Tuesday, April 21, 2026
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Grindrod Limited profits up 29%

A empresa Grindrod Limited, registou um crescimento de 29% em 2023

JSE-listed freight logistics company Grindrod Limited has released its results for the financial year ended December 31, 2023, highlighting a solid performance despite the challenging macroeconomic environment.

During the period, Grindrod recorded a significant increase in profits from its core operations, with growth of 29%, totaling 1.4 billion rand. In addition, EBITDA reached 2.5 billion, representing an increase of 16% on the previous year. Shareholders also benefited, with a substantial increase in the annual dividend to 72.4 cents per share.

The port of Maputo, operated by Grindrod, reached volumes corresponding to 12.6 million tons, representing growth of 28% compared to the previous period.

The extension of the concession to operate the Port of Maputo until 2058 was confirmed and formally granted by the Government of Mozambique in February 2024, reflecting positively on the sustainability of port operations.

Despite the challenges in the markets, Grindrod’s Logistics segment posted solid results, driven by continued growth in the ship agency, clearing and forwarding businesses. The company also highlighted a positive outlook for rail transportation in the short and medium term.

Xolani Mbambo, CEO of Grindrod Limited, emphasized the importance of the cost-effectiveness of the company’s integrated logistics solutions in sustaining customer growth in a challenging business environment.

Houve redução nas tarifas das telecomunicações, segundo o INCM 

Houve redução nas tarifas das telecomunicações, segundo o INCM 

O porta-voz da Autoridade Reguladora das Comunicações (INCM), Massingue Apala, esclareceu recentemente em entrevista concedida à Televisão de Moçambique (TVM), que os preços das telecomunicações no país não aumentou, mas sim reduziu. Segundo Apala, a aprovação da Resolução n° 1/BR/CA/INCM/2024 resultou em uma redução nos preços dos serviços de telecomunicações, onde o custo por megabyte diminuiu de um metical para 0,72 cêntimos.

Apala argumentou que as tarifas actualmente praticadas estão abaixo do custo de serviço, refutando assim as informações divulgadas por alguns órgãos de comunicação social de que os serviços de internet e voz ficariam mais caros nos próximos dias. Ele esclareceu que as operadores desenvolverão pacotes dentro dos limites estabelecidos pelo INCM, variando de 0.6 até 0.72 cêntimos, e nenhum pacote entrará em vigor sem a aprovação da autoridade reguladora.

Essas declarações contradizem as alegações de aumento de preços, que sugeriam que os serviços de chamadas poderiam variar de 0.72 a 0.96 cêntimos/meticais por minuto, e os dados móveis custariam 0.71 centavos por megabyte, o que significaria um custo elevado para um gigabyte de dados.

There has been a reduction in telecommunications tariffs, according to INCM

Houve redução nas tarifas das telecomunicações, segundo o INCM 

The spokesperson for the Communications Regulatory Authority (INCM), Massingue Apala, recently clarified in an interview with Televisão de Moçambique (TVM) that telecommunications prices in the country have not increased, but have decreased. According to Apala, the approval of Resolution No. 1/BR/CA/INCM/2024 resulted in a reduction in the prices of telecommunications services, where the cost per megabyte fell from one metical to 0.72 cents.

Apala argued that the tariffs currently being charged are below the cost of service, thus refuting the information released by some media outlets that internet and voice services would become more expensive in the coming days. He clarified that the operators will develop packages within the limits set by the INCM, ranging from 0.6 to 0.72 cents, and no package will come into force without the approval of the regulatory authority.

These statements contradict allegations of price increases, which suggested that call services could range from 0.72 to 0.96 cents/meticais per minute, and mobile data would cost 0.71 cents per megabyte, which would mean a high cost for a gigabyte of data.

Lucros da Petrolífera Aramco registaram um decréscimo de 24,7% em 2023

Lucros da Petrolífera Aramco registaram um decréscimo de 24,7% em 2023

A petrolífera saudita Aramco anunciou uma queda de 24,7% em seus lucros líquidos em 2023, atingindo um total de 121,3 mil milhões de dólares, de acordo com um comunicado da empresa.

Apesar da redução, os lucros da Aramco em 2023 representam os segundos maiores da história da empresa, ressaltando sua capacidade de adaptação às condições globais adversas, conforme destacado pela própria empresa.

Os resultados do ano anterior, quando a empresa registou 161 mil milhões de dólares em lucros líquidos, foram impulsionados pelo aumento dos preços do petróleo bruto em meio a eventos geopolíticos e à recuperação da demanda pós-pandemia, factores que se dissiparam ao longo do ano.

