Sunday, April 5, 2026
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CIN aposta na requalificação urbana e dá palco a artistas moçambicanos

A empresa, que este ano completa 50 anos em Moçambique, tem vindo a influenciar a forma como se olha para o espaço público, abraçando inspiradoras através da cor.

Depois de parcerias em projectos emblemáticos como o novo ‘Mercado do Frango e
Magumba’, o ‘Pintar pela Paz’ ou o ‘Bring Back Maputo’, a empresa associou-se também à
causa ambientalista, apoiando o ‘Muro da Biodiversidade’, no âmbito do projeto
“Preservação da Nossa Fauna”.

Uma iniciativa promovida em parceria com os Aeroportos de Moçambique, Conselho Municipal da Cidade de Maputo e Ministério da Terra e Ambiente, que tem como objectivo ser um espaço de sensibilização para a preservação da biodiversidade e combate à caça furtiva.

O ‘Muro da Biodiversidade’, que vai ser inaugurado na sexta-feira, dia 31 de Março, fica localizado
à saída do Aeroporto Internacional de Maputo, no Bairro de Mavalane, integrando
45 painéis com imagens de animais selvagens, muitos deles em risco de extensivo.

As pinturas permaneceram a cargo de duas equipes de artistas plásticos moçambicanos representadas por Mateus Sitole e Rachid Gutierrez.

A CIN contribuiu para a iniciativa doando todas as tintas e apoiando, ainda, no reboco e na
pintura de algumas casas no interior do Bairro de Mavalane, situado logo atrás do Muro.

Para além da mensagem de sensibilização que promove, todo aquele espaço transmite agora a mudança a que foi sujeito, refletindo também uma transformação do ponto de vista estético.

José Soares, Director Comercial das Tintas CIN em Moçambique, refere que “a aproximação à arquitectura, à arte e aos artistas locais, tem levado a CIN a optar por projectos emblemáticos na esfera social, simbolizando muito do que é a cultura moçambicana.

O ‘Muro da Biodiversidade é mais um desses exemplos”. “A cor certa pode transformar qualquer casa, qualquer edifício, qualquer espaço público, num lugar extraordinário,
influenciando a forma como nos sentimos e olhamos para esse mesmo espaço”, destaca
ainda o mesmo responsável.

Através de todos os seus projectos de responsabilidade social, a CIN escreve a sua própria
história, marcada pelo crescimento em Moçambique e pelo reconhecimento como marca responsável e de excelência.

Colgate assina protocolo de parceria público-privada com o Município de Pemba

Nos últimos tempos, o número de habitantes da cidade de Pemba aumentou
, o que levou o Município a reajustar a sua estrutura e as suas
formas de trabalho para garantir uma cidade limpa e cuidada. Assim, para enfrentar
este momento, a Colgate Palmolive Mozambique Limited doou 30 contentores de
lixo com a capacidade de 240 litros à cidade.

Para além da doação, a assinatura da parceria público-privada envolve também o
apoio a campanhas de limpeza da zona costeira, onde várias mulheres limpam as
praias com o apoio de um trator que recolhe os resíduos encontrados ao longo da
costa.

Cláudia Sónia da Conceição, Vereadora do Município de Pemba, mostrou que: ” É
com grande satisfação que senti que a Colgate está ciente do que se
passa no norte do país. Independentemente das razões, a nossa cidade está a
crescer, e é responsabilidade de todos construir um Moçambique mais limpo e
preparado para os desafios do crescimento económico e social.”

Lara Rocha, Líder da Equipa de Desenvolvimento do Cliente da Colgate-Palmolive,
por outro lado, reforçou isso: “Com este gesto, estamos a reimaginar um futuro
mais saudável e sustentável para todos e para o nosso planeta.”

Sasol sobe para o 2º Lugar no Índice de Transparência do Sector Extractivo

De acordo com este estudo desenvolvido pelo Centro de Integridade Pública (CIP), a Sasol evoluiu na transparência e divulgação de informação, em comparação com as primeiras duas edições. O CIP acrescenta que “a Sasol criou um link com informação em português e publica uma revista anual que contempla parte considerável das informações”.

Índice de Transparência do Sector Extractivo é um ranking das empresas dos sectores mineiro e petrolífero, com o objectivo de promover a transparência no sector, através avaliação de informação, tendo em conta indicadores fiscais, investimento social, governação corporativa e meio ambiente.

Segundo Ovídio Rodolfo, Director-Geral da Sasol, esta classificação reflecte o esforço e compromisso da Sasol Moçambique para melhorar a sua posição no ranking das próximas edições.

