Sunday, April 19, 2026
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FUNAE anuncia 26 milhões de dólares para aumentar acesso à energia

O Fundo de Energia (FUNAE) acaba de anunciar a existência de um pacote financeiro na ordem de 26 milhões de dólares americanos, destinados a aumentar o acesso à energia e contribuir para o alcance universal até 2030.

O anúncio foi feito, pelo Presidente do Conselho de Administração (PCA) do FUNAE, António Saíde, durante a sua intervenção no painel intitulado “Encontrando o Futuro: energias renováveis na electrificação de Moçambique”, inserido nos trabalhos da 8ª Conferência e Exposição de Mineração, Petróleo e Gás, em Moçambique (MMEC2022).

Para o efeito, Saíde falou do lançamento, para breve, da facilidade de financiamento baseada em resultados destinada a promover sistemas solares residenciais e soluções de cozinha limpa, que vai aumentar o acesso à energia.

A iniciativa, segundo avançou o PCA, conta com apoio do Banco Mundial e  será na forma de subsídios, a serem concedidos com base no nível de serviço de energia, região, dificuldade de acesso a corrente, usos produtivos e género, através da facilidade. Estimativas indicam que cerca de 300 mil beneficiários serão alcançados nos próximos 4 anos, com enfoque às zonas fora da rede eléctrica nacional.

“Nós, como FUNAE, temos estado a operar com as energias renováveis. Temos estado a ser uma referência, mas queremos renovar cada vez mais aquilo que é a nossa intervenção, trazer inovação em repostas, quer em tecnologias como em abordagens”, disse António Saide.

Taxa de acesso global à energia no país ronda os 44%

Na ocasião, apontou, a título de exemplo, que 66 por cento das pessoas estão nas zonas rurais e o obejctivo do FUNAE, FP é contribuir por forma a responder aos desafios. Actualmente, a taxa de acesso global à energia no país ronda os 44 por cento, dos quais apenas seis por cento são da zona rural.

Porquanto, foi na sequência dessa realidade que o governo ao estabelecer o “Programa Energia para Todos”, que preconiza o acesso à energia parte de todos os moçambicanos, adoptou as duas abordagens. Uma dentro da rede elétrica e outra fora da rede.

Segundo o estudo denominado “roadmap para offgrid”, no quadro de esforços rumo ao acesso universal, Saide afirmou que a rede elétrica nacional alcançará uma cobertura na ordem de 68 por cento e os 32 por cento serão cobertos através de soluções energéticas fora da rede.

“Dentro do contexto das soluções fora da rede, nós encontramos aqui uma abordagem que a cobertura das mini-redes estará na ordem 13 por cento e 19 por cento para aquilo que são as soluções solares residenciais”, ressaltou Saide, acrescentando que está em curso, em todo o país, a eletrificação de 41 sedes de postos administrativos com recursos às fontes renováveis.

Nas regiões mais recônditas do país, segundo a fonte, ficou evidente que as soluções solares residenciais constituem a solução a adoptar. O financiamento constitui uma janela de oportunidades no já fértil mercado de energias renováveis.

O FUNAE é uma instituição pública cuja missão é promover maior acesso à energia de forma sustentável e racional, que contribua para o desenvolvimento económico e social do país. A sua visão é tornar-se numa instituição de referência na disseminação e promoção de fontes alternativas de energia e na eletrificação rural.

 

 

Obras da Central Térmica de Beluluane arrancam em 2023

As obras de construção da Central Térmica de Beluluane, com capacidade para gerar 2000 Megawatts (MW) de energia por ano, vão arrancar em meados do próximo ano (2023), segundo revelou o coordenador do projecto, Marco Morgado, a margem da Conferência e Exposição de Minas, Petróleo e Energia de Moçambique (MMEC 2022).

A construção estava prevista para arrancar no presente ano, mas este atraso não vai afectar o inincio das operções. Será igualmente adiado o arranque do projecto de Gás da Companhia de Beluluane (BGC, sigla em inglês), que prevê a importação anual de 200 milhões de Toneladas Métricas (TM) de Gás Natural Liquefeito (GNL), para o consumo e geração de energia eléctrica, para o país e a região.