A Aramco atribuiu a queda dos lucros em 2023 à redução dos preços do petróleo bruto, volumes vendidos e margens de refinação e produtos químicos, parcialmente compensados por factores como royalties de produção reduzidos e menores impostos sobre o rendimento.

O Director da Aramco, Amin Nasser, atribuiu o sólido desempenho financeiro da empresa à sua resiliência, destacando os investimentos contínuos da empresa para criar maior valor no sector petrolífero.

Aramco’s profits down 24.7% in 2023

Lucros da Petrolífera Aramco registaram um decréscimo de 24,7% em 2023

Saudi oil company Aramco has announced a 24.7% drop in its net profits in 2023, reaching a total of 121.3 billion dollars, according to a company statement.

Despite the reduction, Aramco’s profits in 2023 represent the second highest in the company’s history, underlining its ability to adapt to adverse global conditions, as highlighted by the company itself.

The previous year’s results, when the company recorded 161 billion dollars in net profits, were driven by rising crude oil prices amid geopolitical events and the recovery of post-pandemic demand, factors that dissipated over the course of the year.

Aramco attributed the drop in profits in 2023 to lower crude oil prices, volumes sold and refining and chemicals margins, partially offset by factors such as reduced production royalties and lower income taxes.

Aramco CEO Amin Nasser attributed the company’s solid financial performance to its resilience, highlighting the company’s ongoing investments to create greater value in the oil sector.

MADER prevê a emissão de certificados fitossanitários até Junho

MADER prevê a emissão de certificados fitossanitários até Junho

O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) recolhe a existência de dificuldades no processo de emissão dos Certificados Fitossanitários, comprometendo-se a implementar soluções até o mês de Junho. Durante uma reunião com o Vice-Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Olegário Banze, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) compartilhou preocupações devido à lentidão e aos erros frequentes no processo de obtenção desses certificados.

O MADER admitiu que parte da demora pode ser atribuída a funcionários das Direcções Provinciais da Agricultura, onde os pedidos de emissão dos Certificados Fitossanitários são inicialmente submetidos. Comprometendo-se a resolver essa questão, o Ministério ressaltou que o processo centralizado funciona de maneira eficiente, e a Direcção Nacional intensificará os esforços para corrigir a situação junto aos funcionários provinciais.

Para atender prioritariamente às empresas que movimentam grandes volumes e aos produtos frescos, os inspectores receberam instruções específicas. No entanto, devido a preocupações com segurança após incidentes de falsificação, a emissão de certificados ao nível provincial está temporariamente suspensa. O processo agora envolve apenas a digitalização, com a emissão centralizada enquanto o sistema digital completo é finalizado, previsto para Junho.

O MADER assegurou que continuará trabalhando para melhorar a eficiência e oferecer respostas rápidas às solicitações.

A emissão de Certificados Fitossanitários é crucial para a exportação de produtos agrícolas, garantindo que atendam aos padrões de qualidade e segurança exigidos pelos mercados internacionais. Portanto, a melhoria desse processo não apenas beneficia as empresas, mas também fortalece a posição de Moçambique como fornecedor confiável no mercado global.

MADER plans to issue phytosanitary certificates by June

MADER prevê a emissão de certificados fitossanitários até Junho

The Ministry of Agriculture and Rural Development (MADER) notes that there are difficulties in the process of issuing Phytosanitary Certificates, and is committed to implementing solutions by June. During a meeting with the Deputy Minister of Agriculture and Rural Development, Olegário Banze, the Confederation of Economic Associations of Mozambique (CTA) shared concerns about the slowness and frequent errors in the process of obtaining these certificates.

MADER admitted that part of the delay can be attributed to officials at the Provincial Directorates of Agriculture, where the requests for Phytosanitary Certificates are initially submitted. Committing itself to resolving this issue, the Ministry stressed that the centralized process works efficiently, and the National Directorate will step up efforts to rectify the situation with provincial officials.

In order to give priority to companies handling large volumes and fresh produce, inspectors have received specific instructions. However, due to security concerns following incidents of forgery, the issuing of certificates at provincial level is temporarily suspended. The process now involves scanning only, with centralized issuance while the complete digital system is finalized, scheduled for June.

MADER has assured that it will continue working to improve efficiency and provide rapid responses to requests.

The issuing of Phytosanitary Certificates is crucial for the export of agricultural products, ensuring that they meet the quality and safety standards demanded by international markets. Therefore, improving this process not only benefits companies, but also strengthens Mozambique’s position as a reliable supplier on the global market.

Carlos Yum: Mphanda Nkuwa poderá operar em 2031

Carlos Yum: Mphanda Nkuwa poderá operar em 2031

O director do projecto Mphanda Nkuwa, Carlos Yum, compartilhou durante uma palestra na Universidade Pedagógica (UP-Maputo) as expectativas em relação ao início das operações da hidroeléctrica, projectada para 2031.

