Thursday, September 3, 2026
spot_img
Home Blog Page 569

Montepuez Ruby Mining reconhecida como maior contribuinte de impostos

Pelo sexto ano consecutivo, a Montepuez Ruby Mining (MRM), uma empresa moçambicana que explora rubis em Montepuez, foi premiada como a maior contribuinte de impostos em Cabo Delgado. Explorando uma área de 33.600 hectares, a empresa explora a mais importante reserva de rubis descoberta nos últimos anos.

Com efeito, o governo da província de Cabo Delgado, atribuiu à MRM um certificado simbólico por sua singular contribuição no pagamento de imposto no ano de 2019. Trata-se de um título que a empresa vem segurando desde 2014.

Num contexto parecido, a MRM foi reconhecida como uma de duas empresas de mineração que mais geram receitas para os cofres do estado. Tais atribuições reflectem o papel da empresa na promoção da transparência e integridade no que toca à comercialização dos rubis extraídos naquela parte do país.

Em paralelo a isso, a empresa é pioneira de uma prática segundo a qual o valor das pedras preciosas vendidas em leilão volta à empresa, no país, para garantir que o que foi tirado retorne na totalidade.

A MRM é detida pela Gemfileds (75%), uma empresa do Reino Unido, sediada em Londres e especializada na mineração, processamento e comercialização de pedras preciosas de origem limpa, e pela Mwiriti (25%), uma empresa moçambicana.

Cerveja Impala premiada na categoria de Valor Compartilhado

A Cerveja Impala da Cervejas de Moçambique (CDM) foi, recentemente, galardoada pela Loeries, uma empresa sem fins lucrativos que opera na África e no Oriente Médio recompensando o trabalho inovador e criativo de marcas, profissionais de marketing e agências.

Com efeito, trata-se de uma cerveja disponível em duas linhas, a de mandioca e a de milho. A Impala de mandioca foi lançada em 2011 tornando-se na época a primeira cerveja de mandioca em todo mundo.

Embora seu consumo não se tenha massificado na zona sul, teve grande aceitação nas zonas centro e norte do país. 6 anos depois, em Dezembro de 2017, a CDM lançou a sua variante em milho.

Desde o princípio, foi um projecto de enorme valia para as comunidades locais. Actualmente, a CDM trabalha com mais de 7.500 pequenos agricultores que fornecem a matéria-prima, no caso, mandioca e milho.

De resto, e indo concretamente ao galardão, valor compartilhado diz respeito, entre outras coisas, ao conjunto de práticas que melhoram as condições sócio-económicas das comunidades em que uma empresa actua.

No caso específico da CDM, nada podia tornar o prémio, ora atribuído, mais merecido, já que os ganhos para as comunidades locais e para os agricultores envolvidos são directos.

BVM quer aumentar número de empresas cotadas

Das 100 maiores empresas nacionais, menos de 15% é que estão cotadas na Bolsa de Valores de Moçambique. O Presidente da Bolsa de Valores de Moçambique, Salim Valá, assume que ainda é fraca a utilização da bolsa para o desenvolvimento económico no país.

E para inverter este cenário, a Bolsa de Valores de Moçambique está a difundir junto das unidades económicas, o valor, a importância, as vantagens bem como a pertinência de aceder à bolsa.

Actualmente, 11 empresas estão cotadas na Bolsa de Valores de Moçambique, nomeadamente, a Cervejas de Moçambique, Ceta, Cahora Bassa, Arko Seguros, Zero Investimentos, Touch Publicidade, Arco Investimentos, Revimo, Matama, Empresa Moçambicana de Seguros e a Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos.

Entrevista da Semana com Samuel Maputso

O mundo de negócios continua a evoluir, sobretudo com os novos desafios que lhe são impostos, bem como as áreas que o suportam, como é o caso dos Recursos Humanos (RH).

Em entrevista ao Profile, Samuel Maputso, profissional de RH que publicou recentemente o livro ”Grab Your Seat! Insights Into Becoming a Human Capital Business Leader”, assume que a adaptação da área para fazer face aos novos desafios, é agora ainda mais necessária.

Mais que uma abordagem tradicional, para Maputso, o RH é uma área que pode responder ao maior anseio de todos negócios: aumento da produtividade.

