Tuesday, May 19, 2026
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EDM earmarks 18.9 billion meticais for universal electrification

EDM destina 18,9 mil milhões de meticais à electrificação universal

On Tuesday, August 13, Electricidade de Moçambique (EDM) announced an investment of more than 18.9 billion meticais (approximately 300 million dollars) to continue the second phase of the Universal Electrification Program. This program, which will run from 2024 to 2027, aims to significantly expand access to electricity in Mozambique.

Sílvio Romeu, manager of the “Energy for All” electrification project, pointed out that EDM faces the challenge of connecting more than four million families to the national electricity grid by 2030, a crucial step towards achieving the target set by the presidential initiative launched in 2018. “Energy for All” aims to ensure that all Mozambican citizens have access to electricity by the end of the decade.

However, Romeu pointed out that the vandalization of EDM’s infrastructure has been one of the main obstacles to the project’s progress. Despite these challenges, the second phase of the initiative is underway in various regions of the country, with the ambition of reaching the proposed targets on time.

Last year, the Norwegian and Swedish embassies in Mozambique signed new agreements with the World Bank in Maputo to support the second phase of “Energy for All”, pledging to provide around 2.1 billion meticais (33.5 million dollars) to carry out the project. This phase envisages 400,000 new connections to the National Electricity Grid and 90,000 connections using renewable systems, benefiting a total of 2.2 million people with access to sustainable energy.

Economic Briefing: ambiente macroeconómico regista situa-se em 48%, afirma CTA

Economic Briefing: ambiente macroeconómico regista Estabilidade em 48%, afirma CTA

Durante o Economic Briefing, evento anual que reúne empresários, economistas e representantes do governo para discutir o panorama económico de Moçambique, o ambiente macroeconómico do país foi destacado como relativamente estável, com um índice de 48%. A informação foi divulgada por Eduardo Sengo, Diretor Executivo da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), que abordou os principais factores que contribuíram para esse resultado e as perspectivas para o futuro.

Segundo Sengo, a manutenção de um ambiente macroeconómico estável se deve, na maioria, ao abrandamento da inflação e à contínua redução das taxas de juros, que juntas criaram um clima mais favorável para o crescimento económico. Ele destacou que a inflação, que nos últimos anos vinha sendo uma das maiores preocupações, está finalmente sob controle, o que trouxe alívio tanto para os consumidores quanto para os investidores.

“As políticas monetárias implementadas nos últimos trimestres mostraram-se eficazes em conter a inflação, o que nos permitiu observar uma redução nas pressões sobre o custo de vida e uma maior previsibilidade nos negócios”, afirmou Sengo durante sua apresentação.

Embora o cenário actual seja de crescimento,Sengo ressaltou que ainda existem desafios  a serem enfrentados. A necessidade de diversificação económica foi um dos pontos centrais do seu discurso, com ênfase na importância de desenvolver sectores como a agricultura e a indústria de transformação, que são cruciais para a sustentabilidade do crescimento económico a longo prazo.

Economic Briefing: macroeconomic environment stable at 48%, says CTA

Economic Briefing: ambiente macroeconómico regista Estabilidade em 48%, afirma CTA

During the Economic Briefing, an annual event that brings together businesspeople, economists and government representatives to discuss Mozambique’s economic outlook, the country’s macroeconomic environment was highlighted as relatively stable, with an index of 48%. The information was released by Eduardo Sengo, Executive Director of the Confederation of Economic Associations of Mozambique (CTA), who discussed the main factors that contributed to this result and the outlook for the future.

According to Sengo, the maintenance of a stable macroeconomic environment is mostly due to the slowdown in inflation and the continued reduction in interest rates, which together have created a more favorable climate for economic growth. He pointed out that inflation, which had been a major concern in recent years, is finally under control, which has brought relief to both consumers and investors.

“The monetary policies implemented in recent quarters have proved effective in containing inflation, which has allowed us to see a reduction in pressures on the cost of living and greater predictability in business,” said Sengo during his presentation.

Although the current scenario is one of growth, Sengo stressed that there are still challenges to be faced. The need for economic diversification was one of the central points of his speech, with an emphasis on the importance of developing sectors such as agriculture and manufacturing, which are crucial for the sustainability of long-term economic growth.

