Friday, April 10, 2026
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Nova Direcção da AIMO Toma Posse em Cerimónia Solene em Maputo

Realizou-se a cerimónia oficial de Tomada de Posse da nova Direcção da Associação Industrial de Moçambique (AIMO). O evento teve lugar na cidade de Maputo, e contou com a presença de distintas entidades do sector público e privado, parceiros de cooperação e membros da classe empresarial.

Este acto simbólico marca o início de um novo ciclo de liderança no seio da AIMO, num momento em que se renovam os compromissos da organização com a promoção da indústria nacional, o fortalecimento do tecido produtivo e o diálogo estruturado com os seus parceiros institucionais, empresariais e sociais.

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A nova direcção assume funções num contexto desafiante para a economia nacional e regional, em que se impõe uma actuação estratégica concertada entre os agentes económicos e os decisores políticos, com vista a criar condições mais favoráveis ao investimento, à industrialização e à geração de empregos sustentáveis.

A AIMO reitera o seu papel como voz activa do sector industrial moçambicano, e renova a sua abertura ao diálogo e à cooperação em prol do desenvolvimento económico inclusivo e sustentável do país.

Cornelder investe 640 milhões na ampliação do Porto da Beira

A concessionária Cornelder de Moçambique anunciou a aprovação de um investimento de 640 milhões de meticais destinado à ampliação e modernização do Porto da Beira, maior terminal marítimo de carga do centro do país.

De acordo com Jan De Vries, administrador‑delegado da empresa, o plano inclui a aquisição de 30 empilhadoras modernas e a expansão dos armazéns em 3.000 m², medidas estratégicas que visam duplicar a capacidade de movimentação de carga total no terminal, hoje estimada acima de 300 mil toneladas por ano.

Segundo o responsável, estas inovações permitirão reduzir os tempos de manuseamento, elevar a eficiência operacional e reforçar a posição do terminal como uma plataforma logística de excelência, não apenas para a província de Sofala, mas também para países vizinhos, no contexto da SADC.

O Ministério dos Transportes e Logística de Moçambique também está a trabalhar com a Cornelder em soluções dirigidas a mitigar o congestionamento no acesso ao porto, sobretudo no que concerne à circulação de camiões

Os 10 países que mais vão crescer em 2025, segundo o FMI

Dados do FMI mostram que países mais pobres lideram desenvolvimento económico sob métrica do PIB.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou suas previsões económicas para 2025, destacando os países que apresentarão o maior crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

O crescimento económico reflecte a expansão da actividade produtiva e do desenvolvimento de sectores-chave, sendo um indicador essencial para medir o progresso e o bem-estar das nações.

  • 1. Líbia: 17,30%
  • 2. Guiana: 10,32%
  • 3. Senegal: 8,45%
  • 4. Ruanda: 7,11%
  • 5. Guiné: 7,09%
  • 6. Butão: 7,00%
  • 7. Quirguistão: 6,82%
  • 8. Tadjiquistão: 6,69%
  • 9. Etiópia: 6,61%
  • 10. Níger: 6,59%

Esses países, em sua maioria localizados na África e na Ásia, estão investindo em infra-estrutura, diversificação económica e inovação para impulsionar o crescimento sustentável.

A Líbia, por exemplo, se beneficia da recuperação do sector de petróleo após anos de sanções e guerra civil com forte influência dos EUA. Já Ruanda e Etiópia têm investido fortemente em tecnologia e manufatura para fortalecer suas economias. (RF)

Filipa Neves assume o Marketing da Unilabs na Ibéria

Unilabs anuncia a contratação de Filipa Neves para o cargo de Head of Marketing and Radiology Iberia. Esta nomeação dá início a uma nova etapa de renovação estratégica e presença da marca no sector da Saúde.

Filipa Neves conta com mais de 15 anos de experiência em Marketing, 11 dos quais internacional em empresas do grande consumo, como a Sumol Compal e a The HEINEKEN Company. Nesta segunda organização, liderou o lançamento da marca Txilar em Moçambique, que actualmente é a segunda cerveja mais vendida nesse mercado. Reconhecida pela “visão estratégica, capacidade de inovação e orientação para impacto”, foi distinguida, em 2024, como uma das 30 mulheres líderes em marketing naquele país.