Yum explicou que o projecto requer entre cinco e seis anos para construção, envolvendo a instalação da central hidroeléctrica e a linha de transmissão de alta tensão, com extensão entre Tete e Maputo, abrangendo 1350 a 1400 quilómetros.

O Director, enfatizou que o país está em processo de finalização do financiamento para o projecto até o final do ano, evidenciando o forte interesse de várias instituições financeiras de desenvolvimento em participar.

Do montante total de cinco bilhões de dólares necessários para a construção, 1,3 bilhão será fornecido pelo consórcio responsável pelo empreendimento, com o restante a ser assegurado por instituições financeiras, prevendo-se a conclusão do financiamento até o final de 2023.

Yum destacou que a hidroeléctrica, alimentada por fonte renovável, será crucial para a estratégia de transição energética do país, observando que questões de sustentabilidade ambiental, social, económica e financeira estão sendo cuidadosamente consideradas.

A infra-estrutura não só contribuirá para a inclusão energética nacional, mas também reforçará a posição de Moçambique como grande exportador de energia na região da África Austral.

Apesar do novo projecto, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) continuará sendo a maior do país, com capacidade de produção actual de 2075 MegaWatts.

O Governo moçambicano, em parceria com um consórcio liderado pela Electricidade de França (EDF), avança com os preparativos para a implementação deste projecto, é crucial para o crescimento do energético de Moçambique.

Carlos Yum: Mphanda Nkuwa could be operational by 2031

Carlos Yum: Mphanda Nkuwa poderá operar em 2031

The director of the The director of the Mphanda Nkuwa project, Carlos Yum, shared during a lecture at the Pedagogical University (UP-Maputo) the… project, Carlos Yum, shared during a lecture at the Pedagogical University (UP-Maputo) his expectations regarding the start of operations of the hydroelectric plant, which is planned for 2031.

Yum explained that the project requires between five and six years to build, involving the installation of the hydroelectric plant and the high-voltage transmission line between Tete and Maputo, covering between 1,350 and 1,400 kilometers.

The Director emphasized that the country is in the process of finalizing financing for the project by the end of the year, highlighting the strong interest of several development finance institutions in participating.

Of the total amount of five billion dollars needed for construction, 1.3 billion will be provided by the consortium in charge of the project, with the rest to be secured by financial institutions, and the financing is expected to be completed by the end of 2023.

Yum stressed that the hydroelectric plant, powered by a renewable source, will be crucial to the country’s energy transition strategy, noting that issues of environmental, social, economic and financial sustainability are being carefully considered.

The infrastructure will not only contribute to national energy inclusion, but will also strengthen Mozambique’s position as a major energy exporter in the southern African region.

Despite the new project, the Cahora Bassa Hydroelectric Plant (HCB) will remain the largest in the country, with a current production capacity of 2075 MegaWatts.

The Mozambican government, in partnership with a consortium led by Electricité de France (EDF), is moving ahead with preparations for the implementation of this project, which is crucial for Mozambique’s energy growth.

Produção de rubis em Moçambique registou uma queda de 35,6% em 2023

Produção de rubis em Moçambique registou uma queda de 35,6% em 2023

A produção de rubis em Moçambique sofreu uma queda de 35,6% em 2023, totalizando 2,7 milhões de quilates. Essa cifra ficou bem abaixo da meta inicialmente estabelecida, que era de mais de 7 milhões de quilates.

Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Economia e Finanças nesta Segunda-feira (11), o desempenho negativo está directamente relacionado aos baixos níveis de produção da maior mineradora deste mineral, além de problemas técnicos com equipamentos e os ataques terroristas na região.

No ano anterior, em 2022, a produção foi de 4,2 milhões de quilates, e no ano anterior a isso, atingiu-se a marca de 5 milhões de quilates.

A Gemfields, uma das principais empresas do sector, anunciou em Dezembro que os leilões de pedras preciosas, especialmente rubis extraídos em Montepuez, na província de Cabo Delgado, geraram uma receita total de mil milhões de dólares em nove anos.

Os rubis brutos vendidos entre Novembro e Dezembro de 2023 foram extraídos pela Montepuez Ruby Mining, uma empresa detida em 75% pela Gemfields e em 25% pelo parceiro moçambicano Mwiriti, alcançando o preço médio de 290,02 dólares por quilate.

Enquanto isso, a mina de rubis de Montepuez é considerada como um dos mais significativos depósitos de rubis, em termos mundiais, recentemente descobertos.