Sunday, April 5, 2026
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Interligação Moçambique-Malawi concluída até Dezembro

A linha de alta tensão terá uma extensão de 218 quilômetros. Ultrapassadas as burocracias que travavam a obra, iniciaram-se os trabalhos no lado moçambicano da fronteira, nos 141 quilómetros desde a subestação de Matambo, na província de Tete, até Zobue, na fronteira com o Malawi.

A segunda fase é a construção da linha dentro do Malawi, de Zobue a Balaka, numa extensão de 77 quilómetros.

A empreitada terá um custo total de 127 milhões de dólares americanos. Deste montante, 92 milhões são donativos ao governo moçambicano e 35 milhões são empréstimos bonificados ao governo do Malawi. O financiamento vem do Banco Mundial, Noruega, Alemanha e União Europeia (estas duas últimas representadas pelo banco de desenvolvimento alemão KFW).

O cônsul-geral do Malawi em Tete, Happy Saka, disse que este é o início de um novo capítulo de desenvolvimento para o seu país, uma vez que a interligação vai minimizar a crise energética que o Malawi enfrenta actualmente.

Para o governador da província de Tete, Domingos Viola, a implementação deste projecto vai aumentar as exportações moçambicanas de electricidade, e fortalecer as relações bilaterais entre Moçambique e o Malawi.

A primeira pedra deste projecto de interligação regional foi lançada pelo Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, e pelo seu homólogo do Malawi, Lazarus Chakwera, a 21 de Abril do ano passado, em Matambo, na província de Tete.

Turismo volta a dinamizar negócios em Inhambane

De acordo com o relatório, que é publicado a cada três meses, o Índice de Robustez Empresarial de Inhambane ascendeu a 28%, depois de, no terceiro trimestre, ter atingido 26,6%, tornando-se na província com o maior índice de crescimento.

O relatório aponta para a recuperação do setor do turismo como sendo o principal impulsionador da robustez das empresas provinciana do sul do país.

O documento argumenta que a taxa de ocupação dos hotéis esteve acima de 85%, tendo sido de 100% durante a quadra festiva, nos principais polos turísticos.

No entanto, sublinha, a província dificuldades no processamento de óleo de coco e sabões. Revela que as fábricas se ressentiram da falta de matéria-prima, devido ao aumento, em cerca de 54%, do preço de aquisição de coco.

Igualmente, houve agravamento dos custos operacionais, com destaque para o de transporte, devido ao reajuste do preço dos combustíveis, e de manutenção. Atrás da província de Inhambane está a do Niassa, embora tenha registado uma descida de 1%, ao sair dos anteriores 28% para 27%.

A CTA apontava os atrasos na facturação como tendo contribuído para esse cenário. Porém, refere-se que o Niassa registou um aumento da produção agrícola com foco para o mercado doméstico (Nampula) e para exportação para os países vizinhos, com destaque para o Malawi. Também testemunhou a dinamização da atividade industrial, com a inauguração de novos empreendimentos, nomeadamente a fábrica de processamento de óleo e de produção de ração.

Já a província da Zambézia é apontada como tendo regredido no Índice de Robustez Empresarial, tendo-se fixado em 25%.

Os empresários referem que o mau desempenho se deveu ao setor agrícola, que registaram uma estabilidade, sinalizada pela não alteração dos preços de venda de produtos.

Igualmente, o relatório defende que o problema de facturas atrasadas penalizou o sector empresarial, assim como comprometeu os seus planos de investimento; e que se refletiu sobre a reforma do quadro de remuneração na administração pública afetando o poder de compra das famílias.

Lembre-se que, de acordo com o relatório da CTA, o Índice de Robustez Empresarial (IRE) não evoluiu no quarto trimestre de 2022, tendo-se situado em 29%, desempenho observado no trimestre anterior.

