de África e do mundo, até 2032

Meet Tomás Matola, the CEO who leads with concrete results.

Tomás Rodrigues Matola, Chairman of the Board of Directors (PCA) of Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB).

Before assuming the presidency of HCB, Tomás Matola led the Banco Nacional de Investimentos (BNI) in recent years, where, despite adverse national and international economic conditions, he managed to stabilize the bank, consistently delivering profits and positive financial results while distributing dividends to shareholders.

Tomás Rodrigues Matola was born in Maputo in 1979. He holds a degree in Management from the Faculty of Economics at Eduardo Mondlane University, where he graduated as the top student. He has specialized in Banking Management and Petroleum & Gas Business Management at the Catholic University of Portugal and the Higher Institute of Science and Technology of Mozambique (ISCTEM). Additionally, he serves as a university lecturer, teaching courses in monetary economics, financial systems, and banking management.

Matola has extensive experience in the financial sector, having worked at Millennium Bim, the Bank of Mozambique, and the now-defunct Mcel, where he founded and managed the compliance department for the mKesh mobile wallet. At BNI, he held various positions, including Deputy Director, Director, Executive Board Member, Chairman of the Board of Directors (concurrently serving as CEO for three years), and finally, CEO under a governance system that separates the roles of Chairman and CEO.

Matola left BNI just days after presenting the bank’s 2022 results, which showed net profits of approximately 208 million meticais. Under his leadership, BNI was profitable and distributed dividends to its shareholders—an uncommon practice in Mozambique’s state-owned enterprises.

HCB’s Key Performance Highlights

  • In 2023, the company achieved a production output of 16,057.5 GWh, exceeding projections by 12.36% and surpassing the 2022 output by 2.0%, marking the highest production level in the last eight years.
  • Revenue reached 34,916.98 million meticais, a 49.2% increase above forecasts.
  • Net profit stood at 13,021.69 million meticais, the highest in HCB’s history.
  • The company plans to increase its generation capacity to approximately 4,000 MW by 2032.
  • In 2023, HCB was the highest dividend-paying company to the Mozambican government, disbursing 4,643.3 million meticais. HCB’s contribution represented 50% of the total dividends paid by the State Business Sector.
  • HCB aspires to become the largest clean energy producer in the region and one of the biggest in Africa and worldwide by 2032.

Marco Abalroado tem a maior visibilidade mediática nacional

O CEO do Access Bank, Marco Abalroado, foi o líder que maior visibilidade teve nos media nacionais, segundo o CEO Media Report Moçambique 2024, que avaliou publicações de 01 Janeiro e 30 de Setembro de 2024.

Marco Abalroado foi o CEO com o maior volume de artigos e apresentou a quinta melhor favorabilidade (70,7) no ranking, notoriedade sustentada em iniciativas no âmbito da Responsabilidade Social.

Por outro lado, Agostinho Langa Júnior, CEO dos Caminhos de Ferro de Moçambique, foi o líder com a favorabilidade mais positiva nos media.

O PCA dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), com entrada directa no ranking em 2024, destacou-se como o líder com o índice de favorabilidade mais elevado (73,8).

Outros resultados deste Relatório de Análise Qualitativa de Media:

  • Francisco Costa, CEO do BCI, é o segundo da tabela em volume de artigos e apresenta a segunda melhor favorabilidade, liderando a favorabilidade entre os CEOs do sector financeiro.
  • Osório Lucas, CEO da Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo, é o terceiro em volume de artigos e ocupa a nona posição no ranking de favorabilidade.
  • Tomás Matola, PCA da Hidroeléctrica Cahora Bassa, ocupa o quarto lugar em volume de artigos e a décima posição no índice de favorabilidade.
  • Manuel Soares, CEO da Moza Banco, figura na quinta posição em volume de artigos e na quarta posição no índice de favorabilidade.
  • Bernardo Aparício, CEO do Standard Bank, surge na sexta posição, tanto em termos de volume de artigos, como em favorabilidade.
  • Amélia Muendane, PCA dos Aeroportos de Moçambique, a primeira das duas entradas femininas no ranking em 2024, é a oitava em volume de artigos, ocupando a mesma posição no que respeita à favorabilidade.
  • Pedro Carvalho, o CEO do Absa Bank, ocupa o nono lugar do ranking em volume de artigos e o sétimo lugar no índice de favorabilidade.
  • Por fim, Rui Maximino do Millennium Bim e Ludovina Bernardo da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos partilham a décima posição do ranking com o mesmo volume de artigos. Já no que respeita à favorabilidade, Rui Maximino ocupa o terceiro lugar no ranking, enquanto Ludovina Bernardo, a segunda presença feminina em 2024, ficou-se pelo décimo lugar.