Filipa Neves, Especialista em Marketing

No que diz respeito ao seu currículo académico, é licenciada em Gestão de Marketing e mestre em Marketing Estratégico. Além disso, completou um programa de liderança no feminino na IMD Business School, na Suíça, e está actualmente a iniciar um doutoramento em Marketing, com foco em comportamento do consumidor e neurociência.

A chegada à Unilabs concretizou-se em maio de 2025 e marca o arranque de uma nova fase da comunicação institucional da empresa, tendo como foco o reforço da identidade da insígnia, na proximidade com os utentes e na consolidação da proposta de valor na Península Ibérica.

A Head of Marketing and Radiology Iberia afirma que este desafio representa uma “oportunidade única” de aplicar tudo o que aprendeu ao longo dos anos, agora numa área que “verdadeiramente impacta vidas”, como é a Saúde. “Acredito profundamente no poder do marketing com propósito, feito de dentro para fora, com empatia, autenticidade e impacto”, conclui.

Fonte: BRIEFING

FACIM 2025 Espera mais de 3.150 expositores e estima 70.000 visitantes

A Feira Internacional de Maputo (FACIM) terá lugar entre os dias 25 e 31 de Agosto, no recinto de Ricatla, no distrito municipal de Marracuene, província de Maputo, devendo reunir um total de 3.150 expositores, dos quais 800 internacionais e 2.350 nacionais, provenientes de 27 países.

A informação foi tornada pública esta terça-feira, 5 de Agosto, pelo porta-voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa, em conferência de imprensa, conforme reporta a agência Lusa.

Com uma afluência estimada de 70 mil visitantes ao longo dos sete dias do evento, a edição 2025 da FACIM posiciona-se como uma das mais representativas dos últimos anos, reafirmando o seu papel estratégico como plataforma de promoção do potencial económico de Moçambique e de atracção de investimentos nacionais e estrangeiros.

Para esta edição, a província de Gaza e a República da África do Sul foram designadas como convidadas de honra, reforçando os laços de cooperação e intercâmbio entre regiões vizinhas.

Sob o lema “Promoção da diversificação económica rumo a um desenvolvimento sustentável e competitivo em Moçambique”, a FACIM 2025 incluirá, para além das tradicionais exposições, um Fórum de Negócios com a África do Sul, sessões promocionais, seminários sectoriais e eventos de networking.

Anualmente, a FACIM constitui-se como a principal montra da economia nacional, reunindo empresas dos mais variados sectores para dar visibilidade a oportunidades de negócio, promover parcerias comerciais e impulsionar a internacionalização das Pequenas e Médias Empresas moçambicanas.

África precisa de mobilizar mais de USD 100 mil milhões anuais para infra-estruturas e transição energética

Maputo, 2025 – Em conferência que reuniu autoridades financeiras africanas, incluindo governadores de bancos centrais, ministros e representantes do FMI e do Banco Mundial, foi reafirmado o imperativo estratégico de África construir uma economia mais robusta, inclusiva e sustentável. O foco da discussão centrou-se em três pilares fundamentais: infraestrutura resiliente, capital humano e activos verdes.

As conclusões destacam a insuficiência estrutural do continente, com déficits críticos em estradas, energia, portos e conectividade digital que impedem o progresso e a integração regional. Para ultrapassar esses obstáculos, foi recomendada uma abordagem multipilar:

  • Reforço da capacidade fiscal dos Estados para financiar infraestruturas essenciais;
  • Promoção de maior eficiência na gestão pública para melhor alocação dos recursos;
  • Mobilização de capital privado como catalisador para projetos de longo prazo.

No domínio energético, os oradores chamaram a atenção para o facto de cerca de 70% da população africana viver sem acesso à eletricidade fiável. Destacam-se iniciativas como a expansão de infra-estrutura baseada em gás natural e energias renováveis, consideradas centrais para impulsionar a industrialização e a geração de emprego formal.