Tendências do cenário económico no I semestre de 2024

No primeiro semestre de 2024, o ambiente macroeconómico de Moçambique apresentou sinais de recuperação e estabilidade, reflectindo um índice de robustez empresarial que alcançou 48%. Esta melhoria, em comparação com períodos anteriores, pode ser atribuída a três factores principais: o abrandamento da taxa de inflação, a tendência de redução das taxas de juros e o ligeiro dinamismo das actividades económicas.

Análise do Cenário Económico no Segundo Semestre de 2024 No segundo semestre de 2024, o ambiente macroeconómico de Moçambique apresentou sinais de recuperação e estabilidade, reflectindo um índice de robustez empresarial que alcançou 48%. Esta melhoria, em comparação com períodos anteriores, pode ser atribuída a três factores principais: o abrandamento da taxa de inflação, a tendência de redução das taxas de juros e o ligeiro dinamismo das actividades económicas. Factores que contribuíram para a melhoria: 1. Abrandamento da Taxa de Inflação: A desaceleração da inflação, uma das principais preocupações económicas nos últimos anos, desempenhou um papel fundamental na criação de um ambiente mais favorável para o crescimento económico. Este abrandamento não só aliviou a pressão sobre o custo de vida da população, mas também proporcionou um cenário mais previsível para os investimentos empresariais. Com uma inflação mais controlada, as empresas puderam planear melhor suas actividades e investimentos, contribuindo para o aumento da confiança no ambiente de negócios. 2. Redução das taxas de Juros: A tendência de queda das taxas de juros, impulsionada por uma política monetária mais flexível, facilitou o acesso ao crédito para as empresas e consumidores. Esta redução tornou o crédito mais acessível e barato, estimulando tanto o consumo quanto os investimentos empresariais. Como resultado, observou-se uma maior actividade económica, especialmente em sectores que dependem fortemente do financiamento, como a construção civil e o comércio. 3. Ligeiro dinamismo das actividades económicas: Embora o crescimento económico tenha sido modesto, o dinamismo observado em algumas actividades económicas indicou uma recuperação gradual. Sectores como a agricultura e os serviços mostraram sinais de crescimento, mesmo que tímidos, ajudando a sustentar a economia em um período de desafios globais. A diversificação económica e o fortalecimento das cadeias de valor internas contribuíram para este cenário positivo. Índice de Robustez Empresarial No primeiro semestre de 2024, o índice de robustez empresarial registou um aumento para 31%, um avanço em relação aos 30% do mesmo período do ano anterior. Este incremento, embora modesto, reflete a percepção de melhora no ambiente de negócios e a resiliência das empresas moçambicanas frente aos desafios económicos. Eduardo Sengo, Diretor Executivo da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), comentou que "existe espaço para melhorias adicionais, especialmente em sectores chave como a agricultura, que tem potencial para impulsionar o crescimento econômico de forma sustentável". Sengo destacou que o sector agrícola, sendo um dos pilares da economia moçambicana, precisa de maiores investimentos e políticas de apoio para alcançar seu pleno potencial. Por sua vez, Gil Bires, Director da Agência para a Promoção de Investimentos e Exportações (APIEX), reforçou a importância da aprovação de novos projectos como motores do crescimento econômico. Segundo Bires, "a aprovação e implementação eficaz de projectos estratégicos podem trazer um impacto significativo na criação de empregos e no aumento das exportações, fatores essenciais para a sustentabilidade económica do país". Desafios e perspectivas  Apesar das melhorias observadas, o cenário económico de Moçambique ainda enfrenta desafios significativos. A dependência de sectores como o carvão e o gás natural, que estão sujeitos as flutuações nos mercados internacionais, continua a representar um risco para a estabilidade económica. Além disso, a necessidade de diversificação da economia é uma questão premente, especialmente em um contexto global onde as energias renováveis e a sustentabilidade estão se tornando cada vez mais importantes. Outro desafio crucial é a infra-estrutura. A melhoria das infra-estruturas de transporte e energia é fundamental para apoiar o crescimento económico e atrair mais investimentos estrangeiros. Sem uma infra-estrutura adequada, o potencial de crescimento de muitos sectores, incluindo a agricultura e a indústria, pode ser seriamente comprometido.

Fonte da tabela: CTA

Factores que contribuíram para a melhoria:

1. Abrandamento da Taxa de Inflação:
A desaceleração da inflação, uma das principais preocupações económicas nos últimos anos, desempenhou um papel fundamental na criação de um ambiente mais favorável para o crescimento económico. Este abrandamento não só aliviou a pressão sobre o custo de vida da população, mas também proporcionou um cenário mais previsível para os investimentos empresariais. Com uma inflação mais controlada, as empresas puderam planear melhor suas actividades e investimentos, contribuindo para o aumento da confiança no ambiente de negócios.