Governo garante disponibilidade do açúcar após inundações

O ministro da Agricultura, Celso Correia, sobrevoou recentemente os devastados canaviais de Maragra, na Manhiça, onde 51 por cento da área total foi perdida devido às cheias.

Mas mesmo com esta escala de destruição, de acordo com uma reportagem publicada na edição de terça-feira do diário Maputo “Noticias”, os produtores de açúcar garantem que não haverá impacto no mercado interno, em termos de disponibilidade de açúcar.

“Estamos confortados em saber da iniciativa privada que não vai faltar açúcar no país, e não há previsão de aumento de preço, pelo menos por enquanto”, disse Correia.

Ele falava na cidade de Boane, atingida pelas enchentes, onde entregou insumos de produção para cerca de 12.000 produtores afetados pelas enchentes de fevereiro

No entanto, o Governo reconhece que a situação vai prejudicar as perspetivas a longo prazo da produção nacional de cana-de-açúcar, e põe em dúvida a meta de 315 mil toneladas de açúcar na presente campanha agrícola.

Dados preliminares indicam que serão necessários cerca de mil milhões de meticais (16 milhões de dólares ao câmbio actual) para recuperar a área perdida – 10,2 milhões de dólares para a replantação da cana-de-açúcar, e 5,8 milhões para recuperar as infra-estruturas de transportes, o sistema de drenagem e os diques .

O governo promete trabalhar com a indústria açucareira para traçar um plano de reconstrução e modernização, e como financiá-lo, a fim de aumentar as áreas de produção.

Celso Correia disse que este trabalho colectivo vai permitir atingir a capacidade instalada, e ajudar os pequenos produtores de cana, que são fundamentais para que o sector continue a abastecer o mercado nacional, e produzir excedentes para exportação.

Trabalhadores paralisam a Montepuez Rubi Mining

“Embora este grupo de trabalhadores não tenha seguido o processo sindical estabelecido para questões desta natureza, a MRM espera que, trabalhando com o sindicato reconhecido e as autoridades laborais estatais, se encontre uma solução para a situação em breve”, refere-se numa nota da empresa distribuída à comunicação social.

Segundo a MRM, citada pela Lusa, a paralisação, que interrompeu uma “série de atividades da empresa”, foi anunciada através de uma carta não assinada, divulgada pelos trabalhadores na segunda-feira.

“Esta acção unilateral de uma parte dos trabalhadores só beneficiou o sindicato de mineradores ilegais que opera na zona, uma vez que o mecanismo de protecção do projecto foi efectivamente desviado para a gestão da greve ilegal”, refere-se no documento, que acrescenta que a empresa informou as autoridades sobre a “greve ilegal”, tendo tomado providências para executar os serviços essenciais e proteger os funcionários residentes no acampamento, com o apoio da polícia.

“A perda de produção resultante da paralisação das operações pode afectar os resultados do próximo leilão de rubis, um dos principais impulsionadores de receitas e contribuições fiscais na província de Cabo Delgado”, acrescenta-se no documento.

Fontes que acompanham o caso disseram à Lusa que os trabalhadores voltaram hoje aos seus postos, mas as negociações com a empresa continuam.

A MRM possui cerca de 34 mil hectares de concessão para exploração de rubis em Cabo Delgado e apresenta-se como a principal investidora na extracção de rubis em Moçambique, sendo detida em 75% pelo grupo Gemfields e em 25% pela moçambicana Mwiriti Limitada.

Desde Janeiro de 2011, as vendas da Montepuez Ruby Mining representam 94% dos fluxos monetários do país relativos a esmeraldas, rubis e safiras, segundo a própria companhia.

 

Bolsa quer capitalizar 35% do PIB até 2027

Actualmente, com 25 anos de existência, a BVM conta com um total de 12 empresas cotadas, já financiou a economia em mais de 278.000 milhões de Meticais, pouco mais de 4.000 milhões USD, e a sua capitalização bolsista representa actualmente 24,3% do PIB.

De acordo com o Presidente da BVM, Salim Valá, depois de um período de desaceleração, Moçambique está a entrar numa fase de recuperação económica influenciado pela implementação do Pacote de Medidas de Aceleração Económica (PAE) e a BVM quer dar o seu contributo nessas medidas.

Até porque o país precisa de uma Bolsa de Valores líquida e dinâmica para potenciar a diversificação da economia, promover a industrialização, transformação estrutural e a nova era do “Oil and Gas”.

O mercado de capitais é um sistema financeiro que permite a captação de recursos para empresas e governos através da emissão de títulos, como ações e garantias do tesouro. Nesse mercado, os investidores compram títulos com o objetivo de obter lucros a partir dos juros ou da valorização desses ativos.

