Sunday, April 19, 2026
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ANJE procura financiamento para vinte projectos de negócios de jovens empresários

Falando no acto do lançamento da conferência, Mara Cancune, vice-Presidente da ANJE, explicou que o evento visa identificar alternativas de recuperação dos jovens empresários tomando em consideração os choques económicos com que o país se confronta.

A responsável explicou ainda que o evento vai decorrer em Novembro e enquadra-se na semana global do empreendedorismo, subordinada ao lema “O Futuro Que Queremos”.

“O evento vai servir para unir diversos actores de modo a impulsionar o desenvolvimento de programas e acções que promovam o crescimento do empreendedorismo juvenil no país”, disse.

Segundo Cancune, a associação irá apostar numa abordagem inclusiva na criação de condições favoráveis aos negócios, abrangendo vários sectores, com destaque para a agricultura, pecuária, pesca, indústria extractiva e transformadora, construção, produção de energia, serviços, comércio, ensino, turismo, transporte e actividades financeiras.

Deverão participar da Conferência empresários, empreendedores, académicos, bem como membros do Governo, organizações não governamentais nacionais e estrangeiras e da sociedade civil.

CTA e CGEM vão trocar informações sobre oportunidades de negócios

O memorando visa, entre outras matérias, a troca de experiências e informações sobre oportunidades de negócios existentes nos dois países.

A CTA e a CGEM comprometeram-se a estabelecer plataformas de intercâmbio entre empresários moçambicanos e marroquinos.

Brevemente, as duas organizações congéneres irão realizar fóruns empresariais, um na cidade de Casablanca e outro em Maputo.

Parceiro estratégico do projecto Mphanda Nkuwa será conhecido este ano

No mesmo período será seleccionado o parceiro “reserva” para o mesmo projecto. As propostas finais dos sete concorrentes seleccionados em Junho deste ano deverão ser entregues as autoridades competentes em finais de Outubro.

No entanto, haverá espaço para a prorrogação do preso se os concorrentes já pré-qualificados o demandarem, segundo escreve o jornal Notícias.

De acordo com a vice-Ministra da Indústria e Comércio, Ludovina Bernardo, citada pelo diário de maior circulação no país, pretende-se que o parceiro seleccionado seja o accionista maioritário do projecto tendo como parceiros de investimento a EDM e HCB.

Falando na qualidade de porta-voz da 24ª sessão do Conselho de Ministros Ludovina Bernardo assegurou que o Governo tem vindo a tomar todos os cuidados necessários para que o projecto se torne viável e financeiramente sustentável.

CCM e Embaixador da Nigéria reforçam laços de cooperação

No encontro de cortesia, também se passou em revista  as estratégias para dinamizar a economia através de  trocas comerciais e realização de missões empresariais.

Igualmente,  afirmou que para catapultar a sua economia, a Nigéria continua a investir em jovens recém formados, fornecendo linhas de financiamento para empreender nas potenciais áreas económicas do país.

A Vice-presidente da CCM, Yolanda Fernandes, mostrou-se aberta para trabalhar com o Alto comissariado da Nigéria  pois a união de ambos países  é estratégica para desenvolver os vários sectores da economia, a exemplo do óleo e gás para explorar os seus benefícios.

“Conhecemos as potencialidades da Nigéria no sector do óleo e gás, e estamos em crer que, com o apoio de Vossa Excelência, o nosso empresariado nacional poderá beneficiar muito do know how do empresariado da Nigéria para a nossa melhor inserção neste tão exigente e competitivo mercado”, disse.

A Secretária-geral da CCM, Teresa Muenda, disse que esta é uma oportunidade para se fazer negócios de africanos para africanos e aprender um dos outros.

BM mantém nos 15,25% taxa de juro de política monetária

Ataxa de juro de política monetária, taxa MIMO, subiu dois pontos percentuais para 15,25% na reunião do CPMO de 30 de Março passado.

As “perspectivas de desaceleração da inflação para um dígito no médio prazo” resultam “do abrandamento da procura externa e consequente desaceleração dos preços internacionais das mercadorias, num contexto de manutenção da estabilidade cambial”, lê-se no comunicado do CPMO do Banco de Moçambique.

No entanto, em caso de agravamento dos riscos e incertezas associados às projeções de inflação, “o CPMO não hesitará em aumentar a taxa MIMO para assegurar, no médio prazo, a inflação em um dígito”, assegura-se no comunicado.

No curto prazo, prevê o CPMO, “antecipa-se a continuação do aumento dos preços, a refletir a repassagem dos elevados custos do petróleo e de alimentos no mercado internacional, para a economia doméstica”.