2. Redução das taxas de Juros:
A tendência de queda das taxas de juros, impulsionada por uma política monetária mais flexível, facilitou o acesso ao crédito para as empresas e consumidores. Esta redução tornou o crédito mais acessível e barato, estimulando tanto o consumo quanto os investimentos empresariais. Como resultado, observou-se uma maior actividade económica, especialmente em sectores que dependem fortemente do financiamento, como a construção civil e o comércio.

3. Ligeiro dinamismo das actividades económicas:
Embora o crescimento económico tenha sido modesto, o dinamismo observado em algumas actividades económicas indicou uma recuperação gradual. Sectores como a agricultura e os serviços mostraram sinais de crescimento, mesmo que tímidos, ajudando a sustentar a economia em um período de desafios globais. A diversificação económica e o fortalecimento das cadeias de valor internas contribuíram para este cenário positivo.

Índice de robustez empresarial

No primeiro semestre de 2024, o índice de robustez empresarial registou um aumento para 31%, um avanço em relação aos 30% do mesmo período do ano anterior. Este incremento, embora modesto, reflete a percepção de melhora no ambiente de negócios e a resiliência das empresas moçambicanas frente aos desafios económicos.

Análise do Cenário Económico no Segundo Semestre de 2024

Eduardo Sengo, Diretor Executivo da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), comentou que “existe espaço para melhorias adicionais, especialmente em sectores chave como a agricultura, que tem potencial para impulsionar o crescimento econômico de forma sustentável”. Sengo destacou que o sector agrícola, sendo um dos pilares da economia moçambicana, precisa de maiores investimentos e políticas de apoio para alcançar seu pleno potencial.

Por sua vez, Gil Bires, Director da Agência para a Promoção de Investimentos e Exportações (APIEX), reforçou a importância da aprovação de novos projectos como motores do crescimento econômico. Segundo Bires, “a aprovação e implementação eficaz de projectos estratégicos podem trazer um impacto na criação de empregos e no aumento das exportações, fatores essenciais para a sustentabilidade económica do país”. Ainda no de acordo com Bires, o investimento para os projectos em Moçambique, continuam maioritariamente de origem estrangeira.

Análise do Cenário Económico no Segundo Semestre de 2024 No segundo semestre de 2024, o ambiente macroeconómico de Moçambique apresentou sinais de recuperação e estabilidade, reflectindo um índice de robustez empresarial que alcançou 48%. Esta melhoria, em comparação com períodos anteriores, pode ser atribuída a três factores principais: o abrandamento da taxa de inflação, a tendência de redução das taxas de juros e o ligeiro dinamismo das actividades económicas. Factores que contribuíram para a melhoria: 1. Abrandamento da Taxa de Inflação: A desaceleração da inflação, uma das principais preocupações económicas nos últimos anos, desempenhou um papel fundamental na criação de um ambiente mais favorável para o crescimento económico. Este abrandamento não só aliviou a pressão sobre o custo de vida da população, mas também proporcionou um cenário mais previsível para os investimentos empresariais. Com uma inflação mais controlada, as empresas puderam planear melhor suas actividades e investimentos, contribuindo para o aumento da confiança no ambiente de negócios. 2. Redução das taxas de Juros: A tendência de queda das taxas de juros, impulsionada por uma política monetária mais flexível, facilitou o acesso ao crédito para as empresas e consumidores. Esta redução tornou o crédito mais acessível e barato, estimulando tanto o consumo quanto os investimentos empresariais. Como resultado, observou-se uma maior actividade económica, especialmente em sectores que dependem fortemente do financiamento, como a construção civil e o comércio. 3. Ligeiro dinamismo das actividades económicas: Embora o crescimento económico tenha sido modesto, o dinamismo observado em algumas actividades económicas indicou uma recuperação gradual. Sectores como a agricultura e os serviços mostraram sinais de crescimento, mesmo que tímidos, ajudando a sustentar a economia em um período de desafios globais. A diversificação económica e o fortalecimento das cadeias de valor internas contribuíram para este cenário positivo. Índice de Robustez Empresarial No primeiro semestre de 2024, o índice de robustez empresarial registou um aumento para 31%, um avanço em relação aos 30% do mesmo período do ano anterior. Este incremento, embora modesto, reflete a percepção de melhora no ambiente de negócios e a resiliência das empresas moçambicanas frente aos desafios económicos. Eduardo Sengo, Diretor Executivo da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), comentou que "existe espaço para melhorias adicionais, especialmente em sectores chave como a agricultura, que tem potencial para impulsionar o crescimento econômico de forma sustentável". Sengo destacou que o sector agrícola, sendo um dos pilares da economia moçambicana, precisa de maiores investimentos e políticas de apoio para alcançar seu pleno potencial. Por sua vez, Gil Bires, Director da Agência para a Promoção de Investimentos e Exportações (APIEX), reforçou a importância da aprovação de novos projectos como motores do crescimento econômico. Segundo Bires, "a aprovação e implementação eficaz de projectos estratégicos podem trazer um impacto significativo na criação de empregos e no aumento das exportações, fatores essenciais para a sustentabilidade económica do país". Desafios e perspectivas  Apesar das melhorias observadas, o cenário económico de Moçambique ainda enfrenta desafios significativos. A dependência de sectores como o carvão e o gás natural, que estão sujeitos as flutuações nos mercados internacionais, continua a representar um risco para a estabilidade económica. Além disso, a necessidade de diversificação da economia é uma questão premente, especialmente em um contexto global onde as energias renováveis e a sustentabilidade estão se tornando cada vez mais importantes. Outro desafio crucial é a infra-estrutura. A melhoria das infra-estruturas de transporte e energia é fundamental para apoiar o crescimento económico e atrair mais investimentos estrangeiros. Sem uma infra-estrutura adequada, o potencial de crescimento de muitos sectores, incluindo a agricultura e a indústria, pode ser seriamente comprometido.

