Thursday, May 28, 2026
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África precisa de mobilizar mais de USD 100 mil milhões anuais para infra-estruturas e transição energética

Maputo, 2025 – Em conferência que reuniu autoridades financeiras africanas, incluindo governadores de bancos centrais, ministros e representantes do FMI e do Banco Mundial, foi reafirmado o imperativo estratégico de África construir uma economia mais robusta, inclusiva e sustentável. O foco da discussão centrou-se em três pilares fundamentais: infraestrutura resiliente, capital humano e activos verdes.

As conclusões destacam a insuficiência estrutural do continente, com déficits críticos em estradas, energia, portos e conectividade digital que impedem o progresso e a integração regional. Para ultrapassar esses obstáculos, foi recomendada uma abordagem multipilar:

  • Reforço da capacidade fiscal dos Estados para financiar infraestruturas essenciais;
  • Promoção de maior eficiência na gestão pública para melhor alocação dos recursos;
  • Mobilização de capital privado como catalisador para projetos de longo prazo.

No domínio energético, os oradores chamaram a atenção para o facto de cerca de 70% da população africana viver sem acesso à eletricidade fiável. Destacam-se iniciativas como a expansão de infra-estrutura baseada em gás natural e energias renováveis, consideradas centrais para impulsionar a industrialização e a geração de emprego formal.

Em Moçambique, o exemplo da central solar de Mocuba, inaugurada em 2019, e da central fotovoltaica de Metoro (Cabo Delgado), operacional desde 2022, ilustram o caminho percorrido em direção à transição energética sustentável. Esses projectos, suportados por parcerias público‑privadas e financiamento externo, contribuíram para a estabilidade da rede eléctrica e foram responsáveis pela criação de milhares de postos de trabalho locais.

Outro foco da agenda foi o investimento no capital humano, particularmente nos jovens que representam mais de 60% da população africana. Em Moçambique, programas como o “Projecto do Capital Humano para o Norte” (PCHN), apoiado pelo Banco Mundial, visam fortalecer os sistemas de saúde, educação e protecção social em províncias como Nampula, Niassa e Cabo Delgado.

Complementarmente, adoptam-se os conceitos do Africapitalismo, que promovem o capital privado como motor de transformação socioeconómica. O sector privado africano deve liderar investimentos de longo prazo que gerem impacto social e financeiro, em cooperação com governos e parceiros de desenvolvimento.

Os especialistas sublinharam que o sucesso dessa visão depende de uma parceria equilibrada entre Estado e sector privado, com o apoio tecnico‑político de instituições multilaterais, num quadro de respeito pelas condições africanas.

Concluiu‑se que atender às prioridades definidas, infra-estrutura resiliente, capital humano qualificado e projectos verdes, coloca os países africanos num trajecto mais sólido rumo ao crescimento sustentável e à maior participação activa na economia global.

Fonte: UBA Mozambique

Os 10 países com os melhores salários mínimos do mundo

Estes países pagam valores altos para seus trabalhadores e contam com forte sistema de protecção social.

O salário mínimo é um indicador crucial do bem-estar econômico dos trabalhadores em um país. Em 2025, algumas nações continuam a se destacar por oferecerem os melhores salários mínimos do mundo, garantindo um padrão de vida mais elevado para seus cidadãos.

Confira abaixo a lista dos 10 países com os melhores salários mínimos horários em dólares americanos (USD), segundo dados do World Population Review.

  1. Austrália

Salário mínimo horário: $18.12

Renda anual média: $35,810

A Austrália lidera o ranking com o maior salário mínimo do mundo. O país é conhecido por suas políticas trabalhistas robustas e alto custo de vida, mas o salário mínimo elevado ajuda a compensar essas despesas.

2. Nova Zelândia

Salário mínimo horário: $16.42

Renda anual média: $34,150

A Nova Zelândia ocupa o segundo lugar, com um salário mínimo que reflete seu compromisso com a igualdade social e o bem-estar dos trabalhadores.

3. Alemanha

Salário mínimo horário: $15.16

Renda anual média: $31,537

A Alemanha, maior economia da Europa, oferece um salário mínimo generoso, aliado a um forte sistema de proteção social.

