O empresariado nacional está alarmado pela decisão das autoridades da União Europeia de suspender as ligações aéreas com os países da África Austral, em geral, e Moçambique, em particular.

Numa altura em que tentava se reerguer de cerca de dois anos de produtividade baixa, por causa das restrições impostas pela pandemia da COVID-19, as novas medidas fazem soar os alarmes e mostram sinais de dias piores pela frente.

Em conferência de imprensa proferida nesta quarta-feira (1), a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) considera a decisão como desmedida e pede que seja rapidamente revertida.

“Condenamos esta decisão, que demonstra um extremar de posições, numa altura em que não havia razões claras e objectivas para tal medida,” disse Eduardo Sengo, director executivo da CTA.

Pelas contas da CTA, tudo o que estava previsto, em termos de receitas e produtividade económica está agora posto em causa e vai deitar por terra, tudo o que era a planificação financeira.

De acordo com analistas, o turismo, cujo pico tem sido mesmo no mês de Dezembro, vai, mais uma vez, ser o mais afectado.

FONTEVOA

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