O CTA aponta como fatores que aprovam para este desempenho os seguintes: a fase final da época da comercialização agrícola; o maior dinamismo do setor de turismo; relativa estabilidade de custos de produção (ex. preço de combustíveis); aumento de encargos com a banca; e associada com a reforma na tabela salarial na administração pública.

Carta De Moçambique

Moçambique quer deixar um legado importante na ONU

Com a presidência rotativa mensal do órgão a entrar para a última semana, Verónica Macamo entende que os eventos de Alto Nível agendados, por Moçambique, para os próximos dias, serão um momento importante, para a história do país, na sua presença no Conselho.

Nesta terça-feira, o Chefe do Estado, Filipe Nyusi, preside, na sede da ONU, o debate sobre Ameaças à Paz e Segurança Internacional causadas por Atos Terroristas: Combate ao Terrorismo e Prevenção do Extremismo Violento”.

Na quinta-feira, conduzimos uma sessão sobre O impacto das políticas de desenvolvimento na implementação da Iniciativa Continental do Silenciar de Armas.

Nesta segunda-feira, entretanto, Filipe Nyusi mantém encontros com o Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e com o Administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD, Achim Steiner.

A ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação diz que o reforço das já relações positivas entre Moçambique e o sistema das Nações Unidas estará em cima da mesa dos encontros.

Verónica Macamo falou, na última noite, à imprensa moçambicana, em Nova Iorque, após a chegada do Presidente da República, Filipe Nyusi, a esta cidade norte-americana, no âmbito do exercício da autoridade rotativa de Moçambique no Conselho de Segurança da ONU, de 01 a 31 de março corrente.

CTA defende mais oportunidades de capacitação empresarial para uma ZCLA inclusiva

Falando na abertura da Reunião Nacional de Consulta e Workshpp de Sensibilização sobre a Estratégoa Naciona da Zona de Comércio Livre Continental de África, o Vice-presidente da CTA, Prakash Prehlad, chamou atencão para a necessidade de mais diálogo e comunicação ao nível interno por forma que todos estejam estáveis ​​em torno dos processos relevantes relacionados com a estratégia nacional deste importante processo.

“A melhoria nas infraestruturas, a facilidade de acesso ao financiamento, o cumprimento das leis, a redução das barreiras não tarifárias, a criação de um ambiente facilitador de negócios, são alguns determinantes que precisam de ser considerados e acautelados para que o setor empresarial parta em pé de igualdade em todos os países”, referindo-se a Parakash Prehlad, salientando que,
estes são outros aspectos que realçam a necessidade de estreitar o diálogo intersetorial, para que a estratégia nacional venha responder aos desafios que o empresariado nacional, em particular, tem e encontrar como melhores formas de potenciá-lo, para que tire melhor proveito do mercado continental.

Para o Vice-presidente da CTA, Moçambique pode tirar maior proveito da Zona de Comércio Livre de África, o que pode, também, espevitar a necessidade de aumentar cada vez mais a produtividade, por forma a tirar maior proveito desta abertura deste mercado com um potencial de mais de 1,2 bilhões de consumidores.

Olhando, particularmente, para a situação de Moçambique nas suas relações comerciais com o continente, os dados de 2021 indicam que, o volume do cumulativo do que o país importa e exporta, apenas 28% é intra-continental. Contudo, mais de dois terços deste volume é com os países da SADC, onde a África do Sul, representa sozinha mais de 80% em termos de borboleta.

Na ocasião o Vice Presidente da CTA aludiu ainda ao facto da agremiação ter acolhido com recebido a medida tomada pelo nosso Governo que, através da Resolução nº 19/2022, de 30 de Dezembro, ratificou o acordo e os respectivos protocolos, dando um passo significativo para a efetivação objetiva do processo de adesão.

FNB perspectiva um crescimento da economia nacional na ordem de 5 a 6 por cento para 2023

O crescimento do PIB será suportado pelo crescimento de sectores como a Agricultura (com uma contribuição entre 20 a 25 por cento), a Logística; a continua recuperação da Hotelaria e Turismo, Mineração e Pesca.