“As perspetivas de inflação apontam para uma contínua aceleração no curto prazo e uma desaceleração no médio prazo”, destaca o comunicado, salientando que em junho, a inflação anual acelerou para 10,8%, contra 9,3% em Maio.

Esta aceleração refletiu “sobretudo, o aumento dos preços dos bens administrados, com destaque para os combustíveis e transportes”.

“A inflação subjacente, que exclui os preços dos bens e serviços administrados e das frutas e vegetais, e que é influenciada pela política monetária, acelerou ligeiramente, a traduzir, essencialmente, a repassagem do aumento dos preços administrados para os de outros bens e serviços”, acrescenta.

No médio prazo, o CPMO antevê a manutenção da inflação em um dígito, uma situação favorecida pela estabilidade da moeda moçambicana, o metical, e “pelo refreamento dos preços internacionais das mercadorias, em consequência do abrandamento da procura externa”.

Todavia, alerta, “os riscos e incertezas associados às projeções de inflação continuam elevados”.

“A nível interno, prevalecem incertezas em relação ao ajustamento dos preços dos bens administrados, com realce para os combustíveis e a magnitude do seu impacto sobre os preços de outros bens e serviços. A nível externo, mantêm-se as incertezas em relação ao prolongamento do conflito geopolítico entre a Rússia e a Ucrânia”, destaca.

O CPMO mantém as perspetivas anteriores quanto à recuperação económica em 2022 e 2023, apesar do abrandamento da procura externa.

“Para o curto e médio prazo, mantêm-se as perspetivas de recuperação económica, sustentadas, principalmente, pela execução dos projetos energéticos em Inhambane e na bacia do Rovuma, e pelo início da exportação do gás liquefeito, num contexto de retoma do programa com o Fundo Monetário Internacional e de ajuda externa de outros parceiros de cooperação”, adianta.

A próxima reunião ordinária do CPMO está agendada para o dia 15 de Setembro.

País terá novo fornecedor de combustíveis  

Segundo a IMOPETRO, a Totsa apresentou a melhor proposta, de um grupo de cinco companhias que concorreram para a provisão dos combustíveis ao país.

A companhia agora anunciada irá suceder à IPG, que vem fornecendo combustíveis ao país nos últimos seis meses.

Segundo deu a conhecer João Macandja, director geral da IMOPETRO, os concursos de importação de combustíveis em Moçambique têm sido para um período máximo de seis meses, mas, “legalmente nada obsta que possam ser de um, dois, até doze meses”.

Indo aos números, Moçambique vai importar mais de 575 mil toneladas métricas de combustíveis para garantir a satisfação das necessidades do país no período em causa. Trata-se, detalhadamente, de 150 mil toneladas de gasolina, 400 mil de gasóleo e 25 mil de gás, devendo estes produtos petrolíferos refinados serem distribuídos a partir dos portos de Maputo, Beira, Nacala e Pemba.

Ncondezi Energy lança estudo de viabilidade para projecto de 300MW    

Segundo a empresa, o projecto estará localizado dentro da área de concessão de 25 000 hectares da Ncondezi na província de Tete, com três locais preferidos de potencial geração de 500MW, cada um já identificado.

De acordo com o portal energy-storage.news, que não esclarece ao certo qual será o tamanho da porção de armazenamento da bateria, a Ncondezi Energy acrescentou que o projecto também será capaz de aproveitar o trabalho de desenvolvimento existente, o que irá reduzir significativamente os custos de desenvolvimento e acelerar a entrega do projecto de armazenamento solar-plus.

“Isto significa que o projecto co-localizado poderia ser concluído e ligado à rede já em 2024”, afirmou a empresa. O estudo de viabilidade levará quatro meses e será conduzido pelo WSP Group Africa.

Para tal, o CEO da Ncondezi, Hanno Pengilly estima que o investimento do projecto varie entre 60 milhões a 65 milhões de dólares e as receitas poderão rondar entre 130 a 180 milhões de dólares ao longo de um período de 25 anos.

“Será feita a ligação à rede de Moçambique e serão procurados acordos de compra e venda com empresas tanto em Moçambique como no Pool de Energia da África Austral (SAPP), um mercado de electricidade transfronteiriço que compreende 13 países da África Austral”, avança a empresa.

A Ncondezi afirmou ter envolvido as autoridades governamentais moçambicanas relevantes ao longo de todo o projecto e que o processo de desenvolvimento recebeu o apoio prévio para lançar o estudo de viabilidade.

