Sunday, June 21, 2026
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Get to know ENH’s new corporate identity launched by the President of the Republic

This change comes at a time when the energy industry is in a process of transition, requiring a repositioning of business and marketing strategies of companies in the industry, so ENH bet on adjusting its corporate identity to meet the new challenges of the country as well as the industry at national, regional and international level.

Under the slogan “Evolving is natural”, ENH presents a new brand that responds to the need to update its visual identity, considering the vast reserves of natural gas in Mozambique, the prospects for national and global progress as well as the company’s role in relation to the challenges imposed by climate change.

ENH Identidade Corporativa

Thus, the expression of the new corporate identity represents the company’s mission of continuity and evolution. It adopts the blue color of the planet and its design was inspired by hydrocarbon formulas. Its new circular symbol represents the global scope of ENH’s activity, its responsibility to the planet and signals its presence from Mozambique to Africa and from Africa to the World. On the other hand, the new ENH brand is intended to be a source of pride for Mozambique and an inspiration for the world.

Commenting on this change, the Chairman of the Board of Directors of ENH, Estêvão Pale, said that “the world is experiencing a just energy transition phase. ENH is positioned to meet the challenges of this evolution, by providing a cleaner and safer source of energy to contribute to industrialization and the creation of prosperity not only for the country, but also for the region and the world.

It should be noted that the previous corporate identity of ENH was adopted at the time of the company’s creation in October 1981, and during its existence, it never underwent fundamental changes, if not when the previous name Hidrocarbonetos de Moçambique was changed to the current Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, in 1997.

Conheça a nova identidade corporativa da ENH lançada pelo Presidente da República

Esta mudança surge numa altura em que a indústria da energia se encontra em processo de transição, exigindo um reposicionamento das estratégias de negócios e de marketing das empresas do ramo, por isso a ENH apostou em ajustar a sua identidade corporativa para fazer face aos novos desafios do país bem como da indústria ao nível nacional, regional e internacional.

Sob o lema “Evoluir é natural”, a ENH apresenta uma nova marca que responde à necessidade de actualização da sua identidade visual, considerando as vastas reservas de gás natural de Moçambique, as perspectivas de progresso nacional e mundial bem como o papel da empresa em relação aos desafios impostos pelas mudanças climáticas.

ENH Identidade Corporativa

Assim, a expressão da nova identidade corporativa representa a missão da empresa de continuidade e de evolução. A mesma adopta a cor azul do planeta e o seu design foi inspirado nas fórmulas dos hidrocarbonetos. O seu novo símbolo circular representa a abrangência global da actividade da ENH, a responsabilidade com o planeta e assinala a sua presença de Moçambique para África e de África para o Mundo. Por outro lado, a nova marca da ENH pretende ser um motivo de orgulho para Moçambique e uma inspiração para o mundo.

Comentando sobre essa mudança, o Presidente do Conselho de Administração da ENH, Estêvão Pale, disse que “o mundo está a viver uma fase de transição energética justa. A ENH se posiciona para responder aos desafios dessa evolução, através do fornecimento de uma fonte de energia mais limpa e segura para desta forma contribuir para a industrialização e criação da prosperidade não só para o País, mas também para a região e o mundo”.

De referir que a anterior identidade corporativa da ENH foi adoptada aquando da criação da empresa, em Outubro de 1981, e durante a sua existência, nunca chegou a sofrer alterações de fundo, se não aquando da anterior designação Hidrocarbonetos de Moçambique para a actual Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, em 1997.

China forgives USD 7 million of Mozambique’s debt

The partial debt forgiveness was announced in Maputo, by the Minister of Foreign Affairs and Cooperation, Veronica Macamo, after signing, with the Chinese Ambassador to Mozambique, Wang Hejun, the Agreement on Partial Debt Forgiveness in allusion and the Protocol on Economic and Technical Cooperation worth 14 million USD and the delivery of the Certificate of 295 tons of wheat flour for humanitarian assistance.

The information comes one month after Beijing announced the forgiveness of 23 interest-free loans due until the end of 2021 for 17 African countries during the ninth China-Africa Cooperation Forum.

Speaking on the occasion, the Minister said that the gesture is another unequivocal symbol of the deep friendship, solidarity and cooperation forged since the times of the national liberation struggle, in which the People’s Republic of China gave its precious multiform support to the cause of self-determination of the Mozambican people.

For his part, the Ambassador of the People’s Republic of China stressed that the donations are a concrete manifestation of the joint implementation of the various measures of the China-Africa Cooperation Forum, and a true picture of the deepening and strengthening of friendship and brotherhood between China and Mozambique.

