Sunday, April 12, 2026
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Reaberta agência do Absa Bank na cidade de Chimoio

Foi inaugurado na última sexta-feira um novo modelo de agência do Absa Bank Moçambique na cidade de Chimoio, Província de Manica, com uma nova imagem e organização.

A nova agência aberta naquela urbe, está inserida no reforço à proximidade com clientes e na aposta na tecnologia, visando dar uma nova dinâmica operacional à estrutura organizacional. “O objectivo de o servir de modo consistente, proactivo e mais próximo”, refere o banco.

Segundo o director da Banca de Retalho e Negócios do Absa Bank Moçambique, Pedro Carvalho, o empreendimento vai permitir ao banco apoiar o país no relançamento da economia, através do empoderamento do empresariado local.

“Estamos a trabalhar em coordenação com os agentes económicos locais, por forma a levar os nossos serviços para todos os distritos da província, através de parcerias com entidades que já se encontram no terreno e juntos contribuir para a economia deste país”, disse Carvalho.

Já para a directora do Banco de Moçambique, filial de Chimoio, Maria Majimeja, a reabertura da agência servirá de incentivo à atração de mais instituições de crédito para Manica e, de igual modo, outros distritos que ainda carecem da presença física dos serviços financeiros.

Millennium Bim

Millennium Bim

O Millennium Bim é um banco moçambicano que nasceu a 25 de Outubro de 1995, fruto de uma parceria estratégica entre o banco comercial português, actualmente Millennium bcp, e o Estado Moçambicano. 

Presente em todo o território moçambicano, e com uma das maiores redes de balcões do país, o banco foi pioneiro na introdução de ATM, POS, cartões de débito e crédito e introduziu assim uma nova forma de estar e de atendimento ao balcão, providenciando aos seus clientes um atendimento personalizado.

Contactos

Telefone: +258 21 35 00 350 | +258 82/84 35 00 350 | ​8003500

Endereço: Rua dos Desportistas Nº 873 – 879/9 – Maputo

Redes Sociais

Website: millenniumbim.co.mz/pt/particulares

Linkedin: www.linkedin.com/company/millenniumbim/

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Instagram: www.instagram.com/millennium.bim/

Vale liquida financiamento de corredor logístico em Moçambique

A mineradora Vale informou em comunicado, que liquidará antecipadamente o passivo de cerca de 2,5 bilhões de dólares referente ao financiamento do projecto do Corredor Logístico de Nacala (CLN), que atende a um projeto de carvão em Moçambique.

Com a liquidação, prevista para 22 de Junho, a companhia disse que terá cumprido todas as condicionantes para a conclusão da compra da participação da Mitsui na mina de carvão de Moatize e no CLN.

O pagamento era necessário uma vez que as condições do financiamento não permitiam que a Mitsui vendesse sua participação, segundo explicou a assessoria de imprensa.

A Vale publicou em Janeiro a assinatura do acordo com a Mitsui para a compra dos activos, quando também informou a sua intenção de desinvestir do negócio no futuro.

“Com a simplificação da governança e da gestão dos activos, a Vale dá continuidade ao processo de desinvestimento responsável da sua participação no negócio de carvão, pautado na preservação da continuidade operacional da mina de Moatize e do CLN”, afirmou a Vale no comunicado.

A partir do fechamento da aquisição das participações da Mitsui, a Vale afirmou que passará a consolidar em suas demonstrações financeiras a mina de Moatize e o CLN.

Segundo a empresa, seu Ebitda deixará de ser onerado com custos relacionados ao serviço das dívidas, investimento de manutenção das operações e outros, financiados pela tarifa do CLN, e que já descontados os juros recebidos pela Vale, impactou o Ebitda de 2020 em aproximadamente 300 milhões de dólares.

Suiça contribui para o desenvolvimento inclusivo no norte de Moçambique

As províncias de Nampula e Niassa, receberão da Suíça, 10 milhões de dólares para um projecto de desenvolvimento inclusivo, indica um comunicado oficial.

O valor vai ser disponibilizado para os governos locais (autarquias e distritos), que deverão aplicá-lo em estratégias e iniciativas que aumentem os níveis de participação de mulheres, homens e jovens nos processos de governação local.

“Esta iniciativa, que se alinha com as prioridades do Governo, combina a descentralização local, com adaptação às mudanças climáticas e seu financiamento, bem como aumenta a responsabilização local”, refere Laila Sheikh, chefe adjunta da Missão Suíça em Moçambique, citada no comunicado.

“A eficácia e sustentabilidade do projeto serão garantidas pela ampla interação, coordenação e sinergias entre os actores e instituições nos vários níveis de governação, que trabalham diariamente para melhorar as condições de vida dos cidadãos nas províncias de Nampula e Niassa,” declarou Laila Sheikh.

