Sunday, April 19, 2026
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Standard Bank is Africa’s most valuable brand

Standard Bank was recently named as Africa’s most valuable banking brand by 2022 in Brand Finance’s annual ranking of the 500 strongest banking brands in the world.

Every year, Brand Finance tests the 5,000 largest brands and publishes about 100 reports, classifying them into different sectors and countries, and the 500 most valuable and strongest banking brands in the world are included in the annual ranking of Brand Finance Banking 500.

The Managing Director of Standard Bank in Mozambique, was pleased with the performance of the brand, since “it highlights the hard work undertaken, over the past few years, to radically reformulate our business model and transform customer experiences”.

According to this, Standard Bank has invested heavily in disruptive technologies to provide customers with banking, asset management and insurance solutions that enable them to achieve their unique goals and ambitions.

In 2019, Standard Bank embarked on a journey that fundamentally redefined its business. As it undertook a future-ready transformation and expansion into a business platform, it also introduced a comprehensive brand repositioning, the first in 10 years, culminating in the launch of the ‘It’s Possible’ brand promise in 2020.

“Our brand positioning is aligned with our organization’s ambition to transform customer experiences based on their insights,” he said, adding that “our people are inspired and committed to delivering solutions and experiences that matter and create value for customers.”

Financial Inclusion Index down 1.2 points in 2021

The Financial Inclusion Index calculated by the Bank of Mozambique dropped 1.2 points in 2021, due to the reduction of places of access to financial services and the downturn caused by covid-19, reads the report.

“The overall Financial Inclusion Index (IIF) calculated by the Bank of Mozambique (BM) stood at 12.76 points in 2021, compared to 13.93 points recorded in 2020,” says the document published by the central bank.

“This drop results, fundamentally, from the reduction in access points (bank branches, micro-banks and credit cooperatives, banking agents, automatic machines and points of sale), with a special focus on the city of Maputo.”

The drop also results “from the retraction of economic activity over the period under review (COVID-19 effect),” the document adds. The annual publication is planned under the National Strategy for Financial Inclusion (ENIF).

The strategy’s objective is to “build a financially included society in Mozambique”, where for every thousand adults there are still only 315 with a bank account – with greater coverage in terms of mobile wallets: 67% of the adult population has an open account in electronic money institutions (fully managed by codes on the cell phone, even without Internet).

The National Strategy for Financial Inclusion includes 54 actions that should be carried out between 2016 and 2022, but still only a third has been carried out, says the report.

The document considers it a priority to approve new regulations and licenses in the sector (particularly in the area of financial technology companies), as well as “the completion of the interoperability of financial services provided by banking institutions through the single national network.

A national diagnosis on financial literacy and “the expansion of coverage levels of mobile phone services” are also urgently needed.

“Despite notable developments over 2021, challenges remain for improving levels of financial inclusion, especially in rural areas,” the report stresses.

Reference interest rate goes up again and reaches 20.6%

The prime rate for credit operations in Mozambique will rise 150 basis points to 20.6 percent, effective this month, announced the Mozambican Association of Banks (AMB).

The rate calculated monthly by the AMB and the Bank of Mozambique (BM) is based on a single indexer (calculated by the central bank) which rises from 13.8% to 15.3% and a cost premium of 5.3% (defined by the AMB) which remains unchanged.

This is the second consecutive increase since the WB decided in late March to raise the monetary policy interest rate (MIMO rate, which influences the formula for calculating the ‘prime rate’) to control inflation.

The annual inflation rate in Mozambique rose to 7.9% in May, the highest value of the last four and a half years, but the WB expects it to remain at “a single digit (below 10%) in the medium term.

The ‘prime rate’ had been fixed at 18.6% since October 2021, rose to 19.1% in May and to 20.6% in June.

The creation of the ‘prime rate’ was agreed five years ago between the central bank and the AMB to eliminate the proliferation of reference rates on the cost of money. At the time it was launched at 27.75% and has fallen by 715 basis points since then.

The aim is for all credit operations to be based on a single rate, “plus a spread, which will be added to or subtracted from the prime rate depending on the risk analysis” of each contract, the promoters explained.

