Wednesday, April 8, 2026
spot_img
Home Blog Page 349

Moçambique pretende apresentar proposta de tarifas para adesão à Zona de Comércio Livre até 30 de Junho

Trata-se de um instrumento que contém toda a informação relevante sobre os preços dos produtos e serviços que o País poderá colocar no mercado intra-continental, isentos de taxas aduaneiras e a preços competitivos para ombrear com outras ofertas oriundas de outros pontos do continente.

A intenção foi anunciada esta terça-feira, 23 de Maio, em Maputo, pelo ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno, durante as celebrações da semana de África, que terão o seu auge na quinta-feira (25).

O ministro garante que Moçambique possui um elevado potencial para tirar proveito da AfCFTA e aponta, como exemplo, produtos agrícolas, bem como recursos pesqueiros, particularmente o camarão.

“Temos enormes potencialidades agrícolas. Podemos fornecer castanha de caju, algodão, camarão e outros produtos que neste momento têm como destino a Europa e a Ásia”, disse Silvino Moreno em conferência de imprensa.

O governante afirmou que o País dispõe de uma vasta costa, ideal para a oferta de serviços logísticos, pois alguns países vizinhos do interior, que ratificam o acordo, não têm acesso ao mar e podem utilizar os corredores nacionais para materializar os seus investimentos.

De acordo ainda com Silvino Moreno, depois da deposição da oferta tarifária a nível do órgão continental, segue-se o processo de divulgação dos acordos pelo sector privado nacional, uma vez que as empresas moçambicanas são os principais actores no mercado, sendo elas que deverão retirar o maior proveito deste instrumento.

Trata-se de um instrumento que contém toda a informação relevante sobre os preços dos produtos e serviços que o País poderá colocar no mercado intra-continental, isentos de taxas aduaneiras e a preços competitivos para ombrear com outras ofertas oriundas de outros pontos do continente.

A intenção foi anunciada esta terça-feira, 23 de Maio, em Maputo, pelo ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno, durante as celebrações da semana de África, que terão o seu auge na quinta-feira (25).

O ministro garante que Moçambique possui um elevado potencial para tirar proveito da AfCFTA e aponta, como exemplo, produtos agrícolas, bem como recursos pesqueiros, particularmente o camarão.

“Temos enormes potencialidades agrícolas. Podemos fornecer castanha de caju, algodão, camarão e outros produtos que neste momento têm como destino a Europa e a Ásia”, disse Silvino Moreno em conferência de imprensa.

O governante afirmou que o País dispõe de uma vasta costa, ideal para a oferta de serviços logísticos, pois alguns países vizinhos do interior, que ratificam o acordo, não têm acesso ao mar e podem utilizar os corredores nacionais para materializar os seus investimentos.

De acordo ainda com Silvino Moreno, depois da deposição da oferta tarifária a nível do órgão continental, segue-se o processo de divulgação dos acordos pelo sector privado nacional, uma vez que as empresas moçambicanas são os principais actores no mercado, sendo elas que deverão retirar o maior proveito deste instrumento.

Moçambique será o anfitrião da 1.ª Conferência Internacional de Arbitragem

Segundo uma nota divulgada pela organização do evento, a realização da conferência está totalmente alinhada com os objectivos do Centro de Arbitragem Comercial da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, que tem como missão impulsionar o desenvolvimento do mercado arbitral moçambicano.

Nesse sentido, a conferência abordará temas cruciais relacionados à realidade da arbitragem em Moçambique, contando com a presença de renomados especialistas de diversos países lusófonos, com destaque para Moçambique, Portugal e Angola, conforme explicado na nota.

A arbitragem comercial é reconhecida como um dos principais meios de resolução de conflictos no mundo, oferecendo uma maneira rápida, especializada, eficiente e confidencial de mediar disputas comerciais.

Dessa forma, de acordo com a nota, o desenvolvimento da arbitragem comercial no país desempenha um papel estratégico, uma vez que contribuirá para melhorar a posição de Moçambique no ranking do “doing business” e atrairá investimentos nacionais e estrangeiros de maior qualidade e quantidade.