Nesta entrevista exclusiva para o Profile, o autor fala-nos da sua jornada pelo sector de RH, a visão que tem do mesmo, partilhando um conjunto de conselhos que carregam mais de 20 anos de experiência.

Profile: Pode em breves palavras descrever a sua caminhada profissional?

Samuel Maputso: O meu percurso académico começou com um cocktail perfeito do ponto de vista de formação acadêmica. Tenho Mestrado em Gestão pela Universidade de Liverpool, Mestrando em Governança & Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Staffordshire, construída sobre um maravilhosa Licenciatura em Psicologia & Pedagogia pela Universidade Pedagógica. Tive também o privilégio de passar por programas de desenvolvimento oferecidos pela  University of Stellenbosch Business School  (USB), Ashridge Business School, Centre for Creative Leadership, Duke Corporate University e outros. Em termos profissionais tenho cerca de 20 anos de experiência na Gestão de Pessoas: Comecei no extinto Banco Comercial de Moçambique, tendo depois passado pelo Millennium BIM, CARE International, Companhia Industrial da Matola e Coca-Cola, antes de me juntar a equipe do BancABC Moçambique, onde sou Director de Capital Humano & Formação. Tenho a felicidade de ter assumido diversas posições de Gestão de Pessoas ao longo da minha carreira – Oficial de RH, Gestor de Formação & Desenvolvimento, Gestor de Talentos, Coordenador de RH & Assuntos Corporativos, Gestor de RH –  e liderado vários projectos na área de Recursos Humanos, com enfoque no desenvolvimento organizacional, gestão da mudança e liderança. Para além disso, sou consultor, dou aulas e faço parte de órgãos sociais de 3 ONGs. 

P:De onde surgiu a inspiração para escrever o livro?

SM: O livro faz parte da realização do meu propósito de ajudar pessoas e organizações, uma de cada vez, a realizarem o seu potencial e atingirem produtividade plena. Este propósito faz com que eu me empenhe de coração em todas actividades viradas ao fortalecimento das capacidades das pessoas, sobretudo dos futuros profissionais e de jovens empreendedores. O livro, sendo parte do meu legado, constitui uma forma sistematizada de partilhar parte da minha vasta experiência com os jovens e demais profissionais. 

Devo sublinhar que alguns jovens também me desafiaram a sistematizar a minha experiência, por forma a servir de referência para a juventude em geral

P:O que significa “Grab Your Seat”, dentro do contexto moçambicano?

SM: A tese principal do livro é que o seu destino está nas suas mãos; que cada um deve ter uma visão clara de onde quer chegar e assumir a liderança pela caminhada até a realização dessa visão pessoal. Em Moçambique muitos jovens acham que porque tem formação universitária, assim que assinarem um contrato de trabalho toda a gente vai abrir alas para o deixar passar e fazê-lo crescer na carreira, como se fosse algo de direito. Alguns profissionais no começo ou meio da carreira também esperam que sua entidade empregadora cuide do seu crescimento profissional, como se os objectivos da empresa fossem iguais aos objectivos de cada colaborador. “Grab Your Seat!” significa que um profissional deve conquistar o seu lugar. No livro ofereço alguns princípios que podem guiar os jovens profissionais nessa caminhada. 

P:Qual é a leitura que faz da situação do sector de RH no país? Desafios e oportunidades?

SM: A situação da Gestão de RH em Moçambique está num excelente momento. Observamos uma elevada procura pelos cursos de licenciatura em Gestão de Recursos Humanos (e várias universidades oferecem estes cursos), crescimento do associativismo em RH e diversas iniciativas para partilha de conhecimentos e experiências entre os profissionais do ramo e não só, para além do aumento do número de profissionais de RH a registarem suas experiências em livros, o que aumenta o referencial para as novas gerações. O maior desafio da área de Gestão de Pessoas no país reside, a meu ver, no facto de os profissionais da área não serem suficientemente ágeis na transição do RH tradicional (focado nos seus KPIs e nas questões básicas como recrutamento, salários, formação, relações industriais…) para Líderes de Negócio, a cargo de RH. Nesta última etapa, o profissional de RH estaria mais focado em alavancar a produtividade dos colaboradores e do negócio em geral, sendo os vários processos de RH apenas meios para atingir este objectivo. Para fazer esta transição, os profissionais de RH precisam desenvolver uma forte business acumen. A maioria dos empreendedores e executivos estão sedentos de soluções para aumentar a produtividade e eficiência operacional das respectivas empresas, sobretudo tomando em conta os constrangimentos associados a competição crescente, COVID-19 e à necessidade de automação e digitalização contínua dos negócios. Tudo isto representa oportunidade para os profissionais de Gestão de Pessoas fazerem a diferença e brilharem. Os que souberem se diferenciar e se destacar, impulsionando as suas empresas a lidarem eficazmente com estes desafios, irão ver o seu valor no mercado disparar.