Gigawatt

A Gigawatt é uma empresa moçambicana que desenvolveu, construiu, e opera uma estação de energia eléctrica alimentada a gás natural, com uma capacidade de 100MW, em Ressano Garcia, na Província de Maputo, Moçambique.

Descrição do Projecto

O projecto envolveu o desenvolvimento, concepção, construção, financiamento e operação de uma estação de 100MW de energia a gás em Ressano Garcia, Moçambique.

O Custo Total do Projecto foi de cerca de 200 milhões de dólares americanos. A receita do projecto é assegurada por um Power Purchase Agreement (PPA) a longo prazo com a EDM, com a possibilidade de fornecer no futuro a outras empresas de serviços de energia e/ou grandes clientes industriais dentro da rede eléctrica da região sul-africana. O gás fornecido para o Projecto é assegurado através de um Gas Supply Agreement (GSA) de 20 anos com a MGC., sustentado por outro GSA de 20 anos entre a Sasol e MGC.

Características chave do projeto

Treze motores recíprocos de ignição a gás natural, da Rolls-Royce Bergen B35:40-V20AG2 (cada um com uma capacidade de aproximadamente 9.2 MW) equivalendo assim a uma capacidade instalada de cerca de 120 MW (observando que apenas 100 MW são obrigados para satisfazer os requisitos do PPA).

Extensão anterior da subestação da Electricidade de Moçambique (EDM) em Ressano Garcia 275 kV existente para facilitar a ligação do projecto Gigawatt à rede nacional.

Estação de Medição de Gás Natural de Alta Pressão (HPCMS) adjacente ao local do projeto para facilitar a entrega de gás na vedação da central elétrica. No entanto, o HPCMS foi adquirido fora do Engineering, Procurement and Construction Contract (EPC), com a responsabilidade pela disponibilização de determinadas obras civis (incluindo fundações) associadas ao HPCMS ao abrigo do mesmo contracto.

A água para as operações é fornecida através de três furos complementado por água transportada quando necessário.

A Equipa de Gestão

A Gigawatt possui uma equipa de pleno direito e com experiência para a gerir. A equipa tem mais de 50 anos de experiência combinada de gestão, incluindo um histórico de sucesso no desenvolvimento, construção e operação de projectos de gás em Moçambique e as principais posições são preenchidas pelas seguintes pessoas:

Presidente do Concelho de Administração

C Langa

Coordenar a estratégia de longo prazo da empresa

Administrador Delegado

JS de Vos

Gestão geral da empresa e execução da estratégia

Administrador Delegado Adjunto

B Morgado

Conselheiro do Director Geral e gere a interacção com “stakeholders” nacionais

Administrador Técnico

D Klingenberg

Gestão técnica da empresa

Director Financeiro

N Wilkens

Gestão de finanças e financiamento

Director de Operações

MM Morgado

Gestão diária de todas as actividades operacionais

Gestor da Planta

P Rodrigues

Gestão diária das actividades da central eléctrica

Director Legal e Comercial

C Wilkens

Apoio legal e comercial

Director Financeiro Adjunto

A Mpfumo

Apoio financeiro e administrativo

Gestor de Projectos

J Wilkens

Coordenar projectos e despesas

Contacto: Tel: +258 21 486 086

Fax: +258 21 486 087

Contacto Geral

Email: info@gigawatt.co.mz

 

Endereço: Av do Zimbabwe No 688

Maputo – Moçambique

 

Website: www.gigawatt.co.mz

Grupo Visabeira atinge 1.171 milhões de euros de volume de negócios em 2021

Apesar dos fortes constrangimentos sentidos ainda devido à pandemia da Covid­19, o Grupo Visabeira teve em 2021, um forte crescimento nas suas actividades nacionais e internacionais, reforçando a sua trajectória de crescimento sustentado nas principais áreas de negócio.

O Grupo alcançou no ano passado, um marco histórico de 1.171 milhões de euros de volume de negócios consolidado, um aumento de 211 milhões de euros face ao ano anterior, traduzindo-se num crescimento de 21,9%.

O EBITDA atingiu os 183 milhões de euros, mais 17,8% do que no ano de 2020 e o resultado operacional ultrapassou os 100 milhões de euros. O resultado líquido foi de 37,9 milhões de euros, representando um aumento de 72% acima do exercício do ano anterior.