Em Moçambique, o exemplo da central solar de Mocuba, inaugurada em 2019, e da central fotovoltaica de Metoro (Cabo Delgado), operacional desde 2022, ilustram o caminho percorrido em direção à transição energética sustentável. Esses projectos, suportados por parcerias público‑privadas e financiamento externo, contribuíram para a estabilidade da rede eléctrica e foram responsáveis pela criação de milhares de postos de trabalho locais.

Outro foco da agenda foi o investimento no capital humano, particularmente nos jovens que representam mais de 60% da população africana. Em Moçambique, programas como o “Projecto do Capital Humano para o Norte” (PCHN), apoiado pelo Banco Mundial, visam fortalecer os sistemas de saúde, educação e protecção social em províncias como Nampula, Niassa e Cabo Delgado.

Complementarmente, adoptam-se os conceitos do Africapitalismo, que promovem o capital privado como motor de transformação socioeconómica. O sector privado africano deve liderar investimentos de longo prazo que gerem impacto social e financeiro, em cooperação com governos e parceiros de desenvolvimento.

Os especialistas sublinharam que o sucesso dessa visão depende de uma parceria equilibrada entre Estado e sector privado, com o apoio tecnico‑político de instituições multilaterais, num quadro de respeito pelas condições africanas.

Concluiu‑se que atender às prioridades definidas, infra-estrutura resiliente, capital humano qualificado e projectos verdes, coloca os países africanos num trajecto mais sólido rumo ao crescimento sustentável e à maior participação activa na economia global.

Fonte: UBA Mozambique

Os 10 países com os melhores salários mínimos do mundo

Estes países pagam valores altos para seus trabalhadores e contam com forte sistema de protecção social.

O salário mínimo é um indicador crucial do bem-estar econômico dos trabalhadores em um país. Em 2025, algumas nações continuam a se destacar por oferecerem os melhores salários mínimos do mundo, garantindo um padrão de vida mais elevado para seus cidadãos.

Confira abaixo a lista dos 10 países com os melhores salários mínimos horários em dólares americanos (USD), segundo dados do World Population Review.

  1. Austrália

Salário mínimo horário: $18.12

Renda anual média: $35,810

A Austrália lidera o ranking com o maior salário mínimo do mundo. O país é conhecido por suas políticas trabalhistas robustas e alto custo de vida, mas o salário mínimo elevado ajuda a compensar essas despesas.

2. Nova Zelândia

Salário mínimo horário: $16.42

Renda anual média: $34,150

A Nova Zelândia ocupa o segundo lugar, com um salário mínimo que reflete seu compromisso com a igualdade social e o bem-estar dos trabalhadores.

3. Alemanha

Salário mínimo horário: $15.16

Renda anual média: $31,537

A Alemanha, maior economia da Europa, oferece um salário mínimo generoso, aliado a um forte sistema de proteção social.

4. Bélgica

Salário mínimo horário: $14.58

Renda anual média: $28,809

A Bélgica se destaca por seu equilíbrio entre salários mínimos altos e uma carga horária semanal moderada.

5. França

Salário mínimo horário: $14.05

Renda anual média: $25,572

A França mantém um salário mínimo competitivo, complementado por benefícios trabalhistas extensivos, como férias generosas e licenças remuneradas.

6. Irlanda

Salário mínimo horário: $13.96

Renda anual média: $28,203

A Irlanda, com sua economia em crescimento, oferece um salário mínimo atraente, especialmente no setor de tecnologia.

7. Luxemburgo

Salário mínimo horário: $15.43

Renda anual média: Dados não disponíveis

Luxemburgo, um dos países mais ricos do mundo, garante um salário mínimo alto, refletindo seu alto padrão de vida.

8. Países Baixos (Holanda)

Salário mínimo horário: $11.98

Renda anual média: $24,925

Os Países Baixos combinam um salário mínimo sólido com uma economia estável e altos níveis de satisfação no trabalho.

9. Mônaco

Salário mínimo horário: $11.88

Renda anual média: $24,092

Mônaco, conhecido por sua riqueza, oferece um salário mínimo alto, embora o custo de vida seja um dos mais elevados do mundo.

10. Canadá

Salário mínimo horário: $11.60

Renda anual média: $24,128

O Canadá fecha a lista dos 10 melhores, com um salário mínimo que varia por província, mas que em geral é bastante competitivo.

