Wednesday, September 30, 2026
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Bushfire Festival 2024: Celebrating African music

The MTN Bushfire Festival 2024, held in the Kingdom of Eswatini, is one of Africa’s most vibrant and impactful cultural events. This festival not only celebrates cultural and artistic diversity, but also generates a significant economic impact, creating employment opportunities and local businesses.

Economic Impact and Job Creation

MTN Bushfire attracts approximately 20,000 participants from over 60 countries, which directly stimulates tourism and the local economy. The festival provides numerous temporary jobs in the areas of security, logistics, hospitality, and food services. In addition, the event provides platforms for local artisans and farmers to sell their products, strengthening the local economy and promoting regional entrepreneurship.

In terms of investment, organizing the festival involves substantial costs including infrastructure, security, and promotion, but the returns are impressive. The presence of major brands such as Corona, Heineken, MTN, and Jägermeister shows the relevance of the event for marketing strategies, with these brands taking the opportunity to interact directly with a diverse audience.

Business opportunities

The festival is a showcase for various businesses. In addition to the big sponsors, small entrepreneurs and local artisans have the chance to exhibit and sell their products to an international audience. This environment creates a virtuous cycle where profits are reinvested in the community, promoting sustainable development and social inclusion. The festival also encourages tourism, with visitors spending on accommodation, food and other tourist activities, generating substantial revenue for the region

Organization and Partnerships

The organization of MTN Bushfire is praised for its efficiency and innovation. The event uses a conscious and responsible approach, donating 100% of profits to local charities such as Young Heroes and Gone Rural boMake, which help orphans and rural women respectively. This corporate social responsibility reinforces the positive image of the brands associated with the event

Impact on tourism

The impact on tourism is significant. During the festival, demand for accommodation and other tourist services increases considerably, providing a vital financial injection into the local economy. Studies show that events of this level can generate millions of dollars in tourism revenue, benefiting the sector’s entire value chain.

The Importance of a Similar Festival in Mozambique

Implementing a similar festival in Mozambique could bring similar benefits. The country has a rich cultural heritage and beautiful natural scenery that could attract international tourists. An event of this magnitude would not only promote Mozambican culture globally, but would also generate jobs and stimulate the local economy. In addition, it could attract investment from major brands and create an environment conducive to local entrepreneurship, replicating the success seen at MTN Bushfire.

Therefore, holding a cultural and artistic festival in Mozambique has the potential to transform the local economy, promote social inclusion and put the country on the map of major international events, following the successful example of the MTN Bushfire in Eswatini. Would local brands and companies be willing to sponsor such an event in Mozambique?

Samsung Heavy Industries pretende construir a plataforma flutuante na Bacia do Rovuma

Plataforma

Moçambique está prestes a dar um passo significativo na indústria de gás, com a construção da segunda plataforma flutuante para extracção de gás liquefeito na Bacia do Rovuma. Um acordo firmado entre a Samsung Heavy Industries, da Coreia do Sul, e o Governo moçambicano durante a visita do Presidente Filipe Nyusi ao país, foi anunciado pelo jornal O País nesta Segunda-feira, 3 de Junho.

O encontro entre Filipe Nyusi e o vice-presidente da Samsung Heavy Industries, Young Kyu Han, resultou na decisão de construir a segunda plataforma flutuante de exploração de gás liquefeito, seguindo o sucesso da primeira plataforma já instalada em Cabo Delgado.

A nova plataforma, construída em colaboração com a Technique da França e a JDC do Japão, terá uma capacidade anual de produção de 3,4 milhões de toneladas métricas. No entanto, o início das obras está sujeito à aprovação dos planos de desenvolvimento pelo Governo de Moçambique.

O vice-presidente da Samsung Heavy Industries expressou sua expectativa em relação à aprovação dos planos de desenvolvimento, indicando que, se aprovados neste semestre, a construção da plataforma poderia começar já no terceiro trimestre de 2024.

Além da construção da plataforma, outras possibilidades de cooperação entre a Samsung e Moçambique foram discutidas, com foco na indústria pesada. A Samsung, uma empresa renomada na construção naval e de plataformas flutuantes, demonstrou interesse em expandir sua presença no país.

O encontro entre o Presidente Nyusi e representantes da DAEWO, também envolvidos no projecto de exploração de gás, e da Kogas, empresa parceira na Área 4 da bacia do Rovuma, demonstra o compromisso contínuo de Moçambique em promover investimentos e desenvolvimento no sector de energia.

Samsung Heavy Industries plans to build floating platform in the Rovuma Basin

Plataforma

Mozambique is about to take a significant step forward in the gas industry, with the construction of a second floating platform for the extraction of liquefied gas in the Rovuma Basin. An agreement signed between Samsung Heavy Industries, from South Korea, and the Mozambican government during President Filipe Nyusi’s visit to the country, was announced by the newspaper O País on Monday, June 3.