Nos mercados externos, o Grupo Visabeira mantém como principal estratégia, o crescimento das suas actividades “core” prestação de serviços de engenharia de redes de telecomunicações e energia – para os principais operadores europeus e norte-americanos reforçando a sua posição nestes mercados. Em 2021, estes mercados representam 72,6% do volume de negócios do Grupo.

Importa realçar que o crescimento por via orgânica foi o pilar principal do notável desempenho da actividade do grupo, nomeadamente na área de negócio de engenharia de redes de telecomunicações e energia.

África, ao contribuir com cerca de 102 milhões de euros, teve um peso de cerca de 9% do total do volume de negócios do Grupo Visabeira.

Em Moçambique, apesar do impacto negativo na economia do país causado por diversos factores, com destaque para a pandemia e a instabilidade na província de Cabo Delgado, o Grupo Visabeira conseguiu em 2021 aumentar o seu volume de negócios em 10,4% alavancado pelo crescimento de negócios como a electricidade (Electrotec) e imobiliária (Imovisa), mas também pela consolidação do negócio das telecomunicações (TvCabo e Televisa) e construção (Martifer-Visabeira, Sogitel e Hidroáfrica).

Sobre o Grupo Visabeira

O Grupo Visabeira é uma companhia multinacional fundada há 42 anos em Portugal, na cidade de Viseu, onde mantém a sua sede. Hoje, o Grupo desenvolve os seus negócios em Moçambique em diversas áreas de actividade, das Telecomunicações, Energia e Construção, até à Indústria e Turismo. O Grupo Visabeira tem empresas em 18 países, além de Portugal e Moçambique, designadamente em Angola, S. Tomé e Príncipe, Marrocos, Alemanha, Bélgica, Espanha, Dinamarca, França, Itália, Reino Unido, Suécia, República da Irlanda, Índia, Brasil, México e Estado Unidos da América, e está presente com os seus produtos e serviços em mais de 134 nações em quatro continentes.

Actuando em vários países, de forma autónoma ou em parceria com importantes operadores mundiais, a Visabeira Global agrega as áreas das Telecomunicações, Energia, Tecnologia e Construção, e a sua subsidiária Constructel Visabeira é hoje um dos maiores prestadores de serviços de engenharia de redes na área das telecomunicações, electricidade e gás na Europa.

Em Moçambique, e dos vários sectores da actividade económica em que o Grupo Visabeira está presente, na área da engenharia e infra-estruturas de redes de telecomunicações, assume papel de especial importância a TVCABO Moçambique, uma parceria com o operador histórico nacional: a TMCEL. A TVCABO Moçambique é uma empresa pioneira no continente africano, das primeiras no mundo e líder em Moçambique, assumindo a inovação tecnológica e a qualidade dos seus serviços como características distintivas. Ainda no âmbito das telecomunicações, a Televisa é uma empresa que trabalha com diferentes operadores e tem vindo a reforçar a sua posição de líder na expansão da rede de fibra óptica e no projecto de cobertura 4G, que continua a ser implementado em todo o território.

O sector das energias é outra importante área da actividade do Grupo Visabeira em Moçambique, merecendo menção a Eletroctec pela plêiade de competências e capacidades com que opera nas infra-estruturas de electricidade ao longo de todo o território moçambicano.

Na área da construção, a Sogitel Martifer-Visabeira, Hidroáfrica e a Edivisa são empresas de referência, operando no sector imobiliário e na execução de empreitadas de construção civil e infra-estruturas.

No comércio e serviços tem especial relevância a Mercury, empresa de trading que se dedica à importação e comercialização de um alargado leque de mercadorias, entre os quais produtos do Grupo Visabeira, como a Vista Alegre, uma das principais produtoras mundiais de porcelana e cristal premium, distinguida em 2021 com 19 prémios internacionais, e ainda o vinho Casa da Ínsua, premiado nos mais exigentes concursos de vinhos do mundo.

Na área do Turismo, destaca-se a Turvisa, que gere um universo de unidades hoteleiras como o Montebelo Indy Maputo Congress Hotel e o Montebelo Girassol Maputo Hotel e ainda o emblemático Montebelo Gorongosa Lodge & Safari e o Montebelo Milibangalala Bay Resort.