4. Bélgica

Salário mínimo horário: $14.58

Renda anual média: $28,809

A Bélgica se destaca por seu equilíbrio entre salários mínimos altos e uma carga horária semanal moderada.

5. França

Salário mínimo horário: $14.05

Renda anual média: $25,572

A França mantém um salário mínimo competitivo, complementado por benefícios trabalhistas extensivos, como férias generosas e licenças remuneradas.

6. Irlanda

Salário mínimo horário: $13.96

Renda anual média: $28,203

A Irlanda, com sua economia em crescimento, oferece um salário mínimo atraente, especialmente no setor de tecnologia.

7. Luxemburgo

Salário mínimo horário: $15.43

Renda anual média: Dados não disponíveis

Luxemburgo, um dos países mais ricos do mundo, garante um salário mínimo alto, refletindo seu alto padrão de vida.

8. Países Baixos (Holanda)

Salário mínimo horário: $11.98

Renda anual média: $24,925

Os Países Baixos combinam um salário mínimo sólido com uma economia estável e altos níveis de satisfação no trabalho.

9. Mônaco

Salário mínimo horário: $11.88

Renda anual média: $24,092

Mônaco, conhecido por sua riqueza, oferece um salário mínimo alto, embora o custo de vida seja um dos mais elevados do mundo.

10. Canadá

Salário mínimo horário: $11.60

Renda anual média: $24,128

O Canadá fecha a lista dos 10 melhores, com um salário mínimo que varia por província, mas que em geral é bastante competitivo.

Os países com os melhores salários mínimos tendem a ter economias fortes e políticas trabalhistas avançadas. No entanto, é importante lembrar que o custo de vida e outros fatores, como benefícios sociais, também influenciam a qualidade de vida dos trabalhadores. Enquanto nações como Austrália e Nova Zelândia lideram o ranking, outras, como os Estados Unidos, ficam para trás com um salário mínimo federal de apenas $7.25. (REVISTA FORUM)

Suspensão dos apoios da USAID que equivaliam a 3% do PIB é que provocou “escassez de divisas em Moçambique”, revela Agência Fitch

A agência de notação Fitch reconhece que a suspensão dos apoios da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) a Moçambique contribuiu para agravar a escassez de moeda estrangeira no País, dado que os desembolsos daquela agência representavam cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo a Fitch, na sua mais recente avaliação a Moçambique, a escassez de divisas em 2025 intensificou-se parcialmente devido à queda dos financiamentos externos ao Governo, incluindo a suspensão da USAID, que em 2024 desembolsou 37 mil milhões de meticais (586 milhões de dólares) para projectos prioritários nas áreas da saúde e educação.

O encerramento definitivo da USAID, anunciado a 1 de Julho deste ano pelo novo Governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, resultou na perda de cerca de 2500 postos de trabalho em Moçambique, conforme dados do Governo, um impacto que a ministra do Trabalho, Género e Ação Social, Ivete Alane, reconheceu como um “problema” para a economia, apesar de não existirem estimativas oficiais detalhadas.

Na avaliação de Agosto, a Fitch manteve a notação de risco de Moçambique em CCC, o último nível antes do incumprimento financeiro, destacando ainda que o aumento da conversão obrigatória das receitas de exportação para moeda local, de 30% para 50%, deverá ajudar a aliviar a pressão sobre a escassez de divisas. Além disso, a agência aponta para a expectativa de um novo programa com o Fundo Monetário Internacional (FMI) até ao final do ano.

O Banco de Moçambique está a implementar medidas para melhorar a fluidez no mercado cambial, redistribuindo as divisas disponíveis para satisfazer melhor as necessidades de importadores, exportadores e investidores. O governador do banco central, Rogério Zandamela, afirmou que essas medidas incluem a redução dos limites de retenção diária de divisas adquiridas pelos bancos, procurando facilitar o acesso do público às moedas estrangeiras.

A Confederação das Associações Económicas (CTA), maior associação empresarial do País, alertou em Fevereiro para a persistente falta de divisas no mercado bancário, que afecta sectores cruciais como a saúde, aviação, combustíveis e importação de alimentos, complicando as operações comerciais.