“As obras não irão arrancar este ano. Tivemos um ligeiro atraso. Iniciam em meados do próximo ano (2023), mas isso não afecta a previsão de início de operações em 2026”, afirmou Marco Morgado.

Morgado justifica o adiamento pela demora na tomada da decisão final do investimento do projecto, que deve acontecer até ao fim do ano em curso, enquanto se termina a assinatura de contratos de fornecimento de GNL.

“O que contribuiu para a demora é o facto de estarmos a finalizar os contratos de fornecimento de gás natural. Estabelecemos contactos com alguns tomadores, houve algum atraso da decisão, mas estamos prontos para iniciar em 2026”, afirmou.

A previsão de que os projectos iriam arrancar em meados deste ano foram anunciadas a 28 de Novembro de 2019, durante a assinatura, entre a operadora de infra-estruturas de gás natural na região da África Austral, Gigajoule e a petrolífera francesa Total de um acordo de desenvolvimento conjunto para a importação anual de 200 milhões de TM de GNL para o consumo e geração de energia eléctrica a partir da Central Térmica de Beluluane, em projecção.

Centro de negócios para promoção das PME’s na Beira

A cidade da Beira, em Sofala, conta com um centro de negócios destinado à promoção de Pequenas e Médias eEmpresas (PME‘s).

A abertura do centro coincidiu com o lançamento do projecto ANCORA, cujo objectivo é criar o desenvolvimento integrado através do Turismo.

A iniciativa prevê, numa primeira fase, a construção de um complexo hoteleiro no distrito do Búzi, nas redondezas do santuário de Mwenhe Mukuru.

Para o governador de Sofala, Lourenco Bulha, o projecto Ancora marca o começo de uma nova era no sector turístico e referiu-se ao impacto que se espera com a conclusão da asfaltagem da estrada Tica-Búzi.

Empresários sul-africanos pretendem explorar potencialidades da província de Gaza

Uma missão empresarial, da província sul-africana de Limpopo, vai escalar em breve a província de Gaza, no âmbito da parceria e cooperação económica, existente entre as duas regiões.

Trata-se de homens de negócios, que pretendem explorar as diversas potencialidades económicas de que a província de Gaza dispõe, sobretudo na agro-pecuária e indústria processadora.

A Governadora de Gaza, disse que os investidores sul-africanos, poderão instalar igualmente na província, indústrias de embalagens para diversos produtos manufacturados.

Margarida Mapanzene Chongo anotou que com a vinda de empresários sul-africanos, pretende-se pôr em prática os acordos alcançados há cerca de dois meses, pelas duas províncias, aquando da visita da delegação de Gaza, à província sul-africana do Limpopo.

Gás natural coloca Moçambique num lugar privilegiado no mercado global

O Director de Projectos e Desenvolvimento, no Instituto Nacional de Petróleo, Nazário Bangalane, defende que o gás natural de Moçambique pode ser usada como alternativa no processo de transição energética mundial.

Nazário Bangalane falava à Rádio Moçambique após participar num painel que discutiu em Estocolmo, na Suécia, o tema “Transição Justa- O Caminho para um planeta saudável para a prosperidade de Todos”.

“Estudos apontam que o gás natural, na verdade, continuará a jogar um papel fundamental durante um período considerável, tomando em consideração que estamos perante um hidrocarboneto menos poluente. Portanto as grandes descobertas de gás natural na bacia do Rovuma asseguram um lugar privilegiado para Moçambique no mercado global e é oportuna a sua comercialização, usando esta janela de transição energética que está sendo falada a nível mundial e principalmente aqui nesta a conferência de Estocolmo”, afirmou.

Bangalane referiu ainda que as companhias petrolíferas que operam em Moçambique aderiram às iniciativas globais para a eliminação ou redução de emissão de carbono para a atmosfera.