 

Desafios e perspectivas 

Apesar das melhorias observadas, o cenário económico de Moçambique ainda enfrenta desafios significativos. A dependência de sectores como o carvão e o gás natural, que estão sujeitos as flutuações nos mercados internacionais, continua a representar um risco para a estabilidade económica. Além disso, a necessidade de diversificação da economia é uma questão premente, especialmente em um contexto global onde as energias renováveis e a sustentabilidade estão se tornando cada vez mais importantes. Outro é a infra-estrutura. A melhoria das infra-estruturas de transporte e energia é fundamental para apoiar o crescimento económico e atrair mais investimentos estrangeiros. Sem uma infra-estrutura adequada, o potencial de crescimento de muitos sectores, incluindo a agricultura e a indústria, pode ser seriamente comprometido.

 

M-Pesa recebe Diploma de Mérito do BdM por facilitar o uso da nova plataforma da SIMO-rede

Foi durante as celebrações do décimo terceiro aniversário da Sociedade Interbancária de Moçambique (SIMO-rede) aglutinada ao Banco Central, que a carteira Móvel da Vodacom Moçambique, M-PESA foi reconhecida pelo Banco de Moçambique (BdM), pelo seu papel na facilitação das transações financeiras no país, e principalmente pelo “contributo e dedicação” do M-PESA, na implementação da nova plataforma SIMO-rede.

Actualmente, é possível transferir dinheiro a partir do M-pesa para qualquer outra operadora, através da nova plataforma SIMO que entrou em operacionalização em dezembro do ano passado fornecida pela Americana Euro-net, facilitando em grandes medidas, os usuários de bancos que vivem afastados dos mesmos (bancos).

E, a partir de uma publicação, a Vodacom Moçambique, dita que tal premiação significa o seu compromisso na eficácia dos serviços que oferece.

“O M-pesa tem sido um pilar essencial no avanço dos serviços financeiros em Moçambique, promovendo a inclusão financeira, e facilitando transações seguras e acessíveis para milhões de moçambicanos. Este diploma de honra é uma validação do nosso compromisso contínuo em fornecer soluções inovadoras e eficientes para todos”, lê-se na publicação.

Enquanto isso, o M-Pesa continua sendo um dos maiores serviços financeiros móveis em Moçambique, que permite receber, transferir e levantar dinheiro, efectuar pagamentos em estabelecimentos físicos e virtuais de produtos e serviços, guardar dinheiro e fazer empréstimos no banco e pagar seguros através do celular, trazido para ti pela Vodafone M-Pesa SA.

Moçambique lança estratégia inovadora para o Desenvolvimento Sustentável da Economia Azul

Num passo decisivo para a gestão sustentável dos recursos aquáticos, Moçambique lançou oficialmente a sua Estratégia de Desenvolvimento da Economia Azul. O Presidente Filipe Jacinto Nyusi destacou que a estratégia visa gerir de forma responsável os recursos aquáticos do país, em consonância com os compromissos internacionais até 2030.