China perdoa 7 milhões de USD da dívida de Moçambique

O perdão parcial da dívida foi anunciado em Maputo, pela Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, após a assinatura, com o Embaixador da China em Moçambique, Wang Hejun, do Acordo de Perdão Parcial da Dívida em alusão e do Protocolo sobre a Cooperação Económica e Técnica no valor de 14 milhões de USD e a entrega do Certificado de 295 toneladas de farinha de trigo para a assistência humanitária.

A informação vem um mês depois de Beijing anunciar o perdão de 23 empréstimos sem juros e vencidos até ao fim de 2021, para 17 países africanos, durante o nono Fórum de Cooperação China-África.

Intervindo na ocasião, a Ministra afirmou que o gesto é mais um símbolo inequívoco da profunda amizade, solidariedade e cooperação forjadas desde os tempos da luta de libertação nacional, em que a República Popular da China concedeu o seu precioso apoio multiforme à causa da autodeterminação do povo moçambicano.

Por seu turno, o Embaixador da República Popular da China sublinhou que os donativos constituem uma manifestação concreta da implementação conjunta das várias medidas do Fórum de Cooperação China-África, e um verdadeiro retrato do aprofundamento e fortalecimento da amizade e fraternidade entre a China e Moçambique.

Arranca hoje a 7ª Cimeira e Exposição de Gás e Energia de Moçambique

Estarão reunidos na capital do país, os líderes nacionais e internacionais da indústria para discutir políticas, desenvolvimentos de projectos e a transição energética com o Governo de Moçambique, COI e NOCs.

O evento vai também promover o desenvolvimento do conteúdo, com uma conferência internacional de alta visibilidade e exposição que potencia o desenvolvimento das PME e empreendedorismo no país.

A Cimeira servirá como plataforma de intercâmbio de conhecimentos e transferência de tecnologia para a cadeia de valor da energia moçambicana.

Falando sobre a realização do evento, o Presidente da República, Filipe Nyusi, disse que tem seguido todas as edições, e que esta cimeira tem lugar num momento crucial para a implementação dos mega-projectos de gás em Moçambique.

Nyusi revelou ainda que, a 7ª Cimeira e Exposição de Gás e Energia de Moçambique, reflecte um importante passa desenvolvimento e na atracção de investimento para Moçambique.

A 7ª Cimeira e Exposição de Gás e Energia de Moçambique, contará com 16 oradores, com destaque para Carlos Zacarias, Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Luisa Diogo, do Banco Absa Moçambique e Ex-Primeira Ministra, Estevão Pale, Presidente & CEO da ENH, Natalia Camba, chefe de Conteúdo Local no INP.

SAIBA MAIS SOBRE O EVENTO E OS RESTANTES ORADORES AQUI!

Government charges fees for the use of maritime space

To this end, the government recently approved a new legal framework on the use of private maritime space that will regulate the collection of fees, among other issues.

Leonid Chimarizene, spokesman for the National Maritime Institute (INAMAR), the entity implementing the initiative, said that the sea offers enormous opportunities for a range of activities and consequently the need to regulate the use of maritime space.

According to Chimarizene, quoted by “Notícias”, all entities involved in commercial activities within the maritime space are required to pay a user fee.

The same source, said that INAMAR has already started issuing licenses to tourist resorts, ports and companies carrying out gas prospecting and scientific research to pay a fee for the use of the maritime space.

Some of these companies are joining while others have already started making payments, which shows that these entities are well aware of their obligations.

“The same happens when we pay DUAT (land use permit) and at sea there is a need to charge a fee for the space that is being exploited. Its potential is enormous, which is why we are going to start issuing licenses to find out the number of companies operating along the Mozambican coast,” he explained.

Chimarizene also said that the mapping process will begin in the first quarter of next year, and urges those who have the notion that they are making private use of maritime space to voluntarily contact INAMAR. Fees will be calculated according to the space occupied by each individual entity.

“It is the law, all tourist resorts will have to pay, but we will launch a campaign to explain to business operators the procedures to follow,” he reinforced.

Governo cobra taxas pela utilização do espaço marítimo

Para o efeito, o governo aprovou recentemente um novo quadro legal sobre a utilização do espaço marítimo privado que irá regular a cobrança de taxas, entre outras questões.