Um relatório da empresa de pesquisa Bloomberg, refere que o investimento global na transição energética totalizou o recorde de setecentos e cinquenta e cinco bilhões de dólares em 2021.

O mesmo documento sublinha que para se alcançarem os objectivos de neutralidade de carbono, os investimentos devem ser triplicados  até dois mil e vinte e cinco.

A Conferência Internacional do Clima, de  Estocolmo, evento co-organizado pelos governos do Quénia e da Suécia, terminou esta sexta-feira.

Mais de 80 mil sistemas solares domésticos foram montados no país

No âmbito da implementação do Programa BRILHO, a SNV Moçambique atingiu até ao primeiro trimestre de 2022 a instalação de mais de 81.000 sistemas solares domésticos e perto de 30.000 soluções de cozinha melhorada do Rovuma a Maputo, representando um total de 550.000 moçambicanos, em todas as províncias, com acesso à energia eléctrica e térmica.

Estes dados foram apresentados por Javier Ayala, Líder do Sector de Energia da SNV Moçambique e Gestor do programa BRILHO, no Centro de Conferências Joaquim, durante a 8ª Edição da Conferência e Exposição de Mineração, Petróleo e Gás e Energia de Moçambique (MMEC),

A SNV acredita que o sector privado tem um papel crucial para atingir o objectivo do acesso universal à energia até 2030. Neste sentido, apoia financeiramente e tecnicamente iniciativas de negócio de forma a mitigar o risco e acelerar as iniciativas empresariais que têm por objectivo obter retornos comerciais competitivos e fornecer soluções energéticas acessíveis e qualidade em mercados emergentes fora da rede.

O Programa BRILHO como parte do seu mandato apoia a criação e melhoria do ambiente de negócios no sector de energia fora da rede. Em 2021, o programa sob a liderança do Governo de Moçambique (GdM), representado pelo MIREME, ARENE e FUNAE, apoiou o desenvolvimento do primeiro Regulamento de Acesso à Energia Fora da Rede de Moçambique, aprovado pelo Presidente e Conselho de Ministros através de um decreto nacional em 14 de setembro de 2021. Actualmente os esforços do programa, nesta área, estão focados na elaboração e operacionalização de regulamentos técnicos complementares.

Lançado em 2019, o programa conta com o financiamento de cerca de £29,3 milhões do Foreign, Commonwealth & Development Office (FCDO) do Reino Unido e a Agência Sueca de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (SIDA) e visa estimular o fornecimento ao sector privado de produtos energéticos de qualidade e a preços acessíveis fora da rede e serviços para melhorar a vida das pessoas de baixos rendimentos em Moçambique.

Espera-se que com programa até 2024, Moçambique tenha acesso à energia de qualidade através de: Soluções de Cozinha melhoradas, incluindo cozinhas de biomassa melhoradas, biogás, etanol e fogões eléctricos, beneficiando 975.000 pessoas; Soluções de Eletrificação Fora da Rede, incluindo Sistemas Solares Domésticos (SHS) e Mini-Redes Verdes (GMG), beneficiando 920.000 pessoas; E Utilização produtiva de soluções energéticas fora da rede, beneficiando 17.000 pequenas empresas comerciais.

Sobre a SNV Moçambique

SNV, Organização Holandesa de Desenvolvimento é uma ONG que trabalha directamente com comunidades vulneráveis bem com governo e com sector privado em 24 países, com objectivo de aumentar a renda das pessoas e o acesso a serviços básicos nos sectores de Agricultura, Energia e água. Presente em Moçambique desde 1995, a SNV já impactou mais de 6 milhões de pessoas em todo país.

Implementado por a SNV, o BRILHO é um programa de 5 anos, com cobertura nacional, que catalisará o mercado energético fora da rede em Moçambique, promovendo e apoiando iniciativas de negócio que podem fornecer soluções energéticas limpas e acessíveis à população e às empresas, de forma competitiva e sustentável. O BRILHO é financiado pelo Foreign, Commonwealth & Development Office (FCDO) e a Agência Sueca de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (SIDA).