The meeting between Filipe Nyusi and the vice-president of Samsung Heavy Industries, Young Kyu Han, resulted in the decision to build the second floating liquefied gas exploration platform, following the success of the first platform already installed in Cabo Delgado.

The new platform, built in collaboration with Technique of France and JDC of Japan, will have an annual production capacity of 3.4 million metric tons. However, the start of construction is subject to approval of the development plans by the Mozambican government.

The vice-president of Samsung Heavy Industries expressed his expectations regarding the approval of the development plans, indicating that, if approved this semester, construction of the platform could begin as early as the third quarter of 2024.

In addition to the construction of the platform, other possibilities for cooperation between Samsung and Mozambique were discussed, with a focus on heavy industry. Samsung, a renowned company in shipbuilding and floating platforms, has shown interest in expanding its presence in the country.

The meeting between President Nyusi and representatives of DAEWO, also involved in the gas exploration project, and Kogas, a partner company in Area 4 of the Rovuma basin, demonstrates Mozambique’s ongoing commitment to promoting investment and development in the energy sector.

Kogas reafirma compromisso de investimento no projecto de GNL na Bacia do Rovuma

Kogas

A presidente do Conselho de Administração (PCA) da companhia petrolífera sul-coreana Kogas, Yeon-Hye Choi, manifestou  o seu compromisso de continuar a investir no projecto de exploração e produção de gás natural liquefeito (GNL) em curso na Área 4 da bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique.

Intervindo após um encontro com o chefe do Estado, Filipe Nyusi, em Seul, capital da Coreia do Sul, a responsável avançou que a região onde está implantado o projecto está estável em termos de segurança, acrescentando que teve uma interacção “muito frutífera”, durante a qual ambas as partes compartilharam uma grande visão para o futuro.

Já o vice-ministro dos Recursos Minerais e Energia, António Saíde, que também participou na reunião, explicou que as partes avaliaram o progresso dos projectos na Área 4 e transmitiram, com muita clareza, o que se fez na área de segurança ao nível da região onde a Kogas é parceira.

“A Kogas afirmou estar confiante no mercado moçambicano porque pode contribuir para a estabilidade energética a nível mundial, daí que vão continuar neste projecto de gás natural”, frisou.

O responsável fez saber que as partes também abordaram o desenvolvimento do projecto de distribuição de gás natural canalizado nas cidades da Matola e Maputo e, neste contexto, reiterou-se o compromisso de continuar a trabalhar com a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

“Aquilo que foi projectado para canalização doméstica andava na ordem das 500 ligações, mas já foram realizadas cerca de 350, sendo que queremos acreditar que as restantes poderão ser feitas nos próximos tempos”, frisou.

Ao nível dos grandes consumidores, Saíde referiu a existência de 30 indústrias ligadas à rede de distribuição de gás natural, sublinhando que “o Governo introduziu um novo paradigma para o aproveitamento do gás natural canalizado, que consiste na provisão de gás natural no desenho de futuras infra-estruturas e cidades que o País vai desenvolver, ara garantir que sejam incorporados estes projectos”.

A Kogas é parceira na Área 4 da bacia do Rovuma, operada pela Mozambique Rovuma Venture (MRV), em co-propriedade com a ExxonMobil, Eni e CNPC (China), que detém 70% de interesse participativo no contrato de concessão. A Kogas, Galp e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos detêm, cada, uma participação de 10%.

Kogas reaffirms commitment to invest in Rovuma Basin LNG project

Kogas

The Chairwoman of the Board of Directors of South Korean oil company Kogas, Yeon-Hye Choi, expressed her commitment to continue investing in the liquefied natural gas (LNG) exploration and production project underway in Area 4 of the Rovuma basin, in Cabo Delgado province, northern Mozambique.

Speaking after a meeting with the head of state, Filipe Nyusi, in Seoul, the capital of South Korea, she said that the region where the project is located is stable in terms of security, adding that they had a “very fruitful” interaction, during which both parties shared a great vision for the future.

The Deputy Minister for Mineral Resources and Energy, António Saíde, who also took part in the meeting, explained that the parties assessed the progress of the projects in Area 4 and conveyed very clearly what had been done in the area of security in the region where Kogas is a partner.

“Kogas said it was confident in the Mozambican market because it can contribute to energy stability worldwide, which is why they are going to continue with this natural gas project,” he said.

The official said that the parties also discussed the development of the piped natural gas distribution project in the cities of Matola and Maputo and, in this context, reiterated their commitment to continue working with the National Hydrocarbons Company (ENH).