Além da Suíça, que vai financiar o projecto, a iniciativa conta com o apoio da Cooperação Alemã em Moçambique, o Fundo de Desenvolvimento de Capital das Nações Unidas (UNCDF), entre outros. 

Indicador de Clima Económico com leve recuperação em Abril

O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou que o Indicador de Clima Económico (ICE), que mede a confiança dos empresários, registou “uma recuperação ténue em Abril” face ao mês anterior. O índice subiu de 87,2 para 87,7 pontos.

A variação significa “uma interrupção da tendência negativa que se verificava há três meses consecutivos”, lê-se no último boletim sobre Indicadores de Confiança e Clima Económico, que reflete ainda o impacto da covid-19 na economia de Moçambique.

“A conjuntura favorável foi influenciada pelas perspectivas de subida de emprego e da procura no mesmo período de referência”, acrescenta.

A principal contribuição positiva foi dada pelos ramos económicos de alojamento, restauração e similares, produção industrial, comércio e transportes.

Estes sectores suplantaram os de construção e serviços não financeiros que registaram um recuo face às expectativas registadas no mês anterior.

A evolução do ICE surge em linha com a melhoria registada em Abril do indicador PMI calculado pelo Standard Bank Moçambique que subiu pela primeira vez desde Fevereiro de 2020 acima do valor neutro de 50.

O ICE faz parte do boletim de indicadores de Confiança e de Clima Económico uma publicação mensal sobre a conjuntura de Moçambique, compilada com base num inquérito realizado também todos os meses pelo INE às empresas do sector não financeiro.

“O estudo expressa a opinião de agentes económicos acerca da evolução e perspectiva da sua actividade, particularmente sobre emprego, procura, encomendas, preços, produção, vendas e limitações de actividade”, explica a autoridade estatística.

Porto de Nacala exporta menos 28% de carvão que o previsto

A empresa Nacala Logistics comunicou que o Porto de Nacala, exportou menos 28% de carvão do que o previsto no primeiro trimestre deste ano.

“O embarque atingiu 1,1 milhões de toneladas contra 1,5 milhões de toneladas previstas”, ou seja, “uma diferença em relação ao planificado na ordem de 28%”, lê-se em comunicado.

Os números refletem o impacto da pandemia de covid-19 na economia mundial, nomeadamente o abrandamento dos mercados asiáticos, os maiores clientes do carvão moçambicano, principal produto de exportação do país.

Segundo Fábio Iwanaga, administrador financeiro da Nacala Logistics, “as operações nos dois negócios, carvão e carga geral, continuam a enfrentar desafios”. 

O abrandamento significa também que a empresa teve menos despesas.

O lucro bruto da Nacala Logistics aumentou 6% no primeiro trimestre deste ano face ao último trimestre de 2020 porque os gastos ficaram abaixo do esperado.

“O crescimento do lucro bruto ficou a dever-se a gastos operacionais abaixo do previsto”, acrescenta.

A Nacala Logistics é responsável pela gestão e operação da linha de caminho-de-ferro com mais de 1.600 quilómetros e porto que liga a mina de carvão da brasileira Vale, em Moatize, a Nacala, costa do oceano Índico.

Galp

GALP

A sua origem é portuguesa e contam com uma expansão global. A empresa operações em 11 países e exporta os seus produtos para mais de 50. Em Moçambique, a Galp lidera projectos de relevo para o futuro da produção de gás natural a nível mundial, possue uma rede de distribuição de 64 postos de abastecimento e tem uma forte presença no mercado de Lubrificantes e GPL. Desenvolve ainda, diversos projectos de impacto social para a comunidade local.

Contactos

Telefone: +258 21 429 060/3

Endereço: Rua dos Desportistas, nº83, 2º Andar

Caixa Postal: 2240 – Maputo

Redes Sociais

Company website: www.galp.com/corp/pt/sobre-nos/presenca-no-mundo/mocambique

Linkedin: www.linkedin.com/company/galp/

BCI

BCI

O BCI desenvolve a sua actividade predominantemente na área da banca comercial, nomeadamente ao nível da captação de depósitos e concessão de crédito, quer junto de particulares, quer junto de empresas. Possui uma rede alargada de mais de 200 agências e mais de 30 centros de atendimento especializados para empresas.