P: Pode desenvolver o significado de “Líderes de Negócio, a Cargo de Recursos Humanos”?

SM: Refere-se aquele Director de Capital Humano cuja responsabilidade primária é garantir a produtividade, o desenvolvimento e o sucesso de toda a empresa, sendo seu papel como Director de Capital Humano uma responsabilidade secundária.  Eu me considero nesta categoria – meu papel em facilitar processos como produtividade da empresa, optimização de processos, eficiência organizacional, dinamização das vendas (sim, vendas), etc e mais importante que fazer recrutamentos, pagar salários, organizar cursos e outras tarefas que ocupam o DRH (Departamento de Recursos Humanos) tradicional ou comum.

O que significa “Business Acumen”?

SM: O mesmo que “Perspicácia nos Negócios”. É a capacidade de compreender o negócio como um todo; os factores e/ou estratégias de sucesso da sua empresa e, principalmente, perceber como você pode contribuir para o sucesso da organização como um todo.

P: Quais são as perspectivas de uma carreira e/ou negócio na área?

SM: A área de Recursos Humanos é bastante vasta e cabe ao profissional escolher o “nicho” onde pode focar e fazer a diferença. Mesmo com o advento da IV Revolução Industrial (4IR), da Internet das Coisas (IoT) e a mudança nas exigências do trabalho do futuro, todas empresas continuarão a precisar dos serviços de um profissional de RH. Enquanto os negócios forem operados por pessoas, haverá espaço para RH. O importante é que os profissionais da área se actualizem, reconfigurando as suas competências para continuarem relevantes no novo contexto. Analogamente, as oportunidades de negócio na área de RH são diversas, cabendo ao empreendedor de RH identificar a área onde é realmente excepcional e investir para ser o melhor da sua área.

P:Que conselho deixaria aos aspirantes em construir uma carreira e potenciais empreendedores na área?

SM: Os RH são uma carreira extraordinária e bastante enriquecedora. É preciso perceber que o seu sucesso profissional (ou no negócio) depende deles. Se você vai se tornar uma “estrela global” ou vai morrer um “especialista residente”, depende da sua capacidade de visualizar o seu destino ou meta, criar um roadmap claro e robusto, liderar a sua jornada de crescimento – sabendo que não cabe à empresa a obrigação de formar o profissional –  manter o foco e disciplina durante o percurso e, finalmente, primar por uma execução superior à concorrência. 

Zambézia receberá investimentos de mais de USD4,3 mil milhões

Foi durante uma conferência de negócio na cidade Quelimane, ocorrida no dia 26 de Novembro que empresários nacionais e estrangeiros fez a promessa de investir o referido valor no próximo ano.


A construção de uma Barragem Hidroelétrica, um Porto de Águas Profundas e de casas para funcionários públicos em 13 distritos da província são alguns dos projectos nos quais o valor será aplicado.


O turismo, a indústria têxtil e produção de arroz também fazem parte das áreas onde se pretende investir, formando assim o que o Diário Económico escreve “projectos-âncora”.


O destaque vai para o projecto de cultura e turismo no distrito de Gilé que está avaliado em USD12 milhões, 30% dos quais serão desembolsados por nacionais e 70% por estrangeiros.

revitalização da indústria têxtil

Logo após a independência, um projecto de indústria têxtil foi implantado no distrito de Mocuba, contudo, este não chegou a funcionar devido a guerra dos 16 anos.

Os empresários pretendem dar vida à este projecto com um investimento de USD130 milhões.

Espera-se que até Fevereiro do ano que se avizinha – 2021 – este plano comece a ser operacionalizado.