“What was planned for domestic plumbing was around 500 connections, but around 350 have already been made, and we want to believe that the rest can be made in the near future,” he said.

In terms of large consumers, Saíde mentioned the existence of 30 industries connected to the natural gas distribution network, stressing that “the government has introduced a new paradigm for the use of piped natural gas, which consists of providing natural gas in the design of future infrastructures and cities that the country is going to develop, to ensure that these projects are incorporated”.

Kogas is a partner in Area 4 of the Rovuma basin, operated by Mozambique Rovuma Venture (MRV), in co-ownership with ExxonMobil, Eni and CNPC (China), which holds a 70% stake in the concession contract. Kogas, Galp and Empresa Nacional de Hidrocarbonetos each hold a 10% stake.

Fórum de Negócios Moçambique – Itália promove oportunidades de investimentos para empresas moçambicanas

O BCI acolheu, nesta segunda-feira, 3 de Junho, no seu auditório, em Maputo, o Fórum de Negócios Moçambique – Itália, um encontro empresarial que promoveu intercâmbio e exploração de oportunidades de investimentos entre as empresas moçambicanas e italianas de diversos sectores, sendo de destacar os de energia, infraestruturas, logística, construção civil e agricultura.

Como referiu o Presidente da Câmara de Comércio Moçambique Itália (CCMI), Simone Santi, o evento envolveu 15 empresas novas que vêm a Moçambique, com 18 participantes, juntando-se às cerca de 30 empresas italianas já presentes no país, na sua maioria membros da CCMI.

“Só as que participam nesta missão empresarial, calculando o volume de produção do ano passado (2023), acumulam um valor de US 91,889 milhões”, disse, considerando que se trata de um grupo de empresas que representa a maior parte do sector industrial, empresarial e tecnológico italiano.

Do conjunto de quatro painéis, o BCI integrou o segundo, que discutiu a inovação de conteúdo local e financiamento para a criação de valor em Moçambique. Na ocasião, o Administrador do Banco, Raul Almeida, fez uma abordagem sobre a pertinência deste fórum e das perspectivas que se abrem para os dois países, tendo reiterado o continuado apoio do Banco ao tecido empresarial.

“Do nosso lado, o que podemos dizer é que estamos preparados”. Se houver oportunidade de mais negócio, mais investimento, seguramente o BCI vai contribuir para o desenvolvimento do país, concluiu o administrador do BCI.

Intervindo, o Secretário Permanente do Ministério dos Recursos Minerais e Energia, António Manda, considerou que entre os grandes projectos electrónicos do país podem ser identificadas as maiores oportunidades para a transição energética limpa na África Austral, resultando em reduções de emissões de 25 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.

Desafiou, assim, o sector privado a dar o seu contributo no estabelecimento de infraestruturas que apoiem na concretização deste desiderato, designadamente no que diz respeito às infraestruturas internacionais de ligação: “esperamos que este Fórum reflicta sobre estes desafios e traga respostas sobre o financiamento aos projectos estruturantes, e apelamos à participação das pequenas e médias empresas de forma competitiva”.

Missão Empresarial – Moçambique Houston, Lousiana e Washington DC

Os EstadosUnidosdaAmérica, EUA, têm se tornado, cada vez mais, um parceiro estratégico, tanto em comércio, assim como em investimentos. As exportações para os Estados Unidos cresceram cerca de 37% nos últimos 5 anos. Hoje, abre-se um novo quadro de oportunidades alavancadas pelas perspectivas dos investimentos no sector energético que podem ascender 46 biliões de dólares, do programa dos dois Governos, o MillenniumChallengeAccount MCA estimado em 500 milhões de dólares e a continuidade do AGOA.

Estes eventos, motivaram a CTA, em parceria com a Câmara de Comércio Moçambique – EUA (CCMUSA) e a ExxonMobil, a realizar a Missão Empresarial aos EUA, de 18 a 22 de Novembro próximo.

Concretamente, a delegação irá escalar Houston, Louisiana e WashingtonDC, onde para além do Business Forum EUA-Moçambique, está programado:
·       Visita à base da Exxon Mobil
·       Reuniões com fornecedores do sector energético, com destaque da Exxon Mobil
·       Visita ao local de construção da plataforma modular de LNG
·       Encontros com investidores em biocombustíveis e matérias-primas relacionadas
·       Reuniões com entidades financeiras do sector de Petróleo e Gás
·       Reuniões com entidades governamentais

Não perca esta oportunidade de gerar novas parcerias, oportunidade de procurement e representação de marcas em sectores de Petróleo e Gás, Agroindústria, Transporte e Logística, Energias Renováveis, Finanças e Serviços.