Empresários moçambicanos querem parcerias do sector privado norte-americano

Empresários moçambicanos buscam parcerias do sector privado norte-americano de modo a viabilizar vários projectos de investimento, avaliados em cerca de 43 milhões de dólares, no país.

É com os olhos postos no alcance deste objectivo que empresários moçambicanos, representados pela Associação de Jovens Empreendedores (ANJE) tomaram parte na Conferência Mundial de Franchising, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.

O Presidente da ANJE, Lineu Candeeiro, diz que, nesta perspectiva, uma delegação de empresários norte-americanos estará, em Moçambique, este semestre, para avaliar as condições de investimento de modo a que sejam firmadas as referidas parcerias.

Lineu Candeeiro diz que a maioria dos projectos existentes são de jovens empresários que pretendem implantar ou representar marcas e produtos norte-americanos, em Moçambique.

A Conferência Mundial de Franchising reuniu, em Nova Iorque, representantes de mais de duzentas marcas de todo o mundo para a partilha de experiências sobre a cedência de patentes.

Petróleo e gás: Moçambique poderá colectar em receitas até 100 biliões de dólares

A representante do Instituto Nacional de Petróleos (INP),  Natália Camba, falando na Conferência e Exposição sobre Mineração, Petróleo, Gás e Energia, avançou que num horizonte de 20 anos, Moçambique poderá colectar, em receitas, até 100 biliões de dólares.

Camba defende que  o sector bancário deve criar linhas de crédito bonificadas, para que as Pequenas e Médias Empresas (PME) consigam responder às oportunidades no sector de petróleo e gás.

Só nos últimos anos, o sector angariou cerca de 50 biliões de dólares e o apetite das PME em relação às oportunidades na indústria do petróleo e gás é cada vez maior.

O Instituto Nacional de Petróleos, convida ainda os bancos a financiarem, activamente, as empresas nacionais, para que sejam elegíveis a fazer parte da cadeia do gás natural.

“O crédito é elevado, então a banca tem um papel importante neste processo de acesso ao financiamento, e há muitas opções levadas a cabo por muitas entidades em que a banca participa, criando alguns fundos de maneio”, esclareceu a representante do INP.

ENI: Gás da Coral Sul já no segundo semestre deste ano

De acordo com o Director Técnico da ENI, Ivan Codgnotto a implementação do projecto Coral Sul está a decorrer de acordo com o plano original e o Gás começará a ser carregado no segundo semestre deste ano.

Numa apresentação que decorreu no passado dia 2 de Junho, durante a conferência MMEC o Director Técnico da ENI, fez um ponto de situação muito positivo relativamente ao calendário de implementação do projecto Coral FLNG.

“Nem os desafios que a pandemia trouxe a todos os níveis, atrasaram as operações nos diversos países”, o que segundo o representante ”demonstra a resiliência da parceria do consórcio da Área 4 liderado pela ENI”, acrescentou.

“Tivemos diversas dificuldades nos últimos anos passados, mas apesar disso o projecto manteve-se dentro dos prazos definidos”, referiu Codognotto. “Estamos comprometidos a entregar Gás na segunda metade de 2022”, prometeu, referido ainda o papel importante que teve o apoio do Governo de Moçambique, as Autoridades e do Povo Moçambicano.

Consórcio da Área 4

O consórcio de exploração da Área 4, num campo de 13.235 km² em águas ultra-profundas é composto pelas seguintes entidades e percentagens:

O projeto Coral Sul

O projecto Coral Sul consiste na construção de uma unidade flutante de liquefacção de gás natural (FLNG) que será alocada na parte sul da descoberta de Coral, a qual está exclusivamente localizada na Área 4, que contém cerca de 16 tcf de gás natural.

A unidade flutuante terá uma capacidade superior a 3,4 milhões de toneladas por ano (mtpa) de gás natural liquefeito (GNL), e será conectada a seis poços.

