Monday, April 27, 2026
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Porto de Maputo projecta prolongar contrato de concessão por mais 25 Anos

Porto de Maputo projecta prolongar contrato de concessão por mais 25 Anos

O governo está actualmente em processo de negociação com a Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC), a concessionária da infraestrutura, visando a extensão do contrato de concessão por um período adicional de 25 anos.

Essa iniciativa faz parte de um plano que requer investimentos avaliados em dois mil milhões de dólares para aumentar a capacidade de manuseio de carga do porto.

Nos próximos meses, a MPDC está prevista para realizar investimentos significativos. O Executivo concedeu ao ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, a autoridade para negociar os termos e condições da adenda ao contrato de concessão.

A notícia foi divulgada pelo porta-voz do Conselho de Ministros, Filimão Suaze, em 14 de Novembro, após a 39.ª sessão ordinária, que revisou propostas relacionadas às actividades governamentais.

Com 1058 metros de área de atracação, abrangendo os cais 6, 7, 8 e 9, o MPDC tem focado em investir em equipamentos modernos e expandir o recinto portuário.

Após a reabilitação, ampliação e dragagem dos cais a uma profundidade de até 16 metros, o porto está plenamente operacional.

Esse desenvolvimento permitirá ao porto receber e carregar navios de maior calado, expandindo assim sua capacidade de manuseio de carga.

Recentemente, o Porto de Maputo alcançou um recorde ao manusear mais de 27 milhões de toneladas em 2022, representando um aumento significativo de 22,7% em relação ao ano anterior, que registrou 22 milhões de toneladas.

Port of Maputo plans to extend concession contract for another 25 years

Port of Maputo plans to extend concession contract for another 25 years

The government is currently in the process of negotiating with Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC), the infrastructure concessionaire, with a view to extending the concession contract for a further 25 years.

This initiative is part of a plan that requires investments estimated at two billion dollars to increase the port’s cargo handling capacity.

In the coming months, MPDC is set to make significant investments. The Executive has granted the Minister of Transport and Communications, Mateus Magala, the authority to negotiate the terms and conditions of the addendum to the concession contract.

The news was announced by the spokesperson for the Council of Ministers, Filimão Suaze, on November 14, after the 39th ordinary session, which reviewed proposals related to government activities.

With 1058 meters of berthing area, covering berths 6, 7, 8 and 9, the MPDC has focused on investing in modern equipment and expanding the port precinct.

Following the rehabilitation, expansion and dredging of the quays to a depth of up to 16 meters, the port is fully operational.

This development will allow the port to receive and load larger ships, thus expanding its cargo handling capacity.

Recently, the Port of Maputo achieved a record by handling more than 27 million tons in 2022, representing a significant increase of 22.7% over the previous year, which registered 22 million tons.

Cross-border financial transactions increase

Aumentam transacções financeiras transfronteiriças 

Cross-border financial transactions increase

The Bank of Mozambique has seen an increase in the use of the Real-Time Gross Settlement System for cross-border financial transactions within the Southern African Development Community (SADC), from 8,300 registered in 2021, to 11,400 operations, which represents a growth of 37 percent.

According to the director of Banking Operations, Issuing and Payment Systems Supervision, Maria Esperança Majimeja, this system has been crucial in promoting regional integration by carrying out financial transactions safely and efficiently.

She also said that the Bank of Mozambique was committed to promoting the use of this system and all other payment initiatives in the region, such as transactions cleared on an immediate basis.

Aumentam transacções financeiras transfronteiriças

Aumentam transacções financeiras transfronteiriças 

Aumentam transacções financeiras transfronteiriças 

O Banco de Moçambique registou um aumento da utilização do Sistema de Liquidação Bruta em Tempo Real de transacções financeiras transfronteiriças dentro da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), de 8.300 registadas em 2021, para 11.400 operações, o que representa um crescimento de 37 por cento.

Segundo a administradora do pelouro de Operações Bancárias, Emissão e Fiscalização de Sistemas de Pagamento, Maria Esperança Majimeja, este sistema  tem sido crucial na promoção da integração regional através da realização de transacções financeiras de forma segura e eficiente.