O estudo, fundamentado nas Perspectivas Económicas para 2023 – África e Moçambique, foi conduzido pela equipa de pesquisas económicas do RMB (Rand Merchant Bank), braço corporativo do FirstRand. A apresentação deste estudo foi liderada por Daniel Kavishe, economista do Rand Merchant Bank (RMB) e  Alfredo Mondlane, Gestor Sénior de Crédito do FNB Moçambique. É de se esperar um crescimento num ambiente económico marcadamente adverso caracterizado, essencialmente, por choques decorrentes de incertezas geopolíticas, financeiras e de ordem político-militar (conflito Rússia – Ucrânia).

Os sinais emitidos pela economia vêm assinalar a tendência de recuperação económica, após um período de desaceleração provocado pela queda dos preços das principais commodities no mercado internacional e a pandemia da Covid-19. Entretanto, prevê-se que a exportação do gás da bacia do Rovuma (projecto offshore), como do carvão mineral, continue a crescer em 2023, resultante do conflito russo-ucraniano.

“A narrativa económica para Moçambique é boa e esperamos um crescimento na ordem de 5 a 6 por cento. Quando comparamos o crescimento económico deste ano com o de outros anos, é visível um estado de recuperação gradual”, disse Alfredo Mondlane, do FNB.

Daniel Kavishe anotou que, ao nível do continente africano, a inflação vai conhecer uma redução significativa e permanecerá estruturalmente acima da média, a longo prazo. Kavishe sublinhou, ainda, que a política fiscal poderá permanecer limitada na maioria dos mercados devido, em parte, aos elevados custos do financiamento.

O economista do RMB fez saber que está em curso, o acompanhamento pormenorizado do processo de reestruturação da dívida em países como o Ghana e a Zâmbia. Para este ano, anotou ainda o economista, as previsões apontam para a volatilidade da moeda com uma tendência geral para uma maior depreciação de algumas moedas.

O evento contou com cerca de 150 participantes de diferentes sectores da economia e suscitou bastante interesse, onde a audiência teve a oportunidade de saber mais e esclarecer-se sobre temas relacionados com o crescimento da economia nacional e africana, regionalização, volatilidade da taxa de inflação, sectores em crescimento e outros.

Fidelidade Ímpar vai usar rede do BCI para distribuir seguros

O Presidente da Comissão Executiva do BCI Francisco Costa, disse sobre o acordo, que este vai beneficiar a segurança na extensão da rede capilar, pois, o BCI tem a maior rede de agências do país e, nesse sentido, os clientes poderão estar mais ao alcance dos diversos produtos disponibilizados pela Fidelidade Impar.

Rui Oliveira, Administrador Executivo da Fidelidade Ímpar, por sua vez, referiu-se a como sendo “bastante importante”, em virtude da capacidade que se cria no incremento da capilaridade na distribuição do seguro ao longo do país, em virtude precisamente da extensa rede distribuição do BCI.

“O BCI está presente em todas as províncias com um número muito significativo de agências, portanto, o que transmite uma susceptibilidade de estar mais próximo de todos os clientes e de contribuir para a inclusão financeira, chegando a cada vez mais empresas e famílias, através dos canais do BCI que passam a disponibilizar as soluções da Fidelidade Ímpar”. Afirmou Rui Oliveira.

Quer o BCI, quer a Fidelidade Impar, acredita que o acordo é também uma oportunidade de crescimento para o mercado de seguros e inclusão financeira, ao proporcionar a oportunidade de canalização para um universo mais amplo de moçambicanos dispersos pelo país, aproveitando-se a rede capilar de ambas instituições para chegar a uma gama de produtos financeiros e seguros que vão potencializar a inclusão financeira.

Salimo Abdula recebe o titulo de Doutor Honoris Causa em Filosofia nos EUA

 

A cerimónia decorreu durante o evento “Empower Her Shoes Summit” onde ocorreu a premiação global da United Nations Women Foundation em associação com Trinity Girls Network Corp. De referir que no evento também recebeu o Award do UN Global Woman, um reconhecimento para personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do empoderamento feminino.

