Sunday, April 12, 2026
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Eni confirms interest in more hydrocarbon exploration and production areas

Giorgio Vicini, general manager of Eni Rovuma Basin, operator of the Coral Sul FNLG project, confirmed in an interview to “Notícias” that his company is interested in the sixth tender launched by the National Petroleum Institute (INP), having been qualified in the first phase.

He explained that the company is now making technical evaluations to decide the areas for which it should bid.

“We are interested in the sixth tender organized by INP. Eni qualified as an operator in the first phase of the tender and now we are doing technical evaluations to choose the areas for which we will bid,” Giorgio Vicini assured, without, however, advancing the number of such areas.

Launched in November 2021, the Sixth Tender for the Concession of Hydrocarbon Exploration and Production Areas, had, according to INP data 13 companies competing, 12 of which were pre-qualified, six of which are operators and the remaining are non-operators.

From the list of companies provided by the INP, the following are listed as operators From the list of companies provided by the National Petroleum Institute (INP), the following are listed as operators: China National Offshore Oil Corporation Hong Kong Holding Limited “CNOOC”; SINOPEC International Energy Investment Limited; ENI, Mozambico SPA; ExxonMobil Mozambique (Offshore) Limited; Petro-China International Iraq FZE; and Total Energies Ep New Venture.

As non-operating companies are listed RN Angoche PTE; Joint Stock Company Novatek; Qatar Petroleum Mozambique Limited; Sasol Africa (PTY), LTD; ONGC Videsh Limited; Discovery Exploration Limited.

According to the approved schedule, the disclosure of the results will be on November 30th of this year.

Eni confirma interesse em mais áreas de pesquisa e produção de hidrocarbonetos

Giorgio Vicini, director-geral da Eni Rovuma Basin, operadora do projecto Coral Sul FNLG, confirmou em entrevista ao “Notícias” que a sua empresa está interessada no sexto concurso lançado pelo Instituto Nacional de Petróleo (INP), tendo sido qualificada na primeira fase.

Explicou que a companhia está agora a fazer avaliações técnicas para decidir as áreas para as quais deverá concorrer.

“Estamos interessados no sexto concurso organizado pelo INP. A Eni qualificou-se como operador na primeira fase do concurso e agora estamos a fazer avaliações técnicas para escolher as áreas para as quais vamos concorrer”, assegurou Giorgio Vicini, sem, contudo, avançar o número de tais áreas.

Lançado em Novembro de 2021, o Sexto Concurso para a Concessão de Áreas de Pesquisa e Produção de Hidrocarbonetos, teve, segundo dados do INP 13 empresas concorrentes, tendo sido pré-qualificadas 12, das quais seis são operadoras e as restantes não operadoras.

Da lista fornecida pelo INP, constam como operadoras Da lista das empresas fornecidas pelo Instituto Nacional de Petróleo (INP), constam como operadoras a China Nacional Offshore Oil Corporation Hong Kong Holding Limited “CNOOC”; a SINOPEC International Energy Investiment Limited; a ENI,   Mozambico SPA; a ExxonMobil Mozambique (Offshore) Limited; a Petro-China Internacional Iraq FZE; e a Total Energies Ep New Venture.

Como empresas não operadoras estão elencadas a RN Angoche PTE; a Joint Stock Company Novatek; Qatar Petroleum Mozambique Limited; a Sasol Africa (PTY), LTD; a ONGC Videsh Limited; a Discovery Exploration Limited.

De acordo com o calendário aprovado, a divulgação dos resultados será a 30 de Novembro deste ano.

 

CCM wants to link Mozambican and Thai businessmen

On the occasion, the president of the Mozambique Chamber of Commerce, Álvaro Massingue, assured that CCM is the link that will connect Mozambican and Thai businessmen.

“We are open to cooperate and give support to businessmen who want to invest in Mozambique, in the different branches of activity, with emphasis on the agricultural sector and processing technologies,” he said.

Both with prospects for doing bilateral business, they agreed to sign a Memorandum of Understanding that includes the transfer of Thai technologies for rice production in Gaza province and to give continuity to aquaculture projects, already being implemented in different parts of the country.

“The partnership will help us implement the agriculture projects promoted by the Mozambique Chamber of Commerce and Investment (CCMI) in Chockwé, Gaza province,” stressed Massingue.

In turn, the Ambassador of Thailand showed open to cooperate with CCM and its financial arm, promoting investment in the national market through business missions.

The business missions will revitalize exports of products and services of Mozambican entrepreneurs and attract new foreign investors.

CCM quer interligar empresários moçambicanos à tailandeses

Na ocasião, o presidente da Câmara de Comércio de Moçambique, Álvaro Massingue, garantiu que a CCM é o elo que vai interligar os empresários moçambicanos e tailandeses.