Indicou ainda que o Banco de Moçambique assume o compromisso da promoção da utilização daquele sistema e de todas outras iniciativas de pagamento da região, como é o caso das transações compensadas em base imediata.

Angola-Mozambique Chamber of Commerce and Industry launched

Lançada Camâra de Comércio e Indústria Angola-Moçambique

Angola-Mozambique Chamber of Commerce and Industry launched

The Angola-Mozambique Chamber of Commerce and Industry (CCIAM) was officially launched on Wednesday, November 15, in the city of Luanda, Angola, with the mission of promoting sustainable economic development, strengthening commercial and industrial relations between the two countries by fostering business partnerships, as well as promoting business opportunities.

CCIAM should offer support for business, connections and collaboration, with the aim of boosting bilateral trade and investment.

It also aims to be the main business platform and business facilitator between Angola and Mozambique, becoming a reliable and effective partner by promoting a favorable environment for investment, fair trade and sustainable development for both countries.

The ceremony will be attended by members of the Angolan government, members of the diplomatic corps accredited to that country, representatives of international organizations, the business community and other dignitaries.

Lançada Camâra de Comércio e Indústria Angola-Moçambique

Lançada Camâra de Comércio e Indústria Angola-Moçambique

Lançada Camâra de Comércio e Indústria Angola-Moçambique

A Câmara de Comércio e Indústria Angola-Moçambique (CCIAM) foi oficialmente lançada nesta quarta-feira, 15 de Novembro, na cidade de Luanda, Angola, com a missão de promover o desenvolvimento económico sustentável, fortalecer as relações comerciais e industriais entre os dois países através do fomento de parcerias empresariais, bem como a promoção de oportunidades de negócios.

A CCIAM deverá oferecer suporte para negócios, conecções e colaboração, visando impulsionar o comercio e investimentos bilaterais.

Pretende, igualmente, ser a principal plataforma empresarial e facilitadora de negócios entre Angola-Moçambique tornando-se num parceiro confiável e eficaz, através da promoção de um ambiente favorável para o investimento, comercio justo, e o desenvolvimento sustentável para os dois países.

A cerimónia contará com a presença de membros do governo angolano, membros do corpo diplomático acreditados naquele país, representantes de organizações internacionais, classe empresarial e outros dignatários.

Overdue invoices totaling 205.14 million meticais have been settled by September – MEF

Foram liquidadas até Setembro, facturas em atraso no total de 205,14 milhões de meticais – MEF

Overdue invoices totaling 205.14 million meticais have been settled by September – MEF

The government guarantees that by September it had settled the equivalent of almost 205 million meticais in overdue payments from previous years with suppliers of goods and services, according to documents that Lusa had access to on Tuesday, November 14.

In the report with the economic and social balance of the implementation of the State Budget up to the third quarter of 2023, the Ministry of Economy and Finance explains that in the amortization of domestic debt, in addition to the amounts relating to the payment of Treasury Bonds and Bank Financing, “the amount of 197 million meticais was also disbursed”.

This, it adds, is an amount referring to “the payment of debts with suppliers of goods and services from previous years, within the scope of Fiscal Restructuring and Consolidation”.

In the same document, the government guarantees that the debt owed to suppliers was 697.5 million meticais at the end of 2022, which is down to 500.5 million meticais at the end of September.

The Confederation of Economic Associations (CTA) of Mozambique proposed on Thursday the inclusion of a line item in the State Budget for 2024 to settle the state’s arrears to entrepreneurs, which they estimate at US$400 million.

“The continuous accumulation of unpaid invoices to suppliers by our state means that our SMEs [Small and Medium-sized Enterprises], for the most part, are financing the Mozambican state, thus limiting their growth. Public spending, in a similar situation, ends up being adverse and damaging to our economy,” said CTA president Agostinho Vuma.