O Dia Internacional da Mulher das Nações Unidas comemora o papel das mulheres comuns em fazer a diferença na história e está enraizado na luta secular das mulheres que participam da sociedade em pé de igualdade com os homens.

Em 1910, numa reunião internacional em Copenhague com mais de 100 mulheres presentes de 17 países, o Dia da Mulher foi estabelecido para homenagear o movimento pelos direitos das mulheres e ajudar a alcançar o sufrágio universal para as mulheres.

No mesmo evento foram também homenageadas vinte e cinco mulheres de diferentes países do continente africano com a certificação Women Empowerment Peace Ambassadors e Honorary Doctorate pelo excelente trabalho que influenciou em seus setores de influência e nas comunidades em que cantaram. O acto de atribuição do título de Doutor Honoris Causa a Salimo Abdula foi dirigido pela Dra. Jaqueline Mohair.

Em novembro do ano passado, recorde-se, Salimo Abdula recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela University of South Africa (UNISA), da África do Sul.

O título foi atribuído em reconhecimento ao trabalho que o empresário tem estado a desenvolver na área do empreendedorismo em Moçambique.

Salimo Abdula nasceu a 18 de Junho de 1963, em Quelimane, província da Zambézia. É empresário e líder de um grupo empresarial com 25 anos de operações em Moçambique, a Intelec Holdings, que actua nos ramos de energia, publicidade, turismo, finanças, recursos minerais, telecomunicações, imobiliário e consultoria.

Foi Presidente da Confederação Empresarial da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP), agremiação que se tornou econômica, relevante e com capacidade de influência na formação de políticas para a dinamização de negócios entre os países membros.

Recentemente, materializou-se o sonho de criação da Fundação Salimo Abdula, entidade cujo foco é o fortalecimento dos vários segmentos da sociedade e desenvolvimento do país.

É Cônsul Honorário da Malásia em Moçambique e já presidiu à Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) e à operadora de telefonia móvel Vodacom.

Salimo Abdula já foi distinguido, entre outros, com os prémios: Euro Knowledge Leadership Award 2020; Prémio de Reconhecimento Países de Língua Portuguesa – AJEPC – FIN 2018; Excelência Empresarial Bizz 2016; e World Finance 100.

BM: Moçambique deve adotar medidas para enfrentar a crise causada pelas mudanças climáticas

A informação foi avançada por Franka Braun, especialista sénior em gestão de recursos naturais do Banco Mundial, no lançamento de um relatório sobre clima e desenvolvimento em Moçambique.

“Moçambique deve adotar medidas para enfrentar a crise causada pelas mudanças climáticas. Vamos trabalhar com os nossos parceiros para mobilizar apoios a vários países, incluindo Moçambique, para enfrentar os danos causados ​​pelas alterações climáticas”, disse Braun, citado pelo diário beirense “Diário de Moçambique”.

Citando o relatório, Braun disse que “a primeira recomendação prioriza a inclusão dos riscos das mudanças climáticas no planejamento do uso da terra. Também recomenda a criação de estruturas legais para coordenar as ações climáticas, bem como uma lei sobre mudanças climáticas para promover a responsabilidade institucional.”

Segundo o especialista, o estudo recomenda ainda a criação de condições para atrair o investimento privado centrado na importação das tecnologias limpas de que o concelho necessita.

“As recomendações indicam que o país precisa de construir infraestruturas robustas que resistam às alterações climáticas”, disse, acrescentando que as escolas e as fontes de água “devem ser resilientes”.

PCA da EDM monitora projectos CTT e TTP e insta os empreiteiros a acelerar as obras

A CTT irá permitir a geração de 450 MW de energia, através do gás natural, por um período de 25 anos, aumentando cerca de 16% da capacidade instalada de produção de energia eléctrica no País, visando responder à demanda interna no âmbito do Programa de Acesso Universal à Energia, até 2030, potenciar a industrialização nacional, bem como consolidar o posicionamento de Moçambique como Polo Regional de Energia na região da África Austral.