Em Moçambique, esse mercado é gerido pela BVM – instituto público, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial com a missão de garantir a criação e manutenção de um mercado livre e aberto para a realização de compra e venda de valores mobiliários.

A Bolsa assegura também os serviços de registo, compensação, liquidação e divulgação de informação suficiente e oportuna sobre as operações realizadas.

 

SAIBA COMO INVESTIR NA BOLSA EM MOÇAMBIQUE

Os investidores na BVM podem participar no mercado de capitais comprando ou vendendo títulos cotados como ações, obrigações e papel comercial.

As ordens de compra ou venda de títulos da Bolsa, podem ser dadas junto das instituições financeiras existentes em Moçambique (ou directamente aos Operadores de Bolsa), mediante o preenchimento de um impresso denominado ordem de Bolsa.

Para o efeito, além da identificação do investidor, a Ordem de Bolsa exige outros dados e informações, nomeadamente, data de ordem, título de bolsa pretendido, quantidade, preço e prazo de validade da ordem.

Quanto ao preço, o investidor tem duas modalidades, sendo uma com limite – quando se estipula um preço máximo a que está disposto a comprar ou um preço mínimo a que está disposto a vender e a outra modalidade é desprovida de limites e, mas podem correr o risco de pagarem um preço mais alto na compra ou receber um preço mais baixo na venda.

Proposto fundo para iniciativas locais

Trata-se de um posicionamento apresentado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, em Nova Iorque, no âmbito da presidência mensal do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

No Debate de Alto Nível organizado por Moçambique, esta terça-feira, Nyusi diz que esta é uma iniciativa que pode reduzir o nível de adesão das pessoas a grupos terroristas, em várias partes do mundo.

O Chefe do Estado propõe, por isso, que a Oitava Revisão da Estratégia Global de Contra-terrorismo das Nações Unidas, prevista para julho deste ano, tome em consideração este aspecto.

Na luta contra o terrorismo, à escala global, Moçambique propõe ainda o reforço da articulação entre as Nações Unidas e os blocos regionais de vários pontos do mundo, mas não só.

“ Priorização e apoio de soluções regionais decorrentes de pacotes de segurança, bem como de mecanismo bilaterais devidamente escrutinados; Reforço da capacidade para a protecção de infra-estruturas críticas e de áreas de intercessão de interesse, como sejam as fronteiras inter-estatais, através da partilha de informação e tecnologia; Concertação de prioridades entre as diversas regiões geopolíticas, Ocidente alargado, África e Médio Oriente, tendo em conta o espectro do terrorismo”, disse.

O Presidente da República diz ser igualmente necessário adoptar soluções específicas para o combate ao terrorismo, em cada um dos locais onde o fenómeno ocorre.

No Debate de Alto Nível organizado por Moçambique, os membros do órgão e diferentes convidados debruçaram-se sobre o tema: “Combate ao Terrorismo e Prevenção do Extremismo Violento através da Cooperação entre as Nações e os Organismos e Mecanismos Regionais”.

Hoje, em Nova Iorque, o Chefe do Estado participa na Reunião da Comissão sobre a Construção da Paz a Nível de Embaixadores com o tema “A Experiência de Moçambique na Construção da Paz: Lições Aprendidas e Desafios”.

IGEPE pretende redimensionar a Tmcel

Esta é uma das conclusões de um encontro havido ontem entre o IGEPE e a Tmcel.

Segundo o jornal Notícias, uma fonte do IGEP garantiu que a primeira medida desta “intervenção” é assegurar o pagamento dos salários dos trabalhadores, referentes aos meses de Fevereiro e Março últimos, cujo atraso, na sua liquidação, já havia motivado algumas manifestações por parte dos trabalhadores, defronte à sede, na cidade de Maputo.

Sem entrar em detalhes sobre esta acção, a fonte indicou que o IGEPE vai trabalhar regularmente com o actual Conselho de Administração na gestão da empresa, no que se refere à cobrança das dívidas por parte das empresas do Estado que até ao momento ascende a mais de mil milhões de meticais.

Japão financia avaliação de pontes na EN1

A iniciativa, orçada em 300 milhões de meticais (cerca de 4,7 milhões de dólares), visa assegurar a transferência de tecnologia de manutenção de pontes para Moçambique, nomeadamente aos técnicos da Administração Nacional de Estradas (ANE) e consultores e empreiteiros envolvidos na prestação e manutenção de estradas e pontes do país.

O projeto envolve uma avaliação exaustiva do estado das pontes, com vista à conceção do tipo de intervenção mais adequado.

A primeira fase vai abranger as cerca de 200 pontes entre a Ponta de Ouro, na província de Maputo, e Sunati, na província de Cabo Delgado, no norte.