Transitex dinamiza trocas comerciais entre Moçambique e Índia

A Transitex abriu um escritório na Índia, com o objectivo de impulsionar trocas comerciais entre Moçambique e o país asiático. A empresa refere que o carvão e o feijão são alguns dos principais interesses da Índia em Moçambique.

Trata-se de um operador logístico e transitário, especializado no transporte internacional de carga porta-a-porta. Com uma nova instalação na Índia, a Transitex pretende fortificar as trocas de bens e produtos entre Moçambique e o país da Ásia.

“O objectivo da Transitex, nesta iniciativa, é contribuir para o crescimento da parceria económica entre os dois países”, refere a empresa em comunicado de imprensa.

O operador logístico revela, ainda, que o carvão e o feijão são alguns dos principais interesses da Índia em Moçambique, que exportou cerca de 1,5 milhões de toneladas para aquele país asiático só no ano passado.

Implantado em Moçambique há 13 anos, a Transitex consolidou a sua expansão no mercado nacional, fruto da forte aposta e investimento feitos entre 2019 e 2020. Hoje, a empresa conta com uma equipa de 100 colaboradores, distribuídos por Maputo, Beira, Nacala, Nampula e Pemba, apoiada por uma estrutura que inclui seis armazéns de Norte a Sul do país e uma frota rodoviária.

“A decisão de abrir uma filial em Nova Deli, capital indiana, partiu da necessidade de garantir aos clientes da Transitex a prestação de serviços de referência, através de uma equipa própria na origem e no destino da carga”, refere a direcção da empresa.

Com efeito, Nova Deli é agora a mais recente localização da empresa e é também o seu segundo escritório no continente asiático, após a sua implantação na China, em 2015.

“A Índia é um gigante em ascensão e relações comerciais com todos os países em que a Transitex está presente.  Esse facto, aliado à nossa vontade de servir os nossos clientes, leva-nos a ser ousados e a investir sem hesitação neste mercado. A abertura da Transitex Índia foi um exercício de gestão planificada e projectada em função da nossa visão para a operação”.

As projecções do operador logístico ilustram que, após a entrada na Índia, o volume de negócios da empresa podem registar um crescimento de 20% a nível global.

Todavia, a empresa realça que o mercado indiano tem estreitas relações comerciais com países nos quais a empresa já está presente, com destaque para os mercados africanos, nomeadamente, Tanzânia (em 2020, do valor total das exportações do país, 15,1% teve como destino a Índia), Moçambique, Malawi e África do Sul.

Banco Nacional de Investimento (BNI)

O Banco Nacional de Investimento é um banco de desenvolvimento estatal moçambicano. Seu objetivo é fornecer financiamento de longo prazo para empreendimentos sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento social e econômico do país.

SOBRE O BNI

As principais áreas de atuação do banco são Infraestrutura, Recursos Naturais, Energia, Agricultura, Indústria e Comércio e Transporte . O BNI também busca fortalecer a estrutura de capital de empresas privadas e o desenvolvimento de mercados de capital.

O BNI foi fundado em 2010, inicialmente estabelecido como o primeiro banco de investimento do país, através de uma joint venture entre os governos de Portugal (através da Caixa Geral de Depósitos ) e Moçambique (através da Direcção Nacional do Tesouro). Com capital inicial previsto em US $ 500 milhões, o banco foi criado para facilitar uma cooperação mais próxima entre Moçambique e Portugal, e fomentar diversos projectos, principalmente Infraestrutura, Recursos Naturais (Mineração e Hidrocarbonetos) e Energia.

Em Agosto de 2012, o BNI assumiu um papel consultivo na aquisição por parte governo de uma participação de 5% na operação de carvão da Vale (mineradora) em Moçambique.

Dado o rápido crescimento da economia moçambicana e, consequentemente, a necessidade do governo de participar no capital de projectos de Infra-estrutura e Recursos Naturais de capital intensivo, em Dezembro de 2012, a participação portuguesa, na altura detida pela Caixa Geral de Depósitos, foi adquirida pelo Estado moçambicano através da agência, IGEPE – Instituto de Gestão de Participações Estatais A partir daí, o Banco começou a concentrar-se mais no seu papel de banco de desenvolvimento, embora ainda tenha um forte braço de banca de investimento.