37 organizações são reconhecidas pela Tempus Global Group por sua excelência na Proposta de Valor ao Colaborador

Estiveram presentes os líderes das empresas e organizações premiadas, incluindo directores de recursos humanos e directores gerais. O evento também contou com a presença especial de uma convidada do Brasil, Andrea Cruz, uma renomada especialista em gestão de carreira e CEO da SerH1 Consultoria, uma empresa especializada em carreiras de alto nível e transformação cultural organizacional.

Na presente edição foram reconhecidas as seguintes 37 organizações: Abt Associates, Aga Khan Academy, Aga Khan Foundation, Associação h2n, Banco BiG, Banco Letshego, Banco Nacional de Investimento – BNI, British American Tobacco Mozambique, Bureau Veritas Moçambique, Cervejas de Moçambique, Coca-Cola Sabco Moçambique, Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation – EGPAF, EP Management and Consultancy Services, Lda, FHI360, Friends in Global Health – FGH, Fundação Aurum, Galp Moçambique, Heineken, ICRH Moçambique, Instituto de Estudos Sociais e Económicos, Ipas – Partners for Reproductive Justice, Kenmare Moma Processing (Mauritius) Limited, Momentum Moçambique, Moza Banco S.A. , Nacala Logistics, Plan International, Porto de Maputo, Precision Recruitment International, Sanlam Moçambique, Sasol Petroleum Temane, SDO Moçambique, Sociedade e Território Consultoria,Lda, Standard Bank S.A, TVCABO – Comunicações Multimédia, Lda, Vivo Energy Moçambique, Vodacom Moçambique, SA e Vulcan Mozambique.

Dentre as 37 organizações premiadas, houve um destaque especial para o Top 10, composto por: Banco BiG, British American Tobacco Mozambique, Cervejas de Moçambique, Coca-Cola Sabco Moçambique, Galp Moçambique, Kenmare Moma Processing (Mauritius) Limited, Moza Banco S.A., Sasol Petroleum Temane, Standard Bank S.A. e Vulcan Mozambique.

Além dessa distinção, o Tempus Global Group anunciou momentos especiais para os Elite Employers ao longo de 2023. Estão planejados quatro seminários abordando temas actuais de interesse para o desenvolvimento das organizações e dos profissionais de recursos humanos, responsáveis por garantir o contínuo investimento no capital humano.

Além dos seminários, a empresa está preparando um evento especial para cada uma das organizações selecionadas, um “café da manhã”, onde será apresentado um relatório de benchmark comparando a posição da organização em relação às demais. Também será fornecida uma pesquisa sobre o custo de vida, a primeira desse tipo em Moçambique, adaptada ao departamento de RH, para auxiliar na adaptação das ofertas de emprego às diferentes regiões do país.

Banco Mundial destina 150 milhões de dólares para auxiliar a recuperação de Moçambique após os ciclones

“Este valor visa apoiar a rápida restauração das infraestruturas de transporte, bem como a prestação de serviços de educação, saúde, energia, abastecimento de água e saneamento”, além da retoma de actividade agrícola, detalhou em comunicado.

O financiamento responde “a um pedido de apoio do Ministério da Economia e Finanças para fazer face à emergência que afectou mais de 1,1 milhões de pessoas” e é concedido “sob a Componente de Contingência de Resposta a Emergências” do Banco Mundial.

Dos 150 milhões de dólares, 100 milhões são atribuídos em forma de subvenções e 50 milhões de dólares como crédito bonificado. As maiores fatias são 51 milhões de dólares para transportes, 19 milhões de dólares para agricultura e 26 milhões de dólares para abastecimento de água e saneamento.

Estes fundos são extraídos de projectos existentes do Banco Mundial em Moçambique e complementam a subvenção adicional de 300 milhões de dólares aprovada em Abril. O Banco Mundial tem apoiado Moçambique na resposta aos choques climáticos desde 2019, incluindo no arranque do primeiro seguro de risco soberano para proteção contra ciclones e chuva.

 

Moçambique planeia adoptar modelo de agricultura ‘à prova de alterações climáticas’ para aumentar produtividade

O Pfumvudza é um modelo resistente às alterações climáticas, com base ecológica, que envolve o apoio do governo aos agricultores para aumentar a produção agrícola.