Speaking in Maputo at the opening of the Economic Briefing, a quarterly event in which the CTA presents its balance sheet and economic outlook to businesspeople, which coincides with the Assembly of the Republic’s discussion of the Economic and Social Plan and State Budget (PESOE) for 2024, Vuma insisted that the government should adopt a “limit on the state’s indebtedness to the private sector” in that document, thus curbing the accumulation of late payments.

According to the official, this would be a “way of helping to limit the growth of overdue invoices, but also to increase discipline over the state’s accounts. This would provide predictability and a reasonable economic projection so that our private sector is more aware of all the situations that affect the performance of companies,” he explained.

In addition, the CTA also proposed that next year’s State Budget should include a “specific heading” for the payment of overdue invoices to suppliers of goods and services.

“But also to Mozambican entrepreneurs, even if only partially. Because this is what prevents payment and, on the other hand, accumulates the state’s debt to the private sector. If we add up the amount accumulated in overdue invoices, at around 400 million US dollars, the ‘stock’ of credit to the state is estimated at around 4.7 billion dollars,” he said, adding that the state’s private financial sector accounts for around 29% of the Gross Domestic Product.

“So we can imagine what that means for the fabric, mostly SMEs, which are eager for growth,” said the CTA president.

Vuma also called on the government to launch public tenders “with predictability in the availability of financial resources”, so that they can be implemented and the timetables met by companies.

Foram liquidadas até Setembro, facturas em atraso no total de 205,14 milhões de meticais – MEF

Foram liquidadas até Setembro, facturas em atraso no total de 205,14 milhões de meticais – MEF

Foram liquidadas até Setembro, facturas em atraso no total de 205,14 milhões de meticais – MEF

O Governo garante que liquidou até Setembro o equivalente a quase 205 milhões de meticais em pagamentos atrasados, de anos anteriores, junto de fornecedores de bens e serviços, conforme documentos que a Lusa teve na terça-feira, 14 de Novembro, acesso.

No relatório com o balanço económico e social da execução do Orçamento do Estado até ao terceiro trimestre de 2023, o Ministério da Economia e Finanças explica que na amortização da dívida interna, além dos montantes referentes ao pagamento das Obrigações do Tesouro e do Financiamento Bancário, “foi ainda desembolsado o montante de 197 milhões de meticais”.

Trata-se, acrescenta, de um valor referente “ao pagamento das dívidas com fornecedores de bens e serviços, dos anos anteriores, no âmbito da Reestruturação e Consolidação Fiscal”.

No mesmo documento, o Governo garante que a dívida aos fornecedores era de 697,5 milhões de meticais no final de 2022, que atrapalha assim para 500,5 milhões de meticais no final de Setembro.

A Confederação das Associações Económicas (CTA) de Moçambique propôs na quinta-feira a inclusão de uma rubrica no Orçamento do Estado para 2024 para regularizar os pagamentos em atraso do Estado aos empresários, que estimam em US$400 milhões de dólares.

“O contínuo acúmulo das faturas por pagar aos fornecedores por parte do nosso Estado significa que as nossas PME [Pequenas e Médias Empresas], na sua maioria, estão a financiar o Estado moçambicano, limitando por isso o seu crescimento. A despesa pública, numa situação análoga, acaba sendo adversária e prejudicial para a nossa economia”, afirmou o presidente da CTA, Agostinho Vuma.

Ao entrevistar em Maputo, na abertura do Economic Briefing, evento trimestral em que a CTA apresenta aos empresários o balanço e as perspectivas económicas, que coincidem com a discussão, na Assembleia da República, do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) para 2024, Vuma insistiu na adoção pelo Governo, naquele documento, de um “limite de endividamento do Estado com o setor privado”, travando a acumulação de pagamentos atrasados.

Segundo o responsável, isto seria uma “forma de ajudar a limitar o crescimento das facturas atrasadas, mas também aumentar a disciplina sobre as contas do Estado. Isso daria uma previsibilidade e uma projeção económica razoável para termos o nosso setor privado mais atento para todas as situações que afetam o desempenho das empresas”, explicou.

Além disso, a CTA propôs também que o Orçamento do Estado para o próximo ano incluísse uma “rubrica específica” para o pagamento das facturas atrasadas aos fornecedores de bens e serviços.