“Estamos abertos para cooperar e dar suporte aos empresários que queiram investir em Moçambique, nos diferentes ramos de actividade, com destaque para o sector agrícola e de tecnologias de processamento”, disse.

Ambos com perspectivas para fazer negócios bilaterais, acordaram  assinar um Memorando de Entendimento que inclui a transferência de tecnologias tailandesas para produção de arroz na província de Gaza e dar continuidade aos projectos de aquacultura, já em implementação em diferentes pontos do país.

“A parceria vai nos ajudar a implementar os projectos da agricultura promovidos pela Câmara de Comércio de Moçambique e Investimento (CCMI), em Chockwé, província de Gaza”, sublinhou Massingue.

Por sua vez, o Embaixador da Tailândia mostrou-se aberto a cooperar com a CCM e com o seu braço financeiro, promovendo investimento no mercado nacional através de missões empresariais.

As missões empresariais vão revitalizar as exportações de produtos e serviços de empresários moçambicanos e atrair novos investidores estrangeiros.

Tanzanian President visits the Maputo Thermoelectric Plant

The Tanzanian head of state will in the course of her visit, meet Minister of Mineral Resources and Energy Carlos Zacarias and the Chairman of the Board of Directors of Mozambique Electricity (EDM), Marcelino Gildo Alberto.

About CTM

Maputo’s combined gas cycle power station was inaugurated by the President of the Republic, Filipe Nyusi, in August 2018, and was the largest investment by the Mozambican government and state-owned Electricidade de Moçambique (EDM) in electricity production in  30 years.

The construction of the Maputo Thermal Power Plant, budgeted at US$180 million, was financed with a loan from the Japanese Development for US$167 million with a payment period of 40 years, leaving the Government to provide the remaining US$13 million. The Japanese support included, in addition to the construction of the plant, the training of EDM staff in operation and maintenance, as well as six years of maintenance services to be conducted by the equipment manufacturer.

Presidente da Tanzânia visita a Central Termoeléctrica de Maputo

A Chefe de Estado tanzaniano irá, no decurso da sua visita, encontrar-se com o Ministro dos Recursos Minerais e Energia Carlos Zacarias e com o Presidente do Conselho de Administração da Electricidade de Moçambique (EDM), Marcelino Gildo Alberto.

Sobre a CTM

A central eléctrica de ciclo combinado de gás de Maputo foi inaugurada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, em Agosto de 2018, e foi o maior investimento do governo moçambicano e da Electricidade de Moçambique (EDM) na produção de electricidade em 30 anos.

A construção da Central Termoeléctrica de Maputo, orçada em 180 milhões de dólares, foi financiada com um empréstimo do Desenvolvimento japonês de 167 milhões de dólares com um período de pagamento de 40 anos, deixando o Governo a fornecer os restantes 13 milhões de dólares.

O apoio japonês incluiu, além da construção da central, a formação do pessoal da EDM em funcionamento e manutenção, bem como seis anos de serviços de manutenção a realizar pelo fabricante do equipamento.

Mastercard Scholarship Program: A decade dedicated to youth development

Launched in 2012, the Program began as a USD$500 million initiative to develop the next generation of leaders who would drive social and economic transformation. The Program identifies talented young people from economically disadvantaged and hard-to-reach communities and supports their secondary and higher education and leadership development.

Initially, the Program aimed to serve 15,000 young people. Over the past decade, Mastercard Foundation has disbursed USD$1.7 billion through the initiative to benefit nearly 40,000 young people, of which more than 72% are women. To date, 18,544 young people have graduated from high school and college.

Through a network of extraordinary partners, the Mastercard Foundation Scholars Program enables thousands of bright, deserving young people to access quality education and develop as leaders who give back to their communities and help improve the lives of others. Mastercard Foundation Scholars and alumni are leaders and innovators; activists and entrepreneurs; addressing everything from climate change to health inequality.

Their collective impact will be felt for generations to come,” says Reeta Roy, president and CEO of the Mastercard Foundation.

According to a 2020/2021 survey of a sample of Program alumni, 87% of high school graduates and 71% of college graduates are employed. Where alumni have become entrepreneurs, they have collectively created more than 16,000 jobs.

In addition, 40% of college graduates say they now support their siblings’ education. Importantly, Mastercard Foundation grantees unanimously express a strong commitment to giving back to their communities, and it is a core principle of the Program. During their training, each person creates or participates in a project, which addresses a specific challenge in their communities.

Over the next decade, the Mastercard Foundation Scholars Program will double its reach to support a total of 100,000 young people, 70% of whom will be young women. It will also devote more attention to the inclusion of disabled and forcibly displaced youth.