Fonte: LUSA

CFO do Moza Banco defende integração das métricas de ESG no sector financeiro

O Administrador Financeiro (CFO) do Moza Banco, Devan Manmoandas, defende a necessidade da inclusão de métricas ambientais, sociais e de governação (ESG) nas análises e decisões financeiras referentes às instituições que actuam no sector.

O posicionamento foi apresentado recentemente, em Joanesburgo, na Africa do Sul, durante a oitava edição do CFO Forum, uma conferência internacional que reuniu mais de 300 líderes financeiros de diversos países africanos e não só.

Manmoandas, que se propôs a discutir sobre os desafios reais enfrentados pelos CFO’s na era digital, destaca a “nova figura do CFO” como sendo capaz de “interpretar dados não como meros relatórios, mas como bússolas estratégicas. A função financeira do futuro é proactiva, ética e orientada para impactar.”

Durante a sua apresentação, O CFO do Moza esclareceu os processos evolutivos da função do CFO, passando de simples gestor de resultados para um agente de transformação que usa os dados como base para a criação de valor e para a tomada de decisões estratégicas, ancoradas aos principais ditames globais de boas práticas e de proteção socio ambiental.

Ademais, o CFO defendeu que as pessoas devem estar no centro de toda a estratégia, sendo este o principal recurso para o sucesso de toda e qualquer transformação a nível das organizações. “o investimento nas pessoas é mais importante que o investimento em qualquer máquina ou tecnologia”.

Ainda de acordo com Manmoandas é necessário que os líderes africanos do sector percebam que o futuro das finanças será moldado por aqueles que lideram com ética, compreendendo que os dados são indispensáveis para a fundamentação das decisões. “Sem dados, somos apenas mais uma opinião. Mas com dados bem governados, interpretados com inteligência e usados com responsabilidade, temos a base para decisões que constroem um legado.”disse.

A participação do CFO Devan Manmoandas neste simpósio serviu para reforçar o compromisso do Moza Banco com a inovação, a sustentabilidade e a liderança responsável no sector financeiro em Moçambique e na África Austral.

O Moza orgulha-se da participação dos seus colaboradores em encontros de alto nível, por considerar que estas ocasiões servem também para revelar a qualidade e a orientação para excelência que os seus quadros ostentam, sendo estes importantes vectores da visão do Banco no país e além-fronteiras.

Partilhando conhecimento e visão estratégica com outros líderes africanos, o CFO do Moza pratica um dos valores fundamentais do Banco, assente na necessidade de se Ganhar Juntos, em prol do desenvolvimento continental.

Ecobank Transnational Incorporated aliena a sua participação no Ecobank Moçambique SA ao banco malawiano FDH Bank PLC

O Ecobank Transnational Incorporated (ETI) anunciou a celebração de um acordo estratégico para a alienação da sua participação no Ecobank Moçambique S.A. (EMZ) ao FDH Bank PLC, uma instituição financeira de referência cotada na Bolsa de Valores do Malawi. Esta transacção representa uma alteração estratégica na estrutura accionista e na gestão operacional, não se prevendo qualquer perturbação nas operações bancárias, activos ou colaboradores.

O EMZ é um banco comercial licenciado em Moçambique, supervisionado e regulado pelo Banco de Moçambique. Actualmente, dispõe de quatro agências nas principais cidades do país. O banco opera em Moçambique desde o ano 2000, tendo sido inicialmente constituído como Novo Banco SARL. Em 2014, adoptou a designação de Ecobank Moçambique SA, na sequência da aquisição por parte do ETI.

O FDH Bank Plc está cotado na Bolsa de Valores do Malawi. O banco oferece serviços digitais de excelência, banca pessoal e empresarial, banca corporativa e institucional, tesouraria e banca de investimento, mercados globais e financiamento de comércio, bem como consultoria financeira especializada. A aquisição será totalmente financiada através de lucros acumulados do próprio FDH Bank Plc.