A Economia Azul coloca os oceanos, mares e recursos marinhos no centro do desenvolvimento sustentável, reconhecendo sua importância vital para o bem-estar humano, a segurança alimentar e a estabilidade climática. Com vastos recursos marinhos e de água doce, Moçambique enfrenta desafios significativos, como a pesca ilegal, a poluição e as alterações climáticas, que ameaçam a biodiversidade. A nova estratégia procura enfrentar estas questões, equilibrando a necessidade de segurança alimentar com a proteção ambiental.

Desde a sua participação na conferência global da Economia Azul em Nairobi, em 2018, e o acolhimento das conferências “Crescendo Azul”, Moçambique tem se consolidado como líder na gestão sustentável dos recursos aquáticos. Estas conferências estabeleceram o país como um actor chave na busca de soluções para a exploração sustentável e a governação dos recursos marinhos e interiores.

A Estratégia de Desenvolvimento da Economia Azul de Moçambique está estruturada em seis pilares fundamentais: pescas e aquacultura, energias renováveis e indústria extractiva marinha, capital natural, ambiente e economia circular, turismo e cultura, transporte marítimo e infraestruturas portuárias, e segurança marítima.

A UNIDO (Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial), através do programa “Global Market Access Programme” (GMAP), financiado pela Norad (Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento), aplaude esta iniciativa de Moçambique.

O programa GMAP Moçambique complementa a estratégia nacional ao promover a gestão sustentável dos recursos oceânicos, reforçando as capacidades dos recursos marinhos e costeiros e apoiando indústrias amigas do ambiente. Esses esforços visam impulsionar indústrias locais, como a pesca e o turismo, assegurando tanto o crescimento económico quanto a preservação ambiental.

Bancos moçambicanos registam lucro de 192,3 milhões de dólares no primeiro semestre

O lucro combinado dos cinco maiores bancos comerciais de Moçambique – Banco Comercial e de Investimentos (BCI), Millennium bim, Standard Bank Moçambique, Absa Bank Moçambique e Moza Banco – aumentou 9,5% no primeiro semestre de 2024, alcançando 12,4 mil milhões de meticais (equivalente a 192,3 milhões de dólares). O valor representa um incremento em comparação aos 11,3 mil milhões de meticais (175,3 milhões de dólares) registados no mesmo período de 2023.

Os relatórios financeiros semestrais, revelados pela agência Lusa, destacam o Standard Bank Moçambique como o banco com maior crescimento entre os cinco maiores. O banco, um dos três considerados sistémicos pelo Banco Central, registou um aumento de 3% nos lucros, totalizando 3,9 mil milhões de meticais (60 milhões de dólares).

O BCI, detido maioritariamente pela Caixa Geral de Depósitos, seguiu com um incremento de 2,8% no período, atingindo um lucro de 3,5 mil milhões de meticais (54,2 milhões de dólares). No entanto, o Millennium bim, o segundo maior banco do país e também classificado como sistémico, teve uma queda de mais de 4% nos lucros, que se fixaram em 3,2 mil milhões de meticais (49,6 milhões de dólares).

Os dois bancos restantes, classificados como quase sistémicos, apresentaram desempenhos variados. O Absa Bank Moçambique mais do que duplicou seu lucro, atingindo 1,7 mil milhões de meticais (26,3 milhões de dólares). Já o Moza Banco, que no primeiro semestre de 2023 havia registado um prejuízo de 55,6 milhões de meticais, conseguiu reverter o cenário, obtendo um lucro de 11,2 milhões de meticais.

Segundo informações do Banco de Moçambique, o país conta actualmente com 15 bancos comerciais e 12 microbancos, além de cooperativas de crédito e outras instituições financeiras.

Mozambican banks record profits of 192.3 million dollars in the first half of the year

Bancos moçambicanos registam lucro de 192,3 milhões de dólares no primeiro semestre

O lucro conjunto dos cinco maiores bancos comerciais de Moçambique – Banco Comercial e de Investimentos (BCI), Millennium bim, Standard Bank Moçambique, Absa Bank Moçambique e Moza Banco – subiu 9,5% no primeiro semestre de 2024, atingindo 12,4 mil milhões de meticais (equivalente a 192,3 milhões de dólares). O valor representa um aumento face aos 11,3 mil milhões de meticais (175,3 milhões de dólares) registados no mesmo período de 2023.