O plano geral foi anunciado em Maputo pelo especialista em pontes japonês Takahashi Massamune, que será responsável por liderar o projeto de quatro anos.

“O projeto visa conceber um sistema integrado de gestão e manutenção de pontes através da criação de uma base de dados completa, para ajudar o setor na tomada de decisões”, disse. “Isto irá aumentar a capacidade da ANE para intervir eficazmente nas pontes.”

Takahashi Massamune explicou que se espera que o projecto prolongue a vida útil das pontes moçambicanas, muitas das quais construídas na época colonial.

“A maioria das pontes moçambicanas só precisa de reabilitação e manutenção adequadas para maximizar a sua vida útil. O levantamento vai facilitar a elaboração de um plano orçamental para a sua reabilitação e construção de novas pontes em Moçambique”, acrescentou.

Além da manutenção de pontes, a ANE e a JICA já estão em parceria na construção e manutenção de outras infra-estruturas, entre as quais a melhoria de cerca de 600 quilómetros de estradas nacionais nas províncias de Nampula e Niassa, no norte do país.

Este projeto conjunto do governo prevê ainda o intercâmbio de técnicos e conhecimentos entre os dois países no que diz respeito à reabilitação e construção de pontes e estradas, área em que o Japão tem uma vasta experiência teórica e prática.

Uma iniciativa piloto vai examinar e reabilitar duas pontes em Magude e Incoluane, nas províncias de Maputo e Gaza respectivamente.

Massamune observou que a maioria das pontes moçambicanas foi construída há mais de 50 anos e nunca sofreu grandes manutenções, o que pode reduzir a sua vida útil. A iniciativa também inclui um componente de colaboração para empresas privadas e universidades.

Moçambique tem um total de 1.297 pontes, das quais 194 ao longo da Estrada Nacional Número Um.

CPLP saúda lei de estrangeiros em Portugal e Moçambique

Esta é uma das regras estabelecidas no final da XVI Reunião Extraordinária do Conselho de Ministros da CPLP, que decorreu em Luanda.

Os ministros “reiteraram que a aprovação do Acordo de Mobilidade entre os Estados-membros da CPLP pela XIII Conferência de Chefes de Estado e de Governo e a sua ratificação por todos os Estados-membros, significam um enorme passo no sentido de a CPLP se constituir como uma verdadeira Comunidade de povos, abrindo caminho, designadamente, à circulação de pessoas, cultura, valores, princípios e conhecimento”, lê-se num comunicado.

Eles encorajaram ainda os Estados-membros a promover o diálogo “almejando a eventual celebração de instrumentos adicionais de parceria, nos termos do Acordo e do princípio da flexibilidade variável nele consagrado”.

A nova regulamentação da Lei de Estrangeiros em Portugal, aprovada em 2022, permite agilizar e flexibilizar os pedidos de vistos e de autorização de residência, com regime simplificado para estudantes e imigrantes imigrantes imigrantes, bem como trabalhadores sazonais e introduzir um novo regime para trabalhadores transferidos de outros Estados-membros, desde que estejam integrados nos quadros das empresas.

O comunicado expressa ainda o pesar e solidariedade para com as famílias vítimas do ciclone Freddy, que visitaram vários Moçambique e países vizinhos, bem como as vítimas dos sismos na Turquia, país observador associado da CPLP, e na Síria.

A reunião serviu ainda para a resolução sobre a alteração dos regulamentos dos observadores associados da organização, para actualizar os procedimentos relativos ao seu relacionamento com a organização.

Para tal, segundo o comunicado final da reunião, o comité de concertação permanente foi mandatado a apresentar uma proposta de revisão do Regulamento dos Observadores Associados da CPLP à XXVIII Reunião Ordinária do Conselho de Ministros, com vista a actualizar os trâmites e procedimentos relativos ao seu relacionamento com uma organização.

Foram também aprovados sobre a revisão dos estatutos da CPLP e sobre a criação da Direcção de Assuntos Económicos e Empresariais no Secretariado Executivo da organização.

A nota reafirma o “compromisso com o aperfeiçoamento contínuo dos procedimentos internos da CPLP, promovendo emendas aos estatutos da CPLP, em matéria de recrutamento de pessoal, inscrevendo a representatividade equitativa e a igualdade de gênero como critérios”.

A XVI Reunião Extraordinária do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa contou com a presença em Luanda dos ministros dos Negócios Estrangeiros de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor- Leste, bem como o secretário-executivo da CPLP, Zacarias da Costa.

Moçambique foi representado na 16ª Reunião Extraordinária do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Manuel Gonçalves.