A Decisão Final de Investimento (FID) no projecto foi tomada pelo consórcio em 2017, tendo os parceiros assinado o contrato de Engenharia, Aprovisionamento, Construção, Instalação e Comissionamento (EPCIC) para a unidade FLNG com o consórcio TJS (Technip, JGC, Samsung).

O investimento total para o desenvolvimento upstream e midstream é estimado em $7 mil milhões (bn) e o início da produção é esperado para o segundo semestre de 2022. O consórcio para a Área 4 assegurou ainda o financiamento do projeto no montante de $5 bn, com um sindicato de ECAs (export credit agencies) e instituições financeiras internacionais.

Em Outubro de 2016, o consórcio assinou um acordo com a BP para a venda do total de volumes produzidos através da unidade FLNG em Coral Sul, por um período de 20 anos.

Milestones do projecto Coral Sul

Outubro de 2016, o consórcio assinou um acordo com a BP para a venda do total de volumes produzidos através da unidade FLNG em Coral Sul, por um período de 20 anos;

  • Decisão final de Investimento foi alcançada em Junho de 2017;
  • Construção da instalação FLNG teve início em Setembro de 2018, na Coreia do Sul;
  • Simultaneamente decorriam actividades de perfuração de 6 poços em águas ultra-profundas (2000 metros) em Moçambique;
  • A plataforma FLNG chegou a águas territoriais moçambicanas a 3 de Janeiro;
  • Processo de ancoragem completa no iníco de Março de 2022;
  • O comissionamento offshore está em progresso;
  • Conexão dos tubos flexíveis e umbilicais dos poços concluída em Maio;
  • Primeiro carregamento de GNL previsto para segundo semestre de 2022.

Campo Coral Números

  • 2012 (Maio) – descoberta do campo Coral
  • 85 Triliões de ft3 (2.4 Triliões de m3)
  • 1º Projecto FLNG em águas profundas no mundo
  • 8 Bilhões de USD de investimento
  • 1,500m and 2,300m de profundidade
  • 150 milhas (241.4km) noroeste de Pemba
  • 30 milhas (48.2km) da costa de Moçambique

A plataforma flutuante Coral FLNG:

  • 432 metros de comprimento
  • 66 m de largura
  • 220.000 Toneladas
  • Acomoda até 350 pessoas
  • Processa até 3.4 MPTA

Recursos

Standard Bank é a marca mais valiosa de África

O Standard Bank foi, recentemente, nomeado como a marca bancária mais valiosa de África, em 2022, no ranking anual do Brand Finance referente às 500 marcas bancárias mais fortes do mundo.

Todos os anos, a Brand Finance põe à prova as 5.000 maiores marcas e publica cerca de 100 relatórios, classificando-as em diferentes sectores e países, sendo que as 500 marcas bancárias mais valiosas e mais fortes do mundo estão incluídas no ranking anual da Brand Finance Banking 500.

O administrador-delegado do Standard Bank em Moçambique, mostrou-se satisfeito com o desempenho da marca, uma vez que “destaca o trabalho árduo empreendido, ao longo dos últimos anos, para reformular radicalmente o nosso modelo de negócio e transformar as experiências dos clientes”.

Segundo este, o Standard Bank tem investido fortemente em tecnologias disruptivas para disponibilizar aos clientes soluções bancárias, de gestão de activos e de seguros, que lhes permitam alcançar os seus objectivos e ambições únicos.

Em 2019, o Standard Bank iniciou uma viagem que redefiniu fundamentalmente o seu negócio. Ao empreender uma transformação pronta para o futuro e a expansão para uma plataforma de negócios, introduziu também um reposicionamento abrangente da marca, o primeiro em 10 anos, culminando com o lançamento da promessa de marca ‘É possível’ em 2020.

“O posicionamento da nossa marca está alinhado à ambição da nossa organização de transformar as experiências dos clientes com base nas suas perceções”, disse, ajuntando que “os nossos colaboradores estão inspirados e empenhados em fornecer soluções e experiências que são importantes e criam valor para os clientes”.