“Esta decisão estratégica está alinhada com o nosso compromisso com a estratégia de Crescimento, Transformação e Retorno do Ecobank, garantindo que continuamos a ser um actor competitivo e relevante nos mercados onde operamos”, afirmou Jeremy Awori, Director Executivo do Ecobank Group. “Enquanto instituição financeira pan-africana, avaliamos continuamente as nossas operações para impulsionar um crescimento sustentável, mantendo sempre a nossa missão de promover a integração financeira e o crescimento económico em África.”

Acrescentou ele: “A transferência da nossa participação em Moçambique para o FDH Bank PLC foi cuidadosamente ponderada, com o objectivo de assegurar o mínimo de disrupção e os melhores resultados para os colaboradores, clientes e operações. Estamos a explorar parcerias estratégicas com o FDH Bank que permitam manter o acesso de Moçambique ao nosso ecossistema digital pan-africano, assegurando pagamentos transfronteiriços simples e eficazes.”

“Apesar da alteração da nossa presença directa em Moçambique, o nosso compromisso com a integração financeira pan-africana e com o desenvolvimento económico do continente mantém-se mais forte do que nunca.”, Awori concluiu.

A transacção obteve todas as aprovações regulatórias necessárias. Está sujeita ao cumprimento das condições habituais e deverá estar concluída no decurso do exercício financeiro de 2025. Após a conclusão, o FDH Bank PLC assumirá o controlo efectivo do Ecobank Moçambique SA.

Esta operação foi realizada em condições de mercado, sem envolvimento de partes relacionadas. Tanto o FDH Bank Plc como o ETI mantêm o seu compromisso com a transparência e informarão os seus stakeholders de qualquer desenvolvimento relevante, em conformidade com as exigências de cotação das respectivas bolsas de valores.

Nova liderança do INAE aposta no fortalecimento do ambiente de negócios

A Primeira-ministra moçambicana, Benvinda Levi, recomenda a nova inspectora-geral da Inspecção Geral das Actividades Económicas (INAE) Shaquila Mohamed, a estar mais focada no aprimoramento de acções de prevenção, educação, e não apenas de punição.

Discursando durante a cerimónia de tomada de posse de Shaquila Mohamed, acto que teve lugar em Maputo, Benvinda Levi quer uma INAE que previna e combata à contrafacção, venda de bebidas alcoólicas à menores de 18 anos de idade, comércio ou prestação de serviços ilegais, bem como práticas que mancham os agentes económicos e prejudicam o país.

É fundamental ensinar, sensibilizar e orientar os operadores económicos, especialmente as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME´s), para que, de acordo com a Primeira-ministra, conheçam e cumpram as normas que regem a sua actividade.

Para efeito, é crucial que a INAE se faça conhecer, em todo território moçambicano, agindo como um interlocutor que incentiva as boas práticas na actuação de todos os agentes económicos, à bem dos consumidores e à bem das comunidades as quais servem.

“Recomendamos a nova liderança da INAE a continuar a promover acções preventivas e repressivas com equilíbrio, discernimento e responsabilidade”, disse, tendo acrescentado de seguida que é tarefa da INAE assegurar que o interesse público prevaleça em todas as circunstâncias.

Ao apostar nas recomendações, a INAE, de acordo com Benvinda Levi, vai concorrer no reforço da confiança junto dos operadores económicos e dos cidadãos.

Na sua qualidade de instituição fiscalizadora, a INAE desempenha um papel de extrema importância no exercício das actividades económicas, tendo em conta que garante o cumprimento das normas contra infracções antieconómicas e contra a saúde pública, e protege os cidadãos e os operadores legítimos.

Os moçambicanos têm, actualmente, um elevado nível de exigência e de fiscalização das actividades desenvolvidas pelas instituições públicas, um modelo que, de acordo com a Primeira-ministra, é novo, facto que reflecte o anseio, dos cidadãos, em ter um Estado eficiente que presta serviços de qualidade que impactam positivamente nas suas vidas.

“Por isso”, afirmou Benvinda Levi, “as nossas instituições devem pautar pela observância dos princípios da meritocracia, da transparência e da prestação de contas”.

 Por sua vez, a nova inspectora-geral da INAE disse que vai dar seguimento às recomendações deixadas pela Primeira-ministra, apontando para o controlo da venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos de idade.