Os países com os melhores salários mínimos tendem a ter economias fortes e políticas trabalhistas avançadas. No entanto, é importante lembrar que o custo de vida e outros fatores, como benefícios sociais, também influenciam a qualidade de vida dos trabalhadores. Enquanto nações como Austrália e Nova Zelândia lideram o ranking, outras, como os Estados Unidos, ficam para trás com um salário mínimo federal de apenas $7.25. (REVISTA FORUM)

Suspensão dos apoios da USAID que equivaliam a 3% do PIB é que provocou “escassez de divisas em Moçambique”, revela Agência Fitch

A agência de notação Fitch reconhece que a suspensão dos apoios da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) a Moçambique contribuiu para agravar a escassez de moeda estrangeira no País, dado que os desembolsos daquela agência representavam cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo a Fitch, na sua mais recente avaliação a Moçambique, a escassez de divisas em 2025 intensificou-se parcialmente devido à queda dos financiamentos externos ao Governo, incluindo a suspensão da USAID, que em 2024 desembolsou 37 mil milhões de meticais (586 milhões de dólares) para projectos prioritários nas áreas da saúde e educação.

O encerramento definitivo da USAID, anunciado a 1 de Julho deste ano pelo novo Governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, resultou na perda de cerca de 2500 postos de trabalho em Moçambique, conforme dados do Governo, um impacto que a ministra do Trabalho, Género e Ação Social, Ivete Alane, reconheceu como um “problema” para a economia, apesar de não existirem estimativas oficiais detalhadas.

Na avaliação de Agosto, a Fitch manteve a notação de risco de Moçambique em CCC, o último nível antes do incumprimento financeiro, destacando ainda que o aumento da conversão obrigatória das receitas de exportação para moeda local, de 30% para 50%, deverá ajudar a aliviar a pressão sobre a escassez de divisas. Além disso, a agência aponta para a expectativa de um novo programa com o Fundo Monetário Internacional (FMI) até ao final do ano.

O Banco de Moçambique está a implementar medidas para melhorar a fluidez no mercado cambial, redistribuindo as divisas disponíveis para satisfazer melhor as necessidades de importadores, exportadores e investidores. O governador do banco central, Rogério Zandamela, afirmou que essas medidas incluem a redução dos limites de retenção diária de divisas adquiridas pelos bancos, procurando facilitar o acesso do público às moedas estrangeiras.

A Confederação das Associações Económicas (CTA), maior associação empresarial do País, alertou em Fevereiro para a persistente falta de divisas no mercado bancário, que afecta sectores cruciais como a saúde, aviação, combustíveis e importação de alimentos, complicando as operações comerciais.

Fonte: LUSA

CFO do Moza Banco defende integração das métricas de ESG no sector financeiro

O Administrador Financeiro (CFO) do Moza Banco, Devan Manmoandas, defende a necessidade da inclusão de métricas ambientais, sociais e de governação (ESG) nas análises e decisões financeiras referentes às instituições que actuam no sector.

O posicionamento foi apresentado recentemente, em Joanesburgo, na Africa do Sul, durante a oitava edição do CFO Forum, uma conferência internacional que reuniu mais de 300 líderes financeiros de diversos países africanos e não só.

Manmoandas, que se propôs a discutir sobre os desafios reais enfrentados pelos CFO’s na era digital, destaca a “nova figura do CFO” como sendo capaz de “interpretar dados não como meros relatórios, mas como bússolas estratégicas. A função financeira do futuro é proactiva, ética e orientada para impactar.”

Durante a sua apresentação, O CFO do Moza esclareceu os processos evolutivos da função do CFO, passando de simples gestor de resultados para um agente de transformação que usa os dados como base para a criação de valor e para a tomada de decisões estratégicas, ancoradas aos principais ditames globais de boas práticas e de proteção socio ambiental.

Ademais, o CFO defendeu que as pessoas devem estar no centro de toda a estratégia, sendo este o principal recurso para o sucesso de toda e qualquer transformação a nível das organizações. “o investimento nas pessoas é mais importante que o investimento em qualquer máquina ou tecnologia”.