“Mas também aos empresários moçambicanos, mesmo que seja de forma parcial. Porque é isto que não permite, a seguir, que haja pagamento e, por outro lado, acumule-se a dívida do Estado para com o setor privado. Se formos a somar o valor acumulado em facturas atrasadas, em cerca de US$ 400 milhões de dólares norte-americanos, o ‘stock’ de crédito ao Estado é estimado em cerca de US$ 4,7 mil milhões de dólares”, apontou, Acrescentando que o setor privado financeiro do Estado em cerca de 29% do Produto Interno Bruto.

“Então, podemos imaginar o que é que representa para o tecido, maioritariamente, da PME, que anseiam o crescimento”, acompanhou o presidente da CTA.

Vuma apelou também ao Governo para lançar concursos públicos “com previsibilidade de disponibilização de recursos financeiros”, para que seja possível a sua implementação e cumpridos os calendários pelas empresas.

HCB exceeds planned targets for third quarter by 14.3% and strengthens energy production

produção energética

HCB exceeds planned targets for third quarter by 14.3% and strengthens energy production

Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) S.A., one of the largest independent energy producers in the southern region, recorded hydro-energy production of around 12,120.4 GWh by the end of the third quarter of 2023, corresponding to 14.3% more than planned, in a year with a production target of 14,292 GWh.

This time, it is expected to exceed the target of 15,488 GWh, which will strengthen Mozambique’s strategic position as a regional energy hub.

“In the period under review, HCB managed to achieve a turnover of just over 54.2% of the revenues planned for the period, while successfully closing negotiations on the adjustment of the energy export tariff. These factors combined represent significant gains for the company and the country.

The figures presented will contribute to making critical investments in production chain equipment and in projects to increase energy generation capacity, which is expected to reach 4,000 MW by 2032” – Tomás Matola, Chairman of HCB’s Board of Directors.

With regard to water availability, at the start of the 2023/2024 rainy season, HCB had a storage quota of 323.47 m, corresponding to a useful capacity of 87%, resulting from the amount of water coming from the upstream dams and the flows generated in the Cahora Bassa Basin.

The current quota is satisfactory and, combined with careful, technical-scientific management and the technological means at the company’s disposal, will ensure the power generation process until the end of the year.

HCB supera em 14,3% metas planificadas para terceiro trimestre e fortifica produção energética

produção energética

HCB supera em 14,3% metas planificadas para terceiro trimestre e fortifica produção energética

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) S.A., uma das maiores produtoras independentes de energia da região austral, registou até ao final do terceiro trimestre de 2023, uma produção hidro-energética na ordem dos 12.120,4 GWh, correspondente a 14,3% acima do planeado, num ano cuja meta de produção definida é de 14.292 GWh.

Desta feita, antevê-se uma superação para 15.488 GWh, o que fortalecerá a posição estratégica de Moçambique como um hub energético regional.

“No período em análise, a HCB logrou alcançar uma facturação de pouco mais de 54,2% das receitas planeadas para o período, ao mesmo tempo que encerrou com sucesso as negociações sobre o ajustamento da tarifa de exportação de energia. Estes factores conjugados, representam ganhos significativos para a Empresa e para o País.

As cifras apresentadas contribuirão para a realização de investimentos críticos nos equipamentos da cadeia de produção e em projectos de incremento da capacidade de geração energética, que se prevê chegar aos 4.000 MW, até 2032” – Tomás Matola, Presidente do Conselho de Administração da HCB.

No que concerne à disponibilidade hídrica, no início da época chuvosa 2023/2024, a HCB apresentava uma cota de armazenamento de 323.47 m, correspondente a capacidade útil de 87%, resultante da quantidade de água proveniente das barragens de montante e dos escoamentos gerados na Bacia Própria de Cahora Bassa.

A presente cota é satisfatória e, conjugada por uma gestão criteriosa, técnico-científica e por meios tecnológicos ao dispor da empresa, assegurará o processo de geração de energia até ao final do ano.