Inscrição: https://bit.ly/4dWe1ZO

Puma Energy confirma avanços na redução da dívida do governo moçambicano

Puma Energy confirma avanços na redução da dívida do governo moçambicano

O director-geral da Puma Energy Moçambique, Danilo Correia, garantiu que o Governo está em processo de pagamento da dívida acumulada com as petrolíferas responsáveis pela importação e distribuição de combustíveis líquidos no país.

Durante uma conferência de imprensa dedicada à apresentação de um relatório sobre segurança energética e desenvolvimento de infra-estruturas, Correia explicou que a dívida, que atingiu seu pico em Março de 2021 devido aos efeitos da guerra entre Rússia e Ucrânia, está sendo reduzida significativamente. O montante devido à empresa que ele lidera já diminuiu consideravelmente, passando de 50 milhões de dólares para 14 milhões.

O director-geral expressou confiança de que, se os preços internacionais se mantiverem estáveis nos próximos meses, a dívida poderá ser totalmente resolvida em breve. Ele destacou o trabalho colaborativo entre o Governo e as empresas nos últimos meses como um factor-chave nesse progresso.

Além disso, Correia enfatizou que o processo de pagamento da dívida não está limitado à Puma Energy, mas se estende a todas as petrolíferas envolvidas, reconhecendo que cada caso é único.

Em Março do ano passado, a Confederação das Associações Económicas (CTA) de Moçambique relatou um aumento significativo na dívida do Governo com as empresas petrolíferas, saindo de 120 milhões para cerca de 450 milhões de dólares. Este cenário preocupante foi identificado como uma ameaça à estabilidade financeira do sector.

A falta de resolução para essa dívida já resultou no colapso de algumas importadoras. Em Abril de 2022, a Associação Moçambicana de Empresas Petrolíferas afirmou que pelo menos 15 das 30 empresas associadas foram afectadas pela dívida relacionada ao conflito entre Rússia e Ucrânia.

Puma Energy confirms progress in reducing Mozambican government debt

Puma Energy confirma avanços na redução da dívida do governo moçambicano

The managing director of Puma Energy Mozambique, Danilo Correia, assured that the government is in the process of paying off the debt accumulated with the oil companies responsible for importing and distributing liquid fuels in the country.

During a press conference dedicated to the presentation of a report on energy security and infrastructure development, Correia explained that the debt, which peaked in March 2021 due to the effects of the war between Russia and Ukraine, is being significantly reduced. The amount owed to the company he leads has already fallen considerably, from 50 million dollars to 14 million.

The managing director expressed confidence that, if international prices remain stable in the coming months, the debt could soon be fully resolved. He highlighted the collaborative work between the government and companies in recent months as a key factor in this progress.

In addition, Correia emphasized that the debt payment process is not limited to Puma Energy, but extends to all the oil companies involved, recognizing that each case is unique.

In March last year, Mozambique’s Confederation of Economic Associations (CTA) reported a significant increase in the government’s debt to oil companies, from 120 million to around 450 million dollars. This worrying scenario has been identified as a threat to the sector’s financial stability.

The lack of resolution to this debt has already resulted in the collapse of some importers. In April 2022, the Mozambican Association of Oil Companies said that at least 15 of its 30 member companies were affected by debt related to the conflict between Russia and Ukraine.

Moçambique registou um aumento na transferência de recursos para as comunidades hospedeiras 

Mineracao

Moçambique testemunhou um notável aumento nas transferências de recursos para suas províncias, conforme indicado pelos dados mais recentes. Em particular, a província de Tete se destacou, com um aumento impressionante de 8,1 milhões de meticais em 2022 para 23,8 milhões de meticais em 2023. Cabo Delgado também registou um crescimento significativo, com as transferências subindo de 12,3 milhões de meticais para 23,6 milhões no mesmo período.

No entanto, é notável que a província de Maputo continua a receber quantias relativamente baixas, com apenas 500 mil meticais em 2023, em comparação com os 300 mil meticais em 2022.

Este aumento nas transferências está em consonância com disposições legais importantes, como o artigo 20 da Lei n.º 20/2014 (Lei de Minas) e o artigo 48 da Lei n.º 21/2014 (Lei de Petróleos). Esses artigos estipulam a devolução anual de 2,75% do Imposto sobre a Produção Petrolífera e Mineira às comunidades impactadas pelos projectos da indústria extractiva. Os valores transferidos foram calculados com base nas receitas de 2021, demonstrando o compromisso do Governo em promover o desenvolvimento sustentável e em beneficiar directamente as comunidades locais.

Além disso, essa medida ressalta o esforço contínuo para garantir que os benefícios da indústria extractiva alcancem as comunidades afectadas, contribuindo para uma distribuição mais equitativa da riqueza gerada por esses sectores.