Leonid Chimarizene, porta-voz do Instituto Marítimo Nacional (INAMAR), a entidade que implementa a iniciativa, afirmou que o mar oferece enormes oportunidades para uma série de actividades e, consequentemente, a necessidade de regulamentar a utilização do espaço marítimo.

Segundo Chimarizene, citada pelo “Notícias”, todas as entidades envolvidas em actividades comerciais dentro do espaço marítimo são obrigadas a pagar uma taxa de utilização.

A mesma fonte, disse que o INAMAR já começou a emitir licenças para estâncias turísticas, portos e empresas que realizam prospecção de gás e investigação científica para pagar uma taxa pela utilização do espaço marítimo.

Algumas destas empresas estão a aderir enquanto outras já começaram a efectuar pagamentos, o que demonstra que estas entidades estão bem cientes das suas obrigações.

“O mesmo acontece quando pagamos DUAT (título de utilização de terra) e no mar há necessidade de cobrar uma taxa pelo espaço que está a ser explorado. O seu potencial é enorme, razão pela qual vamos começar a emitir licenças para saber o número de empresas que operam ao longo da costa moçambicana”, explicou.

Chimarizene disse ainda que o processo de mapeamento terá início no primeiro trimestre do próximo ano, e insta aqueles que têm a noção de que estão a fazer uso privado do espaço marítimo a contactar voluntariamente o INAMAR. As taxas serão calculadas de acordo com o espaço ocupado por cada entidade individual.

“É a lei, todas as estâncias turísticas terão de pagar, mas vamos lançar uma campanha para explicar aos operadores empresariais os procedimentos a seguir”, reforçou.

IMOPETRO seeks new fuel supplier to supply the country

In an international public tender, released a few days ago, IMOPETRO needs 150,000 Metric Tons (MT) of “Premium Unleaded” Gasoline, 25,000 MT of Jet and 400,000 MT of 50 ppm Diesel.

In the document, the Authority states that the tender will be governed by international public tender procedures similar to those specified in the World Bank guidelines and is open to all eligible bidders. Interested bidders will be required to purchase the specifications at a non-refundable price of USD 25,000.

Through Decree No. 45/2012 of December 28, IMOPETRO is the sole entity responsible for fuel imports in the country. According to the decree, the measure aims to reduce costs arising from the import and provide greater gain from the process. IMOPETRO currently has 29 fuel distribution companies in the country.

IMOPETRO busca novo fornecedor de combustíveis para abastecer o país

Num concurso internacional público, divulgado há dias, a IMOPETRO precisa de 150 mil Toneladas Métricas (TM) de Gasolina “Premium Unleaded”, 25 mil TM de Jet e 400 mil TM de Gasóleo 50 ppm.

No documento, a Autoridade refere que o concurso será regido pelos procedimentos relativos aos concursos internacionais públicos similares aos especificados nas directrizes do Banco Mundial e está aberto a todos os concorrentes elegíveis. Os concorrentes interessados deverão adquirir os cadernos de encargo a um preço não reembolsável de 25 mil USD.

Através do Decreto nº 45/2012 de 28 de Dezembro, a IMOPETRO é a única entidade responsável pela importação de combustíveis no país. De acordo com o decreto, a medida visa reduzir custos decorrentes da importação e proporcionar maior ganho proveniente do processo. A IMOPETRO conta actualmente com 29 empresas de distribuição de combustíveis no país.

Dugongo agrees to pay fine imposed by ARC to protect “national interests

The fine was decreed by the Competition Regulatory Authority on the grounds that Dugongo failed to respond to questions from the regulator about “sales price calculation methodologies” raised by “evidence of anti-competitive practices in the construction cement sector.

Speaking to public channel Televisão de Moçambique (TVM), the cement company’s spokesman, Rui de Carvalho, assured that the company will pay the penalty, but accused the regulator of not having made representations to Dugongo.

“We will pay the fine, but we were not contacted and the decision to fine the company was taken based on correspondence taken from the company without the knowledge of the administration,” Carvalho said.

Dugongo’s spokesman rejected the accusations imputed by the regulator, arguing that the company will only pay to protect “national interests,” without being concrete about the meaning of this expression.

Mozambique’s Dungongo Cimentos is owned by Mozambican business group SPI and Chinese group West China Cement Limited (WCC).

Soon after its entry into the market, in May 2021, Dugongo charged cement prices well below those applied in the market, leading other operators to accuse the company of disloyalty and causing the bankruptcy of other cement companies and layoffs in the sector.

After months of activity and with very low prices, the company has raised the cost of cement to levels close to what was practiced by the cement plants forced to close.