Durante a visita às obras da Central Térmica de Temane, o PCA da EDM acompanhou uma apresentação sobre o progresso da construção do projecto, tendo constatado que a mesma regista um ligeiro atraso devido, sobretudo, à ocorrência do Ciclone Tropical “Freddy”, que atingiu a Província de Inhambane em finais de Fevereiro passado. “Maior parte das fundações estavam cheias de água e tivemos que fazer a bombagem para podermos continuar com os trabalhos”, referiu o PCA.

Com efeito, o Gestor das Obras apresentou um plano de mitigação e aceleração das obras, que passa pela introdução de turnos adicionais de trabalho e aumento das equipas envolvidas.

Já na visita ao Projecto da Linha Temane – Maputo (TTP), que contempla a construção de 03 novas Subestações (Vilankulo, Chibuto e Matalane) e extensão da Subestação de Maputo, para além dos 563km de linha, o Eng.º Marcelino Gildo Alberto, informou que “das cerca de 770 torres planificadas, para o troço Vilankulo – Chibuto, 150 estão implantadas, tendo sido igualmente lançados cerca de 9km de condutor”.

Apesar destes avanços, as obras do Projecto TTP encontram-se ligeiramente atrasadas. “Aqui também já engajamos o empreiteiro no sentido de apresentar um Plano de Recuperação para reverter a situação. Julgamos que, estamos perante situações que podemos ultrapassar com mais trabalho e reforço de equipas. Vamos continuar a monitorar as obras com visitas mais regulares”, assegurou o PCA da EDM.

Importa referir que, o Projecto TTP terá um impacto significativo na vida das comunidades que vivem ao longo do traçado da linha e nas subestações a serem construídas. Com efeito, decorre um processo de reassentamento que vai abranger 236 famílias, sendo 154 de Maputo, 74 de Gaza e 8 de Inhambane. Neste Projecto já foram compensados os proprietários de 2.285 machambas afectadas, de 12 estabelecimentos comerciais, 589 terrenos e foram deslocadas 298 campas.

Banco Mundial promete US$ 250 milhões para segurança hídrica urbana

Citado na edição de quinta-feira do jornal independente “Mediafax”, Mesquita disse que está a ser finalizado um Projecto de Segurança Hídrica Urbana. Destina-se a aumentar o acesso à água e melhorar a capacidade de fornecer serviços de água em cidades selecionadas no sul de Moçambique. O projeto tem um custo total de 250 milhões de dólares.

Mesquita convidou-se com a Vice-Presidente do Banco Mundial para a África Austral e Oriental, Victoria Kwakwa, e outros quadros superiores do banco, com quem abordou o estado atual das operações do Banco Mundial no seu setor.

Segundo fontes da comitiva de Mesquita, o ministro apelou à direção do Banco “para ser mais flexível e ponderar algumas das suas decisões que, em certa medida, acabam por atrasar a implementação dos projetos”.

Ele pediu o apoio contínuo do Banco Mundial no financiamento de infra-estruturas de abastecimento e armazenamento de água.

Nos Estados Unidos, Mesquita também participa da cúpula das Nações Unidas sobre a água. A ONU alertou para o agravamento da escassez de água potável em todo o mundo, ligada à mudança climática que aumentou a frequência e a gravidade de eventos climáticos extremos.

A ONG internacional WaterAid alertou para um aumento provável de doenças transmitidas pela água, incluindo a cólera.

“Uma tempestade perfeita de mudanças climáticas, conflitos e crises financeiras, juntamente com migrações, criou uma crise global de cólera sem precedentes”, disse a WaterAid.

A preocupação da situação “está causando surtos em grande escala em países que, por muitos anos, permaneceram livres dessa doença altamente contagiosa”.