Ainda de acordo com Manmoandas é necessário que os líderes africanos do sector percebam que o futuro das finanças será moldado por aqueles que lideram com ética, compreendendo que os dados são indispensáveis para a fundamentação das decisões. “Sem dados, somos apenas mais uma opinião. Mas com dados bem governados, interpretados com inteligência e usados com responsabilidade, temos a base para decisões que constroem um legado.”disse.

A participação do CFO Devan Manmoandas neste simpósio serviu para reforçar o compromisso do Moza Banco com a inovação, a sustentabilidade e a liderança responsável no sector financeiro em Moçambique e na África Austral.

O Moza orgulha-se da participação dos seus colaboradores em encontros de alto nível, por considerar que estas ocasiões servem também para revelar a qualidade e a orientação para excelência que os seus quadros ostentam, sendo estes importantes vectores da visão do Banco no país e além-fronteiras.

Partilhando conhecimento e visão estratégica com outros líderes africanos, o CFO do Moza pratica um dos valores fundamentais do Banco, assente na necessidade de se Ganhar Juntos, em prol do desenvolvimento continental.

Ecobank Transnational Incorporated aliena a sua participação no Ecobank Moçambique SA ao banco malawiano FDH Bank PLC

O Ecobank Transnational Incorporated (ETI) anunciou a celebração de um acordo estratégico para a alienação da sua participação no Ecobank Moçambique S.A. (EMZ) ao FDH Bank PLC, uma instituição financeira de referência cotada na Bolsa de Valores do Malawi. Esta transacção representa uma alteração estratégica na estrutura accionista e na gestão operacional, não se prevendo qualquer perturbação nas operações bancárias, activos ou colaboradores.

O EMZ é um banco comercial licenciado em Moçambique, supervisionado e regulado pelo Banco de Moçambique. Actualmente, dispõe de quatro agências nas principais cidades do país. O banco opera em Moçambique desde o ano 2000, tendo sido inicialmente constituído como Novo Banco SARL. Em 2014, adoptou a designação de Ecobank Moçambique SA, na sequência da aquisição por parte do ETI.

O FDH Bank Plc está cotado na Bolsa de Valores do Malawi. O banco oferece serviços digitais de excelência, banca pessoal e empresarial, banca corporativa e institucional, tesouraria e banca de investimento, mercados globais e financiamento de comércio, bem como consultoria financeira especializada. A aquisição será totalmente financiada através de lucros acumulados do próprio FDH Bank Plc.

“Esta decisão estratégica está alinhada com o nosso compromisso com a estratégia de Crescimento, Transformação e Retorno do Ecobank, garantindo que continuamos a ser um actor competitivo e relevante nos mercados onde operamos”, afirmou Jeremy Awori, Director Executivo do Ecobank Group. “Enquanto instituição financeira pan-africana, avaliamos continuamente as nossas operações para impulsionar um crescimento sustentável, mantendo sempre a nossa missão de promover a integração financeira e o crescimento económico em África.”

Acrescentou ele: “A transferência da nossa participação em Moçambique para o FDH Bank PLC foi cuidadosamente ponderada, com o objectivo de assegurar o mínimo de disrupção e os melhores resultados para os colaboradores, clientes e operações. Estamos a explorar parcerias estratégicas com o FDH Bank que permitam manter o acesso de Moçambique ao nosso ecossistema digital pan-africano, assegurando pagamentos transfronteiriços simples e eficazes.”

“Apesar da alteração da nossa presença directa em Moçambique, o nosso compromisso com a integração financeira pan-africana e com o desenvolvimento económico do continente mantém-se mais forte do que nunca.”, Awori concluiu.

A transacção obteve todas as aprovações regulatórias necessárias. Está sujeita ao cumprimento das condições habituais e deverá estar concluída no decurso do exercício financeiro de 2025. Após a conclusão, o FDH Bank PLC assumirá o controlo efectivo do Ecobank Moçambique SA.

Esta operação foi realizada em condições de mercado, sem envolvimento de partes relacionadas. Tanto o FDH Bank Plc como o ETI mantêm o seu compromisso com a transparência e informarão os seus stakeholders de qualquer desenvolvimento relevante, em conformidade com as exigências de cotação das respectivas bolsas de valores.