No final de 2013, o BNI inicia um papel importante em protocolos governamentais e acordos com bancos de desenvolvimento estrangeiros, tais como o BNDES do Brasil e o KFW da Alemanha, com o objetivo de facilitar parcerias público-privadas entre empresas estrangeiras e estatais no desenvolvimento de grandes projetos no país, bem como gestão de fundos para o efeito, como foi o caso da COFIDES da Espanha, que em outubro de 2013 destinou 75 milhões de euros a essas parcerias.

Tipo

Empresa estatal

Slogan: Abrindo caminhos para o desenvolvimento

Actividade: Banca

Fundação: 14 de Junho de 2010

Sede: Av. Julius Nyerere, 3504 Bloco A2, 4668 Maputo, Moçambique

Tel.: +258 21 498 581

Fax: +258 21 498 595

info@bni.co.mz

Proprietário(s): Governo da República de Moçambique

Pessoas-chave: Tomás Matola (Presidente Executivo)

Website official: www.bni.co.mz

BMW

BMW Marca de Veiculos alemã.
A BMW oferece os mais altos padrões de estética, dinamismo, tecnologia e qualidade.

BCI lança campanha “Vai”

O Banco Comercial de Investimento (BCI) lançou recentemente a sua nova campanha publicitária, sob o mote “Vai ou não vai. No BCI Vai”.

A comunicação conta com um spot publicitário, que tem a participação de dois conhecidos artistas moçambicanos, o DJ Ardiles e o Mr. Kuka, intérpretes da música. Veja o vídeo aqui.

O conceito criativo desta campanha, consolida o posicionamento do Banco, próximo de todos os moçambicanos e define a essência da marca BCI, que segundo o banco é detentora de maior reconhecimento nacional e internacional.

A inspiração desta campanha move-se pelo pensamento local, e usa nas peças de comunicação uma expressão bastante comum. Desta forma o BCI pretende encorajar a realização de sonhos e motivar cada um a conquistar os seus, assumindo-se dessa forma como um parceiro presente e sempre disponível.

 

 

Matola Gas Company (MGC)

SOBRE A MGC

A Matola Gas Company, SA (MGC) é uma empresa moçambicana que se dedica ao transporte, distribuição e comercialização de gás natural produzido em Moçambique que é usado como fonte de energia para o funcionamento de diversas unidades industriais na província de Maputo.

HISTÓRICO

Fundada em 2004 a Matola Gas Company, é constituída por capitais nacionais (detidos pelo Governo moçambicano através da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) e por investidores privados) e por capitais estrangeiros (detidos pela empresa sul africana GIGAJOULE INTERNATIONAL).

A empresa opera um gasoduto de transporte e distribuição de gás natural de cerca de 100 km com capacidade de cerca de 8 milhões de gigajoules de gás natural por ano, mediante um acordo de concessão estabelecido com o Governo da República de Moçambique para distribuição à província de Maputo.

O gasoduto da MGC começa em Ressano Garcia onde é ligado ao gasoduto principal proveniente dos campos de exploração de Pande e Temane com destino à África do Sul. A estação de compressão encontra-se 75 km depois, na zona de Malhampsene, onde a pressão é reduzida para 10 bar.

Actualmente o gás natural é fornecido à fábrica de alumínios da Mozal, à fábrica de cimento da Cimentos de Moçambique e outras 18 empresas localizadas na Machava e Matola (província de Maputo) que optaram pelo uso de uma energia local, mais limpa e mais eficiente, nos seus processos de produção no lugar de outros combustíveis importados. Recentemente um número maior de investidores tem adicionado aos seus projectos o uso do gás natural devido aos seus benefícios deste combustível sob pontos de vista económico e de protecção do meio-ambiente.

CONTACTO

Tel: +258 21 486 086

Fax: +258 21 486 087

Cel: +258 82 4445666

Email: admin@mgc.co.mz

Endereço: Av do Zimbabwe No 688

Sommerschield, Maputo – Mozambique

Website: www.mgc.co.mz

OPERAÇÕES

Rua da Mozal Parcela 3453

Beluluane

Matola – Moçambique

Tel: +258 730095

Email: info@mgc.co.mz