Contudo, a empresa energética revela que o projecto está alinhado com a estratégia de Moçambique para aumentar a disponibilidade de energia de forma sustentável e promover novos investimentos energéticos no sector privado.

Mozambican Entrepreneurs Participate in the 14th US-Africa Business Summit

Organized by the Corporate Councilon Africa (CCA), the Summit will serve to reiterate the commitment of the public and private sectors to consolidate trade and investment between the US and Africa in the face of unprecedented adversity in the health and economic spheres.

According to CTA, the program for this edition will focus on priority sectors for Africa with emphasis on Health, Energy, Infrastructure, Agriculture, and Information and Communication Technology.

The Invest Mozambique Breakfast is scheduled for today, July 21, and will bring together businessmen from Mozambique, the United States, and other African countries, in order to share business opportunities, investments, and partnerships.

A Memorandum is also expected to be signed between CTA and its Moroccan counterpart, the General Confederation of Moroccan Companies (CGEM). These counterpart organizations will organize a business forum in Casablanca and another one in Maputo.

CTA will participate in the US AFRICA SUMMIT Panel with the theme: From Made in Africa to Made with Africa, with the participation of top CEOs and ADB, and will hold meetings with some financial institutions based in CasaBlanca.

Mozambican businessmen will participate in several plenary sessions and sectorial panels, investment forums for Africa, private business meetings, B2B networking, business fair and will establish contacts with representatives of international agencies, including the USA.

Recall that, the 13th US-Africa Business Summit was held from July 27-29, 2021, virtually, because of COVID-19 spreading restriction measures while the 12th Summit was held in Maputo from June 18-21, 2019.

The CCA is a non-profit business trade association founded in 1993 in Washington D.C., USA, with the aim of promoting business and investment between the USA and African countries. It is considered the largest and most important business and business forum between the US and the African continent.

Empresários moçambicanos participam na 14ª Cimeira de Negócios EUA – África

Organizada pelo Corporate Councilon Africa (CCA), a Cimeira servirá para reiterar o compromisso dos sectores público e privado na consolidação das trocas comerciais e investimentos entre os EUA e África face as adversidades sem precedentes nas esferas da saúde e economia.

Segundo a CTA, o programa desta edição terá como enfoque os sectores prioritários para África com destaque para Saúde, Energia, Infraestruturas, Agricultura e Tecnologias de Informação e Comunicação.

Está previsto para hoje, dia 21 de Julho, o Seminário sobre Investimentos em Moçambique (Invest Mozambique Breakfast), que juntará empresários moçambicanos, norte-americanos e de outros países do continente africano, com o objectivo de partilhar oportunidades de negócios, investimentos e parcerias.

Igualmente, está prevista a assinatura de um Memorando entre a CTA e sua congénere marroquina, a Confederação Geral de Empresas de Marrocos (CGEM).  Estas organizações congéneres irão organizar um fórum empresarial na Casablanca e outro em Maputo.

A CTA irá participar no Painel da US ÁFRICA SUMMIT com tema: From Made in Africa to Made with Africa, com participação de altos CEOs e BAD e irá manter encontros com algumas instituições financeiras baseadas em CasaBlanca.

Os empresários moçambicanos irão participar em várias sessões plenárias e painéis sectoriais, fóruns de investimentos para África, encontros privados de negócios, networking B2B, feira de negócios e irá estabelecer contactos com os representantes de agências internacionais, incluindo dos EUA.

De recordar que, a 13ª Cimeira de Negócios Estados Unidos-África teve lugar de 27 a 29 de Julho de 2021, virtualmente, por conta das medidas de restrição de propagação de COVID-19 enquanto a 12ª Cimeira teve lugar em Maputo de 18 a 21 de Junho de 2019.

O CCA é uma associação comercial de empresas com fins não lucrativos, fundada em 1993 em Washington D.C., EUA, com o objectivo de promover negócios e investimentos entre os EUA e os países africanos. É considerado o maior e mais importante fórum empresarial e de negócios entre os EUA e o continente africano.

21st edition of #Ideate starts on August 15th

Promoted by Standard Bank, in partnership with the German Development Cooperation (GIZ), the program is exclusively dedicated to women.

Lasting four consecutive days, the initiative aims to train 150 women entrepreneurs or aspiring entrepreneurs.

The registration process, to participate in the event, is free and runs from yesterday, July 19th, until August 3rd, through Standard Bank’s social networks.

Given the intention to train women entrepreneurs or aspiring entrepreneurs, the promoters of #Ideate encourage applications from women who have ideas or innovative businesses in the areas of green economy, recycling, among others, through the link https://forms.office.com/r/dGR2FfDUE9.