O Papel do Governo


Para atracção de investimentos, foi sugerida, durante a conferência, a criação de um parque agro-industrial sob garantia do Governo oferecer segurança quanto ao uso da terra.


O primeiro-ministro Carlos Agostinho do Rosário apreciou a iniciativa dos empresários e para atrair mais investidores, recomendou aos órgãos de governação provincial, a criação de uma plataforma digital para inserção de conteúdos promocionais em língua inglesa, sobre as potencialidades da província.

Açúcar, sabão e óleo alimentar isentos de IVA até 2023

Isenção de IVA (Imposto sobre Valor Acrescentado) para produtos básicos de subsistência (açúcar, sabão e óleo alimentar) foi prolongada até Dezembro de 2023, para aliviar o impacto da Covid-19.

Está medida foi aprovada pela Assembleia da República (AR), nesta quarta-feira, dia 25 de Novembro de 2020.

Segundo a Lusa, essa isenção abrange igualmente matérias-primas, peças intermédias e equipamentos utilizados nas referidas indústrias.

Esse dado foi avançado pelo ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, enquanto falava na “casa do povo”.

“Os pressupostos que ditaram a concessão da isenção da taxa de IVA, nomeadamente a necessidade de diminuir o impacto no preço ao consumidor e de conferir maior robustez à indústria nacional, prevalecem”, disse o ministro.

A execução da medida vai custar aos cofres do Estado cerca de 3,2 mil milhões de meticais ao longo de três anos.

Assim sendo, o açúcar, sabão e óleo alimentar juntam-se as áreas da agricultura, pesca, saúde e ensino que vêm beneficiando de isenção da taxa de IVA no país.

Pandemia causa prejuízo de MZN150 mil milhões na exportação de pescado em Sofala

A Covid-19 causou um prejuízo de 150 mil milhões de meticais na exportação de pescado, na província de Sofala.

O plano anual de exportação era de sete mil toneladas, contudo, apenas três mil foram exportadas.

A situação deve-se ao encerramento das fronteiras em muitos países para os quais os produtos pesqueiros eram exportados.

Essa afirmação foi feita por Carlos Sendela, chefe do departamento do Mar, Águas Interiores e Pescas nos Serviços Provinciais de Actividades Económicas de Sofala, em entrevista à Rádio Moçambique.

Segundo Sendela, para reverter a situação, empresas estão a ser sensibilizadas pelo sector para apostarem no mercado nacional.

Revolução Digital – Como as empresas irão abraçar a tendência

A revolução digital veio para ficar. Uma empresa que esteja presente na net com o seu website e em redes sociais como facebook, linkedin ou instagram, tende a ser vista como uma empresa pouco credível.

Como descrito num artigo publicado pela Profile, a COVID-19 veio acelerar a digitalização dos negócios.

Conforme a influenciadora e arquitecta brasileira, Carol Cantelli, “ou você é ponto com ou você é ponto fora”, ou seja, não estar online é praticamente não existir.

Contudo, pode parecer desafiador para os donos de empresas fazerem essa transição de intensificação da presença digital.

É natural que surjam perguntas como “o que é necessário?”, “quem preciso contratar ou é mesmo necessário contratar?”, “quanto precisaria gastar mais?”.

E, essas perguntas são as que pretendemos responder.

O primeiro passo

A primeira coisa que deve ser feita ao intensificar a presença digital é pensar na narrativa da marca.

Isso começaria com buscar respostas para estas perguntas: “Como é que a empresa quer ser lembrada?” “Que tipo de sentimentos quer suscitar na audiência e acima de tudo, qual é a audiência que se deseja alcançar?”

Muito diferente do que se pensa, cada post nas redes sociais devem ser pensados e alinhados ao objectivo principal e isso requer um bom trabalho de base para definir esse objectivo.

Montando a equipa

É tempo de acelerar a digitalização, mas, também é tempo de garantir maior produtividade com menos gastos.

Às vezes, a empresa não é grande o suficiente para contratar um departamento completo – copywriter para escrever os textos publicitários, estrategista de marketing, designer, videógrafo e gestor de redes sociais.

Mas, esse não é motivo para negligenciar esta parte que pode revolucionar o seu negócio.

Pequenas empresas podem contratar pequenas agências de marketing digital ou um profissional que faça os designs e publique nas redes sociais.