Programa de Bolsas da Mastercard: Uma década dedicada ao desenvolvimento juvenil

Lançado em 2012, o Programa começou como uma iniciativa de USD$ 500 milhões para desenvolver a próxima geração de líderes que impulsionariam a transformação social e econômica. O Programa identifica jovens talentosos de comunidades economicamente desfavorecidas e de difícil acesso e apoia a sua educação secundária e superior, bem como o desenvolvimento de liderança.

Inicialmente, o Programa visava atender 15 mil jovens. Na última década, a Mastercard Foundation desembolsou USD$ 1,7 bilhão por meio da iniciativa para beneficiar cerca de 40.000 jovens, dos quais mais de 72% são mulheres. Até o momento, 18 544 jovens concluíram o ensino médio e superior.

Por meio de uma rede de parceiros extraordinários, o Mastercard Foundation Scholars Program permite que milhares de jovens brilhantes e com mérito acedam educação de qualidade e se desenvolvam como líderes que retribuem às suas comunidades e ajudam a melhorar a vida de outras pessoas. Os bolseiros e ex-alunos da Mastercard Foundation são líderes e inovadores; activistas e empresários; abordando tudo, desde as mudanças climáticas até a desigualdade na saúde.

O seu impacto colectivo será sentido nas próximas gerações”, diz Reeta Roy, presidente e CEO da Mastercard Foundation.

De acordo com uma pesquisa 2020/2021 de uma amostra de ex-alunos do Programa, 87% dos graduados do ensino médio e 71% dos graduados universitários estão empregados. Onde os ex-alunos se tornaram empreendedores, eles criaram colectivamente mais de 16 000 empregos.

Além disso, 40% dos graduados universitários dizem que apoiam agora  a educação dos seus irmãos. É importante ressaltar que os bolseiros da Mastercard Foundation expressam unanimemente um forte compromisso em retribuir às suas comunidades, sendo um princípio fundamental do Programa. Durante a sua formação, cada pessoa cria ou participa de um projecto, que aborda um desafio específico nas suas comunidades.

Durante a próxima década, o Mastercard Foundation Scholars Program duplicará o seu alcance para apoiar um total de 100.000 jovens, 70% dos quais serão mulheres jovens. Irá também dedicar mais atenção à inclusão de jovens deficientes e deslocados à força.

Pemba: Renco Group seeks contractors for new port project

The construction of the port, in its first phase, was interrupted due to the intensification of terrorist attacks that devastated some areas of the province. However, motivated by the possibility of resuming offshore activities, the multinational is accelerating the project in order to meet the demand of the industrial needs of the onshore project.

According to the director of the development area for Renco Group projects in Mozambique, Mário d`Antoni, while the activities at Total’s camp in Afungi, which is located in the district of Palma, are not reactivated, alternative solutions are being prepared to respond to the activities of the Coral Sul project, which is established offshore.

“The offshore activities will need support in mechanical maintenance and other industrial and logistical needs, so we think our port would have more value by offering other types of auxiliary services,” he said.

Therefore, the industrial complex, which integrates an area for technical services and industrial logistics such as warehouses, workshops and offices, is being designed to support the Afungi camp, acting as a strategic logistics point in the provision of goods and services across Pemba Bay.

So far, 90 million dollars have been invested in the projects for the port and industrial complex in Pemba, with the conclusion of the works expected in March of next year and the start of operations in April. This port will have the capacity to receive ships of up to 2,000 tons.

Pemba: Renco Group procura empreiteiros para projecto do novo porto

A construção do porto, na sua primeira fase, foi interompida devido a intesificação dos ataques dos terroristas que assolam algumas zonas da pronvíncia. Entretanto, motivada pela possibilidade de retoma das actividades no alto mar (offshore), a multinacional está a acelerar o projecto de modo a dar resposta à demanda das necessidades industriais do projecto onshore.

De cordo com o director da área de desenvolvimento para os projectos da Renco Group em Moçambique, Mário d`Antoni, enquanto não se reactivam as actividades no acampamento da Total em Afungi, que se localiza no distrito de Palma, preparam-se soluções alternativas para dar resposta às actividades do projecto Coral Sul que está estabelecido no alto-mar.

“As actividades “offshore” precisarão de apoio em manutenções mecânicas e outras necessidades industriais e logística, então pensamos que o nosso porto teria mais valor oferecendo outros tipos de serviços auxiliares”, disse.

Por isso, o complexo industrial, que integra uma área de serviços técnicos e logística industrial como armazéns, oficinas e escritórios, está a ser concebido para dar suporte ao acampamento de Afungi, funcionando como ponto estratégico de logística na provisão de bens e serviços através da baía de Pemba.

Até ao momento, nos projectos do porto e o complexo industrial de Pemba foram investidos 90 milhões de dólares, sendo que a conclusão das obras está prevista para Março do próximo ano e o início da sua operacionalização em Abril. Este porto terá capacidade para receber navios de até 2 mil toneladas.