Os relatórios financeiros semestrais, revelados pela agência Lusa, destacam o Standard Bank Moçambique como o banco com maior crescimento entre os cinco maiores. O banco, um dos três considerados sistémicos pelo Banco Central, registou um aumento de 3% nos lucros, totalizando 3,9 mil milhões de meticais (60 milhões de dólares).

Seguiu-se o BCI, detido maioritariamente pela Caixa Geral de Depósitos, com um aumento de 2,8% no período, atingindo um lucro de 3,5 mil milhões de meticais (54,2 milhões de dólares). No entanto, o Millennium bim, o segundo maior banco do país e também classificado como sistémico, viu os seus lucros caírem mais de 4% para 3,2 mil milhões de meticais (49,6 milhões de dólares).

Modernização da rede eléctrica na África do Sul enfrenta obstáculos financeiros

Modernização da rede eléctrica na África do Sul enfrenta obstáculos financeiros
Main Power Plant Energy ideas And energy saving

O plano da África do Sul de modernizar sua rede eléctrica, essencial para a transição do carvão para energias renováveis, está enfrentando sérias dificuldades financeiras. O governo precisa de US$ 21 bilhões para expandir a infra-estrutura eléctrica do país, mas está lutando para encontrar investidores dispostos a financiar o projecto. A situação é ainda mais complicada devido à situação financeira precária da Eskom, a empresa estatal de energia que detém o monopólio do sector.

Desde as eleições de Maio, que trouxeram ao poder um governo de colisão, houve uma mudança política em direcção às energias renováveis. No entanto, anos de atrasos burocráticos e mensagens contraditórias sobre a transição do carvão dificultaram os avanços. Agora, enquanto empresas privadas como Mainstream Renewable, EDF Renewables e Acciona SA estão prontas para impulsionar o sector, a África do Sul enfrenta o desafio de conectar a energia gerada em regiões ensolaradas e ventosas aos centros urbanos que mais precisam dela.

Os doadores internacionais ofereceram US$ 11,6 bilhões, principalmente na forma de empréstimos destinados a projectos climáticos. No entanto, esses fundos não serão disponibilizados para a Eskom sem garantias soberanas, algo que o governo sul-africano não pode fornecer actualmente devido ao alto nível de endividamento da empresa. A Eskom deve mais de 400 bilhões de rands (US$ 21 bilhões) e enfrenta um problema adicional: municípios falidos devem à empresa cerca de 78 bilhões de rands (US$ 4,2 bilhões), o que representa uma “ameaça existencial”, segundo o novo ministro da Energia, Kgosientso Ramokgopa.

A expansão da rede elétrica sul-africana, que incluiria a construção de cerca de 14 mil quilómetros de linhas e postes, é crucial para o sucesso da transição energética. No entanto, até o momento, as negociações para encontrar uma solução de financiamento continuam sem progresso.

Modernization of South Africa’s electricity grid faces financial obstacles

Modernização da rede eléctrica na África do Sul enfrenta obstáculos financeiros
Main Power Plant Energy ideas And energy saving

South Africa’s plan to modernize its electricity grid, essential for the transition from coal to renewable energy, is facing serious financial difficulties. The government needs US$21 billion to expand the country’s electricity infrastructure, but is struggling to find investors willing to finance the project. The situation is further complicated by the precarious financial situation of Eskom, the state-owned energy company that has a monopoly on the sector.

Since the May elections, which brought a collision government to power, there has been a political shift towards renewable energies. However, years of bureaucratic delays and conflicting messages about the transition from coal have hampered progress. Now, while private companies like Mainstream Renewable, EDF Renewables and Acciona SA are poised to boost the sector, South Africa faces the challenge of connecting energy generated in sunny, windy regions to the urban centers that need it most.

International donors have offered US$11.6 billion, mainly in the form of loans earmarked for climate projects. However, these funds will not be made available to Eskom without sovereign guarantees, something the South African government cannot currently provide due to the company’s high level of indebtedness. Eskom owes more than 400 billion rand (US$ 21 billion) and faces an additional problem: bankrupt municipalities owe the company around 78 billion rand (US$ 4.2 billion), which represents an “existential threat”, according to the new Minister of Energy, Kgosientso Ramokgopa.

The expansion of the South African electricity grid, which would include the construction of around 14,000 kilometers of lines and poles, is crucial to the success of the energy transition. However, negotiations to find a financing solution have so far made no progress.