Desde a sua implementação no Zimbabué há alguns anos, a produção agrícola do país tem aumentado significativamente, assim como os níveis de rendimento nas áreas rurais.

Citado pelo portal zimbabueano Mbare Times, em Harare, o Presidente moçambicano declarou que em breve uma equipa será enviada ao Zimbabué para estabelecer os detalhes da transferência de competências e conhecimentos do modelo Pfumvudza.

Conferência Internacional de Geologia e Minas acontece hoje em Maputo

A conferência faz parte do projecto SUGERE (Sustainable Sustainability and Wise Use of Geological Resources), financiado pelo programa Erasmus+ da União Europeia.

Nove instituições de ensino superior de diferentes países participam desse projecto, incluindo a Universidade Agostinho Neto e o Instituto Superior Politécnico Tundavala (Angola), a Universidade de Cabo Verde e a Universidade de Santiago (Cabo Verde), a Universidade de Salamanca (Espanha), a Universidade de Turim (Itália) e a Universidade de Coimbra (Portugal).

O objectivo da conferência é fortalecer a capacidade institucional na área de geologia e mineração. Serão abordados temas como a aquisição de equipamentos e materiais de laboratório, o desenvolvimento curricular e a realização de programas de formação de curta duração para os professores.

 

França investe 1 milhão de euros para fortalecer o combate à desnutrição em Moçambique

A contribuição financeira tem como objetivo apoiar o Programa Nacional de Reabilitação Nutricional do Governo, que visa o tratamento e prevenção da desnutrição aguda. Cerca de 90 mil pessoas nas províncias de Cabo Delgado, Nampula e Niassa, especialmente mulheres grávidas e lactantes.

Antonella D’Aprile, representante do PAM no país, destacou a importância do apoio da França, afirmando que chega em um momento oportuno, permitindo fornecer actividades preventivas e tratamento a grupos vulneráveis.

Em Moçambique, a desnutrição crônica ainda afecta 38% das crianças menores de 5 anos, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) de 2021. Todas as províncias das regiões central e norte do país apresentam prevalências de desnutrição em níveis muito altos, sendo a província de Nampula a mais afetada.

Parlamento aprova estratégia para fortalecer resposta africana a eventos climáticos

O ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, apresentou o documento ao plenário, destacando a necessidade do país em adoptar esse instrumento devido à sua vulnerabilidade em relação a ciclones, enchentes e outros desastres.

Essa acção também faz parte do conjunto de reformas realizadas pelo governo para fortalecer a capacidade de resposta a calamidades, priorizando a prevenção e a gestão do risco de desastres como uma política prioritária.

O acordo foi firmado em 23 de Novembro de 2012, em Pretória, na África do Sul, com o objectivo de aprimorar a eficiência das actuais respostas de emergência a eventos climáticos extremos e desastres naturais, como secas e ciclones tropicais, oferecendo serviços de seguro contra tais eventos para os países membros.

Reino Unido e Suécia investem 189 milhões de meticais em energias renováveis em Moçambique

O programa nacional “Energia Para Todos” tem como meta oferecer acesso à energia eléctrica a todas as famílias moçambicanas que ainda não têm. Por meio de uma iniciativa presidencial, espera-se que todos os postos administrativos tenham electricidade até 2024, aumentando o acesso de 35% para 60% nesse período. Estima-se que cerca de dez milhões de moçambicanos tenham acesso à energia pela primeira vez.

Durante a assinatura do acordo, o Governo britânico, representado pelo ministro de Estado para o Desenvolvimento Internacional e África do Reino Unido, Andrew Mitchell, destacou o enorme potencial do país, sua localização geográfica estratégica, abundância de recursos naturais e uma população jovem e dinâmica.

Mitchell ressaltou a importância de mobilizar investimentos e garantir que as infraestruturas sejam capazes de resistir às mudanças climáticas, enfatizando a necessidade de parcerias e colaboração entre os sectores público e privado.

Em Moçambique, o programa “Brilho” já beneficiou 1,3 milhões de pessoas com acesso à energia eléctrica e térmica.