Contudo, o aceitável é ter, no mínimo, uma equipa de duas pessoas. A que cuidará do design e a que vá desenhar as estratégias e campanhas, bem como publicá-las.

Qualificações que deve procurar 

Apesar deste ser um advento não tão novo no mundo, em Moçambique, é raro encontrar esses profissionais ou até saber da sua existência. Então, que tipo de qualificações deve buscar?

1. Designers e videógrafos dispensam apresentações. Eles precisam ser responsáveis para entregar os trabalhos a tempo e criativos para executar as ideias – o que pode ser comprovado através de um portfólio.

2. Copywriter, estrategistas e gestores de redes sociais devem ser pessoas com fortes habilidades de persuasão e comunicação objectiva.

Importa também que estes profissionais conheçam o funcionamento das redes sociais e estejam atentos às tendências do mercado.

Formação em artes, comunicação ou marketing, é um dado vantajoso, mas, não mandatório pois estes são cargos práticos e criatividade não é algo que dependa de diploma.

A revolução digital veio para ficar. Independentemente do modelo que escolher – contratar uma equipa completa, uma agência ou um profissional freelancer – é importante é manter em mente que a transformação digital é a tendência que todas empresas terão mais cedo ou mais tarde terão de acompanhar.

Importância do networking destacada em Webinar

Foi durante o Webinar do dia 20 de Novembro, que empreendedoras de sucesso compartilharam suas histórias.

Este evento foi organizado pela Lionesses of Africa em parceria com a Incubadora do Standard Bank e a Embaixada dos Países Baixos.

Sob o tema “Resiliência e Reinvenção”, cinco oradoras expuseram suas caminhadas de negócio e as estratégias que usaram para superar o embate que o Coronavírus causou no mercado empresarial.

Importância do Networking

Ana Belmonte, fundadora da Malachi Garden e Tatiana Mata, fundadora da ELIM Group destacaram a importância do networking – manutenção de uma rede de contactos.

Enquanto contava a história da sua empresa de jardinagem, Ana Belmonte, explicou que conseguiu seu primeiro trabalho através do networking.

Além de criar conexões Belmonte deixou outro conselho. “Procurem sempre ajuda para as áreas em que vocês são fracas”, disse ela.

Aceleração da revolução digital

Além da importância de manter boas relações no mundo dos negócios, as oradoras destacaram uma grande transformação nos seus negócios, a necessidade de expandir a presença online.

Tatiana Mata deu o exemplo do seu negócio que antes da pandemia tinha um grupo no WhatsApp e passou a ter dois.

Mónica Mahanjane, fundadora da Petroola, compartilhou a sua jornada de reinvenção devido ao Coronavírus. O negócio que antes era dedicado ao fornecimento de doces tradicionais passou a produzir boinas, gravatas, lapelas e máscaras.

Já para a Amuri Service, fundada pela Mariamo Amuri, a mudança abrangeu o atendimento.

Esta mudança traduziu-se em fornecimento de serviços mais personalizados aos clientes.

E estas foram as histórias e experiências partilhadas com os participantes do Webinar da Lioness Lean In e que serviram de inspiração para as suas próprias caminhadas empresariais.

Reino Unido quer investir 51 milhões de Euros no sector agroindustrial Moçambicano

O Reino Unido prevê investir um total de 46 milhões de libras esterlinas (51 milhões de euros) no sector agroindustrial em Moçambique, anunciou recentemente o comissário adjunto de Comércio da Rainha Elisabeth para África.

“Foi óptimo ver que o comércio entre Moçambique e o Reino Unido aumentou 45% ano passado e que a Cimeira de Investimento Reino Unido-África catalisou 46 milhões de libras de novos investimentos privados no sector agroindustrial”, disse Alastair Long, citado pela Agência de Informação de Moçambique (AIM).

O responsável falava durante um encontro virtual com quadros do Governo de Moçambique.

Segundo dados avançados no encontro, as relações comerciais entre o Reino Unido e Moçambique atingiram 538 milhões de libras esterlinas (601 milhões de euros) em 2019, aumento de 45% comparando com o ano anterior.

“Tudo isso é resultado do compromisso de ambos os governos em promover parcerias”, declarou Alastair Long, acrescentando que é do seu interesse ver mais empresas do Reino Unido com investimentos em Moçambique.