“Conforme eu disse, eu ainda tenho que chegar, conhecer a casa, conhecer o trabalho, dar continuidade àquilo que já foi muito bem feito pela anterior inspectora-geral [da INAE]”, afirmou.

Sobre a comercialização dos produtos fora do prazo, Shaquila Mohamed assegurou tomar as devidas sanções aos prevaricadores.

Juíza desembargadora, Shaquila Mahomed ocupa o cargo em comissão de serviço, que se encontrava vago desde Abril último, com a saída de Rita Freitas.

AmCham e CCME reforçam laços económicos entre Moçambique, EUA e Espanha

Decorreu no Hotel Cardoso, o Business Networking Cocktail Reception, uma iniciativa promovida pela AmCham Moçambique em colaboração com a Câmara de Comércio Moçambique-Espanha (CCME).

O evento contou com a presença do Director Executivo da AmCham, Alexandre Macassane, e reuniu membros das duas câmaras de comércio, empresários e parceiros institucionais, num ambiente propício à criação de conexões estratégicas e partilha de oportunidades de cooperação económica.

Director Executivo da AmCham, Alexandre Macassane

A iniciativa destacou-se como uma plataforma de diálogo aberto entre representantes dos sectores privados de Moçambique, dos Estados Unidos e de Espanha, reafirmando o compromisso conjunto com o fortalecimento das relações comerciais trilaterais.

A AmCham agradece a todos os participantes pelo entusiasmo e pelo contributo para o sucesso deste encontro.

Celso Cunha empossado director-geral da Agência do Zambeze

A Primeira-Ministra, Benvinda Levi, conferiu posse, ontem, a Celso Cunha como novo director-geral da Agência do Zambeze.

Na ocasião, Benvinda Levi desafiou o recém-empossado dirigente a capitalizar o vasto potencial da região do Vale do Zambeze, de modo a dinamizar o desenvolvimento socioeconómico com impacto directo na vida das populações.

Até à data da sua nomeação, Celso Cunha exercia as funções de Gestor Financeiro do Fundo Catalítico para Inovação e Demonstração (FCID), organismo vocacionado para apoiar projectos inovadores de desenvolvimento rural e agrícola.

Kenmare conclui chegada da segunda draga de alta capacidade em Moma

A Kenmare Resources anunciou a chegada bem-sucedida da segunda das suas duas novas dragas de alta capacidade à praia adjacente à mina de Moma, na província de Nampula. O equipamento integra o processo de modernização da Planta de Concentração Húmida (WCP) A, cujos componentes já se encontram todos no local, permitindo reduzir progressivamente os riscos do projecto.

A empresa congratulou a sua equipa de projectos pelo feito e agradeceu ao empreiteiro Roll Group, responsável pelas operações de transporte e desembarque.

Segundo a Kenmare, a chegada da draga constitui um marco importante no plano de expansão das suas operações de extração de areias pesadas em Moçambique.

Mais imagens do segundo desembarque podem ser consultadas através do link: https://loom.ly/FQUJUhg.

Inhassoro celebrou 39 anos com terceira edição da Légua

As ruas da vila de Inhassoro ganharam, no passado sábado (26), as cores azul-celeste e azul-marinho com a realização da terceira edição da Légua de Inhassoro, evento que já se tornou marca registada das celebrações locais. Patrocinada em exclusivo pela Sasol Moçambique, a prova reuniu cerca de 1500 participantes num ambiente vibrante, que assinalou os 39 anos de elevação da vila.

Mais do que uma simples corrida, a Légua representou um gesto de pertença e compromisso. Para Francisco Augusto, vice-presidente de Operações e Manutenção da Sasol, a iniciativa traduziu o orgulho da empresa em caminhar ao lado de Inhassoro e reforçar o seu compromisso com a juventude, a inclusão social e o bem-estar das comunidades.

Organizado em parceria com o Governo Distrital, o evento transformou-se numa verdadeira celebração popular, tendo integrado uma feira comercial e um espectáculo musical à noite, que contou com a participação de mais de 20 artistas locais. O encerramento ficou a cargo do aclamado músico moçambicano Twenty Fingers, que levou multidões a celebrar com música os 39 anos da vila.