Contactos

Telefone: +258 21353700

Endereço: Av. 25 de Setembro, nº4. Maputo – Moçambique

Redes Sociais

Website: www.bci.co.mz

Linkedin: www.linkedin.com/company/bci_3/about/

Facebook: www.facebook.com/BCIomeubanco/

Instagram: www.instagram.com/bci_banco/

BAD doa USD 1 milhão para Moçambique

Para impulsionar o conteúdo local e as iniciativas de desenvolvimento de Pequenas e Médias Empresas, em Moçambique, na criação de emprego, o grupo do Banco Africano de Desenvolvimento aprovou um donativo de um milhão de dólares.

Segundo o BAD, o donativo servirá para prestar assessoria técnica e institucional ao Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas no apoio directo a start-ups e a Micro, Pequenas e Médias Empresas, com foco em negócios liderados por jovens e mulheres.

O projecto irá abranger acima de 150 empresas locais, facilitando o acesso a competências, certificação, contratos e financiamento de instituições financeiras locais, nos sectores do turismo, manufactura e agricultura.

Serão ainda abrangidas as áreas de tecnologias de informação e comunicação, saúde e transporte, com o objectivo de facilitar as ligações de fornecimento de bens e serviços entre as Pequenas, Médias e Grandes Empresas, incluindo entidades governamentais e organizações não-governamentais.

 

Sobre o BAD

Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) é um banco multinacional de desenvolvimento, criado em 1964, do qual são membros 53 países africanos. É financiado por 24 países europeus, americanos e asiáticos. Sua missão é fomentar o desenvolvimento económico e progresso social na África.

Desde o seu primeiro projecto em 1977 em Moçambique, o Grupo BAD tem prestado regularmente um apoio significativo e diversificado aos esforços de desenvolvimento do país, caracterizado por uma distribuição sectorial bem equilibrada.

Galp justifica a escassez de Gás de cozinha nos últimos dias em Maputo

A crise no fornecimento de gás de cozinha, verificado nos últimos dias em Maputo, deve-se às obras de ampliação da unidade de abastecimento do combustível na cidade da Matola bem como à crescente procura típica a estas alturas do ano, justificou a empresa Galp. 

Segundo Paulo Varela, do departamento de Relações Públicas da Galp, as obras na unidade de enchimento de gás vieram calhar com o aumento na procura do combustível.

Conforme disse, a fornecedora viu-se obrigada a ajustar o tempo de execução das obras e dos trabalhos do enchimento do gás, para acomodar a segurança dos seus trabalhadores.

“Por razões de segurança, as obras não podem decorrer em simultâneo com o processo de enchimento das botijas, isso para preservar a vida e a integridade física dos nossos trabalhadores. Por isso, achamos melhor encher as garrafas no período nocturno e as obras decorrem de dia”, disse Paulo Varela.

Apesar de a fornecedora ter ajustado o período de enchimento de gás nas botijas e de execução das obras, por razões de segurança, houve, segundo o representante da Galp, incremento da oferta entre sábado e esta segunda-feira, mesmo para responder à demanda.

A nossa fonte disse, por exemplo, que nestes últimos dias, o mercado recebeu 9 mil botijas ao dia, comparativamente aos anteriores sete 7 mil.

“Não porque estejamos a oferecer menos, até porque, nos últimos três dias, colocamos, no mercado, cerca de 27 mil garrafas, o que corresponde a nove 9 mil por dia, diferentemente do habitual”, acrescentou

Paulo Varela garantiu que o gás vai continuar disponível, tendo dito que, agora, o esforço é que, durante o período nocturno, haja enchimento de botijas em stock necessário, de forma a evitar que ocorra falta deste produto nos postos de venda.

Se por um lado a Galp está a redobrar esforços para minimizar a escassez do gás na região do Grande Maputo, os consumidores, por outro lado, ainda se ressentem da falta do produto. Mesmo sem uma data certa, o representante da Galp prometeu que a situação vai melhorar nos próximos dias.

“Vamos fazer tudo aquilo que for necessário para estabilizar esta procura excessiva pelo gás, mesmo dentro das limitações de que nos deparamos relacionadas com o curso das obras”.

Para Paulo Varela, a Galp Moçambique sabe que a situação tem, habitualmente, originado especulação nos preços de venda do gás. Por isso, a empresa está, junto das autoridades governamentais, a trabalhar para evitar qualquer tipo de oportunismo.

A nossa fonte avançou, ainda, que as obras de ampliação da unidade de enchimento do gás da Galp, na cidade da Matola, poderão ser concluídas em Dezembro do ano em curso.

O Governo está atento e sabe da escassez de gás de cozinha na região metropolitana de Maputo e diz já ter mantido encontros com a fornecedora Galp, com vista a ultrapassar o problema. O alargamento da capacidade de produção foi a recomendação deixada pelo Executivo e acredita que está a ser implementada, daí que tem datas já delimitadas para pôr o fim ao problema.