Monday, April 27, 2026
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Free trade in Africa could change the colonial legacy of exporting raw materials and buying finished products

Comércio livre em África pode mudar legado colonial de exportar matérias-primas e comprar produtos acabados

Free trade in Africa could change colonial legacy of exporting raw materials and buying finished goods

The vice-president of the Intra-African Trade Fair (IATF) said yesterday that the free trade agreement in Africa could end the colonial legacy of exporting raw materials and importing finished goods.

“It is unsustainable for African economies to continue to depend on natural resources and raw materials, which makes them vulnerable to trade shocks, liquidity constraints and brings challenges to macroeconomic management,” said Jean-Louis Ekra, former president of the African Export-Import Bank (Afreximbank), in his opening speech at the IATF, which is taking place this week in Cairo.

According to a statement released by Afreximbank, one of the organizers of the event, Ekra stressed that “the situation needs to change urgently, as it has worsened with the effects of the covid-19 pandemic, geopolitical tensions and climate change”.

The African Continental Free Trade Agreement (AfCFTA) “cannot fail, especially since intra-African trade is worth only 16%”, well below the levels estimated for other regions.

This low level of trade within the continent, concluded the former banker, “is explained by constraints such as limited trade and infrastructure, including a system of payments and bank settlements between countries, the lack of access to relevant information, and the lack of access to information about the continent.

During the IATF, Afreximbank also announced that it had concluded cooperation and financing agreements worth more than 1 billion dollars (937 million euros) in several countries on the continent, including a 150 million dollar (145 million euro) agreement with the United Bank for Africa to help Nigeria deal with the rise in grain prices following Russia’s invasion of Ukraine, and others to support Kenya and Burundi, among others. (Lusa)

Comércio livre em África pode mudar legado colonial de exportar matérias-primas e comprar produtos acabados

Comércio livre em África pode mudar legado colonial de exportar matérias-primas e comprar produtos acabados

Comércio livre em África pode mudar legado colonial de exportar matérias-primas e comprar produtos acabados

O vice-presidente da Feira Intra-africana de Comércio (IATF) considerou ontem que o acordo de comércio livre em África pode acabar com o legado colonial da exportação de matérias-primas e importação de bens acabados.

“É insustentável que as economias africanas continuem a depender dos recursos naturais e das matérias-primas, que os tornam vulneráveis aos choques comerciais, aos constrangimentos de liquidez e traz desafios à gestão macroeconómica”, disse o também antigo presidente do Banco Africano de Exportações e Importações (Afreximbank), Jean-Louis Ekra, na intervenção de abertura na IATF, que decorre esta semana no Cairo.

De acordo com um comunicado divulgado pelo Afreximbank, um dos organizadores do evento, Ekra vincou que “a situação precisa de ser mudada urgentemente, já que piorou com os efeitos da pandemia de covid-19, as tensões geopolíticas e as alterações climáticas”.

O acordo de comércio livre continental africano (AfCFTA, na sigla em inglês) “não pode falhar, especialmente porque o comércio intra-africano vale apenas 16%”, bem abaixo dos níveis estimados para outras regiões.

Este nível reduzido de trocas comerciais dentro do continente, concluiu o antigo banqueiro, “é explicado por constrangimentos como o comércio e infraestruturas limitadas, incluindo um sistema de pagamentos e acertos bancários entre os países, a falta de acesso a informação relevante para o mercado, conhecimentos limitados sobre o mercado, oportunidades de investimento sustentadas e poucas plataformas que liguem os compradores e os vendedores”.

Durante a IATF, o Afreximbank anunciou também que concluiu acordos de cooperação e financiamento no valor de mais de mil milhões de dólares (937 milhões de euros) em vários países do continente, entre os quais um acordo de 150 milhões de dólares (145 milhões de euros) com o United Bank for Africa para ajudar a Nigéria a lidar com o encarecimento dos cereais no seguimento da invasão da Ucrânia pela Rússia, e outros para apoiar o Quénia e o Burundi, entre outros. (Lusa)

The African Development Bank (AfDB) Secures 162 M$ Financing For EDM Participation In Mphanda Nkuwa Project

BAD Assegura Financiamento de 162 M$ Para Participação da EDM no Projecto Mphanda Nkuwa

The African Development Bank (AfDB) Secures 162 M$ in Financing for EDM’s Participation in the Mphanda Nkuwa Project

The African Development Bank (AfDB) has expressed its interest in financing the participation of Electricidade de Moçambique (EDM) in the Mphanda Nkuwa hydroelectric project in Tete to the tune of 162 million dollars, on concessional and non-refundable terms.

The financial institution has also pledged to make another 300 million dollars in guarantees and capital available to the public sector, on competitive terms, for investment in the hydroelectric plant.

The interest arose during the participation of the Mphanda Nkuwa Hydroelectric Project Implementation Office (GMNK) in the African Investment Forum 2023 (AIF), which took place from November 8 to 10 in Marrakech, Morocco.

The AIF is a platform dedicated to promoting investment opportunities across the African continent. The event brought together investors, governments and companies to promote and facilitate business and investment in various sectors, such as energy, infrastructure and agriculture.

During the Forum, data shared by the director of GMNK, Carlos Yum, indicated that Mphanda Nkuwa was one of the investment projects selected by the Investment Committee, under the auspices of the AfDB. The criteria include, among other things, the organizational structure of implementation, technical, economic and financial viability, social and environmental impact, as well as the Sustainable Development Goals.

In this context, the investment project was presented at a session called the “Investment BoardRoom”, in which the selected enterprises had the opportunity to present their investment proposal in detail to international financial institutions, export credit and insurance agencies, as part of the Investment Forum organized by the AfDB.

In Morocco, the GMNK also held meetings with the Islamic Development Bank and the Multilateral Investment Guarantee Agency (MIGA), a member of the World Bank Group.

BAD Assegura Financiamento de 162 M$ Para Participação da EDM no Projecto Mphanda Nkuwa

BAD Assegura Financiamento de 162 M$ Para Participação da EDM no Projecto Mphanda Nkuwa

BAD Assegura Financiamento de 162 M$ Para Participação da EDM no Projecto Mphanda Nkuwa

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) manifestou interesse em financiar, na ordem dos 162 milhões de dólares, em termos concessionais e não reembolsáveis, a participação da Electricidade de Moçambique (EDM) no projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, em Tete.

A instituição financeira também se comprometeu a disponibilizar outros 300 milhões de dólares de garantias e capital para o sector público, em termos competitivos, para o investimento na central hidroeléctrica.

O interesse surgiu durante a participação do Gabinete de Implementação do Projecto Hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa (GMNK) no Fórum Africano de Investimento 2023 (AIF), que decorreu entre os dias 8 a 10 de Novembro, em Marraquexe, Marrocos.

O AIF é uma plataforma dedicada a promover oportunidades de investimento em todo o continente africano. O evento reuniu investidores, governos e empresas para promover e facilitar negócios e investimentos em vários sectores, como o da energia, infra-estruturas e agricultura.

Durante o Fórum, dados partilhados pelo director do GMNK, Carlos Yum, indicaram que Mphanda Nkuwa foi um dos projectos de investimento seleccionados pelo Comité de Investimento, sob os auspícios do BAD. Os critérios incluem, entre outros aspectos, a estrutura organizativa de implementação, de viabilidade técnica, económica e financeira, impacto social e ambiental, bem como os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Neste contexto, o projecto de investimento foi apresentado numa sessão designada de “BoardRoom de Investimento”, na qual os empreendimentos seleccionados tiveram a oportunidade de apresentar, em detalhe, a proposta de investimentos às instituições financeiras internacionais, agências de exportação de crédito e de seguro, no âmbito do Fórum de Investimento, organizado pelo BAD.

Em Marrocos, o GMNK manteve, igualmente, encontros com o Banco Islâmico de Desenvolvimento e a Agência Multilateral de Garantia de Investimentos (MIGA), membro do Grupo Banco Mundial.

Mozambique Expects to Receive 4.2 MM Meticais in Natural Gas Tax Revenues in 2024

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Mozambique Expects to Collect 4.2 MM Meticais in Natural Gas Tax Revenue in 2024

The Mozambican state expects to receive 4.2 billion meticais in tax revenues from natural gas next year, according to the documents supporting the proposal for the Economic and Social Plan and State Budget (PESOE) for 2024.

According to the proposal, these revenues, from Liquefied Natural Gas (LNG) from the Coral Sul project in the Rovuma basin, represent only 0.3% of the Gross Domestic Product (GDP) expected for 2024.

A few days ago, the Bank of Mozambique (BdM) revealed that the country’s natural gas exports soared 80.9% in volume in the second quarter compared to 2022, bringing in 336 million dollars.

According to the institution’s report on the national balance of payments in the second quarter, this is an inflow of 238.1 million dollars, higher than in the same period in 2022, essentially explained by “the increase in the volume exported”.

“This was justified by the start of exploration and export of gas from Area 4 of the Rovuma basin, given that the international price fell by 64.1%,” the document reads.

However, despite this increase, natural gas did not dethrone coal as Mozambique’s main export product, which earned the country 583.4 million dollars in the second quarter.

Area 4 in the Rovuma basin, in the north of the country, is operated by Mozambique Rovuma Venture (MRV), a joint venture co-owned by ExxonMobil, Eni and CNPC (China), which has a 70% stake in the concession contract, with natural gas production starting in 2022. Galp, Kogas (South Korea) and Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Mozambique) each hold a 10% stake.

Eni, the concessionaire for Rovuma Area 4, is already discussing with the Mozambican government the development of a second floating platform, a copy of the first and called Coral Norte, to increase gas extraction, a source from the Italian oil company told Lusa at the beginning of October.

This plan involves the acquisition of a second FNLG floating platform for the Coral Norte area, identical to the one that has been extracting gas in the Coral Sul area since mid-2022.

“Eni is working towards the development of Coral Norte through a second FLNG in Mozambique, taking advantage of the experience and lessons learned in the Coral Sul FLNG, including those related to costs and execution time,” added the same source from the oil company, the delegated operator of that consortium.

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Estado moçambicano prevê encaixar, no próximo ano, 4,2 mil milhões de meticais em receitais fiscais de gás natural, segundo os documentos de suporte à proposta do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) para 2024.

De acordo com a proposta, essas receitas, provenientes do Gás Natural Liquefeito (GNL) do projecto Coral Sul na bacia do Rovuma, representam, contudo, apenas 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB) esperado para 2024.

Há dias, o Banco de Moçambique (BdM) revelou que as exportações de gás natural do País dispararam, em volume, 80,9%, no segundo trimestre, face a 2022, rendendo 336 milhões de dólares.

Segundo o relatório da instituição sobre a balança de pagamentos nacional no segundo trimestre, trata-se de um encaixe 238,1 milhões de dólares, superior ao do período homólogo de 2022, explicado essencialmente “pelo incremento do volume exportado”.

“A justificar, o início da exploração e exportação do gás da Área 4 da bacia do Rovuma, visto que o preço internacional caiu 64,1%”, lê-se no documento.

Entretanto, apesar deste incremento, o gás natural não destronou o carvão mineral enquanto principal produto de exportação de Moçambique, que rendeu ao País 583,4 milhões de dólares no segundo trimestre.

A Área 4 na bacia do Rovuma, norte do País, é operada pela Mozambique Rovuma Venture (MRV), uma ‘joint venture’ em co-propriedade da ExxonMobil, Eni e CNPC (China), que detém 70% de interesse participativo no contrato de concessão, cuja produção de gás natural arrancou em 2022. A Galp, Kogas (Coreia do Sul) e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Moçambique) detêm, cada, uma participação de 10%.

A Eni, concessionária da Área 4 do Rovuma, já discute com o Governo moçambicano o desenvolvimento de uma segunda plataforma flutuante, cópia da primeira e designada Coral Norte, para aumentar a extracção de gás, disse à Lusa, no início de Outubro, fonte da petrolífera italiana.

Este plano envolve, nomeadamente, a aquisição de uma segunda plataforma flutuante FNLG, para a área Coral Norte, idêntica à que opera na extracção de gás, desde meados de 2022, na área Coral Sul.

“A Eni está a trabalhar para o desenvolvimento do Coral Norte através de uma segunda FLNG em Moçambique, aproveitando a experiência e as lições aprendidas na Coral Sul FLNG, incluindo as relacionadas com custos e tempo de execução”, acrescentou a mesma fonte da petrolífera, operador delegado daquele consórcio.

Pesquisa revela que as concessionárias investiram, em cinco anos, 18,4 mil milhões de dólares na exploração de petróleo e gás em Moçambique

Exploração de Hidrocarbonetos em Moçambique

As concessionárias investiram, em cinco anos, 18,4 mil milhões de dólares na exploração de hidrocarbonetos, mas em 2022 esse investimento caiu para menos de metade, indicam dados oficiais.

Um relatório sobre “Estatísticas de Investimento em Petróleo e Gás em Moçambique de 2018-22”, divulgado esta Terça-feira, 14 de Novembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), contabiliza que as concessionárias investiram, desse total, 15,3 mil milhões de dólares em trabalhos de desenvolvimento de campo, e o restante em pesquisa, avaliação, estudos e produção e ainda na desmobilização e abandono de poços.

Globalmente, nesses trabalhos, as concessionárias investiram mais de 2,1 mil milhões de dólares em 2022, menos de metade do recorde de quase 4,6 mil milhões de dólares em 2021 ou dos 4,5 mil milhões de dólares em 2020.

“Esta queda é justificada, em parte, pelo início, no segundo semestre de 2022, da produção do gás ‘offshore’ na bacia do Rovuma, dado que baixaram significativamente os custos com capital, sobretudo relacionados com a plataforma flutuante de gás natural liquefeito (FLNG)”, explica o INE.

O relatório recorre a informações do Instituto Nacional de Petróleos (INP) e abrange todas as licenças activas de exploração de hidrocarbonetos em Moçambique até 2022.

“Em 2022, as despesas realizadas na fase de produção atingiram um total de 368,9 milhões de dólares, quase o triplo do registado em 2021 e é igualmente o valor mais alto desde 2018. Esta tendência é explicada principalmente pelo início da produção e exportação do gás em Cabo Delgado, no projecto offshore na bacia do Rovuma, no projecto Coral Sul”, acrescenta o INE.

A Área 4 na bacia do Rovuma, Norte do País, é operada pela Mozambique Rovuma Venture (MRV), uma ‘joint-venture’ em co-propriedade da ExxonMobil, Eni e CNPC (China), que detém 70% de interesse participativo no contrato de concessão, cuja produção de gás natural arrancou em 2022. A Galp, Kogas (Coreia do Sul) e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Moçambique) detêm, cada, uma participação de 10%.

Mozambique’s economy remained resilient in the first half of the year

Economia moçambicana manteve-se resiliente

First National Bank (FNB) Mozambique, a subsidiary of the South African group FirstRand, believes that the Mozambican economy was resilient during the first half of the year, with growth of around 4.6%, much in line with initial forecasts.

According to Alfredo Mondlane, head of Economics and Market Research at the FNB, who was speaking a few days ago during a debate on Sustainable Financing, despite the various constraints – including the climatic events that affected the country at the start of the year – the Mozambican economy continued to show growth strength, highlighting that Liquefied Natural Gas (LNG) will be the major driver of the extractive sector by the end of the year.

“This year, LNG will be the driving force behind at least 90% of the growth in the extractive sector, which is mostly due to Floating Liquefied Natural Gas (FLNG), which was not produced in October last year,” he explained, quoted in a statement released by the FNB.

As for the financial sector, Alfredo Mondlane reported growth of 7% in the period in question. However, following the increase in mandatory reserve rates from 10% to 39%, the sector is now facing a liquidity challenge. “And this has translated into an additional cost of financing the economy. As a result, the sector slowed its growth in the second quarter. However, even with this slowdown, the financial sector is expected to remain resilient and continue to grow,” he stressed.

With regard to inflation, the economist expects it to worsen somewhat, but without reaching double digits, i.e. “the expectation by the end of the year is that it will be below 7%”.

Economia moçambicana manteve-se resiliente no primeiro semestre

Economia moçambicana manteve-se resiliente

FNB: Economia Moçambicana Manteve-se Resiliente no Primeiro Semestre

O First National Bank (FNB) Moçambique, subsidiária do grupo sul-africano FirstRand, considera que a economia moçambicana foi resiliente durante o primeiro semestre, tendo apresentado um crescimento na ordem dos 4,6%, muito em linha com o inicialmente previsto.

Segundo o responsável de Economia e Pesquisa de Mercado do FNB, Alfredo Mondlane, que falava há dias, durante um debate sobre Financiamento Sustentável, apesar dos vários constrangimentos – entre eles, os eventos climáticos que afectaram o País no início do ano a economia moçambicana continuou a demonstrar força de crescimento, destacando que o Gás Natural Liquefeito (LNG, na sigla em inglês) será o grande impulsionador do sector extractivo até ao final do ano.

“Este ano, o LNG será o motor de, pelo menos, 90%, do crescimento do sector extractivo, o que se deve, na maioria, ao Gás Natural Liquefeito Flutuante (FLNG, na sigla em inglês), cuja produção não aconteceu em Outubro do ano passado”, explicou o responsável, citado numa nota divulgada pelo FNB.

Quanto ao sector financeiro, Alfredo Mondlane referiu um crescimento de 7% no período em referência. Contudo, após o aumento das taxas de reservas obrigatórias de 10% para 39%, o sector enfrenta agora um desafio de liquidez. “E isso traduziu-se num custo adicional de financiamento da economia. Assim, o sector abrandou o seu crescimento no segundo trimestre. No entanto, mesmo com este abrandamento, é de prever que o sector financeiro se mantenha resistente e continue a crescer”, realçou.

Em relação à inflação, o economista espera que haja algum agravamento, mas sem atingir os dois dígitos, ou seja, “a expectativa, até ao final do ano, é que fique abaixo dos 7%”.

Mozambique is One of the Ten African Countries with the Fastest GDP Growth in 2023

Crescimento do PIB

Gross Domestic Product (GDP) projections are a significant factor in determining the economic plans and policies of nations around the world.

These forecasts are important for African countries, as they provide insight into the overall development trajectory, growth potential and economic health of the continent.

As Africa continues to navigate its economic landscape, harnessing knowledge from Gross Domestic Product (GDP) projections is key to shaping a resilient and inclusive future.

The news portal Business Insider Africa, in an article published on Friday, November 10, notes that the International Monetary Fund, in its October World Economic Output (WEO) report, detailed the real GDP (annual percentage change) of each country.

According to the IMF’s baseline scenario, quoted by the website, inflation continues to fall as central banks continue to adopt a restrictive stance. The baseline scenario does not include a decline in real GDP per capita worldwide, which often occurs during a global recession.

Compared to the WEO’s April 2023 forecast, growth and employment in the first half of the year continued to be more robust. Although the world average projection has remained virtually unchanged from the July 2023 WEO update, there are several changes in growth and inflation expectations in the various countries.

African countries with the highest GDP projections for 2023

In this context, among the top ten African countries with the highest GDP projection for 2023, as the year draws to a close, are: in first place, Mozambique with 7% of GDP; in second place, the Democratic Republic of Congo with a projection of 6.7% of GDP; Ivory Coast comes third with a projection of 6.2% of GDP; in fourth place comes Rwanda with a projection of 6.2% of GDP; Ethiopia comes fifth with a projection of 6.1% of GDP; in sixth place comes Guinea with a projection of 5.9% of GDP; in seventh place is The Gambia with a projection of 5.6% of GDP; Benin comes in eighth place with a projection of 5.5% of GDP; Togo comes in ninth place with a projection of 5.4%; and lastly, Tanzania comes in tenth